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Música do Brasil

Música do Brasil

Netinho divulga na internet música do novo disco

Caixa Mágica é uma super produção feita por Netinho

 

Depois da digitalização, o mercado fonográfico jamais será o mesmo. Mais um exemplo disso aconteceu nesse sábado (17) quando cantor Netinho, que já vendeu 8 milhões de discos, resolveu disponibilizar gratuitamente a canção Extrapolou para downloads no seu site oficial. "Sigo uma tendência do mercado, quero me aproximar ainda mais do meu fã."

 

» Ouça Netinho no Sonora
 

 

Extrapolou é a canção carro chefe de seu novo disco, Netinho e a Caixa Mágica, que chegará ao mercado em dezembro no formato de CD/DVD. "Ainda não defini como será o lançamento do disco, vou ouvir as gravadoras, mas acho que se fizer tudo independente poderá ser melhor para o próprio fã."

Segundo o cantor, buscar acordos independentes permite aos artistas atingir uma faixa de vendas que as gravadoras não têm conseguido alcançar. "Posso fechar acordos com grandes lojas de varejo no País inteiro e com apelo de vendas na internet. Sem as gravadoras, posso até conseguir um preço final mais barato para o disco, e isso é bom tanto para o meu público, quanto para mim!"

Para o cantor baiano o que vale é conquistar a massa. "É um investimento, claro, mas penso que é importante criar uma relação com meus fãs, são eles que vão aos meus shows, e serão eles quem irão comprar o DVD depois."
 

 

Fonte: Terra Música

MTV Brasil disponibiliza Acústico Legião Urbana na íntegra em seu site

Aproveitando o hype da "volta" da Legião Urbana aos palcos com uma série de vocalistas convidados, a MTV Brasil disponibilizou em seu site o programa Acústico MTV: Legião Urbana na íntegra, para os fãs assistirem e reasistirem o momento histórico do trio registrado em janeiro de 1992.

Ainda no auge da forma, Marcelo Bonfá, Dado Villa-Lobos e o messiânico vocalista Renato Russo encantaram uma pequena platéia tocando seus maiores clássicos ao lado de releituras como Head On (do Jesus and Mary Chain) e a impressionante Hoje a Noite Não Tem Luar (do Menudo).

Para você que é fã, aí está a oportunidade perfeita para rever essa gravação clássica do trio mais importante da história da música brasiliense, que influenciou nove entre cada dez bandas de rock tupiniquins e até hoje tem canções entoadas como hinos pela juventude brasileira.

Logo abaixo você pode assistir ao vídeo completo do mega-hit-massivo Eu Sei. Para assistir a todas as músicas do show clique aqui e vá para o site da MTV.

 

Fonte: Virgula Música

Cheiro de Amor com novo projeto!

Cheiro de Amor com novo projeto!

Após o grande sucesso do DVD acústico do Cheiro de Amor, que foi gravado no Forte São Marcelo em Salvador, a banda liderada por Alinne Rosa começa se preparar para gravação do seu terceiro álbum.
O novo trabalho virá com músicas inéditas e tem previsão de lançamento para o começo do ano de 2010. Dentre as novidades que Alinne trará em seu novo projeto, há a possibilidade da gravação de uma música de autoria do jovem Levi Lima, vocalista da banda Via Circular.

 

 

Fonte: Axezeiro

Nova Secção: Passatempos

Criei uma nova secção na barra lateral do blog de Passatempos!

Para quem gosta de tentar a sua sorte, e de ir de graça aos shows brasileiros em Portugal, experimente participar nestes passatempos!

 

Os passatempos são da exclusiva responsabilidades dos sites que os realizam, não tendo eu qualquer responsabilidades sobre eles!

 

Boa Sorte!

Rapper brasileiro, Marcelo D2, vem a Portugal

Quem já ouviu a famosa frase “À procura da batida perfeita” deve conhecer um pouco do trabalho deste artista.
Esta expressão tornou-se o lema de Marcelo D2 quando ele procurava o rumo certo para a sua música e a sua carreira a solo.

 

Fonte: Hardmusica

Hoje este rapper é um dos artistas mais populares do Brasil. As letras retratam a realidade brasileira, num relato das injustiças e das incongruências vividas pela população.
O som é basicamente uma mistura entre rap e samba, numa combinação quase inovadora.

Marcelo Maldonado Gomes Peixoto nasceu em São Cristóvão, Rio de Janeiro, a 5 de Novembro de 1967. O apelido surgiu pelo facto de haver duas pessoas chamadas Marcelo no mesmo grupo de amigos. Como o rapper usava sempre um cordão com o número 2, para referir os dois filhos que tinha na época, passou a ser o Marcelo do dois, e mais tarde Marcelo D2.

O pequeno Marcelo era bom aluno até que foi expulso da escola. A partir daí começaram os problemas que se agravaram com a separação dos pais. Chegou mesmo a entrar no mundo da droga, mas, graças a uma surra do pai, acordou e viu que aquilo não era o que queria para a sua vida.
A partir dos 13 anos, começou a trabalhar e agarrou-se às oportunidades que surgiam. Foi desde office-boy até vendedor de loja de imóveis. Casou-se com Sonia aos 19 anos de idade, e nasceu o seu primeiro filho, Stephan.

Entretanto conhece Skunk e os dois formam a banda Planet Hemp em 1993. Juntam-se-lhes Rafael para a guitarra, Formigão no baixo e Bacalhau na bateria, e os concertos surgem fora do Rio de Janeiro e começam a ganhar alguma notoriedade. Mas Skunk morre um ano depois e a banda, desnorteada, pára o percurso.

Em 1995, com a entrada de Bê Negão recomeçam o trabalho e  lançam o CD “Usuário”.
A partir daí vieram mais alguns álbuns mas também algumas confusões porque o conteúdo das letras é profundamente agressivo e contundente embora pleno de realidade e actulidade.
Mas Marcelo D2 está determinado em seguir uma carreira a solo e em 1998 lança o disco "Eu Tiro è Onda". Mas só em2003 D2 deixa definitivamente o Planet Hemp e se dedica à carreira a solo.
No mesmo ano, lança “À Procura da Batida Perfeita”, uma mistura entre rap e samba na busca da musicalidade ideal.
Este disco foi  bem recebido pela crítica e deu fôlego para os trabalhos seguintes, alguns com a participação do filho Stephan.
O disco de inéditos, “Meu Samba é Assim”, cujos singles foram “Gueto” e “Dor de Verdade”, foi lançado em 2006.
O quarto, “A Arte do Barulho”,  o que vem apresentar a Portugal, chegou dois anos depois, com “Desabafo” e “Ela Disse”. A crítica e o público aceitaram positivamente este trabalho de Marcelo D2.

Agora o teste vai ser feito em Portugal e o público, amante deste género de música, vai poder apreciar um rapper brasileiro de créditos firmados.

O concerto tem lugar no Pavilhão dos Lombos em Carcavelos, a 13 de Novembro e aí pelas 21:30.

«All In One», Bebel Gilberto

Há uma parada de estrelas envolvidas neste «All In One», directa ou indirectamente. Não se deixe enganar, isto é xarope e do mau.

Bebel Gilberto pode ser muito simpática e agradável à vista mas este «All In One» é uma das maiores xaropadas dos últimos tempos. Vale a pena questionar se um exercício tão barato e facilitista é digna do nome Gilberto (o pai, recorde-se, é João Gilberto).

