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Música do Brasil

Música do Brasil

Rapha Moraes

O homem desconstruído é o tema central não só de Corações de Cavalo, segundo disco de Rapha Moraes, mas de sua própria vida. O álbum será lançado dia 13 de junho, pelo selo fonográfico For The Records, nos formatos físico e digital. As 11 músicas foram produzidas pelo próprio Rapha ao lado de Allan Yokohama (Poléxia, Terminal Guadalupe, Humanish, Yokohama Café) durante uma imersão por mais de um ano em uma chácara em São Luiz do Purunã, cidade próxima a Curitiba.

O trabalho marca a estreia da nova fase do cantor, que agora assina como Rapha Moraes & The Mentes, nome sugerido pelo eterno mutante Arnaldo Baptista após ouvir uma prévia do disco. A nova formação conta com Allan Yokohama (guitarra, violão e vocais), Amandio Galvão (guitarra e vocais), Juninho Júnior (bateria), Rapha Moraes voltando a tocar baixo, como fazia na seminal banda Poléxia, e Marcos Nascimento (baixo, percussão e vozes) durante os shows de divulgação da turnê de lançamento do disco.

Diferente do rock artístico que fazia na banda Nuvens e das melodias doces de seu álbum solo de estreia, o La Buena Onda, Coração de Cavalo é uma "reconexão" com as raízes primitivas que o mundo nos afasta. É um trabalho feito quase que artesanalmente por Rapha Moraes e Allan Yokohama num processo criativo que buscou a própria desconstrução.

Assim, o disco é também um reencontro com o ‘eu primal’ de cada um. Um convite à liberdade contra a opressão da urgência da cidade, propondo o contato do ser com a sua própria natureza pura, de forma sincera. Como Rapha explicita na letra de “Adeus”: "Tanta energia desperdiçada pra um sistema que diz quem eu sou. Viver o tempo todo contra o tempo. Viver morrendo ou morrer vivendo".

“O tempo todo o álbum fala, por um caminho ou outro, da luta do homem com sua própria natureza mais selvagem. Por isso que a capa é um homem e um cavalo se misturando, como numa luta ou uma dança. É um grito de desencontro da própria natureza e a necessidade da desconexão com a máquina”, explica o músico, deixando claro que não é um disco político, mas sim conceitual. “Eu mais sinto o trabalho do que racionalizo. É um disco passional, sem objetivos pré-formatados”, completa.

Coração de Cavalo não é a reprodução de caminhos predispostos e nem continuidade dos trabalhos anteriores de Rapha. O álbum não busca ser pop, ter refrães espalhafatosos, riffs chamativos ou se prender ao ‘formato’ do mercado. Ele é único por ser propositalmente opositivo a imagem de artista construído pelo músico, buscando o anterior a discografia do cantor.

É um disco sujo, barulhento, desafiador e de quebra de paradigmas. Ao fim percebemos uma espécie de atualização e reafirmação do discurso do “Cabeça Dinossauro”, com a loucura sincera do Karnak e a valorização interior da Nação Zumbi. Como bem deixa clara a letra: “Homem vazio de amor não para em pé”.

Sobre Rapha Moraes:

Entre palcos e turnês, muito se passou na história de Rapha Moraes. Desde a fundação da Poléxia, onde foi baixista, passando pela banda Nuvens e chegando em sua carreira solo, muitas vertentes puderam ser vistas do Rapha compositor, cantor, arranjador, ator e multi- instrumentista. São cinco discos de estúdio (um com a Poléxia, dois com o Nuvens e dois solo), outros dois ao vivos, alguns shows internacionais e a experiência de quem escreveu sobre vida, amor e, agora, a desconstrução de si próprio.

Entre seus prêmios e reconhecimentos, Rapha Moraes tem um 3º lugar no Prêmio Saraiva de música, que incluiu dezenas de artistas de todo o Brasil, e o prêmio de "Melhor Composição Musical - Troféu Gralha Azul", como ator e compositor em 2012 pela peça “Satyricon Delírio”, do Grupo Delírio de Teatro.

