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Música do Brasil

Música do Brasil

Daniel inicia shows na Europa nesta sexta (13)

Joelma Handziuk/Divulgação

 

Daniel dá mais um passo para ampliar os horizontes de sua bem-sucedida carreira musical.

O cantor sertanejo-romântico inicia nesta sexta-feira (13) sua primeira série de shows pela Europa.

A primeira apresentação ocorre na cidade de Zurique, na Suíça.

Neste sábado (14), será a vez de Londres, enquanto no domingo (15) ele encerra a curta turnê com um espetáculo em Lisboa.

Nesta última cidade, o cantor e compositor paulista participará da primeira edição por lá do  Brazilian Day, evento em homenagem a nosso país já realizado há anos nos Estados Unidos, sempre com ótima repercussão.

A apresentação do show em Portugal ficará a cargo de Serginho "Fala Garoto" Groisman.

O fã poderá acompanhar a cobertura completa da tour no site oficial do artista, que mostrará todos os detalhes, além de fotos e vídeos.

O show a ser apresentado na Europa será o Raízes. Daniel já fez shows nos Estados Unidos, Japão e Angola, mas nunca havia cantado no continente europeu.

No dia 20 (sexta), no entanto, ele já estará de volta ao Brasil, cantando no Rio e dando continuidade a sua agenda em nossos palcos.

 

Fonte: R7

Com novo integrante, Fundo de Quintal lança CD

 

 

O grupo Fundo de Quintal agora está de casa nova. Eles assinaram com a badalada gravadora carioca Biscoito Fino, que tem Chico Buarque em seu elenco.

Nossa Verdade, seu novo CD, marca o início desse contrato, que flagra a banda com três dos integrantes de sua formação original: Bira Presidente, Ubirany e Sereno, que tem atualmente a seu lado Ademir Batera, Ronaldinho e o fraldinha do time, Flavinho.

Bira Presidente, que também é o presidente do Cacique de Ramos, bloco criado há 50 anos e onde o Fundo de Quintal iniciou sua carreira, comemora a
novidade.

- Na nossa trajetória de 34 anos, só tivemos espaços em gravadoras sendo convidados, nunca procuramos. Isso nos deixa orgulhosos, pois valoriza e mostra reconhecimento pelo nosso trabalho, que é baseado nas raízes do samba, com respeito e autenticidade.

Nossa Verdade marca a entrada de Flavinho no grupo.

- O Flavinho é o mais novo do grupo, está conosco há dois anos, mas sabe tudo do samba, encarou a responsabilidade muito tem, e escuta muito a gente. Antes de entrar no Fundo, já havíamos gravado várias composições dele. É por isso que o nosso grupo nunca caiu, somos exigentes com quem entra.

Já passaram pelo Fundo de Quintal nomes importantes do samba, entre os quais Jorge Aragão, Arlindo Cruz, Sombrinha e Almir Guineto.

Por sinal, a contracapa do CD inclui as fotos de todos os integrantes da história do grupo.

- É uma homenagem a todos que nos ajudaram a chegar onde chegamos. Ninguém saiu do Fundo por briga, e sim para terem vontade de partir para outros projetos.

Bira define Nossa Verdade como um trabalho que é a cara do seu grupo.

- O novo CD não tem novidades, mas vem muito mais autêntico. A batida da percussão procura se encaixar bem nas letras, nas harmonias, procuramos sentir cada música. Cada música tem um tratamento próprio, e conta com a nossa marca registrada.

Fundador e presidente do Cacique de Ramos, Bira Presidente, que tem 74 anos de idade, recebeu uma ótima notícia há algumas semanas.

 

grupo fundo de quintal 450x

O seu bloco será o tema do enredo da Mangueira no Carnaval 2012.

- Fiquei muito lisonjeado quando o Ivo Meirelles, presidente da Mangueira, nos comunicou que o Cacique de Ramos será o enredo deles em 2012. Isso, mesmo com muitos estados brasileiros tendo oferecido ótimos patrocínios a eles.

