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Música do Brasil

Música do Brasil

CONHEÇA: Malaco Velho

A banda, que é formada por um carioca, um pernambucano, e três paulistas, em um ano já mostrou pra o que veio e o que quer buscar. No ano de lançamento, 2016, a banda já participou de festivais como Time4Music que conta com apoio da Nigg e Cifra Club, conquistando o terceiro lugar diante de um júri de qualidade.

Malaco Velho traz a grande mistura dos ritmos populares brasileiros, sejam eles tradicionais ou “abrasileirados”. Não há fronteiras para a música, e é exatamente isso que você descobre ao ouvir o EP recém lançado “Suburbano Brasileiro”.

Composto por cinco músicas que trazem à tona situações cotidianas abusando dos mais variados ritmos como o Rap, o Samba o Maracatu e o Reggae como nunca visto. Viajando por influência da velha escola do Samba e das novas e velhas escolas do Reggae e Rap Nacional, de forma contemporânea e contagiante.

Sobre a principal mensagem do EP, Doo Moares destaca pontos importantes, “O EP tem como a principal mensagem retratar o cotidiano do Suburbano Brasileiro, tanto nos momentos alegres como nos adversos”.  

Para escutar o EP- Disponível em todas as plataformas de streagins

A banda é formada por Doo Moraes (Voz e Guitarra), Fabrício Santos (Baixo), Felipo Meirelles (Percussão), Cassio Reis (Batera) e Janderson Bernardo (Sax e Flauta).

 

 

Links Oficiais: www.malacovelho.com.br

Facebook: facebook.com/malacovelho 

Youtube: https://goo.gl/srzk5a

Músico amazonense explora inseguranças e dores no agridoce “Canções de Bad”

Música sempre foi uma das formas de arte mais viscerais. Vários álbuns marcantes foram criados em momentos difíceis, usando a música como forma de terapia. O manauara Diego Souza, conhecido por seu trabalho com as bandas Alderia, Supercolisor e Luneta Mágica, fez isso no seu primeiro álbum solo. Assinando como Viis, ele rasga o peito em sete músicas de um pop agridoce no álbum “Canções de Bad”.
 
Auto-produzido e totalmente criado na casa de Diego, o disco é um relato íntimo inspirado pelo trabalho de artistas que usaram o formato da canção pra exorcizar seus demônios, como um tipo de psicoterapia. Entre as inspirações estão John Lennon, Neil Young, Leonard Cohen, Mark Kozelek e Sufjan Stevens.
 
“Eu quis fazer minha própria versão disso. O final do ano passado foi um período particularmente difícil pra mim. Passei por um término de um relacionamento de 7 anos, lidei com uma morte na família, fiz 27 anos e senti mais do que nunca o peso do tempo nas costas, aguentei os terríveis efeitos colaterais de um tratamento com antidepressivos. Todas essas coisas me motivaram a transformar a dor em arte, inspirado por esses caras”, conta Viis.
 
Diego começou a tocar aos 14 anos. Primeiro foi o violão, depois guitarra, sem aula, tentando desenvolver seu próprio jeito de tocar. Ele cresceu com os pais ouvindo pagode e sertanejo nos anos 90, passou por uma fase metaleira na adolescência e até hoje vai buscando novos caminhos musicais, amadurecendo seu gosto junto de sua idade.
 
“Pra mim, a música serviu como uma válvula de escape do mundo, eu fui uma criança e adolescente extremamente tímido, com poucos amigos. Ouvir música sozinho era - e ainda é - uma forma de fugir e ficar no meu próprio universo, onde nenhum problema existe. Eu frequentemente crio relações muito fortes e profundas com as coisas que ouço, com os sons, os músicos, os personagens, as histórias”, conta ele.
 
Abordando ansiedades, solidão e problemas comuns à geração que está atualmente próxima dos 30, Viis brinca com uma estética pop e divertida para falar dos temas, incluindo inclusive o termo “bad” para situar o disco no espaço tempo, sem se vangloriar da tristeza ou da infelicidade.
 
“Eu acho que momentos ruins podem gerar boa arte se o artista souber como canalizar essa energia ruim. Eu tive a sorte de conseguir fazer isso. O perigo desse tipo pensamento é que ele romantiza a depressão, coisa que eu sou totalmente contra. Minha intenção com esse disco foi contar minhas histórias pra que outras pessoas não se sintam sozinhas e pra que todo mundo saia dessas bads junto”, conta ele.
 
“Canções de Bad” já está disponível nas plataformas digitais via Sagitta Records. Nova no mercado fonográfico, a Sagitta é capitaneada por Nathália Pandeló Corrêa, Daniel Pandeló Corrêa e Fred Mattos e lançou recentemente o disco de estreia da cantora e compositora BEL, “Quando Brinca”.
 
Links:
 

Laura Petit canta sobre o feminino e suas complexidades em álbum de estreia

Da dança para o violão. Do violão para os palcos. E com a experiência dos palcos, um álbum nasceu. “Monstera deliciosa” é o maduro disco de estreia da cantora Laura Petit, uma bailarina que une corpo e música em suas composições. Muito mais do que uma declaração de força, as 10 faixas deste primeiro trabalho revelam uma mulher que se descobriu livre. O álbum foi gravado no estúdio RockIt!, no Rio de Janeiro, e a produção é compartilhada entre Felipe Fernandes, Eduardo Manso e Estevão Casé. O disco encontra-se disponível nas principais plataformas de música digital.

Desconstruindo a MPB com influências que vão do indie noventista até canções de cabaré, Laura discursa sobre amores e desejos em 10 faixas inéditas, além de uma versão de “Tarado” (Caetano Veloso e Jorge Mautner). O enigmático título do disco, “Monstera Deliciosa”, vem do nome científico da planta Costela de Adão. O nome cria uma dualidade curiosa entre a irônica referência bíblica que Laura canta em uma das faixas (“Nem adianta oferecer maçã, quero temperada essa costela de Adão”) com a ideia de uma monstruosidade deliciosa que seria responsabilidade da mulher.

