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Música do Brasil

Música do Brasil

"Não morro antes dos 92", diz Milton Nascimento

Não seria um mergulho qualquer. Antes de pular na água, de paletó, para a foto que estampa esta reportagem, Milton Nascimento, 68, esclareceu que atenderia ao pedido impremeditado do fotógrafo para, mais uma vez, provar que não é "esquisito, bravo e fechado" como as pessoas que só o conhecem de longe costumam imaginar.

Dá para arriscar que o "estranhamento" a que ele se refere esteja ligado, em grande parte, exatamente à complexidade de sua música. Cerebral e primitiva ao mesmo tempo, ainda não foi devidamente assimilada nem mesmo aqui no Brasil.

Por outro lado, pode-se supor que são justamente essas características "estranhas" que a mantêm tão viva, e imune aos desgastes que vampirizaram forças de outros gêneros --da bossa nova, por exemplo.
Milton está em movimentação, sua música o leva. Grava agora um álbum, a ser lançado no primeiro semestre. Quem o acompanha são jovens músicos de Três Pontas --cidade mineira onde ele cresceu e que, por causa dele, entrou no mapa mundial da música.

 

O cantor Milton Nascimento na piscina de sua casa, na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro; novo disco sai no 1º semestre

Milton Nascimento na piscina de sua casa, na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro; novo disco sai no 1º semestre

 

"Quando a gente organizou a coisa, há uns dois ou três anos, os meninos eram todos bem novos, não saíam de Três Pontas", diz o cantor. "Agora, todo mundo resolveu passar em vestibular. Entraram nas faculdades e se espalharam por São Paulo, pelo Rio. O difícil é reunir todos para gravações."

"Pietá" (2002), último álbum de canções inéditas lançado por Milton, tinha esse mesmo espírito. Revelou três novas cantoras: as pouco conhecidas Marina Machado e Simone Guimarães e a estreante Maria Rita.

 

Tumulto

Diferentemente de, podemos chutar, todos os outros artistas do mundo, Milton não precisa de ambiente silencioso para compor. Nem da meia-luz do quarto ou do isolamento acústico do estúdio. Ao contrário. Quanto mais bagunçado e barulhento estiver o recinto, mais as ideias lhe vêm à cabeça.

Talvez seja esse um dos motivos por que sua casa, em um condomínio fechado na Barra da Tijuca, está sempre cheia de gente. Mensalmente, Milton convida amigos, músicos ou não, para saraus.

Começam no meio da tarde e, se assim permitirem os vizinhos reclamões, podem atravessar a noite e não terminar antes do meio da madrugada.

O elenco é sempre variado. Jorge Drexler, Lenine, Esperanza Spalding, Mart'nália, João Suplicy, Paulinho Moska, Maria Gadú. Todos já passaram por aquele quintal.

"A gente chama esse sarauzinho de jam session. Quando ainda não tinha saído de Belo Horizonte para o mundo, eu participava de muitos encontros assim", diz o anfitrião. "Sempre foi muito importante para mim esse negócio de juntar. Isso me alimenta."

Longe do Brasil, mantém ativas as relações com os colegas. Em meados do ano passado, fez apresentação comemorativa no emblemático palco do Carnegie Hall, lembrando os 25 anos de sua primeira passagem pelos Estados Unidos.

Na mesma viagem, gravou no novo álbum da americana Esperanza Spalding e inaugurou parceria com Paul Simon.

"Ele começou a mostrar as músicas novas, perguntou se eu tinha gostado", conta. "Uma delas mexeu comigo por várias coisas. Ele foi lá, botou ela de novo e perguntou: 'Faz uma letra em português?'. Claro!"

Encontrou ainda o brasileiro Sérgio Mendes, que está criando um arranjo para "Caxangá" (Milton/Fernando Brant) aos moldes do que fez para "Mas que Nada", de Jorge Ben Jor. Deve estar em seu próximo CD.

 

Terreiro

Depois do mergulho, Milton sai da piscina e senta-se na borda. A entrevista acontece ali. "Vou viver muito tempo", crava. "Não morro antes dos 92."

A frase sai dos lábios molhados de Coca-Cola light com o tom incontestável de quem já confrontou essa questão bem de perto. Milton esbarrou com a morte no final dos anos 1990, quando a diabetes o fez ter menos da metade do peso atual.

Agora, cuida bem da saúde, mantendo índices glicêmicos sempre sob controle por meio de medidor conectado à pele.

Mas não foi no visor do aparelhinho que descobriu o tal prazo de 92 anos. Quem lhe soprou o número foi uma mãe de santo, daquelas que lhe vêm dando conselhos e dicas durante toda a carreira.

Tudo começou tempos antes de ficar famoso, ainda na primeira metade dos anos 1960. Milton foi ajudar uma pessoa a entregar doces para a criançada em dia de São Cosme e Damião.

"Recebi de uma senhora espírita a seguinte mensagem: 'Não adianta fugir, você vai ter um centro, um terreiro seu'", conta. "Mas eu era católico, nem conhecia o candomblé, como poderia ter um centro?"

