Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Música do Brasil

Música do Brasil

Toni Garrido lança primeiro single solo; ouça agora

Toni Garrido
 

Toni Garrido está lançado nas rádios e na internet a primeira música de seu álbum solo. O nome da faixa é "Me Libertei" e pode ser ouvida no site oficial do cantor.

 

Clique aqui para ouvir

 

A música é apresentada pelo prório Garrido em um vídeo. Emocionado, ele introduz a canção afirmando ser este um momento muito importante. "Talvez este momento fique eternizado na minha vida, o dia que eu anunciei a canção", fala.

A música é uma versão de uma composição da década de 1970 gravada por Toni Tornado. O álbum solo do ex-Cidade Negra já está gravado mas ainda não tem data para sair.

 

Fonte: IG Pop

Marisa Monte lança hotsite do novo DVD, ainda inédito

 

 

 

 

Amanhã (quinta-feira) estará no ar o hotsite do DVD "Infinito ao meu Redor", trabalho que será lançado pela cantora Marisa Monte até o final deste mês. A previsão da EMI é de que a novidade chegue às lojas no dia 31. Sexto DVD da cantora carioca, "Infinito ao meu Redor" traz um documentário sobre a gravação dos álbuns "Infinito Particular" e Universo ao meu Redor". E virá com um CD-bônus com nove canções da turnê do show "Universo Particular". Entre elas, as inéditas "Não É Proibido" e "Pedindo pra Voltar". O hotsite estará disponível no site oficial da cantora (http://www2.uol.com.br/marisamonte).

 

Fonte: Sucesso

Visualização da Barra Lateral

Olá  todos os visitantes!

Queria-vos pedir um pequeno favor ... Pode ser?

Queria que me dissesem se estão a ver a barra lateral do blog correctamente, ou seja, se toda a informação está lateralmente aos "posts" ou se encontra no final destes!

É que num computador eu vejo tudo correcto, mas no outro, as informações da barra lateral só aparecem no fim do blog!

Espero a vossa ajuda para resolver este probleminha!

Obrigada

 

Ana

EGO mostra as músicas do CD infantil de Ivete Sangalo e Saulo Fernandes

‘Casa Amarela’ é o primeiro projeto da dupla, e conta ainda com a participação de Xuxa

 

Divulgação /Divulgação 

Veveta e Saulinho: eles relembram infância em CD voltado para os baixinhos

 

Esqueça o furacão Ivete Sangalo e o galã da Banda Eva Saulo Fernandes. Em “A Casa Amarela”, eles são Veveta e Saulinho, apelidos de infância dos cantores que dão bem o tom do CD infantil que eles estão lançando.

“A Casa Amarela é uma revelação da nossa infância. O disco inteiro tem referências fortíssimas dela. Ele não tenta se adequar à atualidade das crianças, mas traz nossa visão, nossa verdade de infância”, diz a cantora que assina as 11 faixas do disco com Saulo e se alterna com ele nos vocais.


Os dois só não cantam a música "Sono". Preferiram chamar uma especialista em baixinhos para dar voz à canção de ninar do álbum. Tarefa que coube à Xuxa.


“Convidamos Xuxa porque ela sabe muito bem lidar com criança. Tanto com sua filha quanto com seus baixinhos, ela entende com maestria como coordenar essa turminha”, diz Ivete, que assina todas as músicas com o Saulo. 


A Casa Amarela

 

Divulgação /Divulgação 

Capa do novo CD de Ivete e Saulo

 

O EGO entrou na brincadeira e descolou em primeira mão as músicas de “A Casa Amarela”, CD infantil de Ivete Sangalo e Saulo Fernandes. É só clicar e ouvir!  

 

1. Bicho 
2. Fantasia
3. Frufru 
4. A casa amarela
5. Mundo de Lela
6. Sensacional
7. É bom viajar
8. Funk do xixi
9. Maria flor
10. Sono
11. Enfim vencer

  

Fonte: Ego

Papas da Língua lança CD novo e conta ao Virgula sobre sua produção

foto 

 

O Papas da Língua terminou de gravar o novo CD, batizado de Disco Rock. A banda, que lança o primeiro álbum como contratada da EMI Music, teve o trabalho produzido por Paul Ralphes, que já trabalhou com bandas pop como Kid Abelha, Engenheiros do Hawaii e Cidade Negra.