Para além do aproveitamento descarado de um património que deveria ser mais bem preservado («Bim Bom» e «Chica Chica Boom Chic» não são duas versões, são dois sacrilégios, um deles familiar), Bebel Gilberto parte para este «All In One» com a ideia de rentabilizar o sucesso do distante «Tanto Tempo».

Acontece que não só no início da década o downtempo era um som de vanguarda como o próprio «Tanto Tempo» estava milhas à frente deste «All In One». De resto, o acidente do disco homónimo (2004) repete-se. Havia alguma necessidade?

Bebel faz-se a «Sun Is Shining» (Bob Marley) e «The Real Thing» (Stevie Wonder) para mostrar que tem horizontes largos. São clássicos, sem dúvida, aqui reduzidos a um esqueleto faminto. «All In One» representa a falência de um som e a decadência de um tempo. E custa ver talentos como Mark Ronson e John King (Dust Brothers) desperdiçados.

 

Fonte: Disco Digital

Entrevista: "Os roqueiros profissionais sempre me cobraram muito", afirma Erasmo Carlos

Quem viu o primeiro ato da nova turnê de Erasmo Carlos, em setembro no Rio, até agora procura uma definição para o show que não esbarre no título do mais recente álbum do Tremendão: Rock N’ Roll, o primeiro de inéditas em cinco anos. Lançado em junho, o disco mostra o cantor e compositor de 68 anos numa volta ao rock que o garantiu a fama de mau nos tempos de Jovem Guarda.
 
Com o CD no bolso do paletó e um ainda inédito livro de memórias no outro bolso, Erasmo volta aos palcos de São Paulo no dia 23 de outubro, no HSBC Brasil. Em entrevista ao Virgula Música, o Tremendão conta que não vai tocar mais de seis músicas novas. No bate-papo por telefone, ele explica a aproximação com as guitarras e artistas do rock independente. De quebra, revela que tudo o que está no livro saiu diretamente de sua cabeça. Resolveu publicar “sem assumir que é uma autobiografia”. “Nunca seria uma coisa honesta”, opina.
 
O show em São Paulo é o mesmo da estreia da turnê, no Rio? Por exemplo, o Liminha (produtor do novo disco) vai participar?
 O show é o mesmo, mas a participação do Liminha foi só uma canja. Normalmente não tem a participação dele. Toco seis músicas novas. É o ideal, para irem aos poucos acostumando. Com mais do que seis, de repente já começam as reclamações.
 
No repertório há Sentado à Beira do Caminho, É Preciso Saber Viver, Fama de Mau e outras clássicas. Você toca é mais para agradar a plateia?
 Eu tenho uma história e as pessoas gostam de mim por esta ou aquela música. Então as pessoas vão ao show querendo ouvir. A crítica não gosta deste tipo de repetição, mas se o Rolling Stones vier aqui e não tocar Satisfaction, todos ficam chateados.
 
Por que sentiu a necessidade de gravar um disco de rock?
 Há muito tempo me pedem, principalmente os fãs paulitas que são roqueiros profissionais. Aqui no Rio, talvez pelo clima, não temos roqueiros típicos como o (guitarrista Luis) Carlini e o Beto Lee. Eles me cobravam muito. Queriam um disco de guitarras, de rock mesmo. Estava com saudade, fiz uma boa leva de músicas e aproveitei.
 
São muitos fãs da cena do rock independente como Nervoso, Gabriel Thomaz e Érika Martins, que te acompanharam no VMB (premiação da MTV). E o Filhos de Judith, sua banda de apoio. Como é saber que sua obra fascina essa nova geração?
 É necessário para a vida do artista. Se bobear você fica junto com os seus amigos, quem é da sua geração. Tem que ser aberto a novas influências, ficar de peito aberto...
 
Qual a diferença do processo de composição entre os parceiros de longa data, como Roberto Carlos; e os mais recentes como Nando Reis e Chico Amaral?
É diferente, porque não tem um encontro físico com os novos. São processos distintos. Com Nelson Motta, Nando Reis e Chico Amaral, não tive encontro. Música e letra eram coisas distintas. Trocamos e-mail e mp3 para compor e chegarmos a um acordo. Com o Roberto é fisicamente que nos encontramos e discutimos.
 
Gostaria de saber um pouco do teu livro... Como surgiu a ideia de lançá-lo?
Fui escrevendo casos engraçados que aconteceram comigo e com meus amigos do meio e fora do meio. Num certo ponto, já com a editora Objetiva, vimos que se tivesse um fio condutor era uma minihistorinha da vida. Sem assumir que é uma autobiografia. Jamais publicaria uma autobiografia vivo. É legal quando o cara morre e alguém faz: fica a lenda do cara. Ele vivo nunca seria uma coisa honesta. Sempre vai livrar a cara dele mesmo. Achamos honesta chamar de memórias, é mais descompromissada. Escrevia em todos os lugares: no banheiro, no aeroporto. Fiquei 24 horas por dia pensando nos casos. Tudo é da minha memória, publiquei como eu me lembro. É a minha ótica.

 

Fonte: Virgula Música

Assista a trecho do DVD da Pitty

Filmado, dirigido, editado e com roteiro de Ricardo Spencer num esquema home movie, no qual todos os envolvidos operaram a câmera em algum momento, o novo DVD de Pitty é mais do que um documentário das gravações de “Chiaroscuro”.

Além dos vídeos das canções do álbum, “Chiaroscope” traz três clipes de músicas inéditas nos extras do DVD: “Pra Onde Ir”, “Just Now” e “Sob o Sol” (parceira de Pitty com Fabio Cascadura), este um rock com uma letra que traz impressões particulares dos dois músicos baianos sobre Salvador, onde o clipe foi gravado. Também faz parte do DVD o clipe de “Me Adora”, que teve mais de 1 milhão e 500 mil plays em 2 meses no YouTube.

O áudio do DVD, que será lançado no final de outubro pela Deckdisc, também pode ser ouvido em 5.1.


 

Fonte: DropMusic

Bruno e Marrone no seu site

A notícia é mais por uma questão de curiosidade.

As duplas mais renomadas não têm o costume de deixar seus CD’s completos para serem ouvidos em seus sites oficiais, principalmente quando se trata dos trabalhos mais recentes. Na maioria das vezes, algumas músicas, duas ou três, no máximo, ficam rodando de fundo enquanto você navega pelo site.

Uma novidade entre os sertanejos mais consagrados, é este player abaixo da dupla Bruno e Marrone, no qual você pode ouvir todas as músicas inteiras do novo CD, com boa qualidade. Além de ouvir no site da dupla, você pode colocar este dispositivo no seu site ou blog.

Quem quiser conferir, é só clicar aqui .

 

                    

 

Fonte: Universo Sertanejo

Ney Matogrosso lança novo disco e se diz mais "sexual"

Ney Matogrosso lança 'Beijo Bandido'

 

Aos 68 anos, Ney Matogrosso se acha muito mais sexual do que nos tempos de Secos e Molhados. O cantor lança Beijo Bandido, 32º disco da carreira solo e afirma que não leva seu trabalho como brincadeira e que tenta chegar o mais próximo da perfeição.