Chegou à conclusão depois: "Encostei a cabeça na parede do palco e falei: 'Puxa, como é que eu posso ser tão burro? Meu terreiro é isso aqui!' A partir daquele dia, estar em cima do palco virou a coisa mais importante da minha vida."

 

Fonte: Folha Online

Gravadora vai relançar discografia da Legião Urbana em vinil

César Itiberê/Folha Imagem

Legião Urbana durante show na gravação do Acústico MTV, em São Paulo

 

Todos os discos de estúdio da Legião Urbana serão relançados este ano em formato vinil. Segundo a gravadora EMI, responsável pela reedição dos álbuns, o projeto ainda está em discussão e por isso não há data definida para a discografia chegar às lojas nem mesmo se serão incluídos os LPs ao vivo.

Os trabalhos mais antigos da carreira de Renato Russo, Dado Villa-Lobos, Marcelo Bonfá e Renato Rocha (que tocou nos três primeiros discos da banda) foram lançados originalmente no formato LP: "Legião Urbana" (1985), "Dois" (1986), "Que País É Este?" (1987) e "As Quatro Estações" (1988).

O relançamento da EMI em vinil incluirá também "V" (1991), "O Descobrimento do Brasil" (1993), "A Tempestade" (1996) e "Uma Outra Estação" (1997). Os álbuns gravados ao vivo --"Acústico MTV Legião Urbana" (1999), "Como É que Se Diz Eu Te Amo" (2001) e "As Quatro Estações ao Vivo" (2004)-- ainda estão em estudo.

 

Fonte: UOL Música

2010 terá novos discos de Claudia Leitte e Fresno

Cláudia Leitte durante show no Circuito Dodô (Barra-Ondina) do Carnaval de Salvador 2009, no prim...

 

Entre os principais lançamentos musicais agendados para o primeiro trimestre de 2010, nenhum atrai mais expectativa do que o novo disco de Claudia Leitte. Será seu primeiro trabalho lançado pela Sony Music, sua nova gravadora. A primeira música de trabalho, "As Máscaras", está nas rádios desde o final do ano passado e é a aposta da cantora para ser o hit do carnaval de 2010.
O disco ainda não tem nome nem data de lançamento definidos. A previsão, no entanto, é que ele chegue às lojas ainda no primeiro semestre. Os objetivos de sua nova gravadora não são nada modestos: colocar Claudia Leitte no lugar de Ivete Sangalo (da Universal, antiga casa da rival) no posto de cantora mais popular do Brasil. O primeiro round da batalha – que as duas não admitem, mas é confirmada nos bastidores – acontece no Carnaval.
Enquanto Claudia Leitte vem com "As Máscaras", Ivete aposta em "Na Base do Beijo" para a folia. Méritos artísticos à parte, Ivete inicia a disputa com uma boa vantagem: vai abrir dois dos quatro concorridos shows que a americana Beyoncé faz no Brasil, em fevereiro. O primeiro em São Paulo, no Estádio do Morumbi, e o segundo em Salvador, poucos dias antes do Carnaval. Enquanto isso, Claudia dará continuidade a sua turnê Sette.


Outros lançamentos
O primeiro trimestre terá uma série de lançamentos de peso no Brasil. Logo em janeiro, o destaque é o novo DVD do NX Zero. O vídeo mistura trechos de shows e imagens de bastidores e, segundo o vocalista Di Ferrero, mostra a banda de uma forma "um pouco mais pessoal". Além de ser lançado em DVD, ele também será exibido no canal de TV por assinatura Multishow, parceiro na produção do DVD, no final do mês.
Além do DVD do NX Zero, a Arsenal do produtor Rick Bonadio ainda colocará nas lojas este ano novos álbuns do Strike (fevereiro) e do Fake Number (março).

Outro grande nome do selo, a banda gaúcha Fresno, tem lançamento de seu novo CD previsto para junho. Além disso, o projeto paralelo do vocalista Lucas Silveira, chamado Beeshop, estreia em disco em fevereiro.

 

 

Em março, quem lança DVD é a sambista Teresa Cristina. O vídeo levará o título de Melhor Assim. A gravação aconteceu em outubro do ano passado, no Rio de Janeiro, e contou com a participação especial de Marisa Monte na faixa "Beijo Sem", composição de Adriana Calcanhotto. Marisa, por sinal, também deve lançar disco em 2010. A gravação, no entanto, está cercada de mistérios, como tudo que envolve a cantora.
Também saem em 2010 o terceiro álbum da banda pernambucana Mombojó, que se chamará Amigo do Tempo e está prometido pelo próprio grupo para os "primeiros meses" do ano; o primeiro álbum do Mixhell, projeto de música eletrônica do baterista Iggor Cavalera com sua mulher, Layma Leyton, em fevereiro; e o segundo trabalho do pianista pernambucano Vitor Araújo, também previsto para fevereiro. (...)

 

Fonte: IG Música

E assim foi 2009....

Veja , aqui, uma “geral” do que foi o ano que acaba para algumas das centenas de bandas da Bahia.
 