“Penso que a mulher eu lírico do disco é livre e isso assusta. Acho que ela nem sempre foi livre, mas se sente assim agora. Isso reflete na maneira como reage diante da alegria e da melancolia. Ela gosta de estar só e isso não significa que despreza companhia”, explica Laura.

Como um crescendo, a cada canção o feminino se desenvolve e expande os seus horizontes. Em “Al Dente”, a melancolia engole a personagem, caminhando em direção à morte. Na faixa “Quando à noite”, ela renasce das cinzas, mostrando que mudar é preciso e que a dor faz parte da transição. Na música “Bicho”, o lado animalesco que é tão comumente reprimido na mulher se torna explícito na interpretação de Laura. A melodia traz a participação de Rafael Rocha, que representa junto da cantora os bichos da música.

A melancolia volta a aparecer em "Hotel Solitude", que traz um clima bucólico cinematográfico. Os sintetizadores dão o tom da faixa, que mostra uma mulher que se reconhece como dona da situação. A música seguinte é "Tarado", uma regravação da canção de Mautner e Caetano, do disco "Eu não peço desculpas" (2002). A ironia, que é presente em todas as faixas do álbum, se torna um grito em "Sujo". A crescente da personagem volta a surgir em "Engole-me". Repleta de camadas, a música traz uma poesia amarga, romântica e sensual.

O single "Compressa" é a primeira composição de Laura em parceria com Raquel Dimantas. As linhas de baixo guiam a narrativa geométrica apresentada na letra considerada pela cantora a mais forte das músicas. Com duas histórias emaranhadas, não há como saber se é a mulher ou a máquina que protagoniza o conto. A penúltima faixa do álbum, "Paraíso Menu", revela o lado sombrio da mulher comum. O título do álbum surgiu da letra desta faixa. Fechando o disco, "Pimenteira" é sobre infância, sobre uma atmosfera cinematográfica, beirando o western, "com um pitada de Tarantino", descreve Laura.

Nascida em Brasília e criada em Curitiba, Petit traz, aos 23 anos, uma bagagem artística invejável. Bailarina da infância até a adolescência, ela utiliza a linguagem corporal da dança para evoluir sua música. Aos 19 anos, lançou o EP “Onde o Vento Faz a Curva” e em 2015, lotava o Teatro do Paiol, um dos principais da capital paranaense, com a tour do segundo EP “Manacá Dente Saudade”. De lá pra cá, Laura acumulou experiência de estrada e conheceu a equipe que trabalhou no álbum.

“Algumas coisas mudaram. Alguns anos a mais fizeram diferença, considerando que comecei a escrever muito nova. Sinto que não tenho mais vergonhas e isso facilitou muito a composição do álbum. Foi um alívio escrever o disco. Não era um plano falar sobre o feminino. Quando ouvi o disco pronto, percebi que tinha um álbum inteiro extremamente feminino. Ele saiu de mim sem eu perceber”, finaliza Laura.

“Monstera Deliciosa” já está disponível para audição nos principais meios de música digital e a turnê nacional do álbum será anunciada em breve.

 

Ouça o disco:

 

https://www.youtube.com/playlist?list=PLOgVh2cs-9aUHh5XDk1H8E77XGrBvk3lB

 

Acompanhe Laura Petit:

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Luiza Possi e Oswaldo Montenegro lançam clipe para “A Lista”

"A Lista"

 

Nesta sexta-feira (12) Luiza Possi e Oswaldo Montenegro lançaram clipe para “A Lista”. A canção foi composta por Montenegro.

O clipe foi dirigido por J. Vitorino e a edição ficou por conta de Glaucio Ayala.

 

Sobre gravar com Luiza, Oswaldo diz: “Gravar com Luiza foi uma alegria como poucas. A música fala de amigos e é o que somos, muito amigos. Além disso, é uma cantora talentosa, com uma presença forte, que a câmera reconhece. Uma artista que passa com o olhar os sentimentos da música. Nos divertimos e nos emocionamos. Foi um privilégio”.

Possi também não esconde sua alegria pela alegria com o cantor: “A sensação de gravar uma canção que eu queria ter feito, com um homem poeta de quem sou extremamente fã, é maravilhosa”.

Confira o vídeo abaixo:

 

 

Fonte: Nação da Música

 

Mayam lança vídeo ao vivo para “Sua Guarda”

Após surpreender em um vídeo onde apresenta uma releitura de “Hotline Bling”, sucesso de Drake, o cantor carioca Mayam lança mais um registro da série “Ao Vivo na Montanha”. A canção “Sua Guarda” é um dos destaques do álbum “8”, lançado no final de 2016. Com a ajuda de timbres e linhas de baixo sofisticadas, Mayam fez dessa uma das melodias mais memoráveis do elogiado disco, que chegou a integrar listas de melhores lançamentos do ano. Agora, é hora de conhecer a performance ao vivo.

“Sua Guarda” também ganhou recentemente um lyric video. Para esta performance em estúdio, Mayam é acompanhado dos músicos Marfa Kourakina (baixo), Kelder Paiva (bateria), Gabrieu (teclas) e Bruno Carvalho (guitarra), que também integram sua banda ao vivo.

A locação só poderia ser a Montanha, casa do selo de mesmo nome, responsável pelo lançamento de “8”. Além de trazer os singles “Azul Blasé” e “De Nós Dois” (com Maria Gadú), o álbum é um trabalho de ruptura, de autodescoberta. Pop e contemporâneo, ele trilha o caminho para a maturidade e declarações veladas de amor.

