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Música do Brasil

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Yannick Hara e Camila Brumatti lançam clipe de “Eu Ando Tendo Sorte”

O rapper Yannick Hara e a cantora Camila Brumatti lançaram nesta sexta-feira (25) o clipe de “Eu ando tendo sorte”, uma versão tributo aos 25 anos da banda Pato Fu. A faixa faz parte da coletânea “O mundo ainda não está pronto”, lançada em maio desse ano, que conta com dois discos recheados de versões de músicas produzidas por 30 artistas independentes nacionais.

A versão começa com Camila Brumatti entoando os primeiros versos de Fernanda Takai, com o áudio mais distante do que a original. Em seguida, Yannick Hara adiciona o rap à música, rimando sobre sobrevivência e sobre acreditar em seu próprio potencial mesmo tendo que conviver com pessoas falando o contrário. 

"Gravar a versão de Eu Ando Tendo Sorte foi uma das maiores bênçãos da minha vida. Transformar essa música em um rap foi um grande desafio. Senti nessa canção um chamado espiritual. Me identifiquei de primeira e quando enviei a referência para o Everton (produtor da versão) ele captou a energia e trilhou o caminho que percorri com a escrita e a levada. Foi sensacional", conta Yannick.

O curta foi dirigido por Seiji Hara e Henrique Ferraz, com o apoio da EDIFIER e da Subverse. A coletânea foi produzida por João Pedro Ramos (Crush em Hi-Fi) e por Rafael Chioccarello (Hits Perdidos) com o objetivo de homenagear a história do Pato Fu, que também costuma produzir versões irreverentes de outros artistas.

O design Pedro Gesualdi assina a arte da capa do disco duplo. O trabalho foi inspirou nos robôs do clipe da música Made in Japan (John Ulhoa e Mioshi, 1999).

Além de Camila e Yannick, a coletânea conta ainda com a participação de diversos artistas de todo país, como a banda carioca The Outs, a paulistana Antiprisma, Valciãn Calixto de Teresina, FELAPPI e Marcelo Callado de Niterói, Subcelebs de Fortaleza, entre outros. Todas as músicas estão disponíveis na internet através do site https://www.omundoaindanaoestapronto.com.br/  


Abaixo a lista completa de todos os músicos e bandas participantes:

Antiprisma (São Paulo/SP), Berg Menezes (De Recife/PE mas vivendo em Fortaleza/CE), Capotes Pretos na Terra Marfim (Fortaleza/CE), Der Baum (Santo André/SP) , Djamblê (Limeira/SP), Eden (Salvador/BA mas vivendo em São Paulo), Dum Brothers (São Paulo/SP), Estranhos Românticos (Rio de Janeiro/RJ), FELAPPI e Marcelo Callado (Niterói/RJ), Floreosso (São Paulo/SP), Gabriel Coelho e Renan Devoll (São Bernardo do Campo/SP), Gilber T e os Latinos Dançantes (Rio de Janeiro/RJ), Horror Deluxe (De Pouso Alegre (MG) mas vivendo em Taubaté/SP), João Perreka e os Alambiques (Guarulhos/SP), Lucas Adon (São Paulo/SP), Lerina (Santo André/SP), Mel Azul (São Paulo/SP), Molodoys (São Paulo/SP), Paula Cavalciuk (Sorocaba/SP), Pedroluts (São Paulo/SP), Serapicos (São Paulo/SP), Silvia Sant’an na (São Paulo/SP), Subcelebs (Fortaleza/CE), The Cabin Fever Club (São Paulo/SP), The Outs (Rio de Janeiro/RJ), Theuzitz (Jandira/SP), TucA e Thaís Sanches (Campina Grande/PB mas vivendo em São Paulo/SP), Valciãn Calixto (Teresina/PI), Venus Café (de Volta Redonda/RJ mas vivendo no Rio de Janeiro/RJ) e Yannick com Camila Brumatti (São Paulo/SP).     

 

Yannick

Nascido e criado no centro de São Paulo, Yannick é um rapper independente que não segue os padrões tradicionais do gênero. Enquanto a maioria dos MCs falam do dia a dia nas periferias, críticas ao sistema ou - até mesmo - sobre amor, festas e luxo, Yannick busca inspiração em mangás, animes e a cultura geek para escrever suas letras. Pouco a pouco, o artista vem crescendo e conquistando respeito do público e da crítica. Com o EP Também Conhecido Como Afro Samurai, por exemplo, realizou mais de 30 apresentações, incluindo uma performance no Estúdio Showlivre, um dos principais palcos da música indepe ndente brasileira. A pedido do Jornal Metro SP, o rapper resenhou a edição “Hip Hop Genealogia” que revê primórdios do gênero. Lançou o clipe de A Maldição da Bandana, com exclusividade pela Billboard Brasil e o lyric vídeo de Afro Vs Justice pelo Omelete. Foi notícia nos principais jornais do país como, por exemplo, O Estado de S. PauloJornal Estação e A Crítica (AM). Em 2016, foi indi cado ao Prêmio Pindorama na categoria “Aposta”. Participou da coletânea "O Mundo Ainda Não Está Pronto - Um Tributo ao Pato Fu", projeto que reuniu vários artistas de vários gêneros para homenagear os 25 anos da banda mineira. Yannick, junto com Camila Brumatti, fez a faixa "Eu Ando Tendo Sorte". 