Alguns nomes não estão nesta lista. Aproveite e inclua o que voce quiser nos comentários.


Mina,
com Mariana Assis e Via Circular, com Levi Lima. Duas bandas que estão “comendo pelas beiradas”. Cantores novos que em 2009 ganharam experiência e aplausos em shows Brasil a fora. A Mina tem como vantagem ser do cast da Caco de Telha.

Na Pegada surgiu sob o signo da polêmica e arrebatando troféus. Levou o título de banda revelação em várias premiações. Agora... [?]. O comentário na “Rádio Corredor” é que os últimos meses foram bem tumultuados pra Luana Monalisa e banda.

Bué da Fixe. Estreou sob forte campanha de mídia, fez um carnaval badalado. Depois de altos investimentos por parte de um empresário português, a banda recuou. Ao apagar das luzes de 2009, existe a noticia extra-oficial de que o mesmo grupo da Revista Exclusiva pode assumir a gestão do projeto.

Kondendê. Forte no Carnaval 2009, a banda tinha na linha de frente a cantora Priscila Freire considerada pela maioria do público como a mais autêntica revelação feminina da festa de Momo. Após a saída de Priscila, assume o posto Rafaela Manville. Os resultados ainda estão sendo aguardados...

A banda Motumbá passou pela ponte da contenção absoluta de investimentos, depois do show de empreendedorismo por parte da direção do grupo.  Resultado: menos visiblidade. Talento e competência não faltam a Alexandre Guedes e seus músicos.

Tatau  entrou no seu primeiro Carnaval, verdadeiramente, como solista, fora do Ara Ketu. 2009 foi um ano de “transição” para o artista.

Netinho. Depois de inda e vindas, o artista investe alto na produção do DVD A Caixa Mágica e sinaliza um novo (e bom) momento.

Tomatte. Este ano, o que para uns foi recuo para Tomatte foi fortalecimento. Com total domínio de palco e seguro com título de um dos melhores comunicadores do Carnaval, o artista tem tudo para confirmar sucesso no Carnaval 2010.

Alexandre Peixe.  Ainda há quem diga que ele é "um compositor que canta". Ele é isso mesmo. Só que ao longo dos anos o cantor vem correndo firme, sem tentar, em nada, concorrer ou tirar o brilho do compositor. Seria no mínimo estranho insistir nisso se o artista não tivesse casa cheia em praças tão diferentes. Tem público, fãs, seguidores... tudo que qualquer cantor bem sucedido tem. Em 2009, Peixe, deu show e fez o plantio certo para um Carnaval 2010, com certeza, de bons frutos. Vá vendo...

RapazzolaLeandro Lopes é ídolo, sempre. Neste ano que se finda, ele foi imprimindo sua marca na cena axé. Meio pop, meio rocker... mas sabendo “entender a Bahia”, Leandro já esta com régua e compasso, prestes a desenhar com criatividade e estilo.

Fantasmão e Edcity Surpreendendo a cena da pogode, Ed sai da banda Fantasmão. Insatisfeito com a gestão do grupo o cantor se “re-batiza” Edcity e encara o solo da carreira. A banda segue colocando na linha de frente os back vocals Tierre e Cassinho. Edcity é fenômeno. Fantasmão...

Amanda Santiago. A cantora “peita” seu momento solista. Depois de Dindi e os Rogérios, assume o nome de batismo e, com a consultoria do maestro-marido-musico Mikael Mutti, segue seu caminho a bordo da KombiNação ao da pulsante Olê Labá, atual música de trabalho da cantora.

Carla Cristina. Depois de uma certa ciranda, a cantora foca num projeto que tem sua cara e se associa a um novo grupo empresarial. Feliz ao gravar a canção “Telúrica” num CD promocional , Carla, enfim, deixa a imagem Xibom-bombom no arquivo e se posiciona de forma bem madura na forma e no conteúdo.

Márcia Short. Shows com EME XXI e apresentações solos pela cidade ainda são pouco para o talento da artista. Short fecha o balaio de 2009 com uma boa nova: no próximo Carnaval, seu projeto Axé Acústico ganha as ruas, em dois dias [uma ação do empresário da música, André Simões]. Um, solo. No outro ela divide a cena com Book Jones [ex-Banda Mel e ex-Gente Brasileira] e Alexandre Leão. Três ótimas vozes. Vamos esperar a química.

Luiz Caldas – uma fábrica de música – segue bem na divulgação da sua mega produção: uma caixa com nada menos que seis Cds inéditos em vários estilos [até em tupi-guarany, ele gravou músicas!]. Luiz é icone e ícone não entra em avaliação.

Jauperi é Jau que também é Afrodisiaco. È afro, é pop, é MPB, é fusion, é o que ele bem quiser e entender. Tem boa agenda e virou o darling de várias tribos. Só “perde” para a banda Adão Negro que entra nas mais variadas grades de show que se possa imaginar...

Mariene de Castro. Sempre buscando apuro artístico e já com seus seguidores na Bahia, Mariene ensaia saltos mais amplos em apresentações continuas na cidade, a exemplo dos shows no projeto Samba da Igreja.

