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Música do Brasil

Música do Brasil

E assim foi 2009....

Veja , aqui, uma “geral” do que foi o ano que acaba para algumas das centenas de bandas da Bahia.
 
Alguns nomes não estão nesta lista. Aproveite e inclua o que voce quiser nos comentários.


Mina,
com Mariana Assis e Via Circular, com Levi Lima. Duas bandas que estão “comendo pelas beiradas”. Cantores novos que em 2009 ganharam experiência e aplausos em shows Brasil a fora. A Mina tem como vantagem ser do cast da Caco de Telha.

Na Pegada surgiu sob o signo da polêmica e arrebatando troféus. Levou o título de banda revelação em várias premiações. Agora... [?]. O comentário na “Rádio Corredor” é que os últimos meses foram bem tumultuados pra Luana Monalisa e banda.

Bué da Fixe. Estreou sob forte campanha de mídia, fez um carnaval badalado. Depois de altos investimentos por parte de um empresário português, a banda recuou. Ao apagar das luzes de 2009, existe a noticia extra-oficial de que o mesmo grupo da Revista Exclusiva pode assumir a gestão do projeto.

Kondendê. Forte no Carnaval 2009, a banda tinha na linha de frente a cantora Priscila Freire considerada pela maioria do público como a mais autêntica revelação feminina da festa de Momo. Após a saída de Priscila, assume o posto Rafaela Manville. Os resultados ainda estão sendo aguardados...

A banda Motumbá passou pela ponte da contenção absoluta de investimentos, depois do show de empreendedorismo por parte da direção do grupo.  Resultado: menos visiblidade. Talento e competência não faltam a Alexandre Guedes e seus músicos.

Tatau  entrou no seu primeiro Carnaval, verdadeiramente, como solista, fora do Ara Ketu. 2009 foi um ano de “transição” para o artista.

Netinho. Depois de inda e vindas, o artista investe alto na produção do DVD A Caixa Mágica e sinaliza um novo (e bom) momento.

Tomatte. Este ano, o que para uns foi recuo para Tomatte foi fortalecimento. Com total domínio de palco e seguro com título de um dos melhores comunicadores do Carnaval, o artista tem tudo para confirmar sucesso no Carnaval 2010.

Alexandre Peixe.  Ainda há quem diga que ele é "um compositor que canta". Ele é isso mesmo. Só que ao longo dos anos o cantor vem correndo firme, sem tentar, em nada, concorrer ou tirar o brilho do compositor. Seria no mínimo estranho insistir nisso se o artista não tivesse casa cheia em praças tão diferentes. Tem público, fãs, seguidores... tudo que qualquer cantor bem sucedido tem. Em 2009, Peixe, deu show e fez o plantio certo para um Carnaval 2010, com certeza, de bons frutos. Vá vendo...

RapazzolaLeandro Lopes é ídolo, sempre. Neste ano que se finda, ele foi imprimindo sua marca na cena axé. Meio pop, meio rocker... mas sabendo “entender a Bahia”, Leandro já esta com régua e compasso, prestes a desenhar com criatividade e estilo.

Fantasmão e Edcity Surpreendendo a cena da pogode, Ed sai da banda Fantasmão. Insatisfeito com a gestão do grupo o cantor se “re-batiza” Edcity e encara o solo da carreira. A banda segue colocando na linha de frente os back vocals Tierre e Cassinho. Edcity é fenômeno. Fantasmão...

Amanda Santiago. A cantora “peita” seu momento solista. Depois de Dindi e os Rogérios, assume o nome de batismo e, com a consultoria do maestro-marido-musico Mikael Mutti, segue seu caminho a bordo da KombiNação ao da pulsante Olê Labá, atual música de trabalho da cantora.

Carla Cristina. Depois de uma certa ciranda, a cantora foca num projeto que tem sua cara e se associa a um novo grupo empresarial. Feliz ao gravar a canção “Telúrica” num CD promocional , Carla, enfim, deixa a imagem Xibom-bombom no arquivo e se posiciona de forma bem madura na forma e no conteúdo.

Márcia Short. Shows com EME XXI e apresentações solos pela cidade ainda são pouco para o talento da artista. Short fecha o balaio de 2009 com uma boa nova: no próximo Carnaval, seu projeto Axé Acústico ganha as ruas, em dois dias [uma ação do empresário da música, André Simões]. Um, solo. No outro ela divide a cena com Book Jones [ex-Banda Mel e ex-Gente Brasileira] e Alexandre Leão. Três ótimas vozes. Vamos esperar a química.

Luiz Caldas – uma fábrica de música – segue bem na divulgação da sua mega produção: uma caixa com nada menos que seis Cds inéditos em vários estilos [até em tupi-guarany, ele gravou músicas!]. Luiz é icone e ícone não entra em avaliação.