 

YANNICK

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“INÚTIL”, SINGLE DE ESTREIA DE CAUÊ (part. MAURÍCIO PEREIRA) QUESTIONA LÓGICA DO CONSUMO COM CLIPE BEM HUMORADO

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Eu quando cheguei fui astro rei/ Como fiquei assim nao sei/ Mal acabado e abandonado/ Mas no passado eu era adorado/ Todo mundo só pensava em mim

 

Na prateleiras, só há ele: Cauê. O título de seu álbum, Pra Vender, é capaz de promover um imediato aglomerado de pessoas prontas, dispostas, ansiosas para comprar o novo hit do momento - até que outra novidade o substitua. É com o bem humorado clipe da faixa Inútil que Cauê (André Whoong, Sara Não Tem Nome) abre as caixas de seu disco de estreia, com produção assinada por Rafael Castro.

Já não existem mais rostos, apenas compradores que se confundem entre si na multidão. Inútil, faixa com participação especial de Maurício Pereira, responsável pelas linhas de sax, aborda a lógica descartável do consumo; seja nas lojas, na arte ou no amor. Sobre a parceria, Cauê revela: “Maurício chegou pronto pra gravar voz em uma outra faixa. Ao ouvir Inútil, gostou tanto que deu seu tom de improviso, deixando a música mais dançante - mas acima de tudo mais irônica”.

 

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O primeiro single do artista foi gravado na casa do multi instrumentista Rafael Castro, conhecido na cena musical independente pelos mais de 10 discos lançados e por produzir trabalhos como os de Primos distantes e Malli. Inútil é a iniciação de Cauê, que toca com André Whoong e Sara Não Tem Nome, na carreira solo. Enquanto o álbum inaugural, Pra Vender, não chega às ansiadas vitrines, ele questiona seu papel na contemporaneidade.

 

Sei, eu sou mais um na coleção/ Banalidade/ Ostentação/ Enferrujado e sem função/ Já tô cansado dessa vida a toa/ Da poeira/ Do desgaste/ Da inutilização  

 

Canto dos Malditos na Terra do Nunca volta, lança single e anuncia disco

 

Há exatos 10 anos a Canto dos Malditos na Terra do Nunca anunciava em seu então Fotolog o fim de suas atividades. A ascensão meteórica de pequenas casas de show em Salvador até um disco gravado por uma grande gravadora acabou sendo um grande baque para o quinteto. Agora, mais velhos e experientes, anunciam uma nova fase da banda e preparam o lançamento de “Travessia”, segundo disco de inéditas, a ser lançado ainda neste mês, dia 29 de agosto.

Para ilustrar este momento, a banda lança um lyric vídeo para “À Deriva”, primeiro single do novo disco. A canção é uma metáfora sobre relacionamentos, sobre amor a deriva, solto e sem rumo, mas que pode olhar para si e se ver maior depois de sobreviver a seu próprio naufrágio. Além do Youtube, a faixa está disponível para audição em todas as plataformas digitais.

“Essa música me lembra aquelas serestas antigas, com aqueles refrães fortes e meio dramáticos” comenta Andrea Martins, vocalista e compositora da canção. “É uma música mais pra frente, não muito naquela onda arrastada de algumas antigas. A gente achou interessante mostrar esse outro lado, uma forma de dizer: estamos voltando com energia e vontade!”, completa a artista.

“Travessia” será lançado de forma independente dia 29 de agosto em versão digital e em seguida em formato físico, acompanhando a turnê nacional de lançamento do álbum. A Canto dos Malditos na Terra do Nunca é Andrea Martins (voz), Helinho Sampaio (guitarra), Danilo Castor (guitarra), David Castor (baixo) e o novo baterista, Leonardo Bittencourt, que junto a Andrea, assina a direção musical do registro. O álbum foi gravado no estúdio T, no Rio Vermelho, em Salvador, com André T, que assina a produção do registro ao lado de Tadeu Mascarenhas, o responsável pela mixagem e masterização do material.

 

Daniel Zé apresenta as múltiplas personalidades de São Paulo em seu novo clipe

O músico Daniel Zé acaba de lançar o videoclipe de “Braços de cimento”, faixa de seu novo disco, “Calma Karma”, lançado há um mês. A música explora a relação entre o homem e a cidade grande da mesma forma que o cantor sente a sua própria relação com São Paulo.

O curta tem roteiro e direção de Cauê Procópio e foi gravado nas ruas do centro da cidade, em lugares já bem peculiares como a Praça Ramos de Azevedo, com a fachada do Theatro Municipal, a Galeria do Rock, o Viaduto do Chá, as ruas da São Bento e mais.

De acordo com Daniel Zé, o clipe segue a letra da música, mostrando os tais braços de cimento como a cidade de São Paulo em si. “A ideia é de como a cidade pode mudar as pessoas. No clipe, o fato de uma criança ingênua andar pelo centro de São Paulo a noite pode causar preocupação, mas o final mostra que o verdadeiro terror é a transformação que a cidade pode trazer”, conta.

O vídeo evidencia as mudanças que a cidade pode nos trazer em tão curto espaço de tempo, convivendo na pressa constante e na loucura que está sempre presente em toda cidade cosmopolita.  

“Braços de cimento” tem fotografia e edição de Lennon Fernandes e Isabella Pianta, da Nova Multimídia; e produção de Thabata Luchessi, Allan dos Santos e Isabelle Grecchi. 
 