O álbum tem a participação de Paula Toller e está bem pop, o que já se percebe logo na capa, com as fotos dos integrantes Serginho Moah, Léo Henkin, Zé Natálio e Fernando Pezão no estilo da Arte Pop de Andy Warhol. Conversamos com Zé Natálio, que nos contou mais sobre o novo álbum.

Como surgiu o convite para Paul Ralphes produzir o disco?
Já éramos fãs dele e tínhamos a idéia de trabalhar com ele. Quando ele soube do nosso interesse acabou nos escrevendo um e-mail dizendo que tinha vontade de trabalhar com a gente. Saber que ele estava interessado nos seduziu.

Foi ele (Paul Ralphes) quem sugeriu Paula Toller para participar da gravação, vocês gostaram da idéia logo de cara? Como rolou o contato? Como foi a escolha da música em que ela participaria?
Foi super bacana o contato. Mostramos umas músicas e ela escolheu a que ela tinha mais afinidade. Ela gostou da musica O Amor Se Escondeu, então foi muito relax, muito tranqüilo. Ela estava muito serena, foi muito fácil de gravar com ela.

Qual é a primeira música de trabalho que será lançada?
A música chama Oba Oba.

Quais são as principais influências musicais que moldaram esse CD?
Tem uma influência tanto da presença do Paul, muito inglesa, que trouxe alguns aspectos de sonoridade e influência que vieram à tona nesse disco. Tem também uma influência dos anos 80. Agora estamos ouvindo muito Keane, Coldplay... Esse CD está bem pop, bem Papas.

Mudou alguma coisa na produção do CD com a mudança da gravadora?
Mudou, não só com a mudança de gravadora, mas com o Papas mesmo, que está numa constante evolução. Nós mudamos.

Como vocês comparam este álbum com o anterior, o “Ao Vivo e acústico”?
Não dá para comparar. O outro era um Ao Vivo e Acústico e esse é de estúdio. No outro juntamos os hits dos 10 anos de carreira do Papas, passamos a régua mesmo, e esse é totalmente inédito. O que a gente diz é pro pessoal abrir o coração para ouvir o CD novo. Tá muito legal! Estamos ouvindo ele agora!

 

Fonte: Virgula Música

Marisa Monte lança novo DVD este mês

Está agendado para o dia 31 de outubro o lançamento do novo DVD da cantora Marisa Monte. Batizado como “Infinito ao Meu Redor”, o DVD traz um documentário sobre o processo de gravação dos álbuns “Infinito Particular” e “Universo ao Meu Redor”, lançados simultaneamente em 2006.

O DVD também trata da vida de Marisa na estrada, durante a turnê Universo Particular. Além do vídeo, o pacote traz um CD bônus com nove músicas registradas ao vivo durante a turnê. Entre as faixas há canções nunca registradas em CD anteriormente pela cantora. Entre elas “Não É Proibido”, “Pedindo Pra Voltar” - de Carlinhos Brown - e “Mais Uma Vez”.
 
Fonte: Canal Pop

Titãs editam 26 anos de carreira ...

Titãs editam 26 anos de carreira em documentário que usa vídeos feitos por Branco Mello e relíquias em VHS

A banda, enlameada, na Chapada dos Guimarães, nos anos 80, em cena que está no filme

"Isso aí é punk?", pergunta uma espantada Hebe Camargo aos oito rapazes de terninhos, maquiagem e cabelos bizarros que estão no palco do seu programa, em 1984. "Isso é "Sonífera Ilha'", responde Branco Mel-lo, antes de a banda dublar a música num playback "trash".
A cena -engraçada, estranha, pop e retrô- é um bom exemplo do material que está em "Titãs - A Vida até Parece uma Festa", documentário que passa na Mostra de Cinema de São Paulo no próximo dia 28 e tem lançamento nacional marcado para 16 de janeiro.
O filme compila em 90 minutos as 300 horas de imagens (a maior parte vindas de fitas VHS, ou seja, de qualidade sofrível) acumuladas ao longo de 26 anos de carreira dos Titãs.
"Quando ganhei meu primeiro cachê bacana, em 1986, depois do "Cabeça Dinossauro", comprei a câmera e saímos pela estrada filmando tudo", diz Branco Mello, um dos vocalistas e compositores da banda e o idealizador do filme.
O que se vê na tela, segundo ele, "é a intimidade total da banda". "Não tinha censura para nada, a câmera era nossa companheira, ninguém tinha pudor. Não era alguém externo filmando, éramos nós."
Como resultado, "as barbaridades todas estão lá", diz o cantor -um bom exemplo é a seqüência em que ele, Sérgio Britto e Marcelo Fromer, em estados alterados da mente, fazem uma festa particular alucinada, que inclui um fondue de creme de barbear e disco de vinil.