Confira a entrevista que Ney Matogrosso concedeu ao Terra, na qual fala sobre o novo disco, sua liberdade artística e o que mudou em sua performance.

 

Em um momento em que a indústria fonográfica vai mal das pernas, você lança um disco luxuoso, com papel espelhado, arte do Ocimar Versolato. Esse tipo de capricho ainda compensa?
Já que o disco é um produto tão banalizado, já que ninguém se preocupa com a embalagem da música, eu queria fazer uma coisa bem bonita, que as pessoas gostassem de ver, gostassem de acompanhar as letras. E parece que acertei, porque todo mundo se refere a essa capa, esse encarte. Mas eu tive essa mesma atenção com o Inclassificáveis.

Quanto tempo o disco demorou para ser gravado?
Foram dois meses de gravação. Nesse tempo fizemos algumas pausas para shows... O repertório eu já tinha começado a escolher faz tempo. Algumas dessas músicas iam entrar no Inclassificáveis e acabaram ficando de fora.

Após tantos anos de carreira e mais de 30 discos, acha que ficou mais fácil passar por uma gravação?
Cada disco é um trabalho diferente. Você tem que estar ali como se fosse seu primeiro disco. E não pode ser displicente, senão o público percebe. Jamais eu colocaria um trabalho meu na roda com displicência.

Você já trabalhou como iluminador para vários outros músicos. Isso te completa como artista?
Eu gosto muito, porque conheço os dois lados da história, então posso realizar um bom trabalho, mais completo.

Quem você destaca nesta nova cena de compositores?
Tem muita gente nova compondo coisa muito boa, o problema é que essas pessoas não conseguem atravessar uma muralha que existe entre elas e o público. Eu como intérprete tento fazer essa ponte.

Você afirmou recentemente que seus discos nem sempre refletem o que você está passando naquele momento. Como está sua vida hoje e no que ela reflete em Beijo Roubado?
Minha vida não está refletida no disco. E não precisa estar, o disco é um exercício artístico. Mas eu estou muito bem, muito tranquilo, seguro de mim, sei que peguei um caminho mais sinuoso na minha vida artística na minha carreira artística, mas estou feliz com a minha história. Eu poderia ter ficado milionário se tivesse cedido ao gosto das gravadoras naquela época, mas nunca cedi.

Eu sempre quis ter uma liberdade artística. Passei por seis gravadoras defendendo isso. Agora, estou numa situação muito tranqüila diante do mundo, diante da vida. Sou coerente, sou perfeccionista, sim, sei que nunca se alcança a perfeição, mas você tem que ir o mais próximo possível. Eu não encaro meu trabalho como brincadeira, encaro com seriedade.

Aos 68 anos você teve que adaptar de alguma forma suas performances?
Não tive que me adaptar a nada, mas vai chegar uma hora em que vai acontecer, tenho a consciência disso...

..então você continua o mesmo em cima do palco em relação aos tempos de Secos e Molhados?
Sou o mesmo, só que mais elaborado. Ali era uma coisa muito intuitiva. Acho engraçado como podiam achar aquilo uma ameaça sexual. Não acho nem sexual, acho engraçado. Hoje em dia é muito mais conscientemente sexual do que naquela época.
 

 

Fonte: Terra Música

Luis Represas grava com Margareth Menezes

Foi no estúdio do músico Carlinhos Brown que decorreram as gravações bem como noutros locais da cidade de Salvador.

Para além da canção, Luis Represas gravou depoimentos sobre a sua colaboração com Margareth Menezes, a importância de Mazzola na aproximação dos dois artistas e ainda a sua ligação, profunda quase visceral, ao Brasil  e à sua música.

Convém salientar que Margareth Menezes é considerada um dos nomes grandes da afropop brasileira, referência que já lhe rendeu mais de 20 tournées mundiais e rasgados elogios da imprensa internacional, que quase a considera a “Aretha Franklin brasileira”.

Acrescente-se que para além de Luís Represas e do baiano Carlinhos Brown, participam no DVD de Margareth Menezes outros grandes nomes da música popular brasileira, como Roberto Mendes e Saul Barbosa.

 

Fonte: Hardmusica

Trailer oficial do DVD A Caixa Mágica

Trailer oficial do DVD A Caixa Mágica

O novo DVD do cantor Netinho intitulado como “A Caixa Mágica”, que foi gravado nos dias 26 e 27 de setembro, na cidade de Aracaju, foi marcado por muita magia, palhaços, um verdadeiro circo no palco.
A Caixa Mágica, que contou com grandes participações especiais e um repertório de dar inveja a qualquer um, tem sua previsão de lançamento para dezembro. Enquanto o novo trabalho do cantor não chega você pode conferir em primeira mão no Portal Axezeiro.com. o trailer oficial do projeto que promete chegar com tudo e ser um dos melhores presentes para as festas de fim de ano.

Confira o Trailer.

 
Fonte: Axezeiro

Para Bruno & Marrone a música é mais importante que os ritmos

Dupla falou ao R7 do sucesso Dormi na Praça, sobre o novo CD e DVD

 

 

Divulgação

 

Antes de seguir carreira musical Bruno foi balconista de farmácia e Marrone trabalhou na lavoura e em um supermercado.

 

No último domingo, dia 11 de outubro, a dupla Bruno & Marrrone se apresentou na cidade de Itu, no interior de São Paulo, no Rodeio Itu 2009. O evento recebeu diversas duplas sertanejas nos cinco dias de festa. Bruno & Marrone se atrasaram e chegaram no local por volta de 1 e 15 da manhã. Um pouco nervosos e ansiosos para o show, receberam a imprensa e os fãs antes do espetáculo. A dupla contou ao R7 sobre as novidades do novo CD e DVD De Volta aos Bares, que resgata as origens e o começo da carreira. Bruno & Marrone também falaram sobre mistura de ritmos com o sertanejo e o sucesso que foi a música Dormi na Praça. Confira a entrevista.

 

 

R7- A maioria das duplas sertanejas muda de nome para seguir carreira artística. Como foi achar um pseudônimo? Foi muito difícil?

Bruno & Marrone - Foi uma canseira, foi difícil. Foram uns dois meses procurando os nomes até acharmos. O nome Marrone achamos sem querer.

 

R7- Vocês começaram a carreira cantando em bares. Como foi?

Bruno & Marrone - Foi complicado o começo da nossa carreira. Nós tocávamos em bares, foi difícil demais. Monta uma dupla pra você ver a dificuldade que é.

 

R7- Porque vocês decidiram colocar o título De Volta aos Bares no nome do novo disco?

Bruno & Marrone - Nós decidimos colocar o nome De Volta aos Bares no nosso novo trabalho porque nos traz de volta as origens, como se fosse isso,  de volta as origens, de volta as regravações.

 

R7- A música Dormi na Praça fez o maior sucesso com sua letra simples e bem humorada. Quando vocês viram a letra pela primeira vez, imaginavam que seria esse sucesso?

Bruno & Marrone - Já achamos que seria sucesso, desde o começo quando ouvímos pela primeira vez. A música estourou em Goiás, no triângulo mineiro aí depois, em 2001 ela aconteceu nacionalmente. Nós tínhamos percebido uma energia boa na música desde o primeiro momento.