Jauperi é Jau que também é Afrodisiaco. È afro, é pop, é MPB, é fusion, é o que ele bem quiser e entender. Tem boa agenda e virou o darling de várias tribos. Só “perde” para a banda Adão Negro que entra nas mais variadas grades de show que se possa imaginar...

Mariene de Castro. Sempre buscando apuro artístico e já com seus seguidores na Bahia, Mariene ensaia saltos mais amplos em apresentações continuas na cidade, a exemplo dos shows no projeto Samba da Igreja.

Margareth Menezes que teve um ano indefinido [ao menos quando o assunto é Bahia] sinaliza bons ventos... Está prestes a voltar com seus ensaios de Verão que vão desembocar no Carnaval AfroPop. Dessa vez quem assina a direção da artista é a talentosa Bia Lessa [a mesma que dirigiu Maria Bethania] e gestão da Via Press e Viva Idéias [leia-se Elaine e Paula Hazin].

O Olodum é impar quando ao assunto é Verão no Pelourinho. Alheio a qualquer comentário e/ou especulação, a banda se mantém com a agenda ativa em shows pelo Brasil e pelo mundo. Sem oportunismos, teve um up na midia, por ser “a banda” brasileira eleita por Michael Jackson.

O Ara Ketu fecha 2009 fortalecendo a imagem da cantora Larissa Luz. Com uma boa interprete [e de ótima voz], a banda, definindo com mais precisão seu conteúdo musical, tem tudo para entrar em nova e próspera fase.

Parangolé. Este aí vai muito bem, obrigado. A banda faz um dos melhores sons do gênero e tem um cantor que, seguramente, será o Rei do Carnaval 2010. Presença, boa voz, simplicidade e um magnetismo popular que nem ele sabe o alto grau que tem [e por isso mesmo funciona “de boa”]. A banda vai em um rumo tão certo que já pode arriscar outros vôos.

2009 foi bom para o Psirico. Márcio Victor é o cara. O som da sua banda é fonte para a maioria dos novos grupos [e uns nem tão novos assim, viu?]. O seu valor como instrumentista e a sua “esperteza” na escolha da forma de cantar, não deixam espaço para cobranças de altas performances vocais. Psirico é do povão e ponto final.

Cheiro de Amor
. 2009 foi o ano de reafirmação do casamento Aline Rosa-Cheiro. Vê-se uma aposta maior na cantora que fez por merecer. Amadureceu em tudo, do canto ao texto. Do visual à postura. Não esta mais verde.

Se for falar em amadurecimento em 2009, é obrigatório falar de Denny, na Timbalada. O cantor deu um mortal triplo e caiu em pé! Zero de hesitação. Denny é mais do que nunca A VOZ DA TIMBALADA.

Banda Eva. Uma banda que tem como cantor um cara como Saulo Fernandes tem 90% de chance de acerto. Um cantor que tem um grupo como o Eva tem 90% de chance de se dar bem. Faltou 20% de cada? Faltava! 2009 deu aos dois o que restava e ainda deixou bônus. Dúvidas? Vá a qualquer evento do bloco e comprove. O Eva é mesmo o lugar da alegria.

Ivete Sangalo – Ela está flutuando. Perda de tempo e de texto dizer quem 2009 foi o ano de Ivete, de novo. Realizada como mãe e plena como artista, Miss Sangalo é massa, sempre.

Daniela Mercury, mais internacional do que nunca, Daniela reaquece turbinas com Canibália e promete, como sempre, um Carnaval riquíssimo. Uma artista brasileira para o mundo.

Claudia Leitte 2009. Tem quem levante a sobrancelha e dê uma quebradinha no rosto... Mas que esta aí é retada, ah é... Teve um ano glorioso, a loura. Com pegada total de pop star e uma máquina como produto da música, La Leitte que também ganhou presente divino, ao dar a luz a Davi, só tem o que festejar a meia-noite de hoje [31.12].

Tem mais. É muita banda, muito artista e um ano de altos e baixíssimos. Mas encerramos, apenas citando alguns nomes que entra ano, sai ano, se mantêm “intocáveis”. São eles Asa de Águia e Chiclete com Banana. 

Este ano, com a licença de todos, incluímos mais uma banda que carimba passaporte para o top of line: JAMIL!

Beto Espínola, Tuca Fernandes e Mano Góes fizeram do Jamil um dos grupos mais desejados pelo público jovem do Brasil. Claro que uma gestão precisa [leia-se Carreira Solo] é suporte imprescindível. Mas os caras do Jamil, alheios a esta ou aquela tendência de Verão, conseguiram chegar em um estágio difícil de alcançar. Hoje o Brasil já conhece O SOM DO JAMIL. Se 2009 foi bom, em 2010 eles continuam na rota certa para mais mil e uma noite de sucesso. Bravo, Jamil!

 

Fonte: Axezeiro

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