Margareth Menezes que teve um ano indefinido [ao menos quando o assunto é Bahia] sinaliza bons ventos... Está prestes a voltar com seus ensaios de Verão que vão desembocar no Carnaval AfroPop. Dessa vez quem assina a direção da artista é a talentosa Bia Lessa [a mesma que dirigiu Maria Bethania] e gestão da Via Press e Viva Idéias [leia-se Elaine e Paula Hazin].

O Olodum é impar quando ao assunto é Verão no Pelourinho. Alheio a qualquer comentário e/ou especulação, a banda se mantém com a agenda ativa em shows pelo Brasil e pelo mundo. Sem oportunismos, teve um up na midia, por ser “a banda” brasileira eleita por Michael Jackson.

O Ara Ketu fecha 2009 fortalecendo a imagem da cantora Larissa Luz. Com uma boa interprete [e de ótima voz], a banda, definindo com mais precisão seu conteúdo musical, tem tudo para entrar em nova e próspera fase.

Parangolé. Este aí vai muito bem, obrigado. A banda faz um dos melhores sons do gênero e tem um cantor que, seguramente, será o Rei do Carnaval 2010. Presença, boa voz, simplicidade e um magnetismo popular que nem ele sabe o alto grau que tem [e por isso mesmo funciona “de boa”]. A banda vai em um rumo tão certo que já pode arriscar outros vôos.

2009 foi bom para o Psirico. Márcio Victor é o cara. O som da sua banda é fonte para a maioria dos novos grupos [e uns nem tão novos assim, viu?]. O seu valor como instrumentista e a sua “esperteza” na escolha da forma de cantar, não deixam espaço para cobranças de altas performances vocais. Psirico é do povão e ponto final.

Cheiro de Amor
. 2009 foi o ano de reafirmação do casamento Aline Rosa-Cheiro. Vê-se uma aposta maior na cantora que fez por merecer. Amadureceu em tudo, do canto ao texto. Do visual à postura. Não esta mais verde.

Se for falar em amadurecimento em 2009, é obrigatório falar de Denny, na Timbalada. O cantor deu um mortal triplo e caiu em pé! Zero de hesitação. Denny é mais do que nunca A VOZ DA TIMBALADA.

Banda Eva. Uma banda que tem como cantor um cara como Saulo Fernandes tem 90% de chance de acerto. Um cantor que tem um grupo como o Eva tem 90% de chance de se dar bem. Faltou 20% de cada? Faltava! 2009 deu aos dois o que restava e ainda deixou bônus. Dúvidas? Vá a qualquer evento do bloco e comprove. O Eva é mesmo o lugar da alegria.

Ivete Sangalo – Ela está flutuando. Perda de tempo e de texto dizer quem 2009 foi o ano de Ivete, de novo. Realizada como mãe e plena como artista, Miss Sangalo é massa, sempre.

Daniela Mercury, mais internacional do que nunca, Daniela reaquece turbinas com Canibália e promete, como sempre, um Carnaval riquíssimo. Uma artista brasileira para o mundo.

Claudia Leitte 2009. Tem quem levante a sobrancelha e dê uma quebradinha no rosto... Mas que esta aí é retada, ah é... Teve um ano glorioso, a loura. Com pegada total de pop star e uma máquina como produto da música, La Leitte que também ganhou presente divino, ao dar a luz a Davi, só tem o que festejar a meia-noite de hoje [31.12].

Tem mais. É muita banda, muito artista e um ano de altos e baixíssimos. Mas encerramos, apenas citando alguns nomes que entra ano, sai ano, se mantêm “intocáveis”. São eles Asa de Águia e Chiclete com Banana. 

Este ano, com a licença de todos, incluímos mais uma banda que carimba passaporte para o top of line: JAMIL!

Beto Espínola, Tuca Fernandes e Mano Góes fizeram do Jamil um dos grupos mais desejados pelo público jovem do Brasil. Claro que uma gestão precisa [leia-se Carreira Solo] é suporte imprescindível. Mas os caras do Jamil, alheios a esta ou aquela tendência de Verão, conseguiram chegar em um estágio difícil de alcançar. Hoje o Brasil já conhece O SOM DO JAMIL. Se 2009 foi bom, em 2010 eles continuam na rota certa para mais mil e uma noite de sucesso. Bravo, Jamil!

 

Fonte: Axezeiro

Anos 00: Os 10 maiores hits nacionais da década

Existem algumas músicas que simplesmente não saíram da nossa cabeça nesta década. Atire a primeira pedra quem nunca cantarolou (e quis matar aquele vizinho que colocava a música no último volume) hits chiclete Festa no Apê, do divertido cantor Latino, e Dormi na Praça, da dupla sertaneja Bruno e Marrone.

O Virgula fez uma seleção com os dez maiores hits nacionais da década, elencando desde músicas que abriram as portas do sucesso para seus autores - como Festa, primeiro grande hit de Ivete Sangalo - até faixas de artistas que simplesmente desapareceram, como Ragatanga, do Rouge, e Tô Nem Aí, da cantora Luka (lembra?).