O músico não se esquece da importância de Beth Carvalho para a trajetória do grupo.

- Ela tem uma história muito linda conosco, nos conheceu em 1977. Ela nos viu, adorou e nos apresentou ao produtor Rildo Hora. Aí, fomos convidados para tocar no disco que a Beth gravou e lançou em 1978, Pé no Chão, não tínhamos nem carteirinha da Ordem dos Músicos, na época.

A primeira música a ser trabalhada do novo CD é outra prova do apego às raízes e à continuidade da carreira do grupo.

Trata-se da faixa título, assinada por Sereno em parceria com seu filho, André Renato.

 

Fonte: R7

Show de Chitãozinho & Xororó será transmitido na internet

 

 

A dupla sertaneja Chitãozinho & Xororó terá um show inteiramente transmitido pela internet no próximo domingo (15), a partir das 20h. A apresentação faz parte da turnê de 40 anos da dupla e estará disponível na homepage do YouTube.

O show acontece em São Paulo e será fechado para convidados. A transmissão online, no entanto, permitirá aos fãs acompanharem ao vivo e de graça a celebração. O show tem previsão de duração de duas horas.

Chitãozinho & Xororó são uma das mais importantes e conhecidas duplas sertanejas do país. Lançaram seu primeiro disco, "Galopeira", em 1970, e desde então venderam mais de 35 milhões de cópias, de acordo com seu site oficial. Possuem 31 discos e três DVDs.

 

Fonte: Último Segundo

Capital Inicial lança o vídeo de "Como Se Sente"

 

O Capital Inicial lançou no último final de semana o clipe para a música "Como Se Sente", que integra o disco "Das Kapital", lançado em junho do ano passado.

O vídeo foi gravado em Belo Horizonte e dirigido por Conrado Almada, que já trabalhou, também, com Skank e Sandy.

Assista ao vídeo de "Como Se Sente", na íntegra:

 

 

Fonte: Cifraclub

Adriana Calcanhotto na Casa da Música: a reportagem do concerto

Adriana Calcanhotto, uma das vozes mais doces do Brasil, esgotou, na passada segunda-feira, a Casa da Música, no Porto, com espectáculo muito intimista, no qual mostrou os sons tradicionais daquele país.

Adriana Calcanhotto subiu ao palco, trazendo na bagagem o recente "Micróbio do Samba", um trabalho inspirado no Rio de Janeiro, onde vive actualmente, no Rio Grande do Sul, onde nasceu, e em Portugal, um país que - diz - a apaixona.

De facto, parece existir uma ligação muito forte entre Adriana Calcanhotto e o nosso país, a julgar pela robusta e entusiasta reacção do público portuense.

 

Com um cenário bastante simples, que obrigava o público a focar a atenção, única e exclusivamente, nos músicos, Adriana Calcanhotto estudou bem a lição, para não deixar o público do Porto entorpecer,  já que de uma segunda-feira à noite se tratava.

Por entre brincadeiras e formas de dançar muito particulares, Adriana Calcanhotto mostrava-se verdadeiramente feliz por estar a fazer aquilo que mais gosta e transmitia essa paixão para o público que, mesmo não sabendo todas as letras das músicas apresentadas, lá ia batendo o pé e abanando a cabeça, atento.

 

Vários instrumentos foram tocados durante a noite, uns mais conhecidos, outros nem tanto, sendo que alguns pareciam verdadeiras armas arremessadas do espaço. Todo o género de sonoridades era produzido, havendo samba tipicamente brasileiro, mas também músicas mais tristes, solitárias.

Sem nada para distrair a plateia, sem ecrãs nem luzes ofegantes, Adriana Calcanhotto procurou criar o seu próprio mundo ao vivo e a cores. Um secador de cabelo, como se fosse o objecto mais normal a ter em cima do palco, foi usado para espalhar folhas, criando um efeito artístico engraçado. Uma faca e um prato também serviram para fazer sons, que, curiosamente, encaixavam na perfeição. Tudo parecia estar pensado e preparado meticulosamente e nada saiu mal.