ELENCO:
Atriz-Mirim: Luna Grecchi
Mágico: Asnésio Bosnic
Mulher: Isabella Pianta
Pedinte: Lennon Fernandes
Vítima: Adolfo Garroux
 

DANIEL ZÉ

Começou aos sete anos de idade, quando, deslumbrado com o “boom” do rock da década de 80, arriscava os primeiros acordes no violão. A brincadeira de tocar o instrumento era comum, mas quando viu a banda Guns N' Roses no Rock in Rio (1991) não teve mais dúvida de qual profissão queria seguir: músico. “Naquela época eu queria ser o Slash”, brinca. Estudou música no conservatório Universidade Livre de Música (ULM), onde teve aulas com o renomado professor Olmir Stocker, o Alemão. Participou ativamente de bandas como, por exemplo, Killers, Red Fox e Clave de Clóvis”. Em 2013, seguiu em carreira solo. Lançou o primeiro disco, Memórias meio Inventadas, em 2014. N o ano seguinte, lan&c cedi l;ou os singles Não e  Alessandra Negrini e Eu, que estão disponíveis no YouTube. Daniel Zé é rock n roll, mas carrega influências de música brasileira, original funk e indie.     

 

CONTATOS

www.facebook/Danielzeoficial/

www.danielze.com.br

www.instagram.com/danielzeoficial

Vanessa da Mata divulga vídeos de “Vermelho” e “Orgulho e Nada Mais”

Vanessa da Mata/"Vermelho" e "Orgulho e Nada Mais"

 

Vanessa da Mata divulgou nessa sexta-feira (08) mais um pouquinho de seu novo DVD “Caixinha de Música”. A cantora publicou em seu canal oficial do Youtube vídeos ao vivo para as músicas “Vermelho” e “Orgulho e Nada Mais”.

Além dos vídeos, as músicas foram colocadas em plataformas digitais. Você pode ouvi-las no SpotifyDeezerGoogle PlayiTunesApple MusicNapster ou então dar um play aqui embaixo:

 

 

gravação do DVD aconteceu em maio, na Casa Natura Musical e Vanessa já havia divulgado os áudios ao vivo de “Ai, Ai, Ai” e “Caixinha de Música“.

Recentemente, ela lançou “Gente Feliz“, em parceria com o BayanaSystem e “É Tudo O Que Eu Quero Ter“, com o duo de djs Felguk.

 

 

Fonte: Nação da Música

Barba Ruiva divulga “Sonho do Sonho”, primeiro single de seu álbum

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O real e o imaginário ocupam o mesmo espaço na canção “Sonho do Sonho”, primeiro single do álbum da banda Barba Ruiva. A música já estreia com um clipe e dá um gostinho do aguardado debut homônimo do power-trio, previsto ainda para o segundo semestre.

“Sonho do Sonho” surge climática, com a cozinha de Aline Vivas (bateria) e Leonardo de Castro (baixo) guiada pela guitarra e voz de Rafael Figueira. Realidade e sonho se confundem na letra, em um crescente, levando à explosão sonora que une os três instrumentos e vocais.

“A letra é um poema relacionado, de certa forma, com o ser e o não-ser, e o ser duplo. Também fala de quando estamos adormecidos, porém alertas, apenas em outro estado de consciência, do cotidiano que a gente toca, ao mesmo tempo concreto e abstrato, e dessa crença de que existe um duplo - quando fala ‘eu sou seu eu em outro lugar’. É uma espécie de viagem astral”, explica Rafael.

A dualidade da letra explora a noção do que é real ou não, e mostra o sono como uma oportunidade de se libertar de amarras e vivenciar experiências únicas.

“Durante o sonho, a gente vive outra realidade. Até que ponto o que vivemos quando estamos acordados é o real, e o que vivemos quando estamos dormindo não é real? Sonhar é uma dimensão da nossa existência, em que a gente também age e usa elementos do nosso pensamento e do nosso ser de forma livre, com possibilidades infinitas. Tem uma coisa de liberdade ligada ao sonho”, analisa Aline Vivas. “No sonho, a gente vive o que acredita, por isso a música tem um pouco da questão do otimismo”, complementa Leonardo.

Explorando esses conceitos, o vídeo dirigido por Sarah Abdala e desenvolvido pela produtora Pomar mostra ideias opostas, mesclando claridade e escuridão. A transição entre estes estados representa a trajetória do inconsciente, uma zona cinzenta onde não possível distinguir o real do imaginário.

Com “Sonho do Sonho”, o Barba Ruiva antecipa o álbum que será lançado em breve. A canção mostra algumas das influências da sonoridade da banda, que mescla ainda pitadas de blues, rock, MPB, psicodelia e samba, em uma verdadeira viagem no tempo e na música. Por enquanto, é possível conhecer este primeiro single nas plataformas de streaming. Em breve, outras duas canções inéditas serão disponibilizadas.

 

Ouça “Sonho do Sonho”: http://www.pomar.lnk.to/SonhoDoSonho

Acompanhe Barba Ruiva: https://www.facebook.com/barbaruivamusic/

 

Cafe Republica divulga novo single de próximo álbum

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Arte de capa por Talita Hoffmann

 

Psicodelia e guitarras pesadas assumem a dianteira no novo single da banda Cafe Republica, “Jardim dos Olhos”. A música traz a ideia da natureza que invade o espaço urbano, tomando para si os lugares que sempre foram seus. Ao se misturar com o ambiente, os corpos e as plantas se tornam um só, mostrando que somos reflexos desse “ser orgânico”. A canção é o segundo single liberado do primeiro disco cheio da banda. A produção é assinada pela própria Cafe Republica com co-produção de Eugenio Dale.