Diversão é solução
Mais do que barbaridades, o filme tem muito humor, tanto nas brincadeiras de bastidores do grupo quanto nas hilárias participações em programas de TV dos anos 80.
"A mãe do Nando [Reis] gravava no videocassete muitos programas de auditório que hoje nem as próprias TVs têm", diz Branco. Um exemplo é a divertida participação da banda no quadro "Sonho Maluco", de Gugu Liberato, em 1985, encenando o salvamento de uma fã raptada por uma aranha.
De posse do material gravado por eles mesmos e de outros doados por amigos e familiares, Branco começou a dar forma ao filme em 2002, quando conheceu Oscar Rodrigues Alves, co-diretor do documentário.
"Ele fez o vídeo de "Epitáfio", que foi muito marcante, aí começou uma amizade e eu o convidei para dar esse mergulho no material, precisava de uma pessoa de confiança absoluta para entregar algo tão íntimo."
A partir de então, foram seis anos "desembaralhando" as imagens para criar um filme.
"A gente viu que a história estava lá, só era preciso montá-la de uma maneira esperta. Não nos preocupamos em explicar de modo didático", diz Alves.
A música serve de "narradora", já que os trechos importantes da carreira dos Titãs vão sendo pontuados pela trilha.
Assim, "Estado Violência" serve de base para a história da prisão de Tony Bellotto e Arnaldo Antunes (veja quadro ao lado), "Família" mostra, obviamente, momentos em família, "Epitáfio" ilustra a morte de Marcelo Fromer (que aparece cantando o refrão da canção).
Depois de sua temporada no cinema, no ano que vem, o filme traçará novos rumos -será exibido pela MTV e ganhará um DVD com muitos extras.
"Ainda temos um tesouro a ser explorado", diz Branco sobre o material que ficou de fora. Ele inclui, por exemplo, a banda cantando o hit baiano "Faraó" com Lulu Santos e fazendo um carnaval na Argentina com os Paralamas do Sucesso.
 

Fonte: Folha de S. Paulo

Parceria de Roberto Carlos e Caetano Veloso vira CD e DVD

Roberto Carlos e Caetano homenagearam Jobim com show

 

A parceria de Roberto Carlos e Caetano Veloso em homenagem a Tom Jobim vai virar CD e DVD, confirmou a colunista Mônica Bergamo do jornal Folha de S.Paulo.

O vídeo terá a apresentação completa, com 20 faixas e extras de bastidores; o disco terá 14 músicas.

Com a gravação do CD e do DVD, Roberto Carlos não lançará o tradicional disco solo neste ano.

O CD que já estava pronto e agora ficará para 2009.

 

Fonte: Terra Música

Se estivesse vivo, Cartola faria 100 anos neste sábado

 

Se estivesse vivo, Angenor de Oliveira - ou simplesmente Cartola - completaria 100 anos neste sábado. Nascido em 11 de outubro de 1908, o compositor é responsável por alguns dos maiores clássicos da música popular brasileira.

Entre suas principais obras estão "As Rosas Não Falam", "Acontece", "O Mundo É Um Moinho", "Alvorada", "O Sol Nascerá", "Peito Vazio", "Cordas de Aço", "Quem Me Vê Sorrindo", "Alegria" e "Disfarça E Chora", entre outras.

Seu nome sempre esteve ligado à Estação Primeira de Mangueira, escola de samba da qual Cartola foi um dos fundadores. Diz a lenda que foi ele quem escolheu as famosas cores verde e rosa para a agremiação.

O apelido Cartola veio da época em que ele era operário da construção civil. Para proteger seus cabelos da poeira, ele costumava usar um chapéu. Seus colegas começaram então a chamá-lo de Cartola, e o nome o acompanhou para o resto da vida.

Apesar de compor desde a década de 1920, só alcançou reconhecimento no final dos anos 1960. Seu primeiro álbum saiu em 1974. Gravou então mais três discos (o segundo, considerado sua obra-prima), antes de morrer em 1980, vítima de câncer.

 

Leia mais sobre Cartola

 

Fonte: IG Pop

Associação Portuguesa de Forró

Olá pessoal forrózeiro!!!... Tudo bem com vocês?