 

 

Temas e mais temas foram tocados, com especial atenção para os do seu mais recente trabalho, havendo ainda tempo para um coro de vozes masculinas, protagonizado pelos músicos da banda.

Adriana Calcanhotto, tal como entrou, despediu-se de uma maneira muito subtil, sob um forte aplauso. E não demorou muito até voltar a encarar a plateia, que a recebeu de pé, sentida.

Vambora, provavelmente o tema mais esperado da noite, faria as delícias dos presentes, antes destes rumarem ao ser lar. Praticamente todos sabiam a letra e cantavam em uníssono, enquanto Adriana Calcanhotto se despedia, pela última vez, da cidade que a acolheu com um carinho especial.

 

Fonte: Palco Principal

Pitty lança DVD em redes sociais

No próximo dia 10, às 20h30, Pitty entrará ao vivo no Orkut para responder perguntas de internautas e, logo em seguida, às 21h00, os usuários serão convidados a ir para o YouTube e acompanhar a transmissão de diversas músicas de seu novo DVD, “A Trupe Delirante no Circo Voador”.
Com mais de 500 mil pessoas em comunidades no Orkut e mais de 43 milhões de visualizações no YouTube, a cantora Pitty resolveu levar o lançamento diretamente para onde seus fãs se encontram - a Internet. Esta será a primeira vez que um lançamento utiliza duas das principais plataformas do Google no Brasil - o Orkut e o YouTube. Confira o comentário de Pitty:

Acho interessantíssimo fazer um lançamento usando essas plataformas digitais, falando diretamente com o público e oferecendo pra eles, em primeira mão, a oportunidade de assistir o DVD. É a primeira vez que isso será feito aqui no Brasil, e acho bacana abrir essa porta para futuros lançamentos nossos e de outras bandas


Esta é mais uma iniciativa do YouTube para levar conteúdo ‘premium’ para o usuário final, que está acostumado a consumir música e interagir no site, o que garante uma grande audiência para esse tipo de lançamento. E isto também marca a estréia do canal Orkut/aovivo, que levará aos internautas entrevistas ao vivo com diversos artistas e celebridades uma vez por mês.

“Ao unir o Orkut com o YouTube, a Pitty conseguiu aproveitar o máximo de cada plataforma, contando com a grande base de usuários do Orkut e a versatilidade do YouTube.” afirma Flávia Simon, gerente de marketing do Google Brasil.

Para saber mais, acesse a página www.orkut.com/aovivo e também www.youtube.com/bandapitty

 

Fonte: Território da Música

Brasileiros Natiruts no festival MV TMN (Marés Vivas)

Os brasileiros Natiruts vão tocar na edição deste ano do festival MV TMN (Marés Vivas).

A notícia foi adiantada esta manhã pela Rádio Comercial, estação oficial do evento.

O concerto dos Natiruts no festival de Vila Nova de Gaia acontece no primeiro dia do evento, 14 de julho, no Palco TMN, o mesmo dia de Manu Chao e Xutos & Pontapés.

 

Praia do Cabedelo, Vila Nova de Gaia. Bilhetes entre 25 euros (um dia) e 50 euros (três dias). Até 14 de junho, o passe de três dias custa 45 euros.

 

 

Fonte: Blitz

Adriana Calcanhotto: um “Micróbio” luminoso no escuro

Sedimentação e depuração: com estas duas palavras se sintetizava, há uma década, um dos espectáculos mais conceptualmente brilhantes de Caetano Veloso, “Noites do Norte”, estreado em Portugal menos de um mês após o choque do 11 de Setembro. As mesmas palavras podem ser aplicadas, com total justiça, a “O Micróbio do Samba”, de Adriana Calcanhotto, que depois de se estrear no CCB chega dia 9 à Casa da Música, no Porto.

