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Música do Brasil

Música do Brasil

Ivete Sangalo lança novo álbum e DVD

Os fãs de Ivete Sangalo não precisarão esperar muito para poderem curtir as novas músicas da cantora. O novo álbum, chamado “Pode Entrar”, está pronto e com lançamento marcado para o próximo mês. O disco foi gravado no estúdio particular de Ivete, em sua própria residência, em Salvador, e contou com alguns convidados especiais.

Entre os colaboradores estão Carlinhos Brown, Maria Bethânia, Vanessa da Mata, Lulu Santos, Marcelo Camelo e o grupo Aviões do Forró. Entre as faixas do novo álbum estão “Na Base do Beijo”, “Vale Mais”, “Agora Eu Já Sei”, “Não Me Faça Esperar”, “Sintonia e Desejo” e “Cadê Dalila?”, mais recente sucesso de Ivete que agitou o último carnaval baiano.

“Pode Entrar” também será lançado em DVD, mas só em maio.
 
Fonte: Canal Pop

Londres, Lisboa e Barcelona

A turma do axé não pode se queixar. Mais três novos Brazilian Day estão sendo formatados para  importantes cidades da Europa: Londres (Inglaterra), Lisboa (Portugal) e Barcelona (Espanha). Todos terão sempre uma banda baiana fazendo o encerramento como acontece em Nova York (Estados Unidos) e Tokio (Japão). É a Axé music abrindo mais espaços fora do Brasil.
 

CD e DVD de Alexandre Pires entre os mais vendidos na Terrinha

O novo trabalho do cantor e compositor Alexandre Pires, "Em Casa Ao Vivo", aparece com destaque nas duas paradas mais importantes da indústria fonográfica portuguesa. O CD do artista mineiro ocupa atualmente a quarta colocação da Top 30 Artistas, ranking dos álbuns mais vendidos no país. O brasileiro aparece atrás apenas do U2 (líder da parada) e dos portugueses Tony Carreira e Rita Guerra. Já o DVD do projeto é também o quarto colocado no Top 30 DVDs Musicais. A aferição dos números foi realizada entre os dias 9 e 15 de março. O CD e o DVD "Em Casa Ao Vivo" foram lançados em Portugal pela EMI.

 

Fonte: Sucesso

Caetano Veloso lança álbum de originais

«Zii e zie» tem um registo de rock, na linha do álbum anterior do cantor, «Cê», de 2006

 

Caetano Veloso em Lisboa (Foto Cláudio Andrade)

 

O músico brasileiro Caetano Veloso edita em Abril o álbum de originais «Zii e zie», um registo de samba e rock que foi sendo construído e experimentado na Internet ao longo de 2008, noticia a Lusa.

 

«Zii e zie» (que significa tios e tias em italiano) integra maioritariamente originais de Caetano Veloso num registo rock semelhante ao álbum anterior, «Cê», editado em 2006.

A diferença é que no novo álbum, que sairá em Portugal a 20 de Abril, Caetano Veloso foi divulgando esboços das novas canções num blogue que criou no Verão passado, intitulado Obra em progresso.

De acordo com a imprensa brasileira, Caetano Veloso introduziu algumas composições novas nos concertos que deu em 2008 e disponibilizou-as no Youtube e no seu blogue, como «Lapa», «Lobão tem razão», «Base de Guantánamo».

Do alinhamento deverá fazer parte ainda «Menina da Ria», cuja letra faz referências a Aveiro, cidade onde Caetano Veloso actuou em Julho de 2008, no âmbito de uma série de concertos em Portugal.

No blogue, Caetano Veloso explicou ainda que para o título do novo álbum se inspirou na obra de um Nobel da Literatura.

«Escolhi o nome pela impressão curiosa (e bela) que essas palavras simples causam quando escritas juntas. As encontrei assim na tradução italiana de `Istambul¿, de Orhan Pamuk, que li na ida à Turquia, presente de uma italiana espectadora assídua dos meus shows. É um modo livre, misterioso e revelador de coisas que não sei, de nomear um disco tão lançado à aventura», escreveu.

Caetano Veloso manteve os mesmos músicos de «Cê» para fazer um disco de samba com travo rock.

 

Fonte: IOL Música

Lenine traz Labiata

Lenine traz onze canções inéditas, em Labiata, o nome do novo álbum e do espectáculo que leva amanhã à Aula Magna e no domingo, ao Cinema Batalha, no Porto.

 

Como descreve este seu Labiata?

Talvez seja o disco mais autobiográfico que jamais fiz.

Com um toque de espectáculo ao vivo também?

São duas coisas que diferem dos processos, que usei para fazer os discos anteriores. No Labiata, incorporei a experiência que tenho com estes músicos que tocam comigo há mais de 10 anos. Neste Labiata pude incorporar isso. A outra peculiaridade foi o processo das composições das músicas.

Entrou no estúdio e saiu de lá com 11 temas?