As novidades deste mês são as seguintes:

- Forró na RTP - No passado dia 03 de Outubro a Érica e o Pablo fizeram uma apresentação de Forró no "Portugal no Coração" da RTP1. Se quiseres ver o vídeo clica aqui;

- Onde aprender a dançar Forró - Toda a informação foi completada e actualizada aqui sobre onde podes aprender a dançar Forró. Por agora apenas temos informações para Lisboa Se conheces outros sítios, por todo o país, contacta-nos e publicaremos a informação... Queremos "todo o mundo" a forrozear... Simbora!

- Forró na República das Bananas - Durante este mês continuam as festas de forró com música ao vivo no bar República das Bananas. Começamos a ter cada vez mais gente e forrózeiros... O ambiente aquece... Apareçam!!! Estão aqui as datas;

- Fotografias das festas de Forró - Já podes seguir aqui as festas no nosso blogue e ver como todos dançam e se divertem! Em breve teremos vídeos também... ;-)

- Roda de Choro no Lusitano Clube - Os nossos amigos da Roda de Choro de Lisboa reabrem a sua temporada já no dia 07 de Outubro no Lusitano Clube. Para mais informações clica aqui;

- O Como e o Porquê de te fazeres sócio da APF - Agora é mais fácil tornares-te sócio da APF. Basta falares connosco nas festas que promovemos todas as semanas... Podes ainda escrever-nos para o nosso email mostrando a tua intenção de te associares a nós. Terás direito a descontos nas festas e outros eventos (já disponíveis no ciclo que decorre actualmente), suas fotografias, brindes como xiboquinhas (a bebida do forró) bem como a privilégios como descontos em material de forró da Associação e outros... Porque esperas?

Wanessa Camargo contará com Ja Rule em seu próximo disco

A cantora Wanessa Camargo deve contar com a participação especial do rapper americano Ja Rule em seu próximo álbum.

A participação do músico no novo disco teria sido garantida pelo marido da cantora, o empresário Marcus Buaiz, segundo a coluna de Mônica Bergamo da Folha de S. Paulo. Buaiz está assumindo a direção executiva do próximo lançamento de Wanessa.

Ainda não há data prevista para o lançamento do novo disco da cantora.
 

 

Fonte: Cifra Club

Entrevista: Skank fala sobre novo CD, música independente e mais

Skank está lançando o disco Estandarte
Skank está lançando o disco Estandarte

 

 

Com novos ritmos, novo produtor e novas idéias o Skank apresenta Estandarte, o oitavo disco de músicas inéditas da banda.

Em entrevista coletiva, o grupo mineiro falou sobre a produção do trabalho novo, as composições, as parcerias, e também conversou sobre a atual cena musical, o cenário independente e o papel das novas mídias na música.

A turnê do disco Estandarte será lançada no dia 12 de outubro, na cidade-natal do Skank, na casa de shows Chevrolet Hall. Em seguida, a banda passa por São Paulo, nos dias 7 e 8 de novembro, no Citibank Hall, e pelo Rio de Janeiro, com shows nos dias 21, 22 e 23 de novembro, no Canecão Petrobrás.

 


 



 

Fonte: Cifra Club

Sandra de Sá deve lançar em DVD show gravado em 2004

Música Preta Brasileira sai em DVD
Música Preta Brasileira sai em DVD

 

 

Será lançado em outubro um novo trabalho da cantora Sandra de Sá.

O DVD batizado Música Preta Brasileira contará com um vídeo feito durante um show da cantora no Rio de Janeiro, em 2004, ano em que foi lançado um CD de mesmo nome.

Além de cenas da apresentação, o DVD também via trazer extras com comentários de Sandra sobre a escolha das músicas do show. Faixas que marcaram sua carreira com Bye, Bye Tristeza; Sozinho e Sol de Verão são algumas das canções que fazem parte do material.

Segundo o site Território, Gabriel O Pensador, Toni Garrido, Luciana Mello e Alcione também aparecem no DVD de Sá, já que foram convidados especiais do show.

 

Fonte: Cifra Club

Hermanos de som

Amarante e Camelo, uma pausa para vôos pessoais

 

Rodrigo Amarante e Marcelo Camelo exerciam uma liderança discreta no Los Hermanos. Do sucesso de Anna Júlia, em 1999, para a pausa por tempo indeterminado, em abril de 2007, eles comandaram em harmonia o grupo, que tinha (ou tem, na verdade!) também Bruno Medina (teclados) e Rodrigo Barba (bateria). A "divisão de poderes" dentro da banda preservou exatamente o que os reuniu: a forte amizade.