Assista ao nosso vídeo abaixo:


 

 

Fonte: Vírgula Música

O ano da sorte

Música brasileira teve em 2009 um dos períodos mais férteis da década; nova estética deve pautar futuro

Atordoada à procura do devido espaço no já velho novo mundo do MP3, da pirataria e da veiculação virtual de música, a grande indústria talvez nem tenha se dado conta do que aconteceu em 2009. O ano que termina na quinta-feira foi um dos mais férteis de toda a década para a música brasileira.
No campo mais concreto dos álbuns lançados, podemos citar alguns dos que devem pautar esteticamente a música a ser feita por aqui nos próximos anos (leia quadro acima).
"Este ano deve ficar para a história da música como ficaram 1959, 1969, 1979 e 1989", profetiza Pena Schmidt, ex-produtor musical de gravadoras que agora faz a programação do Auditório Ibirapuera. "É um sentido prático e óbvio: os anos terminados em nove dão um vislumbre da década que vem pela frente. Dizem muito sobre a música do futuro."
A teoria de Pena pode parecer algo alucinada, mas os dados batem. Foi em 1959 que João Gilberto lançou "Chega de Saudade", LP que inaugurava a bossa nova. Em 1969, Caetano Veloso e Gilberto Gil viviam o auge do tropicalismo, partindo no final do ano para o exílio.
Em 79, houve a explosão das cantoras. Quase 30 delas surgiram nessa virada-de Marina Lima a Ângela RoRo. Muitas se firmaram. O mesmo aconteceu dez anos depois, com Marisa Monte, Cássia Eller, Zélia Duncan e Adriana Calcanhotto.
O problema de 2009 é que poucos dos bons trabalhos do ano chegaram aos ouvidos do grande público. Feitos com pouco dinheiro, eles não têm a força da indústria para tocar no rádio ou na novela das oito.
Dependem, portanto, do palco para acontecer. Para Alexandre Youssef, do Studio SP, as casas são fundamentais na nova economia da música. "Hoje, os shows fazem com que o artista consiga viver de música."

Estética 2009
"Música boa o Brasil voltou a produzir. Só é preciso avisar ao público", diz Romulo Fróes, que, neste ano, autoproduziu "No Chão sem o Chão". Para ele, a estética de artistas desta geração já influencia veteranos.
"Caetano Veloso, por exemplo. Por intermédio de seu filho Moreno e amigos, ele travou contato com uma sonoridade de rock diferente. Isso levou a uma mudança lírica", diz.
A observação de Romulo sugere que já exista uma estética musical da década. Produtores gostam de dizer que a estética de 2009 é "a da mistura".
É mais ou menos o que defende Fernando Catatau, guitarrista do Cidadão Instigado e responsável pela produção do novo CD de Arnaldo Antunes.
Para ele, a profusão de produtores em atividade -privilégio de uma geração sem domínio pela indústria- cria uma cena "mais desmoronada, sem muita amarra no som". "Caminhamos juntos por estradas diferentes", diz Catatau.
Produtor dos trabalhos de Rodrigo Campos e Céu, Beto Villares arrisca ainda mais na análise. "Acho que uma marca [do nosso tempo] seja algo de retrô, de antigo. Um som velho, gostoso, quente, valvulado."
Kassin, que em 2009 cuidou dos discos de Mallu Magalhães e Mariana Aydar, aposta: começamos a nos afastar da movimentação sambista que, a partir da revitalização da Lapa carioca, dominou a música pop.
"Chegou um ponto em que soar brasileiro já era considerado um mérito. E não é bem assim. Música tinha virado "resgate", parecia aula de OSPB."
Segundo seu raciocínio, 2009 já tem a marca de um ufanismo reavaliado. "Espero que as coisas não voltem a ser [antibrasileiras] como eram. E acho que não voltarão. O que a gente fez até aqui foi muito bem feito."
 

Fonte: Folha de S. Paulo

Os hits de 2009

hits09

 

Em qualquer tipo de música ele é importante, mas quando se fala em estilos mais populares, ele é praticamente indispensável.

O grande “hit“, que em outras palavras significa “a música que emplacou em todas as rádios e caiu no gosto de um mar de gente”, sempre marcou a história das duplas sertanejas, e no ano de 2009 não foi diferente.

Em comum, as canções abaixo tiveram o êxito de ser sucesso entre pessoas que simplesmente não ouvem sertanejo, mas que não conseguiram escapar da força dessas canções e, principalmente, de seus refrões.

Baseado nos rankings de rádios, pelo menos seis músicas de duplas sertanejas tiveram destaque especial.

Abaixo, as canções. Para ouvi-las, basta clicar sobre o nome delas.

 

Ciumenta, de César Menotti e Fabiano
(Tchê do Swing)

Lançada ainda em 2008, como prévia do CD/DVD “Voz do coração”, o sucesso da canção não demorou muito a acontecer. De refrão fácil e bem humorada, “Ciumenta”, em pouco tempo, entrou nas paradas das rádios e, curiosamente, acabou indo parar na propaganda da “Assolan”, com a menina Maísa, no intervalo do Big Brother.