Eu impus-me a fazer uma música diariamente. Fazia uma música à noite e no dia seguinte ia para o estúdio e gravava uma versão light. Voltava para casa e fazia outra. Ao fim de 15 dias comecei a produzir o material.

Que outras diferenças sente entre este disco e os outros?

Este disco continua a ser uma mostra da minha produção como compositor. Talvez por ter sido feito com urgência e intuição, seja uma fotografia mais fiel do que sou hoje, como músico e compositor. As questões que levanto são muito pertinentes.

Esse é o cunho autobiográfico?

Sim, e não é por acaso que a música que abre e a que fecha o disco são músicas só minhas. As duas podem funcionar como síntese do projecto todo.

Acha que trouxe um novo ritmo à MPB?

Não me consigo distanciar ao ponto de ter uma visão histórica sobre o que faço. Faço por um impulso maior do que eu. Faço uma crónica e a música e o meu veículo. O meu intuito é ser honesto e fiel a esse olhar.

O que preparou para os espectáculos em Portugal?

Como eu vim do projecto Acústico MTV em que pude revisitar toda a obra, no show Labiata estou a dar prioridade a esse repertório inédito. Vou tocar as 11 canções e vou dar margem a tocar outras do repertório normal.

A sua paixão pelas orquídeas influenciou o trabalho ou só o nome do álbum?

A escolha do nome do álbum tem a ver com uma intimidade que o projecto tem. Essa intimidade premiou todas as etapas desse processo e na hora de escolher um título eu perguntei porque não reafirmar essa intimidade, colocando para título do disco o nome de uma orquídea que faz parte de uma paixão.

Sente-se acarinhado pelo público português?

Sinto-me muito acarinhado cada vez que vou a Portugal. É infinitamente mais prazeroso cantar, tendo a certeza de que sou compreendido. Nós temos essa herança poderosa. Eu canto em português e tenho muito orgulho.

 

 

Fonte: Destak

João Bosco encerrará Ciclo Jazz da Casa da Música em Portugal

O músico brasileiro João Bosco será uma das atrações do projeto Ciclo Jazz da Casa da Música, em Portugal, em 2009. Bosco deverá apresentar-se com algum grande nome do jazz internacional no show que encerra o programa --ainda sem data definida--, adiantou ao UOL Fernando Sousa, um dos responsáveis pela programação da Casa. O Brasil é o país tema da programação deste ano da Casa da Música, que promove encontros entre grandes nomes da música brasileira com figuras do jazz internacional.

O músico carioca Ricardo Silveira, violonista que integra o João Donato Trio e que apresentou-se na noite do último domingo (15), na Casa da Música, é também o interlocutor privilegiado da instituição para a concepção dos encontros jazzísticos. Ricardo Silveira e Fernando Sousa, levaram a Portugal João Donato e os seus convidados, Emílio Santiago e Joyce.

As parcerias de Silveira com os músicos, aliado ao fato de ter produzido um dos discos de Emílio Santiago, no qual todos participaram, e ainda um aspecto técnico, fizeram com que a opção por esta formação fosse facilitada: "O grande barato deste encontro é que o Emílio e a Joyce cantam as músicas no mesmo tom, isso faz com que ajustes em função dos registros não sejam necessários", informa o violonista carioca.

Desde a década de 80, Silveira é parceiro de Donato, "A primeira vez que tocamos juntos foi em um disco da Nana Caymmi, a convite de Wagner Tiso", recorda. Em meados de 1990 iniciou as suas participações nos discos de Donato, que toca piano em seu último CD "Outro Rio", lançado no Brasil em 2008. Silveira que em 2004 teve uma nomeação para o Grammy Latino, na categoria de melhor CD Instrumental com o disco "Noite Clara", coleciona parcerias com ícones da MPB e do jazz norte-americano.

No show de abertura do Ciclo Jazz da Casa da Música, que aconteceu em janeiro e para o qual Ricardo Silveira também foi o elo de ligação entre os músicos, apresentaram-se o Cello Samba Trio de Jaques Morelenbaum, o guitarrista norte-americano Bill Frisel e o brasileiro Vinícius Cantuária. Fernando Sousa considera importante ter Silveira como interlocutor no Brasil, principalmente por serem projetos exclusivos e inéditos.

The Magic Numbers, PJ Harvey e John Parish no projeto Clubbing
O Clubbing é o evento da Casa da Música que reúne em uma única noite artistas de jazz, música eletrônica, rock, VJs e DJs. A lendária banda pós-punk The Fall abriu a programação do projeto em janeiro, dia em que se apresentou o DJ brasileiro Chernobyl.

Fernando Sousa informou ao UOL, as próximas atrações do projeto: a banda londrina The Magic Numbers e a brasileira Grace Kelly, DJ residente em Berlim, apresentam-se dia 04 de abril. No dia 02 de maio PJ Harvey e John Parish sobem ao palco do Clubbing, no mesmo dia em que o projeto brasileiro Radiola será apresentado.