 

Ouça: http://bit.ly/JardimdosOlhosSpotify

 

Enquanto na canção anterior, “Um”, a reflexão era sobre as partes que compõem o ser humano, em “Jardim dos Olhos” a relação deixa de ser egoísta e pensa as partes dentro do todo - quando termina o indivíduo e começa a natureza? No trecho “vem ver de onde nascerão as plantas”, a ideia é guiar o ouvinte para pensar o nascimento. O questionamento aparece como uma metáfora para o que sucede dentro do indivíduo, e não no solo.

“A escalada de crescimento no meio ambiente muito se aproxima ao nosso amadurecimento interno como indivíduos e que atravessa várias etapas. De forma resumida, ‘Jardim dos Olhos’ traça a compreensão da natureza, dentro de um espaço urbano, se misturando com as vivências que por aqui temos. Desde a simples comparação entre os corpos e as plantas, como a percepção de que somos reflexo desse ‘ser orgânico’”, comenta Barbanjo Reis.

Fator essencial na ambientação do disco e nas músicas, a natureza obteve papel principal no desenvolvimento de “Jardim dos Olhos”. A faixa foi gravada no estúdio Camelo Azul, local ambientado com árvores e plantas que quase entram no espaço. Essa conexão facilitou o andamento da composição.

“Quando estávamos gravando, nos demos conta de que a copa de uma das árvores mais altas formava a silhueta da cabeça de uma pessoa. E a partir de então, todas as vezes que íamos à varanda, enxergávamos naquela árvore, um espelho mais que perfeito do ser humano, como se numa completude simbiótica”, relembra Barbanjo.

Essa relação de dependência entre ser humano e natureza surgiu de uma reflexão do Cafe Republica a respeito de como o florescer se relaciona com questões do indivíduo. Na mesma linha de pensamento, eles traçaram um paralelo entre os elementos que existem no meio ambiente e a dos seres humanos na vida urbana. Barbanjo Reis conta que esse embate é uma questão recorrente em nossa vivência, aprisionando os indivíduos em pequenos espaços.

“A cidade portanto é opressora, não só com os indivíduos, como com a natureza que nessa música é tomada como um espelho do ser humano. A vida urbana oprime-nos duplamente. A diferença é que a opressão aos animais e árvores é muito mais visível do que a aplicada ao ser humano. O meio ambiente, tendo sua pluralidade tolhida, diz muito a respeito da nossa sociedade”, finaliza.

Formada por Octavio Peral (guitarra e voz), Anderson Ferreira “Cabs” (teclado e voz), Barbanjo Reis (bateria e voz), Juca Sodré (baixo) e Ygor “Big” (guitarra), a Cafe Republica reúne elementos de múltiplos estilos musicais, procurando sempre produzir composições e arranjos diferentes. Presente na cena underground carioca, o grupo possui três EPs: “Sweet Dive in Turtle’s Land” (2014), “Luddere Occultant” (2016) e o recente “Interlúcido” (2017).

 

Ouça “Jardim dos Olhos”:

 

Spotify: http://bit.ly/JardimdosOlhosSpotify

Deezer: http://bit.ly/JardimdosOlhosDeezer

iTunes: http://bit.ly/JardimdosOlhosiTunes

Google Play: http://bit.ly/JardimdosOlhosGPlay

 

Maria Rita lança versão de estúdio do single “Cutuca”

Maria Rita

Comemorando 15 anos de carreira, Maria Rita liberou nessa sexta-feira (08), a versão de estúdio do seu novo single “Cutuca” nas plataformas digitais.

A canção também faz parte do repertório do DVD “Samba da Maria” gravado no dia 07 de julho em São Paulo, que contou com participações do rapper Marcelo D2 e do cantor Zeca Pagodinho. A música também está presente na trilha sonora da novela “Pega Pega”, exibida pela TV Globo.

 

Vale lembrar que Maria Rita é uma das atrações do Rock In Rio 2017. Ela irá fazer um show especial junto com a cantora de jazz Melody Gardot, no palco Sunset, no dia 17 de setembro.


 

Fonte: Nação da Música

Jota Quest divulga versões acústicas de “Morrer de Amor” e “Do Seu Lado”

Jota Quest


Nesta sexta-feira (08), o Jota Quest divulgou as versões acústicas de “Morrer de Amor” e “Do Seu Lado”, através das plataformas digitais.

As canções, são parte da gravação de seu novo DVD, “Músicas Para Cantar Junto”, que tem data de lançamento marcada para o dia 11 de novembro, junto com um show especial.

 

Além de “Morrer De Amor” e “Do Seu Lado”, o Jota Quest também divulgou as faixas “Blecaute“, “Amor Maior“, “Pra Quando Você Se Lembrar De Mim” e “Dias Melhores“, retiradas de sua performance acústica.

No dia 22 de setembro, eles se apresentam no Rock In Rio, na mesma data das bandas Alter Bridge e Bon Jovi no festival.

Além do player do Spotify, que você pode usar no final desta publicação, “Morrer De Amor” e “Do Seu Lado” também estão disponíveis nas plataformas do Deezer e Apple Music.

 

 

Fonte: Nação da Música

Emicida lança faixa inédita “Avuá” com participação de vários artistas

Emicida

 

Emicida lançou um novo single inédito com a participação de Kamau, Drik Barbosa, Coruja BC1, Fióti e Rael.