As proporções que a canção tomou no primeiro semestre acabaram virando tendência para canções que vieram depois. Foi, e ainda é, cantada em festas por bandas de axé e de rock, festas de formatura e micaretas, de todos os estilos e jeitos diferentes. Das seis canções dessa lista, é a que mais conseguiu transpor a barreira do sertanejo e se tornar sucesso entre os mais diversos públicos.

Sua repercussão foi tamanha que, mesmo com outras canções sendo trabalhadas nas rádios durante todo o ano, ela é considerada o grande hit do disco.

Pode soar como exagero, mas o alcance da canção rivaliza com “Leilão”, o primeiro grande sucesso da dupla. Apesar de já desfrutarem do sucesso há alguns anos, a dupla é prova de que nada como um grande hit para manter forte sua popularidade.

 

Borboletas, de Victor e Leo
(Victor Chaves)

A grande canção do álbum homônimo, lançado no final do ano passado, é considerada por muita gente, de acordo com comentários deixados aqui mesmo no blog, a melhor música da carreira da dupla.

“Borboletas” foi a música que sucedeu o sucesso do álbum ao vivo, e da qual se esperava muito mesmo, devido ao sucesso conseguido com o álbum de “estreia”. Segundo declarações do próprio Victor, a canção não foi escolhida por eles e pela gravadora como a de trabalho, mas sim pelas rádios e pelo público, que se identificou mais rapidamente com ela.

Outro destaque do CD foi “Deus e eu no sertão”, que também figurou por muito tempo nas listas de mais tocadas. A vantagem de “Borboletas” é que ela conseguiu mais destaque sem ter sido trilha de abertura de uma novela, como foi “Deus e eu no sertão”.

“Borboletas” continua sendo regravada por dezenas de bandas, com autorização ou não, nos mais diferentes estilos, e também cantada em festivais de outros estilos ao redor do país.

 

Chora, me liga, de João Bosco e Vinícius
(Euler Coelho)

A canção “Chora, me liga” é o sonho de qualquer dupla que está começando: refrão forte, bordão fácil, no melhor estilo “chiclete”.

A dupla João Bosco e Vinícius, que já se destacava antes da canção, provavelmente não esperava que uma canção pudesse ter a repercussão que teve.

Em poucos meses de lançamento, ”Chora, me liga” já estava entre as mais tocadas, as visualizações no YouTube já atingiam números ineditos para a dupla, e uma apresentação no Faustão ajudou a fortalecer o maior sucesso da carreira.

É preciso esperar o ano acabar para fazer os levantamentos, mas é bem provável que ela feche o ano como música sertaneja mais tocada em 2009.

Por curiosidade, o compositor da canção é Euler Coelho, empresário da dupla, que também compôs “Voa, beija-flor”, outra canção dessa lista.

 

Paga Pau, de Fernando e Sorocaba
(Sorocaba)

Após conseguirem um bom destaque com “Bala de prata”, a dupla estava entre aquelas que precisariam mostrar algo de novo para se destacar no mercado de inúmeras duplas novas.

Muita gente apostava na dupla, principalmente por fazer uma música diferente das demais, mesmo assim o acerto de Sorocaba em “Paga pau” foi surpreendente. A canção colocou a dupla na lista dos grandes nomes de 2009, e o melhor, fazendo algo diferente do que se tem feito nos últimos anos.

A canção tem números que chamam a atenção principalmente na internet. Como já comentado aqui, em um site de downloads, em um link só, a canção já foi baixada 430 mil vezes. Imagine se somarmos todos os sites de downloads que acharmos.

Deve disputar, com “Chora, me liga”, o posto de música sertaneja mais tocada no ano.

 

Voa, beija-flor, de Jorge e Mateus
(Euler Coelho)

Quando a canção começou a ser trabalhada nas rádios, um anúncio foi divulgado para a imprensa, fazendo uma brincadeira com a canção de Victor e Leo: “Depois da Borboleta, segura o Beija-flor”.

E assim como “Borboletas” marcou na carreira de Victor e Leo, “Voa, beija-flor” vai se transformando em uma das canções mais importantes da carreira dos goianos,

Como já comentado aqui, a metáfora com pássaros é das características mais antigas da música sertaneja, e apesar de ter sido pouco usada por essa nova geração, costuma dar muito certo, e esse é um dos segredos do sucesso da canção.

Apesar de não ter sido lançada como primeira música de trabalho, já é, há algum tempo, considerada a grande canção do CD/DVD “O mundo é tão pequeno”.

Das seis canções listadas aqui, essa é que mais tem características de música sertaneja.

 

Amor não vai faltar, de Bruno e Marrone
(Mário, Marco)

A música brasileira mais tocada pelo menos nos últimos dois meses, de acordo com os rankings divulgados, “Amor não vai faltar” é mais um sucesso de Bruno e Marrone, acostumados a colocar canções no topo das paradas.