 

Fonte: UOL Música

“Tristeza do Jeca” eleita o maior clássico da música sertaneja de raiz

Composta no longínquo 1918, a canção “Tristeza do Jeca” foi eleita o maior clássico da música sertaneja de raiz, ou música caipira, ou ainda moda de viola, como alguns chamam o estilo. A votação foi feita a pedido do jornal Folha de S.Paulo com 16 personalidades ligadas ao meio musical, entre cantores, críticos, estudiosos e fãs.

“Tristeza do Jeca” foi composta por Angelino de Oliveira, dentista que também trabalhava como vendedor de imóveis e escrivão de polícia em Botucatu, interior de São Paulo. A música foi regravada por uma infinidade de artistas como Sérgio Reis, Zezé di Carmargo & Luciano, Chitãozinho & Xororó e Almir Sater, mas a versão eleita foi com a dupla Tonico e Tinoco.

Entre os jurados estavam os críticos e historiadores musicais Zuza Homem de Mello e Jairo Severiano, Fernando Faro, do programa da TV Cultura “Ensaio”, o jornalista Marcelo Tas e o músico Renato Teixeira, entre outros.

 

Fonte: Canal Pop

Moska fala sobre o projeto "Zoombido"

 

"Em meados de 2005, fui convidado para criar uma série de encontros musicais que misturassem conversa, fotografia e cinema. Metido-à-besta-profissional que sou, aceitei. Na época, eu vinha experimentando a fotografia em várias superfícies reflexivas, como espelhos, metais e objetos espelhados. Assim nasceu o Zoombido, juntando minha eterna paixão pela canção com um novo amor: a fotografia.

Por episódio, são três canções executadas, escolhidas pelos próprios autores e apresentadas no formato 'voz + um instrumento'. Uma canção foi composta por todos os participantes. A cada convidado eu pedi uma frase (letra e melodia), com dois ou três acordes (harmonia), e assim criamos juntos 'Para Se Fazer uma Canção'. Já gravamos três temporadas (três canções compostas) e em 2009 gravaremos a quarta, totalizando mais de cem compositores.

A gravadora Biscoito Fino oferecerá os DVDs e CDs como 'fascículos', com seus lançamentos espaçados em intervalos bi ou trimestrais. No DVD, além dos programas inteiros, existe a opção "só músicas", além dos extras com as minhas fotos através do tijolo de vidro e fotos de backstage. Espero que o Zoombido revele nossa 'cultura de canções' sob uma ótica nova e que, fundamentalmente, estimule ao compositor iniciante ou desconhecido a continuar se expressando com liberdade e assinatura, acreditando que sua diferença e singularidade é o que o torna único."


Paulinho Moska é cantor, compositor e apresentador de tevê. O primeiro volume de "Zoombido - Para se Fazer uma Canção" acaba de ser lançado em CD e DVD pela Biscoito Fino. O depoimento acima foi extraído do release do show de lançamento do novo projeto, realizado na Modern Sound, no Rio, no início de março.

 

Fonte: Sucesso

Musical de Chico Buarque em Portugal

O espectáculo Gota D`Água, um musical de Chico Buarque e Paulo Pontes, a partir da tragédia «Medeia», vem a Portugal em Maio.

 

«O que será (à flor da pele)», «Partido Alto» «Gota D`Água», «Comadre Joana», «Vila do Meio Dia», «Paó» e «Virgem Matriaracarum», são alguns dos temas interpretados ao vivo, com direcção de João Fonseca. Estas são as datas:

 

Guimarães | Centro Cultural Vila Flor | 1 de Maio
Lisboa | Centro Cultural de Belém | 6 a 9 de Maio
Estarreja | Cine-Teatro | 15 de Maio
Figueira da Foz | CAE | 16 de Maio
Porto | Coliseu | 20 de Maio
Faro | Teatro das Figuras |23 de Maio

 

Fonte: Disco Digital

Show em Portugal abre as comemorações dos 60 anos de carreira de João Donato

O pianista João Donato inaugurou na noite deste domingo (15), na Casa da Música, cidade do Porto (Portugal), uma série de shows em comemoração aos seus 60 anos de carreira. Essa foi a primeira apresentação do músico no país.

Emílio Santiago e Joyce, dois de seus maiores parceiros, subiram ao palco com Donato, que foi acompanhado pelos músicos do João Donato Trio: Ricardo Silveira no violão, Robertinho Silva na bateria e Luiz Alves no contrabaixo. Em conversa com o UOL, momentos antes do show, João Donato disse estar feliz com a celebração dos seus 60 anos de carreira, mas principalmente pelo fato de tocar pela primeira vez em Portugal.