Camelo e Amarante foram demarcando as lideranças ao longo dos dez anos de trabalho do grupo. No último álbum antes da pausa, o 4, de agosto de 2005, a prova mais explícita. Das doze músicas, sete foram compostas por Camelo e cinco por Amarante.

Lá também estão as diferenças de caminhos, estilos, rumos que tomariam.

Camelo, mais bossa nova e MPB. Mais "Morena", a sexta faixa de 4.

Amarante, mais rock e pop. Mais "O vento", a sétima de 4.

Em setembro, Camelo lançou o bonito "Sou". As composições refletem o caminho mais intimista que Camelo já esboçava no quarto álbum dos Hermanos. Músicas com sutilezas nos arranjos, sofisticações nas harmonias. Mas também tem um toque de...Los Hermanos! O primeiro trabalho solo pode ser ouvido na página de Camelo no My Space: www.myspace.com/marcelocamelo.

Também no My Space, é possível conferir por onde anda Amarante. Ele se mandou para Los Angeles (EUA), juntou-se ao brasileiro Fabrizio Moretti, baterista do The Strokes, a Binki Shapiro, namorada de Moretti, e formou o Little Joy. O resultado é surpreendente e muito bom (www.myspace.com/littlejoymusic). As três músicas disponíveis têm um som novo, meio velho. Meio Beach Boys, Bob Marley, Simon & Garfunkel, Strokes e... Los Hermanos! O álbum será lançado no dia 4 de novembro.

Separados, os hermanos Camelo e Amarante ainda têm muito em comum.

A "pausa por tempo indeterminado", frase usada no texto que explica a momentânea separação do Los Hermanos, certamente será só uma pausa, e não o fim.

Depois desses vôos individuais tão distintos, é gostoso imaginar como será um 5 da banda carioca.

 

Fonte: IG Pop

Tihuana lança novo single

Depois do sucesso de "Tropa de Elite", canção regravada por ocasião do sucesso do filme de mesmo nome, o grupo Tihuana está divulgando o segundo single do CD e DVD "Tropa de Elite Ao Vivo", lançado no primeiro semestre deste ano. A canção "De Longe" é a quarta faixa do novo trabalho e foi composta pelos integrantes da banda em parceria com a cantora e compositora Ivy Martins.

 

Fonte: Sucesso

Skank põe na rua seu estandarte do prazer

Banda adepta das mudanças parte para mais canções dançantes no 10.º disco

 
 

Liberdade e prazer são expressões que, indo direto ao ponto, bem traduzem a fase atual do Skank. Não apenas porque essa sensação transparece no tema de algumas faixas e na sonoridade dançante do novo CD, Estandarte (Sony/BMG), mas porque desta vez o grupo resolveu aplacar a tensão do compromisso de ser uma superbanda. Quem afirma é o vocalista, guitarrista e compositor Samuel Rosa. Seu décimo título marca o reencontro do quarteto mineiro com o produtor Dudu Marote - responsável por seus discos de maior sucesso comercial, Calango (1994) e O Samba Poconé (1996), que atingiram a casa do milhão de exemplares vendidos. O novo álbum abriga, desde então, o maior conjunto de canções dançantes e "radiofônicas", como se dizia na era do LP.

link Ouça trecho da música Sutilmente

"Procuramos Dudu porque queríamos fazer um disco com mais batidas, mais pulsante do que teria sido o Carrossel (2006). Enfim, existia uma intenção de se distanciar do Carrossel, que é o extremo onde o Skank poderia chegar na questão de melodia, de canção e não tinha nada de eletrônico. A gente vinha insistindo muito em fugir desse formato", diz Samuel Rosa, vocalista, guitarrista e compositor da banda. "Com esse trauma devidamente elaborado, não existe mais aquela culpa de estar se repetindo, ou de fazer concessão, ou insistir numa fórmula vencedora. Esse tipo de questionamento não paira mais sobre o Skank, nem internamente. Então fizemos um disco mais livre." Entre a canção melodiosa e elaborada e faixas com mais batida, eles conseguem juntar as facetas em uma só, como é o caso de Ainda Gosto Dela, que foi a faixa escolhida como "música de trabalho". O título do álbum vem da letra de Chão: "Teu prazer é meu estandarte" é o verso que resume parte do teor do CD (leia texto abaixo).