O vídeo de “Sua Guarda” teve câmeras de Gabriel Garcia e Drika Lima, áudio gravado por Paulo Lira e o próprio Mayam, que também assina a mixagem e edição das imagens.

 

Confira o vídeo para “Sua Guarda”:

 

O pano da vida se desata no clipe da Zéfiro: “Andes”

Um ano depois se lançar com um EP, a banda brasiliense Zéfiro encerra esse ciclo com o clipe da faixa que dá nome ao trabalho. O vídeo de “Andes” é disponibilizado após a banda figurar em diversas listas de melhores do ano e de revelações, marcando assim o fim dos trabalhos do EP e o início dos preparativos para o primeiro disco completo da banda, previsto para ser lançado no início de 2018.

“Andes” é uma metáfora para o momento em que o indivíduo depara-se com a grandeza e a imponência do desconhecido. Ao mesmo tempo em que o novo amedronta o sujeito, também o faz andar. A letra fala da solidão, da frieza, mas de forma a naturalizar esses sentimentos. É a descrição das paisagens da caminhada e as mudanças de rumo sem nunca descrever a chegada, porque a caminhada da vida se dá em ciclos e não em linha reta.

“Pensamos num pano que fizesse alusão a uma esteira interminável. Pensamos no branco por conta de seu vazio. Pensamos numa paisagem onírica. O diretor propôs que pegássemos esses elementos e os expandíssemos para outros usos, que fizessem alusão a diferentes momentos de vida e não só à caminhada. Dessa forma, ele teria um significado ambíguo, ora servindo de alimento, ora funcionando como algo que sufoca”, explica Pedro Menezes, guitarrista e vocalista da Zéfiro.

O vídeo foi dirigido e gravado por Tiago Miollo no teatro do Espaço Usina, em Brasília, e tem a atriz Juliana Drummond como protagonista. A produção é de Tiago Miollo e Maiara Rossi, com direção de fotografia e montagem por Pedro Bedê (dos vídeos de “Amanheceu”, da Scalene, e “Ilha”, da Dona Cislene) e finalização pelo Mamelungo Studio.

“De certa forma, o vídeo é uma homenagem da própria banda ao trabalho que concretizamos”, comenta Pedro antes de sentenciar: “O próximo trabalho de estúdio está em fase de pré-produção e deve ser lançado no início de 2018. A proposta mantém-se a mesma, mas um pouco mais madura: fazer música intensa, delicada e que desafie os arranjos tradicionais”.

 

Lançamento Brasileiro - Tributo a Dominguinhos - Formato de Gafieira

Grupo João de Barro nasceu em 2009. De lá para cá, o que era uma roda de choro cresceu, vieram os sambas e a voz e assim surgiu a formação de gafieira, um dos destaques da noite paulistana.

Em seu disco de estreia, “Wes” (2015), o grupo apresenta uma abordagem moderna, baseada em pesquisa e arranjos bem elaborados para músicas tradicionais do cancioneiro popular brasileiro.

Em 2016, o grupo gravou o seu segundo disco, “Gafieira para Dominguinhos”, que será lançado no 1° semestre de 2017. O intuito do Grupo João de Barro é resgatar clássicos de Dominguinhos e apresentá-los de forma inovadora, mantendo viva a chama do compositor, falecido em 2013, além de conectar sua obra às novas gerações. “A ideia da homenagem já era viva antes do falecimento do mestre, com a incorporação de arranjos para a formação. Agora, temos o prazer e a honra de fazer esse disco”, reitera o guitarrista da banda, Pedro Bruschi.                             

Entre as composições escolhidas para o disco, estão desde sucessos como ‘Eu Só Quero um Xodó’ e ‘Lamento Sertanejo’, até músicas como ‘Baião Violado’ e ‘O Canto de Acauã’; Letieres Leite assina o arranjo de ‘Quem Me Levará Sou Eu’ eLaércio de Freitas traz sua contribuição em ‘Contrato de Separação’. O disco ainda conta com participações especiais de músicos como o flautista Toninho Carrasqueira e Mestrinho, acordeonista que tocou com Dominguinhos em sua última apresentação em vida. Além disso, o grupo traz uma novidade: ‘Vida de Mestre’, composição do vocalista Zé Leônidas, feita especialmente para homenagear o mestre Dominguinhos.

O octeto, composto por jovens músicos, conta em sua formação com trombone, trompete, saxofone/flauta transversal, bateria, voz/percussão, bandolim, baixo e violão/guitarra.

 

Vídeo sobre Gafieira para Dominguinhos: 

 

Daíra Canta Belchior: cantora apresenta novo projeto em vídeo com “Princesa do Meu Lugar”

Toda a carga poética e musical do cancioneiro de um dos grandes nomes da música brasileira ganha novos contornos no projeto Daíra Canta Belchior, que estreia em vídeo com a canção “Princesa do Meu Lugar”. Colocando em destaque a potência vocal da cantora carioca, a performance aconteceu ao vivo em estúdio, com acompanhamento de Rodrigo Garcia no violão.

A letra ecoa à melancolia da chegada e despedida e à bucolidade de uma vida simples, em versos como Ao ver, que o cajueiro anda florando / Saiba que estarei voltando / princesa do meu lugar. Honrando essas características, Daíra apresenta uma interpretação única, sem abrir mão de uma performance intimista que dá destaque ao que de mais marcante a música de Belchior proporciona. Não por acaso, essa canção foi a escolhida para dar o pontapé inicial ao projeto.