De acordo com Ivone Belém, mulher de Donato e jornalista, a temporada com início em Portugal segue para o Brasil, onde acontecerão shows durante o ano no Rio de Janeiro, São Paulo, Salvador, Porto Alegre e Brasília. Parceiros como Marcelo D2, Gilberto Gil, Joyce, Emílio Santiago, Martinho da Vila e sua filha Mart'nália, Fernanda Abreu e Zeca Pagodinho, entre outros, deverão dividir o palco com Donato.

Em meio a improvisações vocais e brincadeiras, Joyce e Emílio, acompanhados de Donato e de seu trio, faziam do ensaio geral um encontro descontraído entre amigos, e uma prévia do que horas mais tarde seria a primeira apresentação do músico em Portugal.

Após as primeiras notas de "Gaiolas Abertas" --primeira música do setlist--, João Donato entrou timidamente no palco e sentou rapidamente à frente do piano, deixando suas meias multicoloridas de menino à mostra. As primeiras notas que saíram do piano ampliaram de forma imediata as possibilidades do primeiro tema.

A primeira parte do show foi instrumental e, conforme sua progressão, a complexidade dos temas era ampliada e os elementos brasileiros e latinos tornavam-se mais acentuados. Vez ou outra um solo jazzístico rompia com a estética latina que marcava a música. Foi o que aconteceu no segundo tema, "Café com Pão", e o solo de violão de Ricardo Silveira. O primeiro tema cantado por Joyce foi "Sambou Sambou". A platéia foi transportada pela doçura de sua voz. A cantora também interpretou "Minha Saudade", uma parceria de João Donato com João Gilberto, e também "No fundo do mar", de sua autoria com Donato.

A música escolhida para a entrada de Emílio Santiago foi "Até quem Sabe", de Donato e Lysias Ênio. Os aplausos de reconhecimento pela poderosa voz do cantor surgiram poucos instantes após a sua entrada. Joyce e Emílio roubaram a cena por alguns instantes, tal era harmonia tonal de suas vozes. O público não mostrou entusiasmo, mas respondeu ao apelo do swing dos convidados, quando interpretaram a antológica "Bananeira", última canção antes do bis. Outras três músicas foram interpretadas por todos músicos. Donato, que cantou duas músicas, "Paz" e "Emoriô", considera que "a música instrumental é limitada em popularidade, um grupo instrumental dificilmente é famoso, porque existe um fascínio pelo cantor ou cantora. A música instrumental sofre da pouca divulgação".

Ao ouvir os temas instrumentais que João Donato e os seus parceiros executaram nesta primeira exibição em Portugal, a bossa nova, o samba e os ritmos latinos parecem ser indissociáveis. O jazz --que aparece a qualquer momento-- é a plataforma inventiva de sua música, sob a qual flutuam todos os ritmos e influências, que o "gigante" Donato absorveu e consolidou durante a sua extensa carreira.

"Parceria" de Donato com Ravel e Debussy
Sobre o fato dessa ter sido a sua primeira apresentação em Portugal, Donato disse que não aconteceu antes pela simples falta de contatos no país. Mas essa lacuna no intercâmbio musical entre Brasil e Portugal começa a ser preenchida com projetos futuros.

João Donato planeja para o ano que vem a realização de um trabalho na Casa da Música ao lado do músico Jaques Morelenbaum. O trabalho consiste na transposição de trechos, selecionados por Donato, das obras eruditas de Claude Debussy e Maurice Ravel, para uma linguagem popular.

João Donato, que admira desde a sua adolescência os compositores franceses, está constantemente em busca de novos parceiros: "Pesquisando e estudando este tipo de música, me deu vontade de fazer uma "parceria", como Ravel e Debussy usando suas influência orquestrais com as minhas outras experiências". O resultado final será uma Suíte Sinfônica interpretada por um grupo de músicos solistas (piano, contrabaixo, bateria e percussão) e por uma orquestra, que Donato espera ser a Orquestra Nacional do Porto.

Veja abaixo a lista de músicas apresentada por João Donato em seu primeiro show em Portugal:

"Gaiolas Abertas"
"Café com Pão"
"Muito a Vontade"
"Bluchanga"
"Sambolero"
"Amazonas"
"Manhã de Carnaval"
"Sambou Sambou"
"Lugar Comum"
"Minha Saudade"
"No Fundo do Mar"
"Até quem Sabe"
"Simples Carinho"
"E vamos Lá"
"Mentiras"
"Então que tal"
"E muito mais"
"Um dia desses"
"A Rã"
"Quem diz que sabe"
"Bananeira"
"Nasci para Bailar"
"Emoiro"
"Suco de Maracujá"

 

Fonte: UOL Música

Músicos brasileiros e africanos unem-se em Portugal

Ritmos africanos e brasileiros se unem na capital portuguesa, onde emergem excitantes estilos que fundem a cultura musical de três continentes, com grupos com Mick Mengucci & Misturapura, Terrakota e Duonde. 

Da vitalidade do Brasil e do exotismo da África surge um renovador mix sonoro, no qual o samba e a percussão africana são a base rítmica, mas o reggae e funk também têm seu espaço.