Embora Samuel seja praticamente o único compositor da banda e o que mais fala nas entrevistas, na hora de trabalhar as canções no estúdio elas têm também "a assinatura" de Henrique Portugal (teclados), Lelo Zaneti (baixo) e Haroldo Ferretti (bateria). "O fato de a gente tocar ao vivo no estúdio e de, como disse Dudu Marote, o próprio Skank ser referência para este disco, fez com a gente se deixasse levar, procurando ?inovar?, mas ao mesmo tempo fazendo aquilo que seria natural", dizem Zaneti e Portugal. Desde Maquinarama, o grupo vem gravando os CDs "de forma mais artesanal", que foi "o jeito que o Skank encontrou de ser banda".

Como nenhum dos quatro integrantes faz letras, Samuel atribui a isso o fato de eles acabarem extravasando a criatividade para a parte musical. "Isso talvez explique um pouco nossa inquietação por dar uma mexida na sonoridade a cada álbum. Se a gente for pensar na trajetória do Skank ao longo desses 17 anos, talvez não tenha precedentes no pop-rock brasileiro, não na parte qualitativa, mas no aspecto de mudança. A todo momento estamos buscando algo que não fizemos ainda. Aí a gente vai lá na frente e volta e tal..."

Como algumas coisas em Estandarte estavam caminhando para o lado do soul, eles tomaram o cuidado de não soar como "soul brasileiro". Até porque isso virou um vício bocejante no pop nacional, principalmente no abuso dos vibratos na voz. "Fica todo mundo igual, ninguém trabalha em cima daquilo", diz Haroldo. "Queríamos que o Skank tivesse um groove diferente, mas não pelo caminho do que já foi feito, de Tim Maia, de Cláudio Zoli. Nada contra, mas isso não tinha a ver com a gente. Teve música que foi abortada por causa disso. Estava tudo bem, a gente vibrava no estúdio, mas na hora que vinha a letra não caía bem." Vai daí que Canção Áspera, por exemplo, começou soul e virou quase um ska, "indo para a disco music".

Eles dizem que Marote não gosta de trabalhar sobre material muito cru. Primeiro há uma exposição de idéias, o grupo desenvolve e só então o produtor volta para dar uma direção. "Voltar a trabalhar com ele foi muito tranqüilo, nem ele foi muito inflexível nem nós nunca fomos. Tem coisas no álbum que eu ouço e digo que não foi minha opção, onde entra uma guitarra, um teclado, tal, mas está bom também", diz Samuel. "Afinal o que tem de ganhar é a música mesmo. Agora uma coisa curiosa foi o choque do reencontro com Dudu Marote, porque ele se aprofundou naquilo de que a gente se distanciou. Ele entrou de cabeça na música eletrônica enquanto o Skank aos poucos veio se afastando dela, até chegar a Carrossel, que é melodia pura, não tem nada eletrônico."

Se as vendas do Skank decaíram, não se pode atribuir a uma possível retração criativa ou às migrações da banda, do pop para o rock. Seus melhores CDs da fase mais roqueira (Maquinarama, de 2000, e Cosmotron, de 2003), aliás, foram os que tiveram venda menos expressiva. Isso coincide, no entanto, com a expansão da pirataria e o advento fulminante do MP3 que afetaram profundamente o mercado fonográfico.

"Acho que as mudanças é que fizeram o Skank não acabar, não o contrário. Claro, hoje vender um milhão, como aconteceu com O Samba Poconé e Calango, é muita coisa, mas proporcionalmente, o último álbum vendeu muito mais, se comparado com o que se vendia em 1998", diz Samuel. Carrossel (2006) vendeu 140 mil cópias, 70 mil em CD físico e a outra metade no formato acoplado ao celular. "É um resultado bom e suficiente para manter a gente dentro de uma gravadora. Estamos terminando um contrato agora e renovamos para mais dois discos."

O que o Skank mantém tradicionalmente nas produções é o cuidado com o projeto gráfico, mas a cargo de um artista diferente a cada CD. Quem fez a ilustração da capa surrealista e de cada canção no encarte de Estandarte foi o paranaense Rafael Silveira. "Hoje em dia, em todo lugar que você coloca música, tem também uma imagem. Então é legal que cada música tenha uma arte vinculada a ela. É legal também ter um artista brasileiro de novo, já que a gente vinha trabalhando nos três últimos CDs com estrangeiros", diz Haroldo. "Temos uma série de artistas brasileiros interessantes hoje, e Rafael é um deles, além de ser músico também." Ganhar essa "embalagem legal" é apenas um dos cuidados dos quais o Skank se beneficia, da composição à mixagem.

