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Música do Brasil

Música do Brasil

Ana Carolina celebra 10 anos de carreira em "Nove"

Marcos Hermes / Divulgação

 

Com lançamento previsto para as próximas semanas, o nono álbum de Ana Carolina, batizado apropriadamente de Nove, vai comemorar os dez anos de carreira da cantora. Nove é também o número de faixas do disco e o dia em que a mineira nasceu (09 de setembro).
A novidade fica por conta da participação do norte-americano John Legend na música "Entreolhares", composta por Ana e o parceiro Antônio Villeroy, cantada em dueto bilíngue, assim como Vanessa da Mata fez recentemente com Ben Harper.
A produção do disco foi dividida entre Alê Siqueira, Mario Caldato Jr e Kassin. A primeira música de trabalho, "Dentro", deve chegar em breve às rádios do país.

 

Fonte: IG Música

Mallu Magalhães lança videoclipe da música "Vanguart"

Mallu Magalhães lança novo videoclipe
Mallu Magalhães lança novo videoclipe

 

Mallu Magalhães divulgou na última quinta-feira (23/7) o videoclipe da música "Vanguart".

A direção é de Rodrigo Pesavento e a produção da Zeppelin Filmes. As ilustrações e animações que aparecem durante o vídeo foram concebidas pela própria cantora.

"Vanguart" é uma das faixas do primeiro álbum de Mallu Magalhães; seu próximo CD é esperado para o início do ano que vem.

Veja abaixo o videoclipe de "Vanguart".

 


Fonte: Cifra Club

Trailer de documentário sobre a vida de Herbert Vianna é divulgado

 

Herbert Vianna terá história contada em documentário

Herbert Vianna terá história contada em documentário

 

O trailer do documentário "Herbert de Perto", dirigido por Roberto Berliner e Pedro Bonz, foi divulgado. O filme conta a história da vida de Herbert Vianna, líder dos Paralamas do Sucesso.

"Herbert de Perto" recupera a história de uma das principais bandas do rock nacional e mostra a superação de Herbert Vianna após ter sofrido um acidente de ultraleve em 2001, no qual perdeu a esposa e acabou paraplégico.

Apesar de já ter sido exibido em alguns festivais de cinema, a estreia comercial do filme está prevista para o dia 9 de outubro.

Veja abaixo o trailer do documentário.
 

 

 

Fonte: Cifra Club

Fernanda Takai divulga single e data de lançamento de álbum ao vivo

Fernanda Takai lança "Luz Negra" no final de julho

 

O novo trabalho de Fernanda Takai, "Luz Negra", registro ao vivo da turnê solo "Onde Brilhem os Olhos Seus", estará disponível nas lojas do Brasil já no final de julho.

O primeiro single do novo lançamento é "Você Já Me Esqueceu", composição de Fred Jorge,  gravada em 1972 por Roberto Carlos.

Além das versões ao vivo de seu álbum solo, no novo lançamento também estarão incluídas as interpretações da cantora de músicas de Duran Duran, Michael Jackson, Eurythmics e Pizzicato Five.

"Luz Negra" foi gravado em abril deste ano no Teatro Municipal de Nova Lima, em Minas Gerais. O espetáculo foi dirigido por Eduardo Zunza e Daniel Veloso. A produção musical é de John Ulhôa.

O single "Você Já Me Esqueceu" pode ser escutado aqui.
 

Fonte: Cifra Club

Pitty lança videoclipe do primeiro single de novo álbum, "Me Adora"

Pitty está com videoclipe novo

 

Acaba de ser lançado o clipe do primeiro single do novo álbum de Pitty .

O vídeo da faixa "Me Adora" foi dirigido por Ricardo Spencer (que já trabalhou com a artista em "Dejá Vu" e "Memórias") e apresenta Pitty cantando a faixa com figurantes dançando no fundo do cenário.