Lisboa aglutina raízes culturais de países como Brasil, Angola e Cabo Verde – todos ex-colônias portuguesas – e, do reflexo desta singular convivência, que une Europa, América e África, nascem projetos musicais com traços dos três continentes.

"Ao samba, que já é um estilo muito africano, juntamos os instrumentos de percussão da África negra lusófona, provenientes de Angola e Cabo Verde", disse Mick Mengucci, um italiano estabelecido em Lisboa há mais de 10 anos e líder do Misturapura.

Mengucci diz que as ruas de Lisboa são um caldeirão cultural propício ao surgimento de novas propostas criativas, onde as rodas espontâneas de músicos são comuns à noite.

"Os brasileiros começaram a tocar na rua e ali se juntaram à influência rítmica da África", conta o cantor e guitarrista, que destaca o bairro Alto Lisboeta, que reúne milhares de jovens a cada fim de semana, como um dos pontos de origem do movimento "afrobrasileiro".

O triângulo (chamado de "ferrinho" em Portugal), a conga e o pandeiro são instrumentos de percussão angolanos e cabo-verdianos que acompanham o violão, a bateria e o baixo na criação de um som audaz que entusiasma além das fronteiras portuguesas.

Assim, Mick Mengucci & Misturapura tocaram em diversos países europeus, mas se preparam para lançar seu novo trabalho em Lisboa, no dia 19 de março, na casa de shows Onda Jazz, localizada no histórico bairro da Alfama.

O grupo, que conta com músicos brasileiros e angolanos, solta milhares de watts de energia em suas apresentações, nas quais chama o público para dançar e improvisa canções em português, inglês ou italiano.

Outra banda fundamental na cena multicultural de Lisboa é o Terrakota, uma das precursoras do som mestiço luso, cuja sonoridade provém de origens variadas, como a África negra, a Índia, o Caribe e o Oriente Médio.

O lema "tudo misturado" é o cartão de apresentação dos oito músicos do grupo, naturais dos mais diversos pontos do planeta e liderados pela vocalista angolana Romi Anauel, seu elemento mais carismático.

Com três discos gravados, a banda atualmente prepara uma turnê que a levará a Espanha, Alemanha, Itália e Grécia, entre outros países.

Entre os projetos mais recentes, se destaca o Duonde, formado pela cantora cabo-verdiana Celina Piedade e o próprio Mengucci, que faz um som mais pausado e intimista, próximo à bossa nova e que já conseguiu algum reconhecimento na França.

 

Fonte: IG Música

Marina Lima prepara novo CD com duas músicas em inglês

 

Prestes a lançar um novo CD, Marina Lima faz em São Paulo, nesta segunda-feira, um quase pocket show. Sua apresentação será no Glória, casa que funciona como uma boate nos finais de semana e comporta pouco mais de uma centena de espectadores.

Do Rio de Janeiro, onde mora, a cantora conversou com a Webradiofm por telefone. Falou sobre o que atrasa a música brasileira, como nasceu a vontade de compor em inglês e adiantou o nome de duas canções do próximo álbum. Para Marina, essa é a hora de passar o trabalho a limpo.

WEBRADIOFM: O show que vai acontecer em São Paulo tem chance de permanecer numa temporada?

MARINA LIMA: Eventualmente, sim. Posso até fazer um ou outro show, alguma coisa avulsa. Estou mais ligada no novo disco, que já tem as músicas prontas, estou com vontade de gravar logo. Mas já estive no Glória, tocando numa festa do Alexandre Herchcovitch, a casa é linda, estou looking foward.

WEBRADIOFM: É verdade que você fez um curso do software Ableton, que serve para apresentações como DJ?

MARINA: Não, nunca fiz. O que já fiz em 98 foi um curso de MIDI, que é sobre linguagem de música entre computadores. E desde então fiquei plugada nisso. Se você é um artista de trabalho solo ganha uma autonomia enorme, pode ficar como um cientista... Isso não quer dizer necessariamente que seja para produzir música de pista, mas que as minhas produções ficam mais com os timbres de hoje.

WEBRADIOFM: Você concorda que é dessa forma que a música brasileira avança ao invés de ficar tanto nas mãos de quem só regrava sambas?

MARINA: Sim, acho completamente isso. Essa coisa de resgate por um lado é bacana porque o Brasil é um país enorme, mas, às vezes, vira um lixo, fica estacionado, um eterno retorno. É comum, ciclicamente, olhar para trás, mas no Brasil parece um pouco de preguiça, que não querem introduzir nada. É uma coisa saudosista chata e eu não sou saudosista, eu sou ligada no hoje. Não tem sentido revisitar uma coisa que já foi feita por várias pessoas, fica cansativo. Não pode ter preguiça de reinventar ou você condena as pessoas mais jovens a só ficar olhando acervo, acervo...

WEBRADIOFM: Entre as bandas que estão aí dá para citar o Radiohead como um grupo de que você gosta, certo? Você vai aos shows?