“Conheci essa música em um vídeo do Som Brasil antigo, onde o Belchior canta divinamente. Mas nunca a encontrei em nenhum disco dele disponível na internet. Até hoje, procuro. Quando ouvi me emocionei muito, porque na casa de minha mãe, onde eu cresci, tem um cajueiro enorme na frente, que dá muita flor e dá muito caju. Virou o símbolo da nossa casa. Ela mora longe, em Niterói, depois da montanha. Nem sempre dá para retornar para lá nessa vida de estradas e compromisso com a música. Dá um aperto de saudade, e a princesa do meu lugar é ela. Escolhi para ser a primeira porque é uma música pouco conhecida do Belchior, e muito emocionante para mim, que como ele, também tenho a sina de sempre estar ‘voltando para o meu lugar’”, explica Daíra.

Jovem voz da música brasileira, Daíra tem sua inspiração na MPB e acaba por revelar contornos folk e blues nas releituras que integrarão o álbum “Amar e Mudar as Coisas”, previsto para lançamento no segundo semestre. O título já entrega o repertório: canções conhecidas e pouco populares de Belchior, reinterpretadas e recriadas com uma nova roupagem. Assim como na série de vídeos, o vocal tem a companhia do violão de Rodrigo Garcia, que também assina a direção e produção musical.  

Já a vivência com a obra de Belchior começou bem antes, ainda na infância. Daíra conheceu “Como nossos pais”, na voz de Elis, e “Apenas um rapaz latinoamericano” na voz de seu pai, adepto de cantá-la em karaokês imitando a voz do cantor. “Um amigo na adolescência tocou ‘Hora do almoço’ para mim, e eu guardei. Alguns anos depois, comecei a cantar essa música no meu show. Depois fui explorando mais dele, e a partir da ideia desse show e disco, mergulhei de cabeça e estou querendo conhecer tudo o que eu puder dele, porque é mesmo um gênio”, recorda Daíra.

No último ano, a cantora compartilhou algumas canções de Belchior, novas descobertas, com amigos - entre eles Rodrigo Garcia, diretor artístico do selo Porangareté. Ele deu a ideia para o novo projeto que, com tamanha sintonia musical, logo se tornou um CD.

“Princesa do Meu Lugar” inaugura esta nova fase dando destaque para o potencial emotivo e vocal de Daíra. A maturidade da artista como intérprete se torna notória a cada lançamento desta série de vídeos, que apresentará o projeto em uma performance intimista, em casa.

Para a realização deste vídeo, Marcelo Freitas assina a captação e edição de imagens; João Arthur é responsável pela finalização, enquanto o som ficou a cargo de Marcelo Saboia (mixagem) e Jorge Rufino (captação de som). Os idealizadores dos vídeos são os anfitriões da casa em questão: o pai de Daíra, Carlos Saboia, e sua esposa Patricia Rocha, que com esta série inauguram seu projeto piloto de vídeos em casa.

 

Assista “Princesa do Meu Lugar”:

 

Em defesa da arte livre, Filtra lança clipe com participação de amigos

O grupo carioca Filtra é conhecido por suas apresentações livres de amarras, focadas no presente e fluídas como a música deve ser. No clipe de “Setenta”, os rapazes convidaram seus amigos a interpretar a canção em frente à câmera. O resultado é um vídeo divertido, envolvente e tipicamente brasileiro, trazendo nos seus personagens toda a riqueza do nosso povo. A letra com forte conteúdo político é uma resposta à onda de conservadorismo. A gravação também serviu como rito de passagem para João Gambier, novo guitarrista da Filtra.

“A letra é um gesto de resistência: às opressões que vivemos até hoje, à ditadura do passado, aos ‘Bolsonaros’ do presente e do futuro espalhados por aí”, explica o vocalista Fellipe Mesquita. Inspirada na arte brasileira, a ideia é revidar a selvageria com criatividade: a composição cita peças de teatro, autores, movimentos de contracultura, obras de artes brasileiras que foram importantes durante o período da ditadura militar no Brasil.

Quando tiram a sua liberdade, como você faz para continuar criando? Foi a partir dessa questão que surgiu a mensagem da liberdade como principal item no clipe. O baterista Mateus Nagem conta que pela necessidade de produzir um vídeo simples, barato e que pudesse ser filmado no estúdio da banda, o Superfuzz, eles pesquisaram referências e chegaram na ideia do “Karaokê Livre”.

“A pessoa chegava e tinha liberdade para fazer o que quiser em frente à câmera. Só pedimos para tentar cantar um pouquinho da música, com letra errada ou certa, não importava muito. Importava mais a diversidade das pessoas mesmo. O clipe e a música tentam passar um pouco isso, da individualidade de cada um, que cada um tem a sua própria arte e devemos respeitar isso”, explica Mateus.

No vídeo, várias personalidades da cultura carioca estão presentes: Bayard Tonelli, ex-integrante dos Dzi Croquettes (um dos maiores grupos de teatro e dança do Brasil no anos da ditadura que chegou à fama internacional); a modelo Lian Tai; Cyro, da banda Menores Atos; Felipe Fiorini (ex-Barizon e Plastic Fire); Fred, Robertinho e Pipe, da banda também carioca Comodoro; as atrizes de teatro Arianne Felix, Alice Petry, Ludimilla Angeli e Kamilla Neves; o cantor independente Riko Vianna; o baterista Rodrigo Galha; a designer Martina Bollentini e muitos outros.

O clipe de “Setenta” é só mais um dos projetos ativos da Filtra. Neste ano, ainda há a previsão de lançamento de um novo single, antecipando as novas influências, sonoridades e texturas do som da banda, além da gravação de um EP ao vivo com três músicas e novos clipes. Como se isso não fosse o suficiente, ainda há a chance da banda retornar ao estúdio Superfuzz para produzir o seu segundo álbum “cheio”. Filtra é, além de Fellipe e Mateus, João Gambier (guitarra) e Gustavo Muniz (baixo).