A faixa “Avuá” foi lançada para promover um nova coleção de roupas da LAB, em desfile na SPFW44 (44ª edição do São Paulo Fashion Week). A canção está disponível no iTunes, GooglePlay e plataformas de streaming.

 

 

Fonte: Nação da Música

Coletivo Rua evoca a união de forças em disco de estreia

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Homônimo, projeto é o primeiro do grupo formado por experientes nomes da música independente de São Paulo e conta com participações como Lurdez da Luz, Sombra e China.

Existem certas histórias que as cidades não contam, mas revelam. Trechos de vida esquecidos em ruas esburacadas, no caos do vai e vem, nos olhares perdidos amontoados no transporte público. Uma infinidade de segredos e sentimentos deixados todos os dias pelas milhares de pessoas que na correria do cotidiano abandonam um pouco de si, se espalhando por aí.

Inspirados nesses movimentos e no que eles representam, os músicos Galego (voz), Marcelo Sanches (guitarra), Davi Indio (baixo) e Bianca Predieri (bateria) formaram um novo grupo, ou Coletivo Rua, que lança seu disco de estreia, homônimo. 

Produzido pela própria banda em São Paulo (SP), no Estúdio Elefante, com mix e master de Buguinha Dub, no estúdio Mundo Novo, em Olinda (PE), Coletivo Rua é um grito de alerta, um recado urgente, uma chamada pela união.

“Esse disco veio de modo muito espontâneo, tava tudo muito dentro da gente”, explica o vocalista Galego sobre o processo criativo da produção. “O álbum é um olhar para o Brasil de hoje em dia, de como a vida para uma boa maioria de brasileiros está ruim e esquisita. É sobre união, porque no fundo estamos todos na luta. A gente defende também a importância da arte, de como ela é uma janela para cultura e educação, uma ferramenta para a construção de um bem comum”, declara.

Na bagagem sonora, o Coletivo Rua trouxe para esse álbum influências variadas, ecléticas entre si e complementares no todo. Rock, rap, música popular brasileira, samba e jazz são alguns dos tons que compõem as melodias das dez faixas do álbum.

 

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“Cordeirinho” abre o disco com uma batucada próxima ao afrobeat, denunciando em sua letra tipos de opressões corriqueiras no dia a dia do brasileiro comum. “Sagarana” vem na sequência, de pegada mais rap e fazendo analogias do mundo animal com a selva urbana. “Coragem”, faixa de base jazzística, foi também o primeiro single do trabalho e traz a participação especial do rapper Sombra.
A quarta “Grana”, segundo single lançado, questiona as regras e a disposição ditadas pelo dinheiro, em um rap direto com Lurdez da Luz como convidada especial. “Multi” remete a ritmos brasileiros como o baião e o manguebeat e traz o cantor China participando dos vocais.

“Ponto de Fulga” mescla reggae e jazz numa melodia encorpada e de vocal melancólico. A composição reflete embates dos tempos atuais e joga luz sobre uma das possíveis soluções para estes conflitos: “É preciso se reinventar”. “Inunda” é mais soturna, de rock mais intenso e pesado. A oitava, “Primeira Divisão”, é também a mais eletrizante do álbum, devido aos samples siderais que passeiam pela faixa.

“Eu Vim da Beira Voz” evoca a união de forças e traz em sua melodia referências ao reggae. A última, “Tranquilidade”, encerra o álbum com a participação especial da cantora Yzalú, numa vibe soul music, feita de baixo consistente e guitarra dançante.

 

Coletivo Rua

Formado em 2017 por Galego (voz), Marcelo Sanches (guitarra), Bianca Predieri (bateria) e Davi Indio (baixo), o Coletivo Rua é um novo projeto musical que vem para somar dentro do cenário independente paulistano. Com referências do rock ao rap, o projeto já leva dois singles lançados: “Coragem” e “Grana”, que assim como todo o disco, foram produzidos pela própria banda no Estúdio Elefante (São Paulo - SP), com mix e master feitas por Buguinha Dub no Estúdio Mundo Novo, em Olinda-PE.

 

Projeto D estreia Amplizim Session com série de vídeos

O produtor, cantor e compositor mineiro Raphael Mancini se uniu ao fotógrafo e videomaker Flávio Charchar em uma parceria inédita, um encontro que rendeu a série de vídeos Amplizim. Na session, novo projeto de Charchar, foram gravadas as canções “Poeiras e Imersão”, “Carnival” (The Cardigans) e “O ciclo”. Mancini é o primeiro convidado do programa pensado para YouTube, que traz como principal ideia mostrar a versatilidade dos músicos e proporcionar um momento tranquilo e descontraído.

A parceria foi sendo construída ao longo dos anos. “Conheço o Flávio Charchar desde 1999 mais ou menos, frequentávamos a mesma cena das bandas de rock em Belo Horizonte mas nunca soube desse lado incrível que ele tem na parte de fotos e vídeos. Recentemente ele fez algumas fotos para a banda Lobos de Calla, e foi aí que tomei conhecimento desse lado que não conhecia. Achei as fotos de muito bom gosto e o convidei para fazer um novo clipe pro disco. Nessa conversa ele me disse que estava iniciando um novo projeto mais intimista e me convidou pra participar”, relembra Raphael.