E por razões algo simétricas: se Caetano, enegrecendo roupas e cenário, procurava então acentuar a negritude presente na sua obra, num tempo particularmente negro da história, Adriana recorre também ao negro (cenário, roupas) mas para acentuar a luz que emana das raízes e traços do samba, mesmo quando a sua rítmica e balanço naturais são mais sugeridos, numa tensão minimalista vigorosa e densa, do que fiéis a qualquer tradição. É isso, aliás, que torna o espectáculo ainda mais estimulante, desde logo pela forma como Adriana Calcanhotto acentua ou afaga as palavras, como em “Eu vivo a sorrir” (logo no início, tal como no disco) ou “Você disse não lembrar”, já no encerramento oficial. Ou ainda como, em pequenos pormenores, as teatraliza: o estilo “marioneta-requebrável” em “Já reparô”? (estilo que Caetano usou também pontualmente em “Livro” e “Noites do Norte”); o microfone “retro”, agarrado com as duas mãos, ao cantar Lupicínio Rodrigues (uma versão notável de “Esses moços”); a guitarra portuguesa tocada por Davi Moraes como se fosse um violão em “Dor de cotovelo” (que Caetano compôs e Elza Soares transformou em ferida aberta); o secador de cabelo usado como “pistola” a varrer para o chão dezenas de pautas da estante do guitarrista em “Pode se remoer”; as pequenas estrelas coloridas e brilhantes lançadas continuamente sobre a sua cabeça, como confetis, em “Tão chic” (o que levou a Sapucaí ao CCB dispensando pandeiros ou passistas); a bandeja metálica com porcelanas tocada como instrumento em “Deixa, gueixa”; ou o megafone electrónico em “Argumento”, de Paulinho da Viola, que embora pudesse soar a ironia no contexto (“Tá legal, eu aceito o argumento/ mas não me altere o samba tanto assim”), acabou por ser uma bela homenagem à essência que o samba eternizou.

Inteligente, sedutor, brilhante nas soluções musicais e plásticas (a mesa com pequenos sintetizadores e outros objectos que Adriana vai tocando, como o secador ou uma caixa de fósforos, parece uma herança “adulta” de Partimpim), o espectáculo que Adriana Calcanhotto apresenta com um trio de grande nível (Davi Moraes nas cordas, Alberto Continentino no contrabaixo, Domenico Lancellotti na bateria e percussões) tem ainda outro aliciante: Portugal é, por enquanto, o único país a vê-lo ao vivo. Há uma razão acrescida para isso: impedida de tocar violão devido a uma lesão no punho direito, que conta curar entretanto, Adriana só mais tarde porá em marcha a digressão oficial.

Em Lisboa, com a “mão emprestada” de Davi Moraes, Adriana alinhou quinze canções muito aplaudidas (todas as do novo disco, os temas alheios já citados e ainda “Dos prazeres, das canções”, um auto-retrato do samba criado por Péricles Cavalcanti e já gravado por ele há duas décadas) e, no encore, depois de deixar Domenico Lancellotti cantar, neste trio, o apropriado “Te convidei pro samba” (do reportório do seu trio, o +2), despediu-se com duas canções: “Tá na minha hora” (que fecha o disco) e o seu velho êxito “Vambora”, onde ela própria atirou estrelas-confeti à plateia, deixando depois a ribalta onde indiscutivelmente brilhou.

 

Fonte: Público

Jota Quest debuta novo CD e turnê recheada de amigos

 

E lá se vão 15 anos desde que o Jota Quest lançou seu primeiro CD. Em 1996, o grupo mineiro ainda se chamava J. Quest e era basicamente uma banda de música soul, destacando os importantes nomes do gênero no Brasil Toni Tornado, Tim Maia e Hyldon. O aniversário de carreira é celebrado este ano com o recém-lançado CD Quinze, reunindo sucessos, lados B, raridades e três inéditas, e turnê nacional, que começa por Palmas, no Tocantins, no dia 14 de maio.