Por mais que se diga que a canção não é do estilo deles, que eles a gravaram apenas para se adequar a um novo mercado, há de se lembrar que “Programa de fim de semana” e “Ligação urbana” também têm o perfil de música mais “ingênua”, e que foram sucesso no país todo também.

Apesar das canções mais de letras e interpretações mais dramáticas, característica principal de Bruno e Marrone, a dupla sempre reservou espaço para esse tipo de música.

A canção “Pode ir embora”, também do projeto “De volta aos bares”, deve entrar nas rádios em breve como nova música de trabalho, mas o posto de grande hit do disco fica mesmo com “Amor não vai faltar”.

 

Fonte: Universo Sertanejo

Aquarela do Brasil, de Ary Barroso, faz aniversário de 60 anos

O ano de 2009 vai encerrando com o aniversário de 60 anos da canção brasileira que ficou mais famosa em todo o mundo: Aquarela do Brasil, de Ary Barroso (foto), que ele compôs de uma só vez numa noite chuvosa no Rio de Janeiro e foi mostrada ao público em junho de 1939.

Aquarela do Brasil é daquelas músicas que são reconhecidas logo no primeiro acorde. Serve de trilha para nosso país tropical seja nos Jogos Panamericanos, cantada por Daniela Mercury em 2007, ou embalando o concerto da Copa do Mundo de 94, com Placido Domingo, Carreras e Pavarotti, nos Estados Unidos.

No entanto, para que Aquarela decolasse e ficasse muito conhecida levou três anos. A virada veio em 1942, quando estreou Saludos Amigos, a animação pioneira dos estúdios Disney.

Em pleno esforço apoiado pelo governo americano de mostrar laços de amizade com a América Latina, os personagens de Walt Disney excursionam pela Argentina, Brasil, Peru e Chile.

Por aqui é o personagem Zé Carioca quem mostra as belezas brasileiras com Aquarela do Brasil como trilha sonora. Ary Barroso havia aprovado a licença da canção para Walt Disney, que a escutou numa visita ao Brasil em 1941.

Desde então, Aquarela do Brasil, foi gravada por artistas tão especiais como Frank Sinatra e Elis Regina. E mais recentemente até ganha coro de políticos, como foi o caso do governador Roberto Requião que pediu a canção todas as vezes que assistiu a Sinfônica do Paraná, seu estado-natal.

 

Fonte: WebRadio FM

Filme vai além das ideias propostas em shows de Gilberto Gil

Dirigido por Andrucha Waddington, registro tem imagens de tom sobrenatural e foge do estilo de parada de sucessos

O cinema é parte importante do negócio. A luz, ainda mais. Dirigido por Andrucha Waddington e protagonizado por Gilberto Gil, o filme "Bandadois" transformou, para muito além do que podia imaginar quem as viu no palco, todas as ideias propostas nos shows que o originaram.
Na tela, a plataforma giratória circular onde Gil se instala com banquinho e violão ganha a dimensão de nave espacial. A fotografia em alto contraste e os "takes" em contraluz criam a névoa, os brancos estouram e dão às imagens o tom sobrenatural. Parece cena de "Contatos Imediatos de Terceiro Grau".
Mas nada é efeito puro, para conquistar admiradores nerds de "Avatar". Esse "preto e branco colorido" que a câmera inventa parece mais interessado em imprimir, em imagem, a melancolia e a estranheza contidas na música que se fará ali.
É esquisito pensar em Gilberto Gil associado a essas palavras -estranheza e melancolia. Mais ainda ao lembrarmos que está sob produção musical de Liminha- o mesmo que o ajudou a formatar sucessos como "Realce" e "Vamos Fugir". Mas "Bandadois" foge justamente do espírito "hitmaker".
O repertório dá força ao lado B de Gil. Ou aos sucessos tímidos, sem oba-oba, como "Flora", "Metáfora", "Banda Um", "A Raça Humana". É, portanto, um anti-"Acústico MTV".
Tanto quanto a imagem, os novos arranjos colaboram para eliminar a sensação de parada de sucessos. Arrancam do sol até a esperançosa "Andar com Fé". Na sombra, os significados da canção se renovam.
Todo o tom sereno de "Bandadois" repercute o momento que Gil passa agora. Encerrado seu tempo em política, o artista quer retornar. Mas precisa, antes, se reconhecer. A voz mudou. Agora ela arranha. Dói um pouco. Mas também é bonita assim -e Gil já percebe isso.
A garganta só trabalha contra ele quando se esquece das novas limitações e tenta puxar cantos tribais do passado, agudos que não mais alcança e nem precisa alcançar. Sua tribo, agora, é outra. Mais íntima. Por isso funciona tão bem a química entre ele e o filho, Bem Gil, no violão. Por isso são tão bem acolhidas as novas canções, uma composta para a mulher, Flora ("Quatro Coisas"), outra para o casamento da filha ("Das Duas, Uma").
São desta última os versos que resumem todo o pacote, musical e pessoal, de Gil. "Os percalços naturais farão parte da canção/ Serão tropeços e recomeços cada vez, cada mês/ E vocês se acostumarão."
Ao todo, o DVD dura 120 minutos -fora outros 70 de extras, em que Gil ensina a tocar algumas músicas ao violão. Longo? Talvez. Mas é o tempo que Gil precisou para contar a história de reconciliação com a música, com a própria voz.
Como é cinema, não precisa ser visto milhões de vezes. O melhor é o que se traz para a vida real, como nos grandes filmes, depois dos letreiros finais.
 