MARINA: Sim. Radiohead é o que há! Sabe que um dos guitarristas já veio algumas vezes ao Brasil e tinha reparado que, volta e meia, há coisas de harmonia que parecem Chico Buarque? Como é que eles conhecem isso? Eles misturam tudo. Usam a eletrônica, acordes do estilo dos ingleses e reinventam muito, acho maravilhoso...

WEBRADIOFM: Fazendo uma comparação com você, o Radiohead tem a canção Creep, que eles não tocam mais de jeito nenhum, mas você, no entanto, não tem problema em cantar faixas de mais de dez anos. Há algo que você não põe no repertório?

MARINA: Não. Primeiro é que no Brasil, diferente da Europa, não há tanta gente com grana. Então, fora do eixo Rio-São Paulo é complicado você não cantar Fullgas, por exemplo, porque as pessoas que não veem os shows com frequência pagam por isso, se sentem sacaneadas se não canto... Eu entendo isso. O que faço é dar outra roupagem sem descaracterizar a canção. Preparo outras molduras em que me sinta confortável também, não quero fazer o “recordar é viver”. Até porque alguns arranjos ficaram realmente datados. Vou variando, toco uma ou duas mais antigas e outras mais novas. E penso que se o artista quer as pessoas vendo o que ele faz é preciso também dar às pessoas o que elas querem ouvir também.

WEBRADIOFM: Você tem planos para compor em inglês?

MARINA: Engraçado você perguntar, comecei a cantar Billie Holiday nos últimos shows (a canção You´re My Thrill) e isso me jogou para um universo da minha adolescência, quando morei nos EUA e comecei a compor em inglês. O CD novo deve ter duas canções em inglês e talvez até grave You´re My Thrill. Uma delas acho uma mistura de Radiohead com Nirvana, chama-se Keep Walkin´, outra começa em português e termina em inglês, deve chamar De Todas Que Vivi. Só mostrei, por enquanto, para o Edu Martins, que está produzindo comigo.

WEBRADIOFM: E como está a vida no Rio de Janeiro com o novo prefeito, o Eduardo Paes?

MARINA: Votei no Gabeira e seria um sonho realizado se ele tivesse vencido, mas a autoestima da cidade melhorou muito. Ele é um carioca que quer muito bem ao Rio. Tem o apoio do Sergio Cabral (governador) e do Lula, então a cidade não fica segmentada, porque um não fica com raiva do outro, com políticos trabalhando de maneira individual. Eu fico feliz, porque afinal moro aqui. Mas não tenho essa coisa de cidade, acho que o Brasil é todo meu também. Por acaso, nasci aqui e tenho minha mãe de quem quero ficar perto. Como o João Gilberto disse: "O Rio de Janeiro é dos brasileiros"... É importante que esteja bem.

 

Fonte: WebRadio FM

Novo site do Jota Quest estréia terça com novidades

Nesta terça-feira, dia 17, o Jota Quest estréia seu novo site oficial com layout reformulado e novidades para os fãs. Uma delas é a seção “Sala Especial”, que no lançamento vai apresentar duas novas versões de “Vem Andar Comigo”.

As canções estarão disponíveis para audição, mas não para download. Uma foi produzida pela banda e a outra pelo canadense Ashley Slater, que participou de várias faixas em “La Plata”. O videoclipe da canção também ganhou uma nova edição para o site.

Além disso, os fãs terão acesso a toda a discografia e vídeografia da banda para ouvir e assistir, ‘bootlegs’ com versões alternativas das músicas, todos os clipes e o J.Q. Player, uma rádio com 4 horas de músicas escolhidas pelos integrantes. O endereço do site é www.jotaquest.com.br.
 
Fonte: Canal Pop

Simone e Zélia Duncan, uma parceria de sucesso em Portugal, com o espetáculo “Amigo é Casa”

Simone e Zélia Duncan encantaram o público em Lisboa

 

Depois de percorreram várias capitais do Brasil com o espetáculo "Amigo é Casa", gravados em CD e DVD em 2008 pela Biscoito Fino, as cantoras brasileiras Simone e Zélia Duncan estiveram em Portugal. Por onde passaram o sucesso foi total, evidente, com as casas cheias de fãs, que receberam as artistas e curtiram os mais novos sucessos da dupla.

De acordo com depoimento de Zélia Duncan em entrevista, o trabalho é resultado do encontro que teve com Simone em 2005. Quanto ao título do álbum, foi retirado da canção homônima de Hermínio Bello de Carvalho e Capiba, que traz os versos "amigo é feito casa que se faz aos poucos e com paciência pra durar pra sempre". O concerto, considerado por ambas uma ode ao encontro e ao amor entre amigos, nunca foi explorado no meio artístico brasileiro.