A banda continua viva, interessante porque, como os conterrâneos do Pato Fu, além do potencial criativo, não se acomodou, mantendo a integridade e ao mesmo tempo se transformando a cada trabalho. Seus contemporâneos da década de 1990 não. O Planet Hemp acabou com a saída de Marcelo D2, que decolou muito bem sozinho; Os Raimundos e Charlie Brown Jr. racharam; o Cidade Negra, já desde sempre mal das pernas, este ano ficou sem Toni Garrido, que agora ameaça os bons ouvidos como cantor-solo; O Rappa perdeu o gás porque repete o mesmo discurso de 15 anos atrás; o Jota Quest virou essa coisinha estridente ultracomercial descartável. E até bandas mais recentes, como Los Hermanos, já se diluíram.

Samuel diz que nunca pensou em trocar o Skank por uma carreira-solo - apesar de ter cacife para isso, porque além de compor, tocar guitarra e cantar bem é carismático. Se muitos líderes de banda fazem projetos paralelos ou seguem sozinhos perseguindo outros objetivos, ele resolve tudo ali mesmo com a banda. "O Skank deu essa sorte de ter uma relação bacana. Vários grupos da nossa geração não existem mais, os cantores já partiram para outros projetos, como é o caso de Marcelo D2. Acho que o Skank ainda consegue englobar qualquer aspiração musical por mais diferente que seja de um ou de outro. Tem uma coisa de conciliar valores musicais dentro de um mesmo momento. Não tenho a menor ambição de fazer um disco-solo."

A banda começa por Belo Horizonte, no dia 12, a série de shows com material novo, que chega em novembro a São Paulo, a princípio com metade das faixas do CD. O roteiro inclui a releitura de Beleza Pura (Caetano Veloso), gravado para a novela de mesmo nome, mas que não entrou em Estandarte, nem como faixa-bônus. "Tem a ver com a nossa história. Tínhamos acabado de regravar Vamos Fugir (Gilberto Gil), começamos a fazer sucesso com É Proibido Fumar (Roberto Carlos/Erasmo Carlos)", diz Samuel. "E a gente lembra os tempos de boteco em BH, em que a gente fazia versão de tudo, Chico Buarque, Milton Nascimento, coisas da Motown, de reggae, ska. A gente gosta disso."

 

Fonte: Estadão

Veveta e Saulinho: A Casa Amarela



Esta é a capa do álbum A Casa Amarela, primeiro CD infantil de Ivete Sangalo e Saulo Fernandes, que assinam o projeto com seus apelidos de infância, Veveta e Saulinho. A capa do disco ganhou ilustração do estúdio carioca Megatério, especializado em histórias em quadrinhos e público infantil. Discípulo de Ziraldo, o designer Mig concretizou a atmosfera de sonho sugerida pelos cantores.

 
A capa e o projeto gráfico estampam personagens infantis inspirados nas 11 músicas do disco, como o cachorro e o papagaio do reggae É bom viajar, o garotinho do Funk do Xixi, o leão do single Bicho e o dragão da faixa-título A Casa Amarela. O CD chega às lojas a partir do próximo dia 8.

 

 

Fonte: Axezeiro

4ª Gala de Prémios Fundação Luso-Brasileira

 
No próximo dia 7 de Outubro, no Salão Preto e Prata do Casino do Estoril, terá lugar a 4ª Gala da Fundação Luso-Brasileira. A Gala contará com a participação musical das duplas luso-brasileiras de Carlos do Carmo & Ivan Lins, Rui Reininho & Sílvia Machete, António Zambujo & Roberta Sá e Mafalda Veiga & Celso Fonseca. Serão entregues os Prémios, que este ano homenageiam o Dr. José Manuel Durão Barroso, na categoria de Politica e Responsabilidade Social, a Dra. Vera Tostes e o Museu Histórico Nacional do Rio de Janeiro, na categoria de Cultura e Ciência, a Brisa, na categoria Empresarial e a jovem tenista portuguesa Michelle Brito na categoria Revelação.

 

Esta Gala terá o intuito de atribuir os prémios de Reconhecimento da Fundação, que este ano condecorarão o Dr. José Manuel Durão Barroso, na categoria de Politica e Responsabilidade Social, a Dra. Vera Tostes e o Museu Histórico Nacional do Rio de Janeiro, na categoria de Cultura e Ciência, a Brisa, na categoria Empresarial e a jovem tenista portuguesa Michelle Brito na categoria Revelação.
 