 

Assista ao vídeo de “Setenta”:

 

Top 10: músicas do sertanejo que todo mundo já cantou

O mês de maio é conhecido como o mês das mães, das noivas e do sertanejo! Para celebrar o maior gênero musical do país que a gente respeita, escolhemos 10 MEGAHITS que tocaram nossos corações nos anos 90.

Turma da nostalgia, pode chegar mais!

1. Chitãozinho e Xororó – Evidências

Já vamos queimar largada com este clássico dos karaokês de todo o país.

 

 

2. Zezé Di Camargo e Luciano – No dia em que eu saí de casa

Todo mundo se emocionava com essa, né?

 

 

Chique demais!

3. Sandy E Junior – Maria Chiquinha

Porque antes de serem a maior dupla pop que amamos, os mini Sandy e Junior cantavam um modão!

 

 

4. Leandro e Leonardo – Não Aprendi Dizer Adeus

Essa é pra cantar gritado e chorar largado!

 

5. Almir Sater e Renato Teixeira – Tocando em Frente

Um dos clássicos mais bonitos do sertanejo, que remonta à música caipira de raiz

 

6. Rick e Renner – Ela é demais

Quem diria que, anos depois, esse clássico viraria o maior meme sertanejo que você respeita? UMA DEUSA, UMA LOUCA, UMA FEITICEIRA…

7. Gian e Giovani – O Grande Amor da Minha Vida

Não tá reconhecendo pelo nome? Pois a gente aposta que você lembra da triste história da mulher que casa com outro, mas manda um recadinho pro boy num cantinho rabiscado no verso…

8. João Paulo e Daniel – Estou Apaixonado

… E ESSE AMOR É TÃO GRANDEEE  ♪

9. Rionegro e Solimões – No Frio da Madrugada

Imagina um modão com a cara da música romântica bem melosa dos anos 90. Mistura tudo isso com a voz de Rionegro e Solimões e temos um hit!

10. Chrystian & Ralf – Nova York

Se for levar em consideração só a guitarrinha bem destacada e o verso “essa é a história de um novo herói/cabelos compridos a rolar no vento”, a gente podia até apostar que seria uma música de metal em português. Mas é sertanejo.

 

Vida longa aos clássicos do sertanejão!

 

Fonte: Cifra Club news

Em clima nostálgico, Mannequin Trees lança vídeo ao vivo para nova música

“Remember” não apenas é uma canção sobre memórias, mas também mergulha fundo na nostalgia musical. Embebida na estética lo-fi do novo vídeo do Mannequin Trees, a canção surge ecoando uma vibração oitentista que flerta com a psicodelia. O lançamento faz parte da Cavalo Sessions e vem se juntar a “Daydream”, debut do projeto.
O Mannequin Trees já nasceu experiente. Ícaro Reis, mais conhecido por integrar a banda sergipana Sarina, conta com a participação de amigos em seu novo projeto. Estão nessas sessões a guitarra e voz de Gabriel Olivieri (O Grande Babaca); o baixo e voz de Teago Oliveira (Maglore); sintetizadores de Leon Perez e Marco Trintinalha na bateria.
“Remember” se junta a “Daydream”. Em breve, outras duas canções também serão divulgadas no formato de vídeo, todos gravados no Cavalo Estúdio por Azevedo Lobo. A mixagem, masterização e edição foram do próprio Ícaro Reis.
A partir daí, o Mannequin Trees passa a marcar presença nos principais serviços de streaming de música. O EP completo, apresentando as quatro canções, também ganhará uma estreia nos palcos a partir das próximas semanas.


Confira “Remember” na Cavalo Sessions:

 

Tamy lança o álbum “Parador Neptunia” pelo selo Dubas, com distribuição da Universal Music

Em abril de 2017, a cantora e compositora brasileira TAMY lança seu quarto álbum, Parador Neptunia, pelo selo carioca Dubas, com distribuição da Universal Music. O novo álbum de Tamy chegou às plataformas digitais no dia 21 de abril e, em maio, às lojas, no formato físico.

 

Parador Neptunia: escute aqui 

 

 

Radicada no Uruguai desde 2012, a cantora e compositora capixaba TAMY é especialista em relativizar fronteiras. Canções inteligentes com uma sonoridade intensa e cosmopolita fazem de Parador Neptunia um disco capaz de contemplar tanto os amantes da melhor música brasileira como a parcela do público ansiosa por experimentar novos e surpreendentes resultados das aproximações entre a nossa música e os sons vindos de outros cantos da América Latina. Para apresentar esse "território", TAMY lançou, no início de Abril, o clipe de "Te Parece", releitura moderna da canção do tradicional artista uruguaio Ruben Rada. Filmado em Neptunia e dirigido pelas uruguaias Camila G. Jettar e Marina Fernández, o videoclipe desvenda o balneário místico e quase secreto do Uruguai, onde músicos, artistas e pessoas de espírito livre se encontram para fazer música, poesia ou performances. Assista ao clipe aqui: Te Parece

 

Produzido por Rodolfo Simor (SILVA, Solana) e mixado pelo premiado Mário Caldato Jr. (Marisa Monte, Vanessa da Mata e Marcelo D2), esse novo registro traz um repertório de doze canções cantadas em português e espanhol. Seis destas canções são inéditas e foram compostas por TAMY (Pra ti vê, Sabiá e Amor de Filha) ou em companhia de autores como César Lacerda (Neptunia), Francisco Vervloet (Festa de Iabá e Neptunia) e Hugo Fattoruso (Estrellas). As outras seis canções são releituras, como Alice (de Matheus Von Kruger), Naná de Água (de Ernesto Díaz), En Un Repique Con Vos (de Sebastián Jantos), Imposibles (de Fernando Cabrera), Te Parece Ayer Te Vi (ambas de Ruben Rada).