 

Mais de duas mil pessoas acompanharam o show na capital portuguesa
 


A turnê teve início em Figueira da Foz e Porto. Por fim, na sexta-feira (6/3) as artistas despediram-se do público português com mais uma grande apresentação no Campo Pequeno, na capital "alfacinha" (leia-se lisboeta), perante uma plateia de quase 2.500 pessoas.

Os dois ícones da música popular brasileira subiram ao palco de mãos dadas e saudaram a todos com uma composição de Caetano Veloso, "Alguém Cantando". Ambas conduziram o espetáculo por quase duas horas para uma plateia bem descontraída, de nacionalidades heterogêneas, todos com um único objetivo: se divertirem ao som de duas grandes vozes amigas, que levaram alegria e descontração para todos. Em cada interpretação, a troca de carinho era explícita ao público, que correspondeu com ovações calorosas.

 

A dupla mostrou entrosamento no palco do Campo Pequeno


A noite teve momentos emocionantes. Um deles foi quando a carioca Zélia confessou seu amor à nação portuguesa e fez uma declaração à capital lusitana: "Lisboa é para mim meu Rio de Janeiro em Portugal". Fez sua apresentação solo, cantando "Kitnet" (Alzira E./Arruda) e "Cuide-se bem" (Guilherme Arantes). Fez também uma homenagem à amiga e parceira de palco, interpretando "Na próxima encarnação" (Itamar Assumpção). Em seguida, entrou Simone e ambas se abraçaram, mexendo com a emoção dos fãs, com alguns até chorando.

Os momentos especiais não pararam por aí. Simone, em solo, fez o público vibrar interpretando, entre outras, a música "Vou ficar nu pra chamar sua atenção", sucesso de autoria do rei Roberto Carlos e do parceiro Erasmo Carlos.

 

Simone e Zélia iniciaram o espetáculo com uma canção de Caetano Veloso


A dupla fez ainda uma homenagem à saudosa cantora Cássia Eller cantando "Gatas extraordinárias" (Caetano Veloso). Simone e Zélia Duncan despediram-se cantando, com o público de pé, "Encontros e despedidas" (Milton Nascimento e Fernando Brant) e "Ralador" (Roque Ferreira e Paulo César Pinheiro). Simone ora cantava, ora extraía som de um apito. Por fim, encerraram a noite jogando flores brancas à plateia, que agradeceu carinhosamente.

 

Fonte: IG Música

Ivete Sangalo e o sucesso de Cadê Dalila no Carnaval

 

"Esta não é a primeira vez que uma música minha é escolhida a melhor do Carnaval. Em 2002, recebi o prêmio por 'Festa'. Mas naquele ano foi diferente, pois 'Festa' estava na atmosfera da Copa do Mundo. Já com 'Dalila' foi surpreendente, uma vez que a música só tinha sido lançada há dois meses. O povo da minha Bahia é fantástico! Eles agarraram Dalila como se fosse uma parte deles e por isso é esse sucesso. Estou feliz e realizada. Essa música é tão positiva que me deu muita força. Me sinto orgulhosa e feliz. Agradeço imensamente ao público, afinal, essa canção simboliza a busca por bons presságios do povo da Bahia."

Ivete Sangalo é cantora, compositora e interpretou a melhor música do Carnaval 2009, "Cadê Dalila", segundo números da tradicional Pesquisa Bahia Folia. Composta por Carlinhos Brown e Alain Tavares, a canção recebeu 58,5% dos votos, contra 30,1 % da segunda colocada: a canção "Beijar na Boca", cantada por Claudia Leitte. O depoimento da cantora foi extraído de uma matéria publicada nesta semana pelo portal iBahia (http://ibahia.globo.com)

 

Fonte: Sucesso

O Rappa vem a Lisboa em Abril

O colectivo brasileiro Rappa vai estar em Lisboa no dia 18 de Abril para apresentar o novo álbum «7 Vezes».

 

O concerto está marcado para a Pala das Docas, em Alcantâra. Na mesma noite, actuam Joe Papaya, Dj Carioca, DJ Kareca, MC Andre e MC Sagais.

 

Fonte: Disco Digital

Frejat em "Intimidade entre Estranhos"

 

O cantor e compositor Frejat, líder do Barão Vermelho, mergulha em mais um trabalho solo. O terceiro disco de Frejat, “Intimidade entre Estranhos”, dá continuidade à sua carreira, trazendo o primeiro grupo de novas composições que ele grava desde 2003.

 

O novo show traz repertório baseado no recém-lançado álbum como “Eu só queria entender”, “Eu não quero brigar mais não” e “Dois lados”, “Nada além” e “Tudo de bom”. O show conta, ainda, com músicas de outros compositores, como Renato Russo e Adriana Calcanhotto, além de algumas do Barão Vermelho.

Uma produção elegante não apenas no repertório, mas também no formato. Com uma iluminação clean, Frejat sobe ao palco acompanhado por Maurício Barros (teclado e vocais), Billy Brandão (guitarra e vocais), Bruno Migliari (baixo e vocais) e Marcelinho da Costa (bateria e vocais).