A cerimónia terá início com um cocktail no Du Art Garden, seguindo-se o jantar e espectáculo musical no Salão Preto e Prata.
 
A Gala, que será apresentada por Marta Leite Castro e José Carlos Malato, será gravada pela RTP e transmitida para todo o mundo através da RTP1, RTP África e Internacional. Será um espectáculo que contará com momentos musicais únicos, proporcionados por duplas inesperadas entre músicos portugueses e brasileiros.
 
Exemplo disso será o dueto entre Carlos do Carmo e Ivan Lins. O consagrado fadista, uma das vozes mais genuínas e populares do fado, autor de sucessos como “Os Putos” ou “Lisboa menina e Moça”, já vendeu mais de um milhão de discos e recebeu vários prémios e honrarias pela sua brilhante carreira. Junta-se, nesta Gala, a Ivan Lins, célebre compositor, cujo primeiro grande êxito foi “Madalena” gravado por Elis Regina. Desde então já foi gravado por inúmeros músicos brasileiros e estrangeiros desde Simone a Ella Fitzgerald ou Barbara Streisand, sendo mesmo nomeado para um Grammy. Como cantor destacou-se em 95 com o êxito “Lembra de mim”.
 
Outra dupla inédita será a de Rui Reininho e Sílvia Machete. O músico nortenho, vocalista dos GNR e responsável por êxitos como “Dunas” ou “Efectivamente” é um artista completo, não se limitando à música. Já teve várias participações em filmes, como actor, tendo também um livro editado e colaborando regularmente com diversos jornais. Viu o seu mérito reconhecido em 2005, ano em que foi agraciado com a Medalha de Mérito Cultural do Estado Português. No dia 7 de Outubro, actuará com Sílvia Machete, cantora que já foi artista de circo e delicia a audiência com as suas actuações irreverentes.
 
Um terceiro dueto será composto pelo fadista António Zambujo e por Roberta Sá. António Zambujo ganhou em 2006 o prémio Amália Rodrigues para melhor intérprete masculino e é já uma referência no fado português. Roberta Sá, por sua vez é uma jovem e talentosa cantora brasileira, plena de musicalidade, na qual se nota o orgulho pelas raízes e pela música popular brasileira. De tão genuínos os dois,  esta dupla só poderá ter um resultado brilhante.
 
Por fim, teremos um dueto entre Mafalda Veiga e Celso Fonseca. Mafalda dispensa apresentações, celebrizada pelos seus “Pássaros do Sul” em 1987, tem vindo desde então a somar sucessos durante estes já mais de 20 anos. É uma presença constante nas rádios portuguesas e integrou já várias bandas sonoras de telenovelas da TV Globo. Na Gala actuará com Celso Fonseca, músico e compositor, com uma carreira também de mais de 20 anos, foi o segundo artista brasileiro a gravar o programa "Later with Jools", pela BBC de Londres, um dos programas mais importantes de música em todo o mundo. Fez também várias colaborações com músicos internacionais, entre eles António Chainho.
 
Para fazer a entrega de prémios, estarão presentes os Coordenadores dos Conselhos Consultivos de cada Prémio: António Monteiro (Prémio Política e Responsabilidade Social), José Blanco (Prémio Cultura e Ciência), Miguel Horta e Costa (Prémio Empresarial) e Vasco Rocha Vieira (Prémio Revelação).
 
Os bilhetes para a 4ª Gala da Fundação Luso Brasileira estarão à venda na ticketline e têm o valor de 60 euros.

As receitas das vendas reverterão na integra para o projecto “Mulheres de Amanhã” da Fundação Gonçalo da Silveira.
 
Fonte: Fundação Luso-Brasileira

Português António Zambujo grava com artistas brasileiros

O cantor português António Zambujo esteve no Brasil recentemente gravando novas canções que farão parte da edição nacional de seu mais recente trabalho, “Outro Sentido”. A edição brasileira do disco trará três faixas a mais que a versão original e contará com as participações de Ivan Lins, Roberta Sá, Trio Madeira e Zé Renato.

Zambujo esteve no Rio de Janeiro para as gravações e comentou com a imprensa portuguesa sobre a experiência. “A editora brasileira quis que eu fizesse a edição do disco [no Brasil] com três faixas extras, ou seja, com três duetos com músicos de lá. O tema com a Roberta Sá e o trio Madeira Brasil é um original, com música de Ricardo Cruz e letra de Pedro Luís, e chama-se ‘Fado Partido’”.

“A do Zé Renato é um clássico da música brasileira chamado ‘Se