As imagens foram gravadas em uma casa, onde a cantora se apresentou apenas para convidados. "A banda estava exuberante e os figurantes entenderam perfeitamente a ideia. As performances foram muito inspiradas e a câmera conseguiu captar esse momento", disse o diretor à MTV.

Veja abaixo o primeiro clipe do CD "Chiaroscuro".

 

 

Fonte: Cifra Club

Delta Tejo: Banda Calypso

A fechar a noite do palco principal, a Banda Calypso aqueceu tanto o ambiente com a dança de Joelma Mendes, a vocalista, que se sentia ao longe a plateia a fervilhar. De cabelos dourados até à cintura, ela aparece em palco saída de um furacão. Veio, aliás, do brasileiro Belém do Pará, com a lambada e o forró pegados ao corpo ¿ e com o marido, Cimbinho, de guitarra na sacola. Todos os conhecem, eles que têm no currículo dez milhões de álbuns vendidos em dez anos de carreira, que agora assinalam com uma digressão pela Europa e Estados Unidos.

De soutien preto, saia de bailarina vermelha, botas altas e mini-casaquinho com gola de peluche, a vocalista (ou seria Cloe, a Bratz?) salta e solta o show com músicas como «Pra Me Conquistar», cuja letra é como um manual de instruções para sexo banal ou será para o amor eterno? Reza assim: «Meu amor você pode ser o garanhão, você pode ser tudo de bom, você pode ser o cara, mais pra me conquistar você tem que rebolar». Qual Beyoncé, qual Shakira, Joelma é dona de uma corpo com muita malhação. E como a norte-americana ou a calombiana, é incansável em palco. A Banda Calypso fechou em grande o último dia da terceira edição do Festival Delta Tejo. Estratosféricos, trouxeram ao Alto da Ajuda o mundo que, geralmente, não se vê nas andanças dos Festivais de Verão, mas que mexe bem a anca.
 

 

Fonte: IOL Música

Delta Tejo: Alexandre Pires

Alexandre Pires «a gente ti ama»

 

 

Giralane tem 24 anos e está em Portugal apenas há um mês. Procura emprego como vendedora de loja, apostando na sua boa imagem. Nos pés, a brasileira traz uns saltinhos com pelo menos dez centímetros de altura, o cabelo longo está esticado, as unhas de gel foram decoradas e o eyeliner formata impecavelmente os olhos de gata. No terreiro de pó e pedras do Alto da Ajuda, onde nos últimos três dias decorreu o Festival Delta Tejo, Giralane está pronta para ouvir Alexandre Pires. Aliás, 25 mil pessoas estão.

 

O cantor brasileiro é um verdadeiro sex symbol entre as mulheres que lutam pela vida, que acordam de madrugada para ir para o trabalho, mas que só para o ver são capazes de deixar tudo para trás. Maria, por exemplo, não fala de outra coisa nos últimos dias. Sábado, o marido, a trabalhar no festival, comentava que ela e a irmã «são loucas» pelo cantor e não iam perder o concerto por nada. Foi azar o filho pequeno ter ficado com febre, mas acabou por ser deixado aos cuidados de familiares para que a fã portuguesa - a típica mulher baixinha, gordinha e arranjada apenas com uns ganchos baratos no cabelo - não perdesse o concerto da sua vida.

Pagodinho no som, voz de mel ao microfone, Alexandre Pires é especialista em multidões. Com uns passos de dança e um movimento pélvico provocador, deixa o mulherio todo aos gritos e em êxtase. Ninguém as segura, todas sonham com ele e vêm de longe só para o ver ao vivo. No dia-a-dia são os discos dele que ouvem o tempo todo, apesar de poucas conseguirem dizer o nomes das canções de cor - sabem a letra toda.

O universo de fãs do cantor de Minas Gerais começou a marcar lugar junto às grades, bem na frente do palco ainda antes de NBC ter inaugurado o recinto principal às 20h00. O público estava pronto para ouvir Alexandre Pires. E foi o que já se sabe. Foi o delírio.