 

bem-m-20091013

 

R7 - Vocês já misturaram diversos ritmos com o sertanejo. Como foi essa experiência?

Bruno & Marrone - Nós já fizemos duetos com Alexandre Pires, Cláudia Leitte e achamos legal demais. Antigamente o pessoal tinha muito preconceito. Quanto mais você misturar os ritmos, mais você atinge os públicos e é por isso que a música sertaneja está tão forte hoje em dia, atingindo a turma mais jovem e o Bruno & Marrone está aí. Não interessa o ritmo, o que interessa é a música. A música sendo boa cai na boca da galera. Essa mistura é muito legal, muito interessante pra nós.

 

R7- Falem um pouco sobre o novo trabalho De Volta aos Bares, o que ele traz para os fãs?

Bruno & Marrone - De volta Aos Bares é um formato acústico que realmente faz sucesso. Essa galera que tá tocando agora, faz exatamente o que a gente fez em 2001, então resolvemos fazer de novo porque é um formato bem sucedido e que funcionou para nós. Regravamos algumas canções, como Cavalgada, do Roberto Carlos, incluímos outras músicas inéditas e algumas delas foram compostas por nós.

 

Fonte: R7

Roberto Carlos é capa da revista musical americana Billboard

Divulgação

O rei Roberto Carlos é sempre sucesso. Aos seus 50 anos de carreira o cantor continua com grande força e reconhecimento
 

O cantor Roberto Carlos, aos seus 50 anos de carreira, é puro sucesso. Sua nova canção A Mulher que eu Amo, trilha da novela Viver a Vida, da Rede Globo, é o maior sucesso entre o público. O Rei ainda está acertando a música em estúdio para que ela possa ser liberada e lançada. O CD que traz a trilha sonora da novela teve que ser adiado para que a música fosse incluída. 
Além de todo o sucesso da canção, a revista Billboard traz uma matéria com uma foto estampada do cantor. A reportagem conta sobre os bastidores de seus shows.

 

Fonte: R7

Sorriso Maroto lança clip com Ivete Sangalo

Sorriso Maroto lança clip com Ivete Sangalo

 

O grupo de samba originário do Rio de Janeiro, Sorriso Maroto, lança ainda essa semana um clip da sua canção que já é o maior sucesso nas rádios de todo o Brasil, E Agora Nós, que tem a participação da musa Ivete Sangalo.
Realizado pela Visorama Diversões Eletrônicas, que é também responsável por vinhetas da MTV e TV Globo, o vídeo é feito todo em 2D e 3D e já pode ser visto no Youtube. O clipe traz a história de um casal de pássaros que passa por uma crise em seu relacionamento, mas que no final tudo é resolvido.
A canção E Agora Nós faz parte do DVD "Sorriso Maroto - Sinais em Estúdio". 
Acompanhe o clip:



 

Fonte: Axezeiro

Harmonia do Samba com novidades

Harmonia do Samba com novidades

O grupo baiano Harmonia do Samba, liderado por Xanddy, a partir deste mês assina contrato com novas produtoras. A responsabilidade da banda agora fica por conta da Pequena Notável e HS Produções, ambas com sede em Salvador.
Xanddy e a turma do Harmonia estão super animados com com a nova fase da banda e promete aplicar toda essa satisfação na produção do seu 11° álbum, que tem previsão para ficar pronto em meados do mês de novembro.

Ainda no inicio de 2010, o grupo retorna com os seus ensaios de verão, que funciona como uma preparação para o carnaval de Salvador, onde a banda comanda o bloco Meu & Seu, no circuito Barra/Ondina. O ensaio intitulado como "A melhor segunda-feira do mundo" se caracteriza por mobilizar os fãs baianos e turistas em um show para lá de especial.

 

Fonte: Axezeiro

Roberto Carlos canta em Lisboa em Janeiro

Roberto Carlos canta em Lisboa em Janeiro
 

 

O "rei" tem viagem marcada para Portugal em Janeiro de 2010 para três concertos no Pavilhão Atlântico, em Lisboa. Os espectáculos fazem parte da digressão "Roberto Carlos 50 anos de músicas", que começou no dia de aniversário do cantor, a 19 de Abril, na sua cidade-natal, Cachoeiro de Itapemiri, e tem passado por várias cidades do Brasil. Acompanhado por uma orquestra de quinze músicos, Roberto Carlos passa em revista temas marcantes da sua trajectória profissional como Emoções, Cavalgada, Como é grande o meu amor por você, Outra Vez, Eu te amo te amo te amo, É preciso saber viver, Jesus Cristo e Detalhes.

O músico lançou recentemente um tema inédito, A Mulher Que Eu Amo, que faz parte da banda sonora da novela Viver a Vida, de Manoel Carlos, actualmente em exibição na SIC.

 

Fonte: Diário de Notícias

Música para criança tem que ser a melhor possível, diz Adriana Partimpim

Divulgação 

Adriana Partimpim posa para foto que divulga seu novo disco, "Dois"

 

Já com certo tempo de estrada como intérprete de MPB, Adriana Calcanhotto percebeu um dia que seu trabalho atraía a atenção do público infantil. Mesmo faixas com letras pesadas, como a do sucesso radiofônico “Mentiras”, se tornavam favoritas das crianças, segundo a cantora, “talvez por falar de quebrar xícaras e arranhar discos”.

O que as crianças não sabiam é que a atenção era recíproca. Adriana já tinha em mente há anos o projeto de gravar um disco com o público infantil quando lançou o primeiro álbum do projeto Partimpim, em 2004. Muito além de um item a mais na discografia da cantora, nascia aí um heterônimo com uma identidade paralela, destinada a voar com asas próprias e criar uma obra independente.

Com o objetivo declarado de derrubar as barreiras entre os mercados adulto e infantil, Adriana Partimpim conseguiu conquistar as crianças pelos méritos musicais e levar os pais de lambuja. “Não tem que ter segregação”, diz, “isso dá margem para essa coisa dogmática dos gêneros, escaninhos, certo e errado”.

Cinco anos depois, chegou a hora de levar o projeto adiante. Lançado no mês da criança, o segundo disco da Partimpim segue no mesmo espírito de unir as idades sob a bandeira da música.

Desta vez, o repertório inclui versões que passam de Villa-Lobos a Bob Dylan, João GIlberto e Erasmo Carlos e traz o diferencial de ter sido produzido em apenas quatro meses, garantindo assim uma dose extra de urgência e espontaneidade à delicadeza já observada no primeiro trabalho.

 

UOL Música - Por quê mais um disco da Partimpim? Como surgiu a idéia?
Adriana Partimpim -
Quando eu lancei o primeiro, a ideia já era lançar mais um. Por isso existe a Partimpim, que tem a possibilidade de fazer uma discografia com esse heterônimo, e não um só disco. Sempre pensei em fazer o segundo, mas era uma coisa para mim, e as crianças ficavam cobrando. E eu estou à disposição.

A Partimpim está sempre com o ouvido atento para canções e vai botando elas numa lista de coisas que podem ir para o próximo disco. Até maio deste ano eu olhava essa lista e sentia que ainda havia uma ligação com o primeiro disco, como se fosse uma continuação, mas não me interessava. Só consegui armar o repertório do "Dois" quando vi que era um álbum próprio, independente do primeiro. Enquanto o outro levou dez anos para senr concebido, pensado e lapidado, este foi feito em quatro meses.