A primeira canção a ser lançada em vídeo foi “Poeiras e Imersão”, que ganha novos ares ao substituir o violão pela guitarra. Na segunda session, a banda sueca The Cardigans foi homenageada com a releitura de “Carnival”, por sua vez recebendo ares melancólicos ao ser executada com apenas uma guitarra. Finalizando com a mensagem de reflexão de “O ciclo”, Raphael Mancini mostra que a vida é muito mais complexa do que acreditamos.

“Das canções próprias, escolhi estas para tocar pois são músicas delicadas, e achei que elas encaixariam bem nesse formato”, revela o músico. Ainda que aconteçam mudanças na interpretação, um elemento permanece em todos os vídeos: o tom minimalista que Raphael Mancini consegue dar às canções. Avesso a exageros, ele guia sua música com o lema de que menos é sempre mais.

Na Amplizim, Flávio Charchar assina as câmeras, fotografia, edição, direção e produção, além de dividir os créditos com Raphael Mancini no áudio para estes episódios.

 

Assista “O Ciclo”: https://www.youtube.com/watch?v=tToYsyC9Uv0

Assista “Carnival”: https://www.youtube.com/watch?v=C4KzGip8lGM

Assista “Poeiras e imersão”: https://youtu.be/GZAUWLXO4xw

 

Assista o clipe de “Mutação”: https://www.youtube.com/watch?v=NVZVyVQ093o

Ouça “Somos Instantes”: https://projetod.bandcamp.com/

Saiba mais sobre os trabalhos de Raphael: https://www.raphaelmancini.com/

 

Raquel Reis lança vídeo para nova música, gravada no Sofar Sounds

Todo o carisma da brasiliense Raquel Reis transparece no vídeo de “Casa”, registro da participação da cantora no Sofar Sounds. A apresentação aconteceu em maio, durante passagem do projeto pelo Distrito Federal. Transbordando alegria para o seu público, Raquel convida todos a acompanhá-la no simples, porém marcante refrão: “E agora, minha casa lá fora é aonde você está”. A comunhão de energia se dá quando cantora e público se unem em uma só voz.

Prestes a lançar “Quitinete”, seu primeiro álbum após singles bem-recebidos nas plataformas de streaming, Raquel antecipou algumas canções inéditas no palco do Sofar. “Eu escolhi ‘Casa’, porque nos shows é sempre o momento de catarse meu e da banda, a gente chama todo mundo a cantar junto, e é sempre uma energia linda. E sinto como se fosse sempre um convite a cada pessoa que tá na platéia assistindo o show, a pensar em quem se ama e se sentir em casa. Que é o que o ‘Quitinete’ me faz sentir, em casa com o que eu amo”, conta Raquel Reis.

Com letras intimistas, o álbum foi feito para conectar artista e público. O trabalho conta com 11 faixas autorais compostas por Raquel e produção assinada por Adriano Pasqua com co-produção de Fernando Vaz. A doce voz da cantora, compositora e instrumentistas se misturam às camadas de rock alternativo que circulam em seu aguardado álbum.

Na apresentação do Sofar Sounds Raquel Reis (voz e violão) é acompanhada de Zé Assumpção (baixo), Gabriel Migão (guitarra) e Marcos dos Santos (bateria).

 

Assista “Casa”:

 

Detonautas lança inédita “Dias Assim”, com participação de Leoni

Na manhã desta sexta-feira (01), o Detonautas Roque Clube lançou a canção “Dias Assim”, através das plataformas digitais.

A música foi gravada em participação com o cantor Leoni, e fará parte do novo disco da banda, “VI”, que está marcado para ser liberado em outubro de 2017. Em entrevista para a Nação da Música, Tico Santa Cruz falou sobre o novo trabalho dos caras: “É um álbum muito bonito. Com músicas que tocam a alma das pessoas. Com mensagens de amor, saudade, superação, liberdade, reconciliação. (…) Contamos com participações de artistas importantes como o Leoni na Faixa ‘Dias assim’, Regis Leal em ‘Nossos segredos’ e Fabrício Iorio em ‘Você Vai Lembrar De Mim’ e ‘Na Sombra de uma Arvore’, música de Hyldon que regravamos.” Leia na íntegra.

 
 
 
 

Além de “Dias Assim” – que também está disponível no Deezer, Google Play, iTunes e Apple Music, – eles já divulgaram as faixas “Melhor Plantar O BEM” e “Nossos Segredos”. Confira:

 

 

Fonte: Nação da Música

Camões reflete efemeridade do amor moderno no single “Paraty”

Em meio à sua turnê europeia, o cantor carioca Camões mostra uma de suas canções mais delicadas. “Paraty” reflete a efemeridade dos paixões e amores modernos e a agonia que essa sensação causa. Tudo isso envolvido em uma aura carioca agridoce. A faixa está disponível nas plataformas de música digital.

“‘Paraty’ é uma canção sobre a agonia de não se satisfazer mais com um relacionamento romântico. Uma canção sobre o vazio de quando amor termina assim, de uma hora pra outra, e o que preenchia não preenche mais”, conta Camões.

O artista mostra nessa música uma nova faceta para seu trabalho. Enquanto suas letras criam um universo cheio de lirismo, poesia, franqueza e bom humor, o novo single traz uma melancolia leve, como um fim de tarde. Na faixa, ele ainda faz uma citação a “Bye Bye Brasil”, de Chico Buarque e Roberto Menescal, no trecho em que enumera tudo que fez para tentar manter a paixão viva, comparando ao peso da jornada descrita na clássica canção.