 

Fonte: IOL Música

 

 

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De Angola ao Brasil

 

 
 

A temperatura começava a subir no Delta Tejo, porque já se antecipava a chegada de Alexandre Pires (na foto), o protagonista da verdadeira corrida canarinha ao festival da Ajuda.

O ex-Só Para Contrariar subiu a palco ao som de dois berimbaus, momento que junto a vários solos de cavaquinhos brasileiros, foi tudo o que o cantor dedicou ao ambiente mais tradicional da música do seu país. De resto, a proposta de Pires é uma mistura bem armada entre o axê, o samba e a MPB (Música Popular Brasileira), tudo agitado por uma figura central que mostra dotes de bailarino, sem arriscar muito na voz. As mudanças de roupas são várias, para encanto das meninas, e o sorriso é espalhado como manda a lei para as primeiras filas. 'Final Feliz', 'Eva Meu Amor', 'Sai da Minha Aba', 'Delírios de Amor', 'A Deus eu Peço', cada canção é repetida aos berros pela assistência, como se estivessemos em plenas Minas Gerais, região de onde é natural Alexandre Pires. E nem os Só Para Contrariar são esquecidos, com o intérprete a oferecer um medley para ninguém ficar a pedir por mais. Alexandre Pires a condensar em si a capacidade incrível dos artistas brasileiros de arrastar multidões de fãs naquela tão peculiar maneira como os canarinhos fazem a festa.

 

Fonte: Cotonete

Delta Tejo: Cidinho e Doca

A desbunda «parapapapa»

 

O final do palco secundário, também denominado Santa Casa por ser patrocinado pela Misericórdia, coube a Cidinho & Doca, dois MC`s vindos directamente dos morros das favelas do Rio de Janeiro. Diga-se que não houve santidade em cima do palco.

Com Cidinho & Doca foi a loucura, literalmente a desbunda. As duas bailarinas que actuavam com eles dançavam de forma extremamente provocante, confundindo-se a sua dança com a simulação de cenas de sexo em cima do palco. Era para saber a diferença?

Os rappers não se contentaram só com elas e pediram a raparigas e rapazes da audiência para virem «ao papai». E vieram. A música de Cidinho & Doca foi escaldante a todos os níveis, deixando a libido à solta dentro e fora do palco. A dupla é famosa pela participação na banda sonora do filme «Tropa de Elite» e pelo seu tema «Rap das Armas», também conhecido pelo refrão Parapapapa. Foi esse o ritmo, que serviu de hino à actuação, que marcou, por exemplo, rimas transformadas num desfilar de palavrões, pelo menos debaixo da bandeira irmã, deste lado do Atlântico. Mas o povo gostou. E muito.

 

Fonte: IOL Música

 

 

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E para nos sentirmos de vez numa noite quente do Brasil, bastava dar uma saltada ao palco secundário onde Cidinho & Doca lançavam palavras de ordem bastante ríspidas sobre o dia-a-dia do seu país, ao mesmo tempo que se rodeavam de bailarinas meio despidas a abanar as robustas ancas. Aos olhos dos portugueses, a dupla só evocará a memória da entrada fulgurante do BOPE na favela nos primeiros minutos do filme "Tropa de Elite", ao som de 'Rap das Armas', o tema mais esperado esta noite no palco secundário do Delta Tejo, mas a julgar pela repetição de todas as letras pelo público do seu país, Cidinho & Doca demonstraram que são um dos nomes do momento na electrónica de rua do Brasil.

 

Fonte: Cotonete

Delta Tejo: Vanessa da Mata

Vanessa da Mata e o vestido de chiffon rodopiante

 

 

Vanessa da Mata emana doçura. Um dia depois de actuar no Porto, a cantora brasileira foi a estrela do cartaz do segundo dia do Festival Delta Tejo, no Alto da Ajuda, em Lisboa. Com um ramo de orquídeas a decorar o pé do microfone (os pormenores, mesmo que raros, contam!), a cantora começou a sua actuação com «Baú», seguindo-se «Vermelho», um dos temas mais marcantes do último álbum, a seguir ao grande sucesso «Boa Sorte/Good Luck», gravado com Ben Harper.