Fonte: Folha de S. Paulo

Mallu Magalhães lança clipe gravado em uma praia

 

Cantora e compositora divulga o reggae Shine Yellow, incluída em seu segundo CD

 

Mallu Magalhães em uma praia? Pois é exatamente isso o que você poderá ver no novo clipe da jovem cantora e compositora. A música que está sendo divulgada com o mesmo é o reggae Shine Yellow, que pede mesmo esse clima descontraído, tipo farofa na Praia Grande. A música está no segundo CD da moça, lançado há pouco.

 

 

Fonte: R7

Novo disco de Lulu Santos foi feito ao avesso

Cantor e compositor acredita que a canção Baby de Babylon é o destaque de Singular

 

, o 22º álbum de Lulu Santos, chegou às lojas neste mês. E seu título já diz tudo sobre o novo trabalho do cantor.

 

O primeiro disco do artista carioca pela EMI Music foi produzido em parceria com o tecladista Hiroshi Mizutani, e reúne canções que o próprio Lulu já entoava em seus shows há quase um ano.

O projeto começou em janeiro deste ano, durante um show no Rio de Janeiro, que já incluia algumas das canções presentes no CD, como Duplo Mortal e Na'Boa. O diretor artístico da EMI, Paulo Junqueiro, propôs o lançamento de um DVD do espetáculo - o que não aconteceu.

O próprio cantor reconhece que o disco foi feito "ao avesso", pois a seleção inclui algumas canções que já tinham até sido registradas e editadas, mas foram esquecidas com o tempo.

As faixas instrumentais no começo e fim do disco (Spydermonkey e Restinga) são as boas surpresas. Leves e solares disfarçam os famosos riffs de guitarra de Lulu. O que se descobre, com a audição, que é uma tendência para o álbum todo.

 

Mas, para ele, Baby de Babylon - que está na trilha sonora nacional da novela da TV Globo Viver a Vida -, é o grande destaque. "
Ao gravar a faixa no meio do ano, Lulu mostrou-a a amigos como o DJ Zé Pedro e Washington Olivetto e avaliou que “a faixa ferveu de não caber em si nem em nós".

O encarte traz um Lulu Santos engravatado, num estilo almofadinha, meio preso. O que já é um prenúncio do que acontece quando se coloca o disco para tocar: o teclado parece abafar os outros instrumentos, provocando reações até engraçadas nas primeiras audições. Tudo se parece um pouco com algo que o próprio artista já produziu, como Fulcio, que é irmã-gêmea de Lua de Mel.

Perguntas traz um constrangedor sample de Bad Girl, de Donna Summer, que resulta num estranho funk melody. E a encomendada Zazueira, que Lulu e seus músicos gravaram quase que por engano para uma homenagem a Wilson Simonal (ele não sabia que se tratava de um show, e não de um álbum) traz uma levada funk eletrônica burocrática. Poderia ser tema de Malhação. Aliás, muitas das faixas entrariam na trilha sonora da novelinha adolescente sem a menor restrição.

Quando Lulu iniciou sua carreira, trouxe novidades deliciosas ao público, espalhadas por obras primas como O Ritmo do Momento e Tudo Azul, dois clássicos do rock brasileiro dos anos 80. Mas se esqueça de adquirir o novo trabalho, caso ainda anseie por um revival daqueles álbuns memoráveis. E não se surpreenda: o próprio artista tem toda razão ao declarar que o disco "parece ter sido feito do avesso".

Divulgação/EMI

 

Singular é o 22º álbum da carreira do cantor e compositor Lulu Santos
 

 

Singular

Fonte: R7

NX Zero grava mensagem de final de ano

Quinteto agradece apoio dos fãs e promete nova turnê em 2010

 

Os meninos da banda de rock NX Zero gravaram uma mensagem de final de ano em vídeo. Na produção de um minuto e 21 segundos, Di Ferrero, Caco Grandino, Fi Ricardo, Gee Rocha e Dani Weksler agradecem o apoio dos fãs.

Além disso, o grupo promete cair na estrada com a turnê Sete Chaves em 2010. A série de shows divulgará o álbum homônimo que foi lançado em 20 de outubro.

 

 

Fonte: R7

Fernando e Sorocaba disponibilizam disco completo para download

O disco ao vivo também vai sair em DVD

 

Os fãs da dupla sertaneja Fernando e Sorocaba podem baixar o novo disco "Fernando e Sorocaba - Acústico" diretamente do site oficial dos cantores.

O trabalho foi gravado no mês de novembro, em São Paulo. O DVD acústico do mesmo show está previsto para ser lançado em janeiro.

O disco tem 13 músicas, sendo quatro inéditas. Todas as canções compostas por Sorocaba.

 

Fonte: Cifra Club

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