“É o reconhecimento de que o que interessa para os casais que te causam inveja no Instagram, às vezes, não interessa mais para você. É sobre assumir a busca por uma felicidade própria que pode subsistir na solidão”, conta o compositor.

Atualmente em uma turnê em um formato intimista voz e guitarra por Portugal, Camões se prepara para seu primeiro álbum cheio, sucessor dos EPs “Cupim” e “Anilina” e dos singles “Cumbia da Gota” e “Nova Aurora”. O single é lançado pelo selo Milk Digital.

 

Ouça “Paraty”: https://milkdigital.lnk.to/Paraty

Alvares estreia vídeo para “Lembra porque se foi”

No novo webclipe do cantor Alvares, o cotidiano é o protagonista. O vídeo para a canção “Lembra porque se foi” explora a temática da rotina em uma grande cidade e seu vai e vem efêmero. Já disponível no YouTube, o lançamento encerra a divulgação do álbum “Sala de Estar Experimental Vol. 1”, lançado no início do ano.

A produção prima pela simplicidade: a filmagem aconteceu apenas com um iPhone, realizada e editada pelo próprio Alvares. Na finalização, as imagens passaram a ganhar novos contornos, com filtros e texturas que brotam das pessoas, carros e plantas que surgem no caminho do observador - uma presença que não se revela ao longo do vídeo. A câmera segue pela zona sul do Rio de Janeiro, tendo como ponto de partida a Rua Real Grandeza e seguindo em direção ao baixo Botafogo, um trajeto recorrente para o próprio Alvares.

“Lembra porque se foi” vem para encerrar o ciclo de trabalho de “Sala de Estar” e preparar o caminho para um novo momento do artista. “Depois de toda a divulgação desse álbum, dos singles que vieram após ele e que ainda têm algum algum diálogo com o disco, eu me preparo para uma outra fase. Muito em breve vou lançar um compacto, com duas faixas que vêm pra dar um pouco de ideia do que vai ser meu próximo disco”, revela. O novo trabalho tem previsão de lançamento ainda para o segundo semestre.

Mais que encerrar esta etapa, o webclipe propõe uma reflexão sobre os caminhos que tomamos e o “piloto automático” de cada dia. Ao mostrar pessoas que seguem suas rotinas e se movem no espaço urbano sem deixar vestígios, Alvares faz um paralelo com a letra da canção, onde versa sobre o fim de um relacionamento. Versos como “e se no caminho resolver voltar/lembra porque se foi” entregam o questionamento de quem se despede de um relacionamento ainda sem saber se segue em frente ou retorna àquele amor.

 

Assista “Lembra porque se foi”: 

 

Nívea Magno une a sonoridade brasileira e a luta por direitos no EP “Terra”

 

Depois de atuar como professora de canto e militante da cultura popular no país, a atriz e cantora Nívea Magno faz sua estreia no cenário musical brasileiro com o EP “Terra”. As três faixas da gravação transportam o engajamento pela justiça social da artista e retratam a luta pelo solo, tão necessária quanto cruel, tão frutífera quanto violenta ao trabalhador. O lançamento é pelo selo e gravadora Cantores del Mundo.

Quando carimbou sua mudança para o interior de Minas Gerais, a carioca Nívea Magno não imaginava que uma nova trajetória iniciaria. “Terra” surgiu da saída da cidade grande e a chegada na zona rural mineira. Para a atriz, o teatro não era mais realidade e o sonho de relacionar-se com a natureza aproximou-se, assim como se tornar uma artista agricultora e agroecológica. A sensação de solidão, a gravidez e a falta da arte próxima de si fizeram o lançamento do EP despontar de forma natural.

“Fora da minha bolha artística, ou seja, os amigos, familiares e parceiros de trabalho, fora da universidade de teatro, fora do grande centro, que era e sempre foi minha casa, tive que me reinventar. Não sabia produzir, criar artisticamente. Por fazer teatro, sempre estive em grupo. Vindo para o interior experimentei estar sozinha, e a maternidade ainda reforçou essa sensação de solidão. Cantar virou minha válvula de escape, mais ainda compor. Fazer música passou a ser minha maneira de sublimar minha loucura, passou a ser a maneira de me colocar artisticamente e assim foi sendo gestado o EP”, diz Nívea.

O compacto tem a direção musical de Arthus Fochi, que também assinou a produção ao lado de Guilherme Marques. Amigo de longa data, desde os corredores da universidade, Fochi motivou Nívea ao dirigir a canção “Morte e Vida”, que fala poeticamente sobre a Terra enquanto entidade feminina. Logo após, os dois trabalharam nas outras duas faixas, “Medieval”, composta por Fochi, e “O Chão”, de Carlos Magno.

“Fizemos com músicos super profissionais e, melhor ainda, grandes amigos. Foi muito frutífero, e a direção musical do Arthus foi muito generosa por valorizar cada indivíduo em suas qualidades e potencialidades. Senti mesmo uma identidade, um argumento que transitava entre as músicas, que fazia pensar no meu interesse pelas questões da terra enquanto entidade feminina, como fonte de vida, fertilidade e a terra enquanto sujeito social político”, revela.

Por unir sons e gêneros às raízes latino-americanas, o Cantores Del Mundo foi essencial no lançamento de “Terra”. Mesmo com a sonoridade tipicamente brasileira, Nívea Magno transporta um pouco da influência do selo para suas canções. A música “Morte e Vida”, por exemplo, tem como base a execução acelerada, característica das regiões latinas e do ritmo joropo. A cantora ainda carrega consigo a inspiração em nomes como a peruana Susana Baca e a chilena Violeta Parra. “Terra” está disponível em plataformas de streaming na internet.