 

UOL Música - Como foi a seleção do repertório?
Adriana Partimpim -
Da lista de centenas de canções, 14 se destacavam. Tem músicas que pedem para serem gravadas, como "Gatinha Manhosa", do Erasmo Carlos, e isso vai te dando um processo que eu acho delicioso, uma das coisas mais agradáveis do meu trabalho, que é ver a relação entre as músicas no disco.

 

UOL Música - O disco tem versões de Roberto e Erasmo, João Gilberto e outros medalhões, mas ao mesmo tempo tem uma sonoridade moderna, com elementos eletrônicos e bastante cuidado com as guitarras. Foi uma decisão consciente misturar o clássico e o moderno?
Adriana Partimpim -
A coisa não começa com a gente pensando em misturar uma coisa com a outra. É o contrário, a gente grava uma guitarra e percebe que ela então abre espaço para outra coisa e vai fazendo uma espécie de "lego", encaixando as peças. Uma coisa interessante neste disco foi o exercício de timbragem. Acredito que seja pelo fato da gente estar na Toca do Bandido, o estúdio do [produtor falecido em 2004] Tom Capone, onde as guitarras dele ficam à mostra e os timbres ficam mais presentes. É uma coisa muito lúdica. Você toca com a mão mais à esquerda ou mais à direita e o som muda. Dependendo de onde o disco está sendo gravado, você privilegia outros aspectos, mas o fato de estar na Toca incentivou nossa percepção.

 

UOL Música - Uma das faixas mais interessantes é a versão de "Man Gave Name To All The Animals", do Bob Dylan feita pelo Zé Ramalho. Como essa música entrou no disco?
Adriana Partimpim -
Eu queria muito cantar essa música em português. Cheguei a pensar em alguns versionistas, mas acabei decidindo fazer a versão eu mesma. Depois fui vendo o tamanho da encrenca, porque não é uma música fácil. Até que, quando eu estava decidida a encarar a tarefa, li na internet uma matéria sobre o disco do Zé Ramalho com versões do Bob Dylan em português (“Tá Tudo Mudando", de 2008), aprovadas pelo próprio Dylan. E lá estava a canção, super bem resolvida, de um jeito que eu não faria. Fiquei muito feliz de ver o que eu estava pensando, feito de um jeito tão bonito.

 

UOL Música - A música infantil feita no Brasil não é conhecida pela preocupação com as minúcias da produção ou da composição. As crianças são subestimadas pelos artistas?
Adriana Partimpim -
Isso é uma generalização, mas acho que existe uma mentalidade subestimadora das crianças no geral, não apenas na música. Claro que essa mentaldade também se reflete na arte que se faz para criança. Desde criança eu sempre fui inimiga da idéia de que "está bom assim, é para criança". Acho o contrário, tem que ser o melhor possível, por ser para criança.

 

UOL Música - E como os adultos respondem?
Adriana Partimpim -
Adultos e crianças respondem do mesmo jeito. Querem mais discos, querem show. Criou-se o "escaninho infantil" da música feita para crianças. Mas as crianças estão no mundo adulto ouvindo notícias e música do mundo adulto. E de maneira geral os discos para crianças são chatos para os adultos. E um disco que é chato para adultos é um disco chato. Esse negócio de "música para adultos", "música para crianças", "música para branco", "música para preto", "música para gay", "música para republicano"… acho isso o fim. Vi tanta discussão sobre as crianças estarem dançando a "Boquinha da Garrafa". Claro que estão, elas estão no mundo, a canção está ali e os adultos estão fazendo aquilo. Não tem que ter segregação, porque isso dá margem para essa coisa dogmática dos gêneros, do certo e errado.

UOL Música - Essa idéia de fazer “música infantil” para todas as idades teve inspiração em outros artistas?
Adriana Partimpim
- A principal inspiração vem de algo que eu sempre considerei muito generoso, que é o fato dos monstros da música brasileira, como Heitor Villa-Lobos, Chico Buarque e Vinícius de Morares sempre terem feito coisas para crianças. Quando era criança, eu ouvia o Vinícius de Moraes cantando e sentia que aquilo era diferente dos disquinhos que eu tinha. Eu não sabia que a diferença era a poesia. Então mesmo sem saber dar nome, as crianças e os adultos percebem a diferença. O Arnaldo Antunes também faz isso e eu acho encantador.

 

UOL Música - Você acha que o Partimpim está levando as crianças a terem interesse por música "não infantil"?
Adriana Partimpim
- Não, acho que o Partimpim só sublinha uma coisa que existe, que é o fato de que muita música não é feita para crianças, mas é eleita pelas crianças. Como é o caso de músicas do Carlinhos Brown, do Roberto Carlos ou do Chico Buarque. O "Grande Circo Místico", do Chico com o Edu Lobo, não é um disco feito para as crianças, mas é um disco infantil porque que as crianças assim o entenderam. Acho que o Partimpim é assim também. Quando a minha música "Mentiras", que é uma canção de amor e de separação, estourou nas rádios, as crianças vinham aos shows. Eu pensava "o que as elas estão fazendo aqui?", mas elas escolheram aquela música. Até hoje não sei bem o que era, mas elas vinham, talvez porque a letra tinha uma coisa sobre quebrar xícaras, arranhar os discos, acho que era um pouco por aí.

 

UOL Música - Como vai ser o show do novo álbum?
Adriana Partimpim -
Ainda não tenho idéias tão concretas. O que aconteceu foi que, como o disco saiu num ano em que eu falei que não faria discos, ainda tenho compromissos assumidos e que eu vou cumprir até o final do ano. Quando acabar, vou me dedicar com exclusividade à Partimpim e pensar no novo show. Estou sondando pessoas para uma banda, mas ainda estou muito no início. O show também merece uma independência e sei que ele vai ter repertório dos dois discos e do DVD, mas também vai ter a própria cara que eu ainda preciso inventar. Uma coisa que eu posso antecipar é que uma canção do disco "Iê Iê Iê" do Arnaldo Antunes, que eu não vou dizer qual é, já foi para a lista do show.

 

UOL Música - Algum recado para encerrar?
Adriana Partimpim -
Estou super contente com o trabalho e espero que a alegria que a Partimpim teve fazendo esse disco seja passada para as pessoas. Quero que elas tenham tanta ou mais alegria ao escutar o disco.

 

Fonte: UOL Música

Novo CD mostra os novos caminhos musicais de Pitty

Cantora incorpora novos elementos ao seu rock and roll básico e energético

 

 

Chiaroscuro é o quarto disco da roqueira baiana Pitty e o primeiro de inéditas em quatro anos. Em entrevista exclusiva ao R7, a cantora e compositora fala sobre o disco, carreira e seus projetos pessoais, além do show de lançamento em Sâo Paulo, que ocorre no dia 15 no CitiBank Hall.

R7 - Você ficou quatro anos sem lançar um disco de inéditas. Nesse meio tempo, lançou um disco ao vivo. Por que tanto tempo sem músicas novas? 