Vanessa deixou a música que todos queriam ouvir para décimo-segundo lugar no alinhamento do seu concerto. Mas a sua actuação valeu por cada música que interpretou, porque se sente a verdade do que ela canta. Simplesmente a sua vida. São as recordações de infância num apartamento; a «chapinha» que faz com que o cabelo da tia Maria fique liso, excepto quando chove e volta a encarapinhar; as influências do Belém do Pará.


Ar de menina, Vanessa da Mata subiu ao palco com um enfeite de flores nos seus orgulhosos afro-caracóis, envergando um vestido flutuante rosa e laranja e maquilhagem carregada, num ar sofisticado e mais frágil do que o vozeirão que ela tem. Rodopiou o chifon do vestido ao som da sua música e não se inibiu de deixar a um canto as sabrinas com brilhantes para ficar mais à-vontade.

O palco foi sempre só dela, excepção feita para os dois temas que cantou com os convidados António Zambujo e Ricardo Cruz, com os três sentados à viola e a lutar, já no final do espectáculo, contra a batida forte de mais do DJ do palco secundário e que ela assinalou: «Tá um barulho horrível, mas mesmo assim a gente vai insistir...».

Na introdução de «Boa Sorte», Vanessa disse que este foi o tema mais tocado nas rádios brasileiras em 2008 e que esteve entre as cinco mais ouvidas nas rádios portuguesas. Sem Ben Harper e com a ajuda do público, Vanessa interpretou a música, esforçando-se para conseguir fazer as duas vozes - o que foi conseguido.

No instante em que o começou a cantar, entre a multidão que a escutava, foi como se se acendesse a luz da lua: era toda a gente a gravar «Boa Sorte» com o telemóvel em riste, um acto seguido pela maioria das 22 mil pessoas que passaram neste sábado pelo recinto do festival. Foram ali para isso, e muitos começaram inclusive a abandonar o recinto logo depois desse tema, em sinal de missão cumprida.

 

O concerto terminou com « Ai Ai Ai Acode», seguido de uma homenagem «ao cara que deu muito boa música para nós», disse ela ao mesmo tempo que pedia aos membros da sua equipa para subirem a palco com ela. Começou-se a ouvir «Billie Jean». Na plateia, não houve quem não «desse» à perna, havendo até alguns promissores dançarinos«à la rei da pop» entre a audiência.

 

Alinhamento Vanessa da Mata
Baú
Vermelho
Quando um homem
Ainda bem
Amado (Donatinho)
Pirraça
Viagem (Davi Morais)
Eu Sou neguinha
Fugiu com a novela
Joãozinho
História uma gata
Boa sorte
Ilegais
Você vai me destruir
Não me deixe só
Duas músicas com os convidados António Zambujo e Ricardo Cruz
Ai Ai Ai Acode

 

Fonte: IOL Música

 

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Mesmo que menos comunicativa que Sara Tavares ou Ana Bacalhau, Vanessa da Mata provou-nos que a segunda jornada do Delta Tejo foi das mulheres. Com uma voz doce da família de Gal Costa, Vanessa da Mata empenhou-se em interpretar, com o seu quarteto, algumas das músicas do seu terceiro álbum de originais Sim, incluindo o reconhecido Boa Sorte/Good Luck mas, desta vez, sem Ben Harper, naquele que é talvez o seu tema mais pop.

Vanessa da Mata foi muito mais que MPB (Música Popular Brasileira). A guitarrinha era africana, a secção rítmica jamaicana, os teclados jazzy e Vanessa era tudo isso. A cantora paulista não passou ao lado de clássicos do seu reportório como Eu Sou Neguinha? ou Ai, Ai, Ai... No encore, chamou ao palco o cantor português António Zambujo, de quem Vanessa da Mata disse ter "um dos mais belos timbres" que conhece, para dois duetos mais introspectivos e acústicos, com o apoio de Ricardo Cruz numa das guitarras. O concerto termina com a passagem de Billy Jean de Michael Jackson, com Vanessa e restante gangue a dançar a célebre canção.