 

Sobre Nívea Magno

 

Apaixonada pelo teatro e a música, Nívea Magno guiou a carreira entre as suas duas vocações desde menina. Ela descobriu a arte ainda cedo, graças ao avô, Carlos Magno, cantor, compositor, poeta, escultor e pintor. Dono de múltiplos talentos, sua obra possui traços marcantes da cultura popular e conteúdo poético de cunho político e social. As composições dele foram gravadas por artistas como Elza Soares, Jair Rodrigues e Os Originais do Samba.

Mesmo com a influência musical desde o berço, foi no teatro que descobriu a paixão pelos palcos, principalmente durante os espetáculos dos quais participou, como “Savina”, quando fez a personagem título; “É Samba na Veia é Candeia”, interpretando Clara Nunes; “Os que Ficam”, em homenagem a Augusto Boal; e por último em “Besouro Cordão de Ouro”. Um convite da renomada cavaquinista Luciana Rabello abriu as portas da Escola Portátil de Música, onde Nívea aprimorou suas habilidades ao lado da professora de canto Amélia Rabello.

Sua trajetória nos palcos é digna de reconhecimento também como diretora de movimento e preparadora corporal, além de ter extrapolado os palcos alcançando também a televisão, apresentando o programa “Artes, artistas e arteiros” (canal Bandeirantes e MultiRio) e também no cinema, tendo sido vencedora do prêmio de melhor atriz coadjuvante pelo Festival de Paulínia no filme “No meu lugar”, dirigido por Eduardo Valente, que estreou em 2009 no Festival de Cannes.

 

O EP “Terra” é o primeiro trabalho autoral como cantora.

 

Ouça “Terra”:

 

Spotify: http://hyperurl.co/0dsqsj

Deezer: http://hyperurl.co/x0zpec

iTunes: http://hyperurl.co/9esjgx

Google Play: http://hyperurl.co/77ygyk

 

Barão resgata protesto de Cazuza em novo single; ouça “Brasil”!

O Barão Vermelho divulgou, nesta quinta-feira (31), o primeiro registro de estúdio de sua nova encarnação. Desfalcada de Frejat, que amigavelmente não quis participar da reunião; e do percussionista Peninha, que infelizmente faleceu em 2016, atualmente, a lendária banda de rock conta com o vocalista e guitarrista Rodrigo Suricato.

Para estrear com o pé direito, o novo Barão fez uma releitura para a música Brasil, uma das músicas mais emblemáticas da carreira solo de Cazuza, que foi integrante da formação original da banda. Gravada no disco Ideologia, lançado em 1988, a canção resistiu ao teste do tempo, pois a realidade política do Brasil continua pobre, violenta e cretina.

Dê o play e proteste com o Barão Vermelho:

 

 

Fonte: Cifra Club News

Funk, sertanejo e eletrônica são os estilos mais ouvidos no Brasil. Rock está em baixa

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Mesmo com dezenas de mega shows internacionais de rock agendados no Brasil, a maioria com ingressos esgotados e disputados a tapa, o brasileiro gosta é de se jogar e rebolar ao som de funk, sertanejo e eletrônica. Quem comprova é o Spotify, que soltou nesta quinta, 31, uma pesquisa com as músicas mais ouvidas no país nos últimos três meses.

 

Quem lidera a lista é Sua Cara, super hit do Major Lazer com Anitta e Pabllo Vittar (foto), e entre as 10 mais estão Fazer Falta, de MC LivinhoVidinha de Balada Ao Vivo, de Henrique & JulianoHear Me Now, de Alok, Bruno Martini e Zeeba, e K.O., de Pabllo e Paradinha, de Anitta. Também tem Despacito, de Daddy Yankee e Luis Fonsi.

O rock, tanto nacional quanto internacional não chega a entrar nas 20 mais ouvidas. A mais perto do estilo é Shape of You, de Ed Sheeran, que representa o pop inglês.

Confira abaixo a lista das 20 mais ouvidas no Spotify:

1. Major Lazer feat Anitta & Pabllo Vittar – “Sua Cara”
2. MC Livinho – “Fazer Falta”
3. Pabllo Vittar – “K.O.”
4. Anitta – “Paradinha”
5. Ed Sheeran – “Shape of You”
6. Henrique & Juliano – “Vidinha de Balada Ao Vivo”
7. Alok, Bruno Martini e Zeeba – “Never Let Me Go”
8. Alok, Bruno Martini e Zeeba – “Hear Me Now”
9. Daddy Yankee,Luis Fonsi – “Despacito Remix”
10. Henrique & Diego – “Raspão Ao Vivo”
11. Pablo Martins, Baviera, Knust e 1Kilo – “Deixe me Ir Acústico”
12. Maiara & Maraisa – “Sorte Que Cê Beija Bem Ao Vivo”
13. MC G15 – “Cara Bacana”
14. MC Fioti – “Joga o Bum Bum Tamtam”
15. Simone & Simaria – “Regime Fechado Ao Vivo”
16. Mc Zaac – “Vai Embrazando”
17. Mc Lan – “Rabetão”
18. Nego do Borel – “Você Partiu meu Coração”
19. MC Kevinho – “O Grave Bater”
20. Wesley Safadão – “Ninguém É de Ferro”

 

Fonte: Música UOL

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