 

Initio

 

Imagine a possibilidade de misturar elementos de O Rappa, Lenine, Nação Zumbi, Alice in Chains, Led Zeppelin, Soundgarden,Paralamas... Tudo num mesmo som.


Com essa idéia quatro amigos formaram a INITIO em 2010 na Região dos Lagos, interior do Rio de Janeiro.

O lema principal é fazer música sem se importar com as demarcações impostas pelos rótulos usuais, preocupando-se somente em ser honesto.

 

 
 
 

Ponto de Equilíbrio lança clipe de “Direitos Iguais”

 

A banda de reggae carioca Ponto de Equilíbrio lança, com exclusividade na Billboard Brasil, hoje (10/06), o clipe de seu novo single “Direitos Iguais”, que dá enfoque para os problemas indígenas ignorados no nosso país. Conversamos com Márcio Sampaio, guitarrista da banda, sobre o lançamento e a carreira:

 

Vocês são de Vila Isabel (bairro carioca conhecido por ser o berço do samba) e tocam reggae de raiz. Como surgiu esse interesse?

Temos uma relação forte com o samba, temos parentes que compõem músicas para grandes sambistas, mas já curtíamos reggae desde adolescentes. Em nossas viagens, enquanto ouvíamos música, sentimos falta do reggae em português e resolvemos formar a banda.

No último álbum lançado, Essa É A Nossa Música, vocês fizeram parcerias com artistas que cantam outros gêneros, como Ivete Sangalo, Emicida e Oriente. Como foi a experiência e a recepção do público?

O momento atual é de fusão de ritmos. Nesse disco, exploramos facetas diferentes dentro do reggae e fizemos parcerias para experimentar musicalmente sem perder nosso traço. A música com Ivete é uma regravação, mudamos o estilo dela pra encaixar na parceria. Alguns fãs são avessos a novidades, mas a reação geral tem sido positiva.

A música “Direitos Iguais” fala sobre o extermínio dos povos indígenas brasileiros desde a chegada dos portugueses e da injustiça que eles ainda sofrem. Como surgiu a inspiração para a música e o clipe?

A gente já queria falar sobre isso há muito tempo. Estudamos sobre o assunto e percebemos que a história do povo indígena é cheia de mitos, ninguém se aprofunda no tema. Foi um dos maiores massacres da nossa história e não se fala nisso. Quase nada é feito pra resgatar a cultura indígena. A nossa intenção foi chamar aatenção para que haja maior proteção dos índios e para que o povo comece a contestar o posicionamento do governo sobre o tema.

 

ponto de equilibrio player

 

 

 

O reggae conta histórias em suas letras, sendo uma forma de registro do cotidiano. Como enxergam isso no Brasil de hoje?

Geralmente nossas letras são um retrato do cotidiano mesmo, do dia-a-dia sofrido. Nesse disco, nem todas as músicas são contestadoras. Falamos de luta, de desigualdade, de política, de desvios que tem a ver com a situação atual, mas também falamos de amor.

E qual a opinião de vocês sobre a situação política brasileira?

O Brasil passa por um momento sério. Há muito interesse por trás que não é dito e, infelizmente, a população compra discursos prontos sem saber o que existe de verdade. Os interesses do capital movem a política. O problema da humanidade é o sistema capitalista. Temos que discutir formas de lidar com os problemas que não sejam tão desiguais.

E sobre a confusão envolvendo a extinção do Ministério da Cultura?

Terrível. Estão resumindo tudo à Lei Rouanet sem entender sobre o que se trata. O MinC tem grandes projetos de preservação da cultura, de festas regionais, de artesanato. Ajuda artistas pequenos. A discussão é muito rasa. É um ministério importantíssimo e somos contra a extinção.

A banda está em turnê e fez shows em países da América do Sul. Como é a recepção por lá?

Já chegamos a fazer shows em países da Europa, mas agora nosso foco é na América do Sul. Fizemos sete shows na Argentina. Como o idioma é parecida, o público conhece as músicas e canta junto. Queremos viajar por todos os países de ônibus e tocar por aí.