 

"Há 15 anos, a gente era apenas cinco mineiros tocando black music", recorda o vocalista Rogério Flausino. "A gente entrava no palco com perucas, como as que usamos na capa do primeiro disco, e nego não tirava o olho das nossas roupas espalhafatosas. Foi nosso momento Lady Gaga! Só faltava pendurar melancia no pescoço".

A partir do segundo CD, De Volta Ao Planeta(1998), quando muda de nome e passa a fazer músicas de mais fácil aceitação, o Jota Quest começa a sofrer críticas de que teria se perdido, ficando pop e comercial ao extremo, virando referência de uma juventude que bebe refrigerante com a fotinho dos ídolos estampada na lata (em 2001, o grupo estrelou uma campanha publicitária da Fanta Laranja).

"A mudança da qual nos acusam ter sido oportunista, não foi algo proposital ou planejado. O lance é que bateu uma overdose de funk e soul, e a gente gostava daquela brincadeira do Fácil, afinal, todo mundo quer fazer sucesso e ter uma música para todos cantarem, não é?", defende-se Flausino. "E, na minha opinião, apesar de termos feitos diversas baladas, nunca deixamos de ser uma banda dançante".

Amado Brasil afora, elogiado por nomes como Luciano Huck, regravado por Fábio Jr. em seu mais recente CD, dono de sucessos cantados de Norte a Sul e com um punhado de discos de platina na bagagem, o Jota Quest mostra, 15 anos depois da estreia em disco, que, nesta terra de gigantes, se tornou mais que apenas uma banda em uma propaganda de refrigerante.

"Quinze anos é data de debutante. É quando você olha para a menina e diz: 'agora é que vai começar'. Vamos cair na estrada com esta turnê retrospectiva e, a partir de agosto, começar a fazer músicas novas para lançar um novo disco de inéditas no início de 2012", conta.

Aos 39 anos - completados na última segunda-feira (25) - e com uma filha de 4, Rogério Flausino já imagina possibilidades para os próximos 15 anos. "Quero dar uma desacelerada. Já pensei em algo solo,um CD em homenagem ao Cazuza ou ao Tim Maia, mas teria que ser algo com o consentimento do pessoal da banda", ressalta.

 

Fonte: Terra Música

Com segundo álbum, Edson quer distância da 'moda do sertanejo'

 

Faz quase dois anos anos que a dupla de irmãos Edson e Hudson se separou, mas os fãs não tiveram do que reclamar. Em um ano e meio, Edson já lançou dois álbuns sertanejos e este mês irá gravar um DVD baseado no seu mais novo trabalho, Edson Voz e Violão, lançado em novembro de 2010. Em entrevista ao Terra, o cantor explicou como a inspiração da música romântica e o processo de gravação das letras das músicas, feito na sua casa em Limeira, foi fundamental para a conclusão do seu mais recente CD, o qual considera o mais intimista de todos os seus trabalhos.

No repertório do disco, canções que passeiam entre o pop e as baladas mais cruas, sem nunca abrirem mão do romantismo, praxe da leva clássica dos cantores sertanejos e característica que o músico não quer abandonar. "A música romântica é difícil de ser esquecida. Dura mais do que qualquer outra dessas músicas de verão que somem rapidamente da cabeça dos outros. Hoje todo mundo canta 'vou não, quero não, meu patrão não deixa não', mas amanhã ninguém mais lembrará disso".

E, apesar de emplacar sucessos nas paradas populares - seu novo single É Só Você me Amarestá entre as músicas mais tocadas nas rádios do gênero - Edson levanta a bandeira contra as "modinhas" do sertanejo, trazidas pela leva dos cantores do chamado sertanejo universitário. "Sou muito amigo dessa galera do sertanejo universitário. Mas tem um prazo de validade para esse tipo de papo. Tem nomes muitos bons nessa leva, com repertório para fazer sucesso por anos, mas também há aqueles que chegam e somem rápido".