 

O nome Parador Neptunia surgiu através da conexão da cantora com Neptunia, balneário secreto da costa uruguaia. Um reduto de músicos e hippies, capitaneado pelo maestro Ney Peraza.  A atmosfera mística, a sensualidade e abertura dos sentidos promovidos por este lugar foram importantes fontes de inspiração para a construção do repertório do disco. TAMY abusa dessa mistura de candombe, beats do mundo e música brasileira para vestir essas canções e o resultado disso é uma sonoridade sem fronteiras.

A concepção de repertório, parcerias e convidados que tocam e cantam neste trabalho se desenvolveu junto ao TAMY INVITA, projeto onde a cantora convida artistas brasileiros e uruguaios a compartilharem, junto a ela, o palco em Montevideo (cidade onde vive desde 2012). O projeto TAMY INVITA já recebeu artistas como SILVA, Duda Brack, Márcia Castro, Ana Prada, Hugo Fattoruso, Luiz Brasil, Nina Becker e Ruben Rada.  ​

Parador Neptunia no Spotify, Deezer, iTunes 

“Te Parece” videoclipe

TAMY no Facebook: www.facebook.com/listentotamy

YouTube: www.youtube.com/TAMYmusic

Site Oficial: www.tamymusic.com

Instagram: www.instagram.com/listentotamy

Sandy lança EP “Meu Canto” e clipe para o single “Respirar”


A Sandy está cheia de novidades. Nessa sexta-feira (05), foi liberado o clipe para o single “Respirar”, que faz parte do EP “Meu Cantou”, com as 5 músicas extraídas do seu último DVD acústico, agora na versão estúdio, divulgado no mesmo dia.

O videoclipe mostram a cantora e vários personagens, superando com otimismo os problemas e as dificuldades do dia a dia para conseguir alcançar os seus objetivos pessoais. Você pode assisti-lo no final dessa publicação. A faixa foi composta pela própria Sandy com Lucas Lima e Daniel Lopes, da banda Reverse.

 

O novo EP está disponível em todas as plataformas digitais com as faixas: “Meu canto”, “Salto”, “Me espera”, “Colidiu” e o novo single “Respirar”. Escute abaixo:

 

Assista o clipe “Respirar”:

 

 

 

Fonte: Nação da Música

Fábio Zanon - Violão Romântico

Considerado um dos maiores violonistas brasileiros de todos os tempos e um dos mais influentes da atualidade, o músico já tocou em mais de 40 países e acaba de retornar da Rússia onde se apresentou no mais renomado palco internacional, o Tchaikovsky Hall, e também apresentou uma Máster Class em Paris.

O violonista despontou para o mundo musical em 1996, ao sagrar-se vencedor dos dois maiores concursos internacionais de violão, o "Francisco Tarrega" na Espanha e o GFA nos EUA além de ser detentor dos prêmios Bravo! e Carlos Gomes. 

Formado pela Escola da Comunicação e Artes da USP, Zanon completou sua formação na Royal Academy of Music, em Londres, onde dá aulas como professor visitante e no Máster Guitarra Alicante na Espanha.

O violonista é um artista pleno que atua também como maestro, escritor, comunicador, professor e produtor cultural e desde 2013 ele coordena a parte artístico e pedagógico do Festival de Inverno de Campos do Jordão, SP.

Zanon firmou uma parceria com a plataforma digital/companhia discográfica GuitarCoop e lançou o cd ‘O Violão Romântico (The Romantic Guitar)’. Apesar do título, o cd está longe de trazer obras açucaradas, na verdade, revela um tesouro de obras da primeira metade do século 19, compostas ou arranjadas para violão. 

O repertório do cd ‘Violão Romântico’ coloca em confronto arranjos de obras dos grandes mestres do período, Schumann, Mendelssohn e Liszt com música original para violão dos não-tão-conhecidos compositores-violonistas da mesma época, Regondi, Bobrowicz, Coste e Mertz. A obra de Bobrowicz e as transcrições de Schumann e Liszt aparecem aqui em primeira gravação mundial.

O cd ‘O Violão Romântico’ foi lançado nas principais capitais brasileiras e cidades como Moscou, Lisboa, Bogotá, Panamá e no Festival da Fundação Norte-Americana de Violão (GFA) em Denver.

 

Assista ao teaser do cd ‘O Violão Romântico’.

 

 

Em clima descontraído, Fleeting Circus lança primeiro clipe de novo disco

Os músicos cariocas da Fleeting Circus surgiram no cenário nacional com um som diferenciado, influências que uniam o indie rock e a arte circense. Após seis anos de estrada, um EP, um álbum e um documentário lançados, a banda se prepara para mais um grande passo: o lançamento do seu segundo disco, que marca o início de uma nova sonoridade. A prova dessa mudança é o clipe “Disconnection”, que também é o primeiro single do próximo trabalho. O clima de descontração revela uma banda segura de si e que não se limita a rótulos.

A canção “Disconnection” traz uma letra que evoca a desconexão entre corpo e mente, enquanto a melodia passa uma vibração despretensiosa. O guitarrista Felipe Vianna conta que a ideia para o clipe veio de forma natural, encaixando com a música: “O mais importante era se divertir e fazer algo simples e direto que representasse melhor a nova fase que a banda se encontra. A gente queria algo que unisse a simplicidade da música, com a incoerência que há na letra e título da faixa”, explica.

Para que o objetivo fosse alcançado, foi reunida uma equipe de amigos para ajudar com as filmagens. A direção ficou com Marco Aurélio Abreu, que trabalhou com a banda no vídeo de “Underground”. O clipe também conta com a participação do Patrick Laplan, que produziu o novo disco e gravou as baterias. A gravação durou um dia e foi realizada no próprio estúdio da banda, a Fleeting Cave.