 

Fonte: Cotonete

Delta Tejo: Natiruts

 

Já noite dentro, no palco secundário, os Natiruts deram um concerto marcado pela emoção do público. A banda brasileira teve uma forte audiência e retribuiu com sons muito dançantes, como é característica das suas actuações. De registar que os brasileiros têm no currículo meio milhão de discos vendidos fruto das digressões em solo brasileiro, que correm de lés a lés.

 

Fonte: IOL Música

Delta Tejo: Skank

Skank chutam para golo

 


Uma entrada quer-se triunfante e, pouco antes dos Skank subirem ao palco no primeiro dia do Delta Tejo, ouvia-se o genérico do filme "O Bom, o Mau e o Vilão" de Sergio Leone. A inconfundível peça de Ennio Morricone preparou a entrada em cena de uma das formações brasileiras mais queridas entre portugueses. Vestindo um casaco à motard e uma camisa de flanela, o vocalista e guitarrista Samuel Rosa começou por entoar 'Pára-Raio' do novo "Estandarte", o disco em apresentação.

Apoiados por um trio de sopros, constituído por saxofone, trompete e trombone, os Skank jogavam praticamente em casa mas nem por isso tardaram em apresentar um clássico: a terceira música no alinhamento foi 'Partida de Futebol', acompanhada por panfletos sonoros como "Portugal ao ataque!" e uma referência a Cristiano Ronaldo. O tema pôs o público a cantar, Samuel simulou um remate e marcou o primeiro golo da noite.

Quando entrou 'Esmola', nada faria prever que a cauda da música incluiria 'Billie Jean'. A homenagem a Michael Jackson, «que ensinou muita coisa a nós», foi uma sentida vénia com Samuel seguríssimo e irrepreensível na voz. Seguiu-se o bonito verso "uma canção é para acender o sol no coração da pessoa" e, mais tarde, 'Ainda Gosto Dela', que em disco inclui a participação de Negra Li. 'Jackie Tequila' pôs o recinto do Alto da Ajuda a dançar mas a mulher por quem todos esperavam, a 'Garota Nacional', ficou lá mais à frente, já com o descer do pano.

Com uma base assumidamente rock, em palco os Skank trazem o ska para a equação e vão alternando entre momentos mais arraçados e outros mais melodiosos. O instante acústico aconteceu com "os versos seus tão meus que peço" em 'Resposta' e o final cumpriu-se com 'Saideira' e um número de samba ("eu quero é sambar este samba"). Sem um único remate à trave, os Skank acertaram sempre e assinaram a melhor actuação da noite em língua portuguesa.
 

 

 

Fonte: Cotonete

Delta Tejo: Monobloco

Festival Delta Tejo: batucada é com os Monobloco

 

Os brasileiros Monobloco levantaram a poeira do recinto do Festival Delta Tejo, que decorre até domingo no Alto da Ajuda, em Lisboa. A entrada no festival fez-se ao ritmo do forró da banda que instalou o carnaval brasileiro no terreiro.

À chegada, as fãs da banda mostravam que sabiam a letra das músicas de cor. E era quase impossível deixarem as «ancas sossegadas» com a batucada vinda directamente do Rio de Janeiro.

 

Os Monobloco, que são uma das referências do entrudo do país irmão, trouxeram ao palco Roberta Sá. A banda entrançou bem os ritmos do samba e da bossa, havendo lugar para uma homenagem a Carmen Miranda em ano em que se assinalam os cem anos do seu nascimento. Toda a gente no terreiro a «forrar». Do princípio ao fim, apesar de ainda ser hora de dar entrada no recinto do festival.