 

Fonte: Billboard Brasil

Após 16 anos, Planet Hemp entra em estúdio para gravar novo álbum

Aleluia! Os fãs de Planet Hemp já tem motivo para comemorar; a esquadrilha musical da fumaça está em estúdio gravando um novo álbum, após 16 anos sem lançar material inédito. O último da banda é A Invasão do Sagaz Homem Fumaça, de 2000.

Como sabemos? Marcelo D2 anda postando fotos deles gravando em seu Instagram, e escreveu em uma delas: “3 dias de gravação (temos uma demo do Planet Hemp). Já disse e repito: de volta a 1993…”.
Outra novidade empolgante é que o grupo está trabalhando novamente com o mega produtor Mario Caldato Jr, responsável pelos trabalhos icônicos dos Beastie Boys e também dos dois últimos do Planet.
Se liga na gangue reunida:

 

 

O novo trabalho da banda ainda não possui muitas informações (capa, quantidade de músicas, data de lançamento), mas o que sabemos é que não vemos a hora que fique pronto.

 

Fonte: Vírgula Música

João Gilberto, 85 anos, por outras vozes

 

Nessa sexta-feira, João Gilberto, um dos pais da bossa nova, completa 85 anos.

O ECAD fez um levantamento de canções que se tornaram famosas na voz de João Gilberto e que foram mais tocadas em shows, rádios e som ambiente de locais públicos entre janeiro de 2011 e setembro de 2015:

1 – “Wave” (Antônio Carlos Jobim)
2 – “Chega De Saudade” (Antônio Carlos Jobim/Vinicius de Moraes)
3 – “Desafinado” (Antônio Carlos Jobim/Newton Mendonça)
4 – “Falsa Baiana” (Geraldo Pereira)
5 – “Bim Bom” (João Gilberto)
6 – “Doralice” (Dorival Caymmi/Antônio Almeida)
7 – “Corcovado” (Antônio Carlos Jobim)
8 – “O Barquinho” (Roberto Menescal/Ronaldo Bôscoli)
9 – “Águas De Março” (Antônio Carlos Jobim)
10 – “Sampa” (Caetano Veloso)
11 – “Pra Que Discutir Com Madame” (Ary Vidal/Janet de Almeida)
12 – “Samba Da Minha Terra” (Dorival Caymmi)
13 – “Eu Vim Da Bahia” (Gilberto Gil)
14 – “Tim Tim Por Tim Tim” (Ary Vidal/Geraldo Jacques)
15 – “Aquarela Do Brasil” (Ary Barroso)
16 – “Girl From Ipanema” (Antônio Carlos Jobim/Vinicius de Moraes/Six Johnny)
17 – “Só Danço Samba” (Antônio Carlos Jobim/Vinicius de Moraes)
18 – “Ela É Carioca” (Antônio Carlos Jobim/Vinicius de Moraes)
19 – “Canta Brasil” (Alcyr Pires Vermelho/David Nasser)
20 – “Coisa Mais Linda” (Carlos Lyra/Vinicius De Moraes)

Pegamos essa relação e montamos uma playlist com as mesmas músicas, mas executadas por outros artistas. De Lenine a Toquinho, passando por Ella Fitzgerald, Nara Leão, Gal Costa e Vanessa da Mata, a lista mostra como João Gilberto e seu modo de cantar influenciaram gerações de artistas. E não apenas no Brasil, já que a bossa nova ganhou o mundo com João Gilberto e compositores como Tom Jobim e Vinicius de Moraes.

Ouça a playlist:

 

 

Fonte: Billboard Brasil

Jorge & Mateus lança clipe de “Pra Sempre Com Você”

 

A dupla sertaneja Jorge & Mateus lançou na terça-feira (07/06) o vídeo da música “Pra Sempre Com Você”. O clipe foi retirado do DVD ao vivo Como. Sempre Feito. Nunca.

Assim que o vídeo atingir um milhão de visualizações no YouTube, um novo clipe será liberado pela dupla.