Você lançou Edson Voz e Violão apenas um ano e meio após seu primeiro disco solo, Edson e Você. Qual foi a pressa para lançar trabalhos com tão pouco intervalo de tempo entre eles?
O mercado está muito rápido e eu queria gravar um DVD este ano. Então lancei este álbum para poder gravar um DVD que fosse 100% a minha cara, por ter um repertório próprio meu, com músicas novas.

Há quanto tempo você começou a pensar nesse CD?
Faz cinco anos. Desde a época de Edson e Hudson que nós dois pensávamos em fazer um trabalho mais intimista, de voz e violão mesmo, mas parecia que não era para rolar. Era para ter sido apenas eu sozinho mesmo, e está dando certo para caramba.

Edson Voz e Violão, é muito diferente do seu primeiro álbum solo, o Edson e Você?
Os conceitos dos álbuns são diferentes, mas a sonoridade é a mesma. Sempre gostei de fazer música que as pessoas vão entender. Gosto de letras fáceis, de falar direto com o coração. É o jeito que eu gosto de gravar. Mas a qualidade musical continua. Neste álbum temos guitarra, temos sons com uma pegada pop e temos músicas mais românticas.

Como foi o processo de gravação do disco?
A parte de voz fizemos toda na minha casa, em Limeira. Foi muito gostoso porque conseguimos essa intimidade proposta no disco. Acordávamos e já íamos colocar voz nas músicas, então isso me deu liberdade para fazer algo bem intimista.

De onde vem a inspiração para as letras das músicas?
Tudo vem dos "rolos" da gente. Histórias dos amigos, de paixões que não deram certo.. cada música que faço é parte de um momento que estou vivendo.

O Hudson ainda participa dos seus trabalhos dando algum palpite?
Hudson não dá palpites no que eu faço. Afinal, foi por isso que a dupla se separou. Temos opiniões musicais diferentes. Ele é muito atencioso, mas o que menos falamos hoje em dia é sobre música.

Todas as faixas do álbum falam de romance. Qual a relação do cantor sertanejo com o romantismo?
A música romântica predominou sempre em todos os estilos, desde os anos 80. Ela é mais marcante, dura mais. Às vezes demora para penetrar na cabeça das pessoas, mas é difícil de ser esquecida. Dura mais do que qualquer outra dessas músicas de verão que somem rapidamente da cabeça dos outros. Hoje todo mundo canta 'vou não, quero não, meu patrão não deixa não', mas amanhã ninguém mais lembrará disso.

Você se incomoda de o sertanejo ter virado pop?
De jeito nenhum. A música evolui. Ela tem que ser boa, independente de ser mais pop ou menos pop. Quero estar em evidência como um cantor pop, porque a música sertaneja hoje é completamente pop, mas também quero valorizar as pessoas que começaram com o sertanejo. E o sucesso é conquistado dia-a-dia, então temos apenas que nos preocupar com esses novos "fenômenos" da música popular, porque do mesmo jeito que vem, vai.

Quais são os novos cantores que você acha que vão sobreviver?
Gosto muito das duplas Fernando e Sorocaba e Jorge e Mateus. Eles têm pedigree para durar muito tempo.

 

Fonte: Terra Música

"Tudo o que faço vale a pena"

 

Correio da Manhã – O que vai trazer de novo nestes concertos [dia 18 no Pavilhão Atlântico, em Lisboa, dia 20 no Parque da Cidade do Porto e dia 21 na Praça da Canção em Coimbra]?

Ivete Sangalo – Será um novo espectáculo, com um repertório diferente. Será inesquecível!

– Os seus concertos estão quase sempre esgotados. Qual o principal factor para que tal aconteça?

– A música, a energia em palco, a empatia com o público... A troca intensa a cada encontro. Temos uma paixão e respeito mútuos.

– Que recordações guarda do nosso País e dos fãs portugueses?

– O carinho, a beleza das cidades e ruas e, claro, a boa comida!

– Passou por grandes palcos, como o Madison Square Garden, em Nova Iorque. Há algum espaço onde ainda sonhe vir a actuar?