Pitty - Foi o acúmulo de trabalho que tive com a turnê do segundo disco e depois com a do DVD do ao vivo, na verdade. Depois que conclui tudo isso me senti renovada o suficiente para gravar, com ideias e letras e pensamentos novos. Não me interessa ficar
lançando discos que sejam iguais aos anteriores

R7 - Você é uma artista solo mas percebe-se que a participação de sua banda é muito grande em seu trabalho. Para você, o nome Pitty na capa dos CDs e DVDs significa uma artista solo ou na verdade uma banda da qual você é a líder?

Pitty - Significa o meu nome, enquanto líder e responsável pela palavra final nas decisões todas acerca desse projeto. Quando comecei, estava sozinha, e o fato de os meninos hoje terem tanta participação é total mérito deles e do tempo que estamos juntos.

R7 - Chiaroscuro é o trabalho mais diversificado de sua carreira. O som continua pesado mas existem muitos elementos sonoros que ainda não haviam aparecido no seu trabalho. Isso é fruto desses quatro anos sem um CD de estúdio de inéditas?

Pitty - É fruto disso também mas é muito fruto do tempo. Quanto mais se vive mais bagagem se acumula e é natural que elas venham surgindo. Tem a ver também com mais tranquilidade para se deixar levar sem tantas amarras.

R7 - Que influências você detecta em Chiaroscuro? O que você ouviu e que acha que ajudou a te inspirar na criação desse novo CD? Jovem Guarda seria uma delas?

Pitty - Muito mais coisas gringas do que nacionais, isso é fato. As pessoas associam Me Adora a jovem guarda, mas a verdade é que eu estava ouvindo The Ronettes com Be My Baby e a própria jovem guarda já era reflexo dessa coisa que acontecia lá fora nos anos 60. Provavelmente devo ter bebido na mesma fonte que eles, daí a associação. Mas acho que essa é só a ponta do iceberg em Chiaroscuro, é somente uma das coisas que tem ali. Tem também música clássica, tango, rock alternativo, rock pesado, climas a lá Velvet Underground. Tudo que escutei a vida inteira se juntou numa coisa só, que é esse disco.

R7 - Fale um pouco sobre o título do disco e se ele tem a ver com o repertório do disco, com o espírito das canções.

Pitty - Sim, totalmente. Um título serve para sintetizar uma obra e nesse caso é isso: o contraste proposto pelo nome Chiaroscuro (claro-escuro, preto-branco) aparece nas letras e composições. Pesadas e sutis, diretas e lúdicas.

R7 - Me Adora é uma canção agressiva na parte da letra mas tem uma levada quase pop, quase jovem guarda. Ou seja, rola um contraste bem interessante. Essa foi a ideia inicial? Fale sobre como surgiu essa música.

Pitty - Primeiro fiz a harmonia e busquei uma progressão de acordes que tivesse essa pegada meio retrô. Quando fiz a melodia, identifiquei nela uma espécie de lamento e achei que a letra tinha que combinar com esse clima. Contrastes pra mim sempre são
interessantes e tendo uma melodia tão assobiável apareceu a necessidade de uma parte lírica mais contundente. Fiz os versos escolhendo palavras que considerava fortes e dramáticas, chutando o balde no refrão, para chegar a esse contraponto.

R7 - Na sua opinião, quais são as músicas desse novo CD que são mais diferentes de tudo o que você já fez, e porque?

Pitty - Água Contida, porque tem uma pegada de tango, tem a ver com música clássica já que a inspiração veio de Carmem de Bizet; A Sombra que é um mantra quase trip hop; Todos Estão Mudos que tem uma levada tribal - lembra um pouco baião na batida mas a melodia e o riff é de uma canção meio épica, de guerra. E a própria Me Adora e também Fracasso, que trazem esse lado mais girls groups da decada de 60, com muitos coros e vozes que eu nunca tinha gravado antes.

R7 - O show de lançamento de Chiaroscuro em São Paulo vai rolar no dia 15. Como vai ser?

Pitty - A minha ideia por enquanto, como é um show de lançamento, é tocar todas as músicas do Chiaroscuro na ordem. Não sei ainda se tecnicamente será possível por conta de troca de instrumentos e tudo o mais, mas amanhã vou me reunir com os meninos e estudar essa possibilidade. Com certeza vão rolar músicas dos discos anteriores, do primeiro, do segundo e do DVD. Pensei na estética visual do novo show de forma que ela comungasse com o conceito do disco, a coisa do preto e branco, da iluminação monocromática e soturna. É um cenário simples e funcional, para que possa ser levado a todos os tamanhos de palco país afora. Uma solução que encontrei para isso foi deixar o fundo preto e todos os elementos de cena na frente (amplificadores, instrumentos) brancos. O figurino dessa turnê também segue a ideia: combinei com os meninos que só vale preto, branco e tons de cinza.


R7 - Desde o início de sua carreira, você teve muito apoio por parte da MTV. Agora, mesmo, o Duda e o Martin ganharam como melhores músicos no VMB. Qual a importância disso para a divulgação do seu trabalho? Te incomoda o fato de alguns te considerarem protegida da MTV? E como é o seu relacionamento com o pessoal de lá?

Pitty - Eu não tenho necessariamente apoio da MTV. O apoio que eles me dão é o mesmo que eu já vi de perto eles darem a inúmeras outras bandas que estão começando, oportunidade de mostrar a cara, de passar o clipe etc. Vide Vivendo do Ócio e Móveis Coloniais de Acaju tocando esse ano e Bonde do Rolê tocando ano passado. O que aconteceu quando eles fizeram isso conosco alguns anos atrás foi que a audiência se identificou imensamente e a coisa aconteceu por si só. Se isso não aconteceu com as outras bandas que tiveram a mesmíssima oportunidade que a gente é uma pena. Quem manda ali é a audiência, e se Duda e Martin ganharam é porque as pessoas votaram neles assim como votaram em Fresno para Artista do Ano. Meu relacionamento com a galera de lá é maravilhoso, é gente que trabalha com música, entende de música, e fiz ótimos amigos que tenho certeza permanecerão independentemente do trabalho.

R7 - Fale um pouco sobre as suas letras. Elas falam sobre coisas que acontecem na sua vida, coisas que você observa no mundo, sua filosofia de vida? O que te inspira a escrever letras? Dá para se conhecer melhor a Pitty analisando suas letras?

Pitty - Dá pra conhecer a parte mais submersa e íntima de mim pelas letras, ali me exponho muito. Não me furto de colocar pra fora minhas observações, desejos, frustrações, medos e vontades mais recônditos. Óbvio que é um código as vezes cifrado, mais poético, nem sempre tão direto. Escrevo porque preciso, porque necessito dessa válvula de escape que pra mim é o papel e a caneta; do contrário, eu murcho.

R7 - Muitas garotas te encaram como um exemplo a ser seguido, uma inspiração. Como você encara isso? Te preocupa de alguma forma? Te leva a fazer alguma coisa diferente do que você faria, se fosse uma pessoa fora da mídia?

Pitty - Encaro numa boa, isso é uma circunstância-consequência. Não é a razão nem o motivo e portanto não me leva a fazer absolutamente nada diferente. Nunca pretendi ser nem didática e nem exemplo, é do livre arbítrio de cada um escolher seus espelhos. E acredito que o grande charme das pessoas está justamente nisso: buscar esse autoconhecimento sem medo de ser o que se é. Sabendo que volta e meia alguém puritano, conformista e com mentalidade fechada vai te julgar. Mas a vida da gente é muito curta para se privar de viver e ser pleno.