O trabalho ao vivo foi lançado em CD e DVD em fevereiro deste ano.

 

 

Fonte: Billboard Brasil

Ele voltou! Junior Lima anuncia retorno aos palcos

 

Desde 2007, quando a dupla com a irmã Sandy chegou ao fim, Junior Lima tem tentado se encontrar como artista. Tentou ser baterista da Nove Mil Anjos, DJ e até fotógrafo. Ele garante que nada disso será deixado para trás, mas o foco agora é outro: o retorno aos palcos.

Em comunicado postado no seu novo site oficial, Junior anunciou seu retorno à música depois de quase sete anos. “Nasci músico, você sabe! Nos últimos anos, resolvi dar uma parada para respirar. Eu precisava de um tempo para mim, saca?”, escreveu ele.
O cantor continuou: “descobri que a música é minha vida e o resto é consequência. Então deixei rolar! Viajei, trabalhei, estudei e chegou a hora de voltar”, finalizou.
De acordo com sua nova assessoria de imprensa, os projetos devem ser lançados ainda em 2016, provavelmente no segundo semestre. Junior já está em estúdio tocando dois materiais diferentes. A equipe do músico, porém, não informou de qual estilo musical eles serão nem qual função o irmão de Sandy ocupará.

 

Fonte: Virgula Música

Brasileiro Cícero dá três concertos em Portugal em julho

 

O brasileiro Cícero, que em 2011 lançou o álbum Canções de Apartamento, tornando-se um fenómeno online, regressa a Portugal em julho.

O músico do Rio de Janeiro, cujo último disco, A Praia, saiu em 2015, vem estrear um novo espetáculo, de voz, guitarra e programações.

A 13 de julho, Cícero atua na Casa Independente, em Lisboa, a 14 no Salão Brazil, em Coimbra, e a 15 no Maus Hábitos, no Porto.

Cícero já esteve por diversas vezes em Portugal, onde conta com uma fiel base de fãs.

 

 

Fonte: Blitz

O Rappa lança eletroacústico gravado em Recife

 

O Rappa é um grupo que aprendeu a lidar com o tempo. Não há nenhuma pressa para se lançar material inédito (algo cobrado por fãs, inclusive) e a pausa entre uma turnê e outra para tocar projetos pessoais é obrigatória. E esse mesmo tempo, agora falando sobre a duração da carreira do grupo – que já passa dos 20 anos –, deu também a maturidade e a experiência necessárias pra lançar um trabalho como o eletroacústico gravado na Oficina Francisco Brennand, em Recife. O DVD está nas lojas nessa sexta-feira (03/06), assim como a versão em áudio nas plataformas digitais.

A Billboard Brasil conversou com os quatro integrantes do grupo, via Skype, e cada um falou sobre seu ponto de vista sobre o trabalho, o entrosamento entre eles no palco e Recife:

 

 

Xandão, guitarra
“A gente tocou no Recife no Carnaval de 2015, foi inusitado… Carnaval pro Rappa já é um pouco inusitado, né? Mas foi cabuloso. A gente estava ali no Marco Zero e o som da galera estava mais alto do que o som do PA (sistema que amplifica o som para o público). E ali, naquele ambiente, a gente pôde conhecer a Oficina Francisco Brennand, um centro cultural do Recife. Eu, que nasci na Paraíba, já conhecia e tal. Começamos a negociar pra fazer o show lá e essa foi a oportunidade de colocar os nossos fãs em contato com a obra desse artista. Tem uma imagem do Brennand batendo com a bengala nas peças de cerâmica que saíam do forno. Uma delas faz um som estranho, meio metálico, e ele diz que ela não está boa. Isso também é música!”.

Lobato, teclado
“Nesse trabalho, a banda é menor do que a do primeiro acústico. Somos só nós quatro com nossa banda de apoio. A gente já tem uma intimidade no palco muito grande e o DVD mostra isso. Já tínhamos a ideia de fazer o acústico mesmo antes de conhecer a Oficina e escolher o local. Lá é um galpão enorme, tem uma olaria… É místico. Foi como tocar num palácio, saca? Atrás tem um lago com um casal de cisnes. Um deles era bravo pra caramba [risos]! Até por causa do local, a gente teve que tocar com uma pegada mais suave, mais tranquila. Mas o som do Rappa é groove, né? Tem pegada… A gente foi se adaptando ali, durante a realização”.