– Todos os palcos são sempre especiais. Toquei para muitas pessoas e tudo o que vivo e faço vale a pena. Dá-me força e orgulho.

– Que evolução regista ao longo de 17 anos de carreira?

– Os fãs que ganhei são o meu maior tesouro. É para eles que faço cada música, cada gesto…

– Recorre com frequência ao Twitter. Como têm as novas tecnologias influenciado a sua carreira?

– Acho que é uma forma de me aproximar ainda mais dos que gostam do que faço. Adoro retribuir, em tempo real, o carinho das cartas e pequenas histórias...

– Foi mãe há menos de dois anos. Como consegue conciliar tudo?

– A mulher sabe fazer bem muitas coisas ao mesmo tempo, sem perder a ternura.

 

PERFIL

Ivete Sangalo nasceu há 38 anos na Bahia e é uma das cantoras mais famosas do Brasil. Liderou os Banda Eva, mas o êxito continuou a solo, com discos como ‘As Super Novas’ (2005) e ‘Pode Entrar’ (2009).

 

Fonte: Correio da Manhã

Capital Inicial lança vídeo de “Como Se Sente”

Estreou na internet neste final de semana o novo videoclipe da banda Capital Inicial. O vídeo é da música “Como Se Sente”, uma das faixas que compõem o mais recente trabalho do quarteto, “Das Kapital”, lançado no ano passado.

O videoclipe de “Como Se Sente” tem direção assinada por Conrado Almada e traz a participação da atriz Juliane Guimarães. No vídeo os integrantes Yes Passarell (guitarra), Flávio Lemos (baixo), Fê Lemos (bateria) e o vocalista Dinho Ouro Preto aparecem tocando no meio de um emaranhado de fios.

Confira o vídeo abaixo:

 

 

Fonte: Território da Música

Asa na Europa

Asa na Europa

Está marcada para o mês de agosto a turnê européia da banda Asa de Águia. Serão três apresentações, começando no dia 05 de agosto, na cidade mundial da moda, Milão, no Festival Latino Americano, no bairro de Assago. No dia 06 a banda de Durval Lelys desembarca em Londres [Inglaterra], para um show no Carling Academy. A última apresentação acontece em Lisboa [Portugal], dia 07, no Coliseu Lisboa.

 

Fonte: Axezeiro

Carlos Pita: Temporada de Forró e turnê européia

 

Compositor de talento, Carlos Pita inicia nesta sexta-feira (6 de maio), a temporada do show No Balanço do Forró, no Largo Quincas Berro d´Água, a partir das 21h. Serão quatro apresentações sempre abertas ao público. Como se diz na Bahia “de grátis”. E em julho ele embarca para um giro de 15 dias pela Europa fazendo shoiws em Portugal, Inglaterra, Suíça e Itália.

 

Fonte: Blog do Marrom

Madison em solo lusitano

 

O show Ivete Sangalo no Madison Square Garden será o ponto de encontro entre a musa baiana e os fãs portugueses. A turnê chega a Portugal este mês, com passagem por Lisboa, Porto e Coimbra, nos dias 18, 20 e 21 de maio. Ivete Sangalo não vê a hora de matar a saudade dos fãs. Estou com muitas saudades de Portugal e louca para dividir com meu público lusitano essa apresentação tão especial do Madison. Nós temos uma paixão mutua e todo show é uma troca de energia incrível, conta a estrela.

 

Fonte: Axezeiro

Maria Bethânia regressa a Portugal com novo espectáculo

 

O Coliseu de Lisboa vai receber o regresso de Maria Bethânia a Portugal no dia 8 de Junho.

A cantora brasileira apresentará um novo espectáculo «exclusivamente dedicado ao público português», anunciou a promotora do concerto.

«Especial Portugal» irá incluir os maiores êxitos de Maria Bethânia, mas também deverá ser pontuado por algumas «surpresas».

Os bilhetes para o concerto já estão à venda nos locais habituais e custam entre os 20 e os 65 euros.

 

Fonte: IOL Música