Fleeting Circus é formada pelos músicos Taynã Frota, Rodrigo Seven e Lucas Faria, além de Felipe Vianna. Surgiram no cenário independente com o EP "Dream World of Magic" (2011), que levou o grupo a participar da trilha sonora da novela "Guerra dos Sexos" e do programa "Divertics", ambos da TV Globo. Em 2014 eles lançaram o disco homônimo, que foi mixado por Matt Wallace (Maroon 5, Faith no More) e masterizado por Jonathan Wyner (David Bowie, Nirvana). Em 2015, o documentário “Brooklyn Days”, que fala sobre a turnê da banda nos EUA foi lançado, e atualmente, os músicos seguem na pós-produção do próximo disco.

 

Assista “Disconnection”:

 

O Rappa anuncia pausa da carreira

 

Uma das bandas mais emblemáticas em atividade no país vai dar um tempo na carreira. O Rappa anunciou que vai dar uma pausa “sem previsão de volta” a partir de fevereiro de 2018. A notícia foi anunciada no Facebook da banda, nesta quarta (3).

A banda não dá detalhes do motivo do hiato. Na nota, eles agradecem os fãs pelo apoio nos mais de 20 anos de estrada.

 

 

Confira a nota na íntegra, assinada por todos os integrantes d’O Rappa:

“Salve família!

Desde que voltamos aos palcos, em outubro de 2011, vivemos experiências incríveis. Talvez as mais importantes desses mais de 20 anos de carreira. Viajamos o Brasil de ponta a ponta, lançamos dois discos, emendamos quatro turnês internacionais que incluíram um Lollapalooza nos EUA, mais de dez datas na Europa, três na Austrália e uma na Nova Zelândia.

Vimos nossos fãs crescerem, construírem famílias e trazerem filhos e netos para os shows.

Além disso, nossas redes sociais nos aproximaram de vocês, os fãs mais “crazy” do planeta!

Mas chegou a hora de dizer que vamos parar e, desta vez, sem previsão de volta.

A boa notícia é que vamos terminar esta turnê. Os shows estão confirmados até fevereiro de 2018.

Esperamos ver todos nossos fãs nestes shows. Fiquem ligados na nossa agenda.O nosso muito obrigado a cada um de vocês pelo carinho e dedicação de sempre!

Marcelo Falcão, Marcelo Lobato, Lauro Farias e Xandão Meneses”


 

Fonte: Cifra Club

 

Pedro Gama

Unindo a boemia do samba com a energia do rock, o cantor e compositor Pedro Gama é uma das novas e promissoras vozes da música brasileira. Sua experiência nas noites cariocas o tornou um morador da boemia. Isso se reflete nas canções do seu EP de estreia em carreira solo, “Condôminos”, que traz músicas influenciadas pelo rock e o samba de raiz, com letras sinceras e cotidianas.  Ao ouvir as composições de Gama, é como se a batucada e a distorção saíssem para dançar na noite e encontrassem a psicodelia e o erudito.

O trabalho de estreia do projeto solo de Pedro Gama aborda o glamour e a paradoxal decadência da vida boêmia, onde o autor busca demonstrar suas emoções com um som forte que decanta seus impulsos mais intensos sobre as perturbações do mundo. O EP “Condôminos” é a coletânea de músicas surgidas em meio a encontros no bar Imperatriz, embaixo do poste com numeração 15 (daí o nome da segunda faixa do disco, a "Poste XV"), ou em aulas de Sociologia e Ciência Política (é o caso da canção “Espelho”), como também canções antigas, (“Retratos de um Condômino da Boemia”) que ajudaram a nomear o trabalho:

“A música já existia antes de pensar no nome do EP, mas ele só fez sentido quando minha companheira me falou do seu tema no mestrado, que era, em suma, condomínios. Aí para mim fez sentido o ‘condômino’ da boemia ser aquele que habita os espaços tidos como boêmios”, explica Pedro Gama.

As influências de  Pedro Gama vêm de grandes clássicos do samba carioca, como Candeia, sem deixar de lado a identificação com a MPB de Sérgio Sampaio e Jards Macalé, o tropicalismo e a psicodelia brasileira dos anos 70. A vida livre que o levou à música, também trilhou o caminho que o encaminhou para apresentar-se em importantes palcos, como o show no Centro da Música Carioca Artur da Távola; a apresentação no Canecão e no MinC, durante a Ocupação dos mesmos; e apresentação na Lona Cultural João Bosco.

Produzido de forma independente, o EP traz direção musical de Fafá Oliveira, com gravação, mixagem e masterização por Bruno Sanson (do Sanson Studio). Pedro Gama (voz e saxofone) é acompanhado nas apresentações ao vivo por Fafá Oliveira (baixo), Arthur Moreno (percussão), Gabriel Diniz (guitarra) e Paulo Cioli (violão).

 

Ouça “Condôminos”:

 

Spotify: https://goo.gl/ANNhfl

YouTube:https://goo.gl/XUPLZU

Google Play: https://goo.gl/WvvMpB

Apple Music : https://goo.gl/wII1gN

Deezer : https://goo.gl/SUgUuq

Limonge em “O Tempo”

O paulistano Limonge, que lançou o primeiro álbum da carreira em 2016, teve um reconhecimento incrível ao lançar e trabalhar o single “Geração 90”, que repercutiu em diversos veículos de comunicação e, ainda, foi um dos finalistas do concurso Energia Me Ouve, uma das maiores competições de bandas independentes do país. 

O single “O tempo” é a continuação desse trabalho que vem sendo feito em parceria com a Geração Y Produções (produtora que atua no ramo de planejamento e assessoria de imprensa).

O clipe além de trazer participações de pessoas chave durante o processo desde o lançamento do cd e Geração 90, reflete também o desejo de mantermos o trabalho cada vez mais vivo”, afirma Priscilla que além de produtora também assina a direção.  