R7 - Ao contrário de algumas garotas roqueiras, você sempre soube equilibrar a rebeldia rock and roll com um visual extremamente feminino. Você tem mesmo essa preocupação em ser feminina e roqueira ao mesmo tempo?

Pitty - Não chega a ser uma preocupação, o que se vê no exterior reflete o interior. Essas coisas, quando são de caso pensado e por motivos alheios se tornam artificiais e não convencem. Não vale a pena. O que enxergo é que tenho muitas diferentes aqui dentro e
dou vazão a todas elas. A menina de tênis, calça jeans e rabo de cavalo e a mulher de vestido, salto alto e batom vermelho. Cada uma delas aparece na sua hora e eu não tô mais a fim de reprimi-las. Vou mesmo é me divertir com elas.

R7 - Você no momento está casada, namora etc? Se a resposta for sim, como faz para conciliar a carreira com um relacionamento afetivo? Se a resposta for não, a dedicação à carreira pode explicar um pouco isso?

Pitty - Moro com meu namorado, se casamento não é isso não sei o que mais pode ser. Mas ele também é músico e compartilha das mesmas necessidades que eu, sabe o que é passar dias e dias na estrada sem voltar pra casa, tem os mesmos horários atípicos.

R7 - O que mudou na sua vida desde que deixou a Bahia e passou a morar em São Paulo? Há quantos anos você mora em São Paulo? O que mais curte e o que mais detesta na cidade?

Pitty - Mudou muito, mudou tudo. Não passo tanto calor quanto passava lá e tenho muito mais oportunidades de exercer o meu trabalho. Moro em São Paulo a uns quatro anos e meio e absolutamente amo. É minha opção, inclusive, morar nessa cidade. Gosto de tudo: do cheiro, da noite efervescente, do céu acinzentado, da cor do concreto molhado. O único ônus é o trânsito caótico mas eu tenho a benção de não precisar sair as oito da manhã e voltar as seis da tarde, então isso não chega a ser um suplício.

divulgação

 

Pitty é baiana e mora em São Paulo há quatro anos e meio. Ela afirma que curte a cidade em todos os aspectos, e que se adaptou muito bem

 

 

Fonte: R7

Blitz lança novo disco e nem pensa mais no passado

Para Evandro Mesquita, é melhor o beijo na boca do que bodas de ouro

 

 

Eskute Blitz é o primeiro disco de inéditas da Blitz desde Línguas, de 1997. Nele, o grupo mostra a disposição de se renovar, mas sem perder a sua identidade. Em entrevista exclusiva ao R7, seu líder, o cantor, compositor e vocalista Evandro Mesquita conta tudo sobre o CD, seus planos e também se há a possibilidade de a formação original do grupo, dos anos 80, voltar a se reunir.

R7 - Como você avalia esse primeiro disco de inéditas em 12 anos?

Evandro Mesquita - Sinto um orgulho dele equivalente ao que senti quando lançamos o nosso primeiro disco. O DVD e CD ao vivo que lançamos em 2006 (Blitz Com Vida) fechou um ciclo para nós, que surgimos até antes mesmo do VHS, que dirá do DVD. Dava inveja das bandas novas. Como o DVD foi uma retrospectiva da carreira, agora é a hora certa de investir em canções inéditas de novo.

R7 - Como foi a seleção do repertório? Todas as músicas são recentes? E como vocês conceberam o disco em termos musicais?

Mesquita - As doze músicas titulares do disco saíram de uma relação de dezoito, que representam bem o estado atual da banda. Testamos várias nesses dois anos, em shows. Somos melhores músicos, melhores seres humanos. Ainda tem a coisa de falar de coisas sérias com bom humor. Não soamos como covers de nós mesmos, não tentamos copiar nossos antigos sucessos. As músicas de Eskute Blitz tem o espírito da Blitz, mas sem cair na cópia

R7 - Muita coisa mudou desde a gravação de As Aventuras da Blitz (1982), primeiro disco da banda. Como você encara as facilidades atuais? E como avaliam a opção por uma gravadora independente?

Mesquita - Nos anos 80, os estúdios eram enormes, pré-históricos. Hoje, são muito aconchegantes. Antes, gravar era coisa de astronauta, de Rolling Stones e hoje é a coisa mais fácil, você grava em casa e com qualidade alta. Mas a distribuição é que é o problema. Artistas como Calcinha Preta e Calypso conseguiram driblar isso. Em 2000, lançamos um disco em bancas de jornal e tivemos diversos problemas, embora tenhamos vendido 40 mil cópias mesmo assim.

R7 - Onde Eskute Blitz pode ser encontrado?

Mesquita - Em todos os sites grandes, nas lojas grandes. E a gente também vende nos shows, tanto o CD novo como o DVD/CD ao vivo. Esse tipo de venda gerou um mercado paralelo forte, é algo que ocorria nos anos 70, e que agora voltou. E a gente autografa todos os discos.

R7 - A Blitz conseguiu algo raro em seu auge, que era agradar a todos os tipos de público. Era isso mesmo?

Mesquita - Com certeza. O som da Blitz era entendido nas entrelinhas por alguns e por outros mais pelo refrão, pelos ritmos. Isso é legal, cada um entendia do seu jeito. Até as crianças curtiam. Os temas são abertos a interpretações, cada um encara de uma forma, entende de uma forma. A Blitz era curtida pela empregada, pelo patrão.

R7 - Da formação original da banda, sobraram você, o Billy Forghieri (teclados) e o Juba (bateria). Você pensa em um dia fazer uma reunião da formação original da Blitz, que incluía a Fernanda Abreu?

Mesquita - Não dá para voltar a namorar a primeira namorada trinta anos depois. O beijo não combina mais, os tempos mudam. Vida que segue. E fica difícil a convivência, ainda mais porque a banda não se separou numa boa, na época. Minha frase favorita é: é melhor o beijo na boca do que as bodas de ouro. Ou seja, quando a coisa não dá mais certo, é melhor partir para outra, apostar na paixão. 

R7 - Um dos pontos fortes do disco são as baladas. Alguma inspiração especial para elas?
Mesquita- Nuvens foi feita para a Alice, minha filha mais nova, de dois anos e nove meses. Ela abriu a minha cabeça, renovou a minha vida. Todas As Respostas, por sua vez, eu fiz para a Manuela, minha filha de 21 anos, é sobre a dificuldade de explicar o porque eu me separei da mãe dela.

R7 - O disco inclui canções de vocês e também parcerias com outros artistas. Como foi compor com Erasmo Carlos?

Mesquita - Foi a nossa primeira parceria, sendo que antes ele tinha gravado uma das minhas composições. Foi maravilhoso.

R7 - Quando vocês farão shows de lançamento do CD? E o que você anda fazendo, além da música? Afinal, você é conhecido como um trabalhador incansável!

