Gusta Proença
No seu primeiro trabalho solo em estúdio, o álbum KIRIMURÊ, de Gusta Proença une texturas e estéticas sonoras do antigo e do contemporâneo. É uma palavra tupinambá e significa “grande mar interior”, assim é chamada a Baía de Todos os Santos - BA
Canções de sua autoria e parcerias que, com simplicidade em sua essência e desenhos melódicos, parecem estar em nosso inconsciente e retratam vivências: ora no calor e alegria da Bahia, ora na malandragem e agito do Rio de Janeiro e São Paulo, ora nos estádios e bares de Curitiba. Temperado com percussões, mas valorizando a base de baixo-bateria, “Kirimurê” tem arranjos do próprio Gusta e de Tiago Portella (cavaco). Arranjos que passeiam pelos sopros do trompete, trombone, fagote, flauta; pelo fole da gaita-ponto e coros bem definidos e leves, que dão vontade de cantar junto.
Os convidados especiais trazem dinâmica e personalidade ao álbum, costurando as vozes junto com Gusta nas canções: “Roda de Ganga” com a participação de Zeca Baleiro, uma homenagem à capoeira e toda sua bagagem cultural. A presença do parceiro de composição Leo Fé em “Inaê”, canção sobre a fé que se leva na vida para se sobrepor às marés. E François Muleka que empresta todo o brilho e autenticidade da sua voz na canção “No Deserto”.
KIRIMURÊ é a fusão do tropical urbano e mateiro que Gusta Proença mistura com sua originalidade e influências artísticas.
Fonte: Guta Proença