 

Set List

«Isso aqui tá muito bom»
«Frevo Mulher»
«Pagode Russo»
«Coisinha do pai»
«Vou Festejar»
«Real»
«Ylê»
«Os Orixás»
«Anunciação»
«Tropicana»
«Alagados»
«Maracatu Atômico»
«Bateria Show»
«Explode Coração»
«Endereço dos Bailes»
«Rap da Felicidade»
«Taí», com Roberta Sá
«Balancê», com Roberta Sá
«Festa do Interior»
«Do Leme ao Pontal»
«Descobridor dos Sete Mares»
«Que beleza»
Taj Mahal»
«Fio Maravilha»
País Tropical»
«Apresentação + É hoje»
«Minha Jangada»
«Meu bloco na Rua»

 

Fonte: IOL Música

Vanessa mata saudades do País

Cheia de energia, Vanessa da Mata encantou os fãs na véspera de rumar ao festival Delta Tejo

 

"Estava a lembrar o último show que fizemos aqui e, apesar das cadeiras, todos dançavam. Espero que esta noite seja igual." Foi com estas palavras que Vanessa da Mata deu as boas-vindas, anteontem, a um Coliseu do Porto repleto de fãs que não perderam a oportunidade de rever a brasileira dos pés descalços e da flor no cabelo.
 

Eram 22h15 quando, ao som de ‘Baú’, Vanessa da Mata entrou em palco, sempre com a alegria e emoção que a caracterizam. Ao longo de um concerto de cerca de duas horas, a voz feminina (ao lado de Ben Harper) de ‘Good Luck/Boa Sorte’ apresentou ‘Multishow ao Vivo’, o primeiro disco da brasileira gravado ao vivo.

Ao contrário do que se esperava, a cantora do Mato Grosso fugiu um pouco aos temas habitualmente trauteados pelo público. Mas, apesar de tudo, o Coliseu do Porto esteve ao rubro, fazendo eco de músicas como ‘Não me Deixe Só’, ‘Quando o Homem tem uma Mangueira no Quintal’ ou ‘Ainda Bem’.

"Peço-vos que se contentem com a minha versão da música", desabafou a cantora, fazendo prever o momento que se seguia. E foi com ‘Good Luck/Boa Sorte’ que o Coliseu do Porto presenciou o momento mais alto da noite.

Já na recta final do espectáculo, Vanessa da Mata, emocionada, recebeu o fadista português António Zambujo. A despedida foi feita com ‘Ai, Ai, Ai’. No entanto, a artista e os seus músicos não saíram do palco sem homenagear Michael Jackson. Na sala de espectáculos dançou ao som ‘Billie Jean’.

 

Fonte: Correio da Manhã

Novo título da série Perfil traz sucessos de Lenine

Lenine é o novo artista a ter uma compilação da série “Perfil”, lançada pela Som Livre e Sony. A coletânea traz músicas presentes originalmente nos cinco primeiros discos do compositor pernambucano, lançadas no período entre 1997 e 2006.

A coletânea traz 14 faixas em versões originais e entre os sucessos estão “Paciência” (Lenine/Dudu Falcão), “O Dia Em Que Faremos Contato” (Lenine/ Bráulio Tavares), “Hoje Eu Quero Sair Só” (Lenine/Mu Chebabi/Caxa Aragão) e “Jack Soul Brasileiro” (Lenine), entre outras.

Atualmente o cantor está em turnê divulgando o álbum “Labiata”, lançado no ano passado. Confira abaixo o repertório da coletânea “Perfil” e as informações sobre o próximo show do cantor, durante esta semana, em Juiz de Fora:

01. Jack Soul Brasileiro
02. Paciência
03. Do it
04. Hoje Eu Quero Sair Só
05. O Marco Marciano
06. O Homem dos Olhos de Raio X
07. Relampiano
08. A Medida da Paixão
09. Lavadeira do Rio
10. Tubi Tupy
11. Rosebud (o Verbo e a Verba)
12. É o Que Me Interessa
13. A Rede
14. O Dia Em Que Faremos Contato

 

Fonte: Canal Pop