Falcão, vocal
“O Rappa entrou numa vibe de espiritualidade, de fé. ‘Anjos (Pra Quem Tem Fé)’ mostrou isso e essa música foi um presente pra gente. E o eletroacústico é um presente pra quem nos deu esse presente, os nossos fãs. Tem uma galera muito jovem chegando e a gente sabe que eles são capazes de muita coisa. Sabemos de fã que vendeu carro pra ver a gravação do DVD no Recife. E a gente só tem a agradecer: aos fãs, ao nosso empresário, que comprou essa nossa viagem de gravar lá, ao governo e à prefeitura, que deram apoio. Nunca estenderam a mão pro Rappa e eu falo isso sem amargura. Então, agora, a gente só tem que agradecer a essas pessoas. Muita gente fala sobre essa coisa do Rappa levantar bandeira. Faz 20 anos que a gente fala e faz denúncias. Depois desse trabalho, a gente vai dar um tempo pra tocar as nossas coisas, mas estamos sempre atentos, sempre vivendo a realidade. Eu vou na Mangueira, Vigário Geral, sei o que está rolando e sei que tem muita coisa ilegítima rolando”.

Lobato, teclado
“Esses tempos atuais, em que todo mundo ouve de tudo e tá quase tudo na internet, são bons pro underground. Muita coisa que não tá no rádio tá disponível. Mas eu fico pensando também: como o Rappa faria pra aparecer hoje em dia? A gente teria que ser fotógrafo, escrever roteiro, ser empresário… Tá todo mundo hoje tentando entender como funciona a arte”.

Lauro, baixo
“Hoje a gente está totalmente aberto ao improviso, ao repertório que vai mudando conforme o clima do show… O tempo nos deu o amadurecimento e o pensamento se traduziu na realização”.

 

Fonte: Billboard Brasil

Jota Quest lança clipe com participação de Projota

 

A banda Jota Quest lançou nesta sexta-feira (03/06) o clipe de “Um Dia Para Não Se Esquecer (Sunrise)”, em parceria com Projota. A faixa é o segundo single do novo álbum da banda, Pancadélico.

O vídeo narra a história de uma briga entre um casal – que, no final, acaba se reconciliando – intermediadapor imagens gravadas em um show do Jota Quest.

Assista:

 

 

Fonte: Billboard Brasil

Emicida celebra o romance em seu novo clipe para “Madagascar”

Após uma série de vídeos ao melhor estilo “dedo na ferida”, mostrando duros retratos da realidade, o rapper Emicida lançou hoje um clipe oficial para “Madagascar” onde aborda outro universo.

No clipe, dirigido por Henrique Alqualo, o músico aparece em momentos distintos, alternando cenas onde leva duras do chefe em um mercado e outros em que sonha com os seus amores.

Além disso, nessa sexta Emicida sobe ao palco da Audio Club em São Paulo para celebrar os 7 anos do selo Laboratório Fantasma, com artistas comoRico Dalasam, Kamau e mais. A programação ficou assim:

  • 22h Festa Discopédia
  • 23h Coruja
  • 23h30 Rico Dalasam
  • 0h10 Drik Barbosa
  • 0h40 Kamau
  • 01h30 Emicida e Convidados
  • 03h30 Festa Discopédia

Emicida na Europa

Outra novidade no mundo do rapper é que ele irá embarcar novamente em uma turnê pela Europa, dessa vez para celebrar o lançamento em formatos físico e digital do disco Sobre Crianças, Quadris, Pesadelos e Lições de Casa no velho continente.

Serão shows em países como Portugal, Espanha, Alemanha e França no mês de Julho.

 

 

Fonte: Tenho Mais Discos Que Amigos

 

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