O clipe foi lançado em parceria com o “Mais Brasil, um dos maiores portais de destaque para novos artistas, e atingiu a marca de 12 mil visualizações em 4h de divulgação. 

Assista o clipe: 

 

 

Limonge

Paulista de 29 anos, completa 2 anos de carreira agora em 2017. Cantor, compositor e multi-instrumentista, assina a produção total dos EPs Tão Normal e O Tempo. Em setembro de 2016 lançou o primeiro disco da carreira, batizado de “Éramos nós, sempre seremos”. O álbum é uma junção dos dois EPs com algumas faixas inéditas, destaque para “Luz”, “Geração 90”e “O tempo”. As influências vão de Bob Dylan a Pearl Jam, passando por grandes nomes do rock nacional como Legião Urbana e Cazuza. 

 

Links oficiais:

http://www.limonge.net

https://www.facebook.com/LimongeOficial

https://www.youtube.com/limonge

https://goo.gl/BTL6TH 

Rock alternativo com influências literárias: Varney lança single com versão ao vivo inédita

Nascida no norte fluminense, com influências do rock alternativo e do art rock, nome inspirado em histórias de vampiros e influências da poesia portuguesa. É nesse caldeirão que surge a Varney, que acaba de lançar seu novo single “Nada”, com uma versão exclusiva da faixa “Fantasma”, gravada ao vivo. O single já está disponível nas principais plataformas de música digital.

“A Varney surgiu quando eu resolvi colocar as minhas influências como músico e como ouvinte, assim como as influências literárias, em um projeto meu”, conta Thiago Corrêa, cantor, compositor, guitarrista e criador do projeto, baseado em Campos dos Goytacazes. “O nome foi retirado de ‘Varney The Vampire or The Feast Of Blood’, um importante livro do século XIX que serviu de influência para as histórias de vampiro que foram escritas depois dele, inclusive o famoso Drácula de Bram Stoker. Eu sempre tive predileção por histórias de vampiros e também pela história do Drácula real, que foi usada como influência para o livro de Bram Stoker“.

A banda surgiu em 2013 com seu EP de estreia, homônimo. Com uma sonoridade influenciada por bandas como Queens Of The Stone Age, Nine Inch Nails, Smashing Pumpkins e com letras em português, o trabalho se destacou no cenário underground nacional, tendo sido reconhecido como o melhor EP do ano pelo site Tenho Mais Discos Que Amigos.

Em novembro do ano passado foi lançado o disco de estreia da banda, “Fantasma”, que figurou em listas dos melhores lançamentos de rock de 2016. Inspirados no trabalho do poeta português Fernando Pessoa, que escreveu o poema “Tabacaria” sob um dos seus heterônimos, Álvaro de Campos, a Varney compôs 11 temas inspirados nas ideias deste que é um dos poemas mais celebrados da obra de Pessoa.

O nada, talvez o assunto principal de “Fantasma” e do poema, é mesclado a temas que percorrem a vida de cada um de nós, cheia de dúvidas e obstáculos, e compõe um disco que soa forte tanto em termos líricos quanto musicais. É dele que vieram o single e a faixa que dá nome ao álbum, presente no novo compacto com uma versão gravada no show de lançamento do disco.

“‘Nada’ foi a primeira música composta para a Varney. Isso já a torna emblemática por si só como um ‘ponto de começo’. Além disso, a letra e todo o seu significado conseguem englobar o conceito do nosso álbum ‘Fantasma’”, comenta Thiago Corrêa.

Além dele, estão presentes nesse single Bruno Soares (guitarra), Bernardo Arenati (baixo) e Rodrigo Corrêa (bateria). “Nada” marca o início da parceria entre a Varney e a Sagitta Records. Nova no mercado fonográfico, a Sagitta é capitaneada por Nathália Pandeló Corrêa, Daniel Pandeló Corrêa e Fred Mattos e lançou recentemente o disco de estreia da cantora e compositora BEL, “Quando Brinca”.

 

Ouça “Nada”:

Spotify: https://open.spotify.com/album/3FipaHDChWbgausTa0vV8r

iTunes: https://itunes.apple.com/br/album/nada-single/id1222058963

Deezer: http://www.deezer.com/album/15826980

Google Play: http://bit.ly/2nTgCdJ

 

Veja “Fantasma” ao vivo:

 

 

Veja o clipe de “Nada”: 

 

Caetano Veloso lança nova versão de “O Quereres”

Caetano Veloso

 

Nesta sexta-feira (28) Caetano Veloso lançou, em todas plataformas digitais, a sua nova versão de “O Quereres”. Ouça:

 

A música foi regravada especialmente para a abertura da novela das 21h da Rede Globo, “A Força do Querer”, a pedido da autora Gloria Perez.

Em sua página oficial do Facebook, Caetano postou um vídeo:

 

 

 

Fonte: Nação da Música

Ouça: ‘A Chapa é Quente’ do projeto Língua Franca com Emicida e Rael

 

Na madrugada dessa sexta-feira (28) através das plataformas de streaming, Emicida e Rael no projeto Língua Franca que conta com a participação de Capicua e Valete, lançaram mais uma faixa inédita.

Batizada de ‘A Chapa É Quente’, a música fala sobre a violência dos morros com a tradicional batida do funk carioca. Ouça através do YouTube – no final dessa publicação – ou pelo player do Spotify:

 

Essa não é a primeira faixa liberada do projeto que reúne os dois brasileiros com os rappers portugueses. Anteriormente como você viu aqui na NM, foi divulgada a música ‘Ela’, o primeiro single desse projeto que ganhou até um videoclipe dirigido por Evandro Fióti e Paula Homen.

O disco do projeto Língua Franca está previsto para ser lançado no dia 26 de Maio através dos selos Laboratório Fantasma e Sony Music Brasil & Portugal.

Ouça através do YouTube:

 

 

Fonte: Nação da Música