Acompanhe a entrevista exclusiva que o cantor concedeu ao site Kboing:

Kboing – O nome do disco "Intimidade Entre Estranhos" tem alguma coisa de experiência do cantor Frejat?
Frejat  Na verdade tem da minha como de qualquer outra pessoa que atente para as várias situações que todos nós vivemos no dia-a-dia urbano, este título e o disco tratam destas relações.

Kboing – Que mudanças você fez no processo de elaboração deste terceiro CD solo em relação aos outros?
Frejat  um núcleo central de músicos para gravar quase todas as músicas mantendo assim uma integridade de execução e depois partia para a fase de detalhamento de uma maneira mais particular para cada faixa.

Kboing – Qual a sua faixa preferida desse novo álbum? Por que?
Frejat  Não tenho, seria o mesmo que eleger um filho favorito.

Kboing – Você diria que em seu trabalho solo você está fazendo MPB?
Frejat  O pop-rock brasileiro sempre fez parte da MPB as pessoas é que demoraram a deixar cair a ficha.

Kboing – Como você faz para agradar tanto ao público jovem, que gosta do som do Barão, quanto ao adulto, que curte o seu trabalho solo?
Frejat  É um presente que a vida me deu. Ter a minha música apreciada por várias gerações.

Kboing – Você esperava ter todo esse sucesso?
Frejat  Eu nunca esperei sucesso de nenhum tamanho, é lógico que você quer que dê certo, mas se ficar pensando nisso vai prejudicar todo o processo de criação.

Kboing – Como você avalia o seu trabalho solo já que esse é terceiro álbum?
Frejat Acho que esse disco representa a retomada do meu trabalho individual que após os dois primeiros discos estava em franca ascensão e foi interrompido em 2004 para que eu retornasse ao Barão. Agora é hora de eu me dedicar totalmente à sua consolidação.

Kboing – Quais as vantagens e desvantagens de levar uma carreira solo?
Frejat  Tudo na vida tem os dois, por isso eu nem paro pra pensar nisso.

Kboing – O que você ainda tem vontade de fazer, musicalmente falando?
Frejat  Muita coisa, o trabalho individual permite muitas possibilidades e estou pronto para ser surpreendido também.

Kboing – Daqui há alguns anos, você irá completar 50 anos. Essa idade te assusta?
Frejat  Não, mas com certeza o passar do tempo provoca transformações e eu não gosto de me preocupar por antecipação.

Kboing – Em uma entrevista para a rádio Jovem Pan fm, você disse "nunca ir para o show com a mesma camisa que irá usar na apresentação". Você ainda tem essa superstição?
Frejat  Nesta turnê temos um figurino que viaja com o nosso equipamento, então agora não me preocupo mais com isso.

Kboing – Diversos artistas estão lançando ou relançando sucessos em disco de vinil. Você acredita no fortalecimento desse tipo de mídia nos dias atuais?
Frejat  Não, apenas para a pista de dança, mas quem sabe o que será o futuro?

Kboing – A primeira coisa que vem a sua cabeça: "Barão Vermelho" / "Frejat".
Frejat  Rock’n roll brasileiro à vera / Eu.

 

 

Fonte: Kboing

Roberta Sá gravará DVD ao vivo em abril

Cantora Roberta Sá irá gravar DVD ao vivo em abril

Cantora Roberta Sá irá gravar DVD ao vivo em abril

 

Cantando o repertório de seus dois álbuns já lançados, Braseiro e Que Belo Estranho Dia Pra Se Ter Alegria, a cantora Roberta Sá gravará seu primeiro DVD, no Vivo Rio, em 3 de abril. A gravação deve ter os mesmos cenários (de Gringo Cardia) e figurino (assinado por Isabela Capeto) da turnê do último álbum.

 

Roberta ainda não anunciou os convidados especiais para a gravação, mas é esperada a confirmação de nomes importantes, como Fernanda Abreu e Ney Matogrosso.

Enquanto finaliza os últimos detalhes para o projeto, a cantora também já pensa num novo CD de inéditas. Roberta Sá pretende gravar um álbum com composições do baiano Roque Ferreira.
 

 

Fonte: Terra Música

Maria Bethânia prepara novo CD de inéditas

Maria Bethânia pretende lançar ainda neste semestre seu novo álbum, sucessor de "Mar de Sophia" e "Pirata", seus mais recentes discos de estúdio, lançados simultaneamente em 2006.

A cantora baiana lançou ainda nos últimos dois anos o CD ao vivo "Dentro do Mar Tem Rio" e o CD e DVD "Omara Portuondo e Maria Bethânia".
 

E entre as novidades do próximo disco estão confirmadas no repertório as faixas "Da Saudade" (parceria de Moska com Chico César) e "O Que Eu Não Conheço" (composição do sobrinho da cantora, J. Velloso, em parceria com Jorge Vercillo).

 

Fonte: UOL Música