Mesquita - Lancei um livro de contos intitulado X-Tudo. Saiu recentemente a biografia da Blitz, escrita pelo jornalista Rodrigo Rodrigues. Continuo trabalhando no seriado A Grande Família, na Globo, e também estou dirigindo uma ópera-rock que será encenada no teatro futuramente, Hetwig, de John Cameron. É bastante coisa, mas eu adoro. O show de lançamento do CD rola em São Paulo no dia 8 de novembro (em São Paulo) e 12 de novembro (no Rio).

divulgação

 

Escalação atual da Blitz. Da formação original, continuam firmes no time Evandro Mesquita, Billy Forghieri e Juba, que são o primeiro, terceiro e quinto da esquerda para a direita

 

Fonte: R7

Claudia Leitte muda de selo e prepara CD e DVD

Marcos Hermes / Divulgação

 

Claudia Leitte está de gravadora nova. A cantora deixou a Universal e assinou com a Sony. Seu plano agora é lançar um CD e um DVD no primeiro semestre de 2010.

Para este ano, o plano da artista é lançar uma nova música de trabalho. A canção já foi gravada e deve ser lançada até novembro. O nome ainda não foi divulgado.

Desde que deixou o grupo Babado Novo, Claudia lançou um CD e um DVD ao vivo, gravado na Praia de Copacabana. Também participou do show Elas Cantam Roberto, que também gerou um CD e um DVD.

 

Fonte: IG Música

Seu Jorge lançou Carnaval de Outubro em Lisboa

Seu Jorge no Campo Pequeno (foto: José Sena Goulão/EPA)

 

Mais de duas horas de espectáculo e um final de festa que transformou o Campo Pequeno num sambódromo de Carnaval de Outubro - foi assim o regresso de Seu Jorge a Lisboa.

O músico brasileiro trouxe consigo uma banda de 14 elementos, autêntica orquestra tropical onde não faltaram variadas percussões, trompetes, saxofones, violinos e harmónicas.

Nas canções, houve um pouco de tudo o que faz parte da MPB de Seu Jorge - do samba à bossa nova. E também momentos com menor batida, mas nem por isso menos intensos, como as versões em português de clássicos de David Bowie.

 

Vídeo


 

As primeiras saudações ao público que encheu a arena foram feitas com olés vindos do palco e uma corneta típica de tourada. Mas a festa era outra e o último disco, «América Brasil», serviu para abrir caminho por um alinhamento com mais de 20 temas. Os primeiros passos de dança foram enjeitados ao som de «América do Norte», «Samba Rock» e «Trabalhador», todos eles editados em 2007.

Os ritmos tropicais e as estórias cantadas pelo músico que cresceu na favela foram suficientes para agarrar a plateia desde o início. «Carolina» foi resgatado ao primeiro álbum, de 2005, e dedicado «a todas as Carolinas de Portugal» antes de Seu Jorge se tornar em santo casamenteiro.

O cantor chamou ao palco um fã, João, que lhe tinha feito um pedido muito especial através de email. O jovem, já de ramo de flores na mão, declarou o seu amor à namorada Ana e pediu-a em casamento perante milhares de pessoas. Digno de qualquer filme romântico, ao momento nem faltou o champanhe, também oferecido pela banda.

Os noivos tiveram direito a celebrar com «Seu Olhar», aproveitado também pelos restantes casais presentes em jeito de dança slow. Depois foi a vez do Trio Preto mostrar o que vale de pandeiretas na mão, arrancando aplausos de apreço do público.


 

De violão, Seu Jorge esteve sozinho em palco para a fase mais intimista do espectáculo. Recordou «Life on Mars?» e «Rebel Rebel», originais de David Bowie e transcritos para português em simples mas belas versões que figuraram na banda sonora do filme «Um Peixe Fora de Água».

Tocou «Zé do Caroço» de Leci Brandão e voltou a brilhar com as rimas de «Nego Drama», original do grupo de rap brasileiro Racionais MCs. «É duro o texto, mas é a pura verdade», disse acerca do tema que fala sobre as dificuldades da vida nas favelas.

«É Isso Aí» (desta feita sem Ana Carolina), a nova «Pessoal Particular» e a versão de «A Namorada», de Carlinhos Brown, continuaram a alimentar o fogo de um espectáculo já bem quente.

No encore, e depois do mais do que exigido regresso ao palco, o single «Burguesinha» arrancou a maioria do público das cadeiras na bancada. E poucos pararam de dançar até ao final carnavalesco com «Mamãe Eu Quero» ou "Cachaça". Em versão samba ou acústico, Seu Jorge e a sua banda brilharam em Lisboa.

 

1. América do Norte
2. Samba Rock
3. Trabalhador Brasileiro
4. Chega no Suinque
5. Carolina
6. Seu Olhar
7. [Trio Preto]
8. Life On Mars? (David Bowie)
9. Rebel Rebel (David Bowie)
10. Zé do Caroço (Leci Brandão)
11. Nego Drama (Racionais MCs)
12. É Isso Aí
13. Pessoal Particular
14. Mangueira
15. A Namorada (Carlinhos Brown)
16. Mina do Condomínio

 

Encore
17. Burguesinha
18. Mania de Peitão
19. Chatterton
20.
21. São Gonça
22. [medley carnaval] O Teu Cabelo Não Nega/Mamãe Eu Quero/Maria Sapatão/Cabeleira do Zezé/Allah-Lá-Ô/Cachaça/A Jardineira

 

Fonte: IOL Música

Seu Jorge: "Estou tocando menos e dançando mais”

 

Nos últimos quatro anos tem vindo a Portugal com regularidade. O que sente cada vez que chega?

É, já é a terceira ou quarta vez. Esse povo é maravilhoso, é a matriz daquilos que nós, brasileiros, somos.

O que podem esperar os fãs no Campo Pequeno?

Alegria ao extremo. Não só comigo, com a banda de músicos que me acompanha em palco que está muito consciente do seu lado artístico. Eles não ficam atrás, em pano de fundo, ficam bem à frente musicalmente.

Como vai ser o espectáculo?

São duas horas e meia a tocar e dançar.

Vai mostrar mais o seu último álbum ou viajar pela sua carreira?

Vou apostar mais em ‘América Brasil’ mas claro que vou tocar temas que as pessoas estão à espera, como os meus trabalhos sobre as músicas do (David) Bowie, para o filme ‘Um Peixe Fora d’Água, de Wes Anderson, de 2004).

Em Portugal, sente-se em casa?

Nós (brasileiros) somos o que somos porque aqui é a matriz. É como se estivesse voltando à matriz da minha língua.

E concorda com o acordo ortográfico?

Ainda não tenho opinião formada sobre o assunto. O português influencia o Mundo inteiro e aqui é a raiz mas onde se percebem as diferenças.

Em que é que o espectáculo de amanhã vai ser diferente dos últimos, aqui, em Portugal?

Uso menos o violão e estou mais solto. Estou tocando menos e dançando mais, estou mais livre.

 

Fonte: Correio da Manhã

Jeito Moleque lança CD e DVD ao vivo

Jeito Moleque

 

O grupo Jeito Moleque lança, até o final do ano, seu novo CD e DVD ao vivo, intitulado 5 Elementos. Ambos foram gravados em agosto deste ano, numa casa noturna em São Paulo.

O repertório é totalmente inédito e, segundo o próprio grupo, as músicas lembram o início da carreira da banda.

CD e DVD têm participações especiais de Demônios da Garoa, Tati Portella (Chimarruts), Thiaguinho (Exaltasamba) e do produtor musical do disco, Walmir Borges.

A primeira música de trabalho, "Não tem pra ninguém", foi lançada na semana passada. O lançamento será feito pela gravadora Sony.

 

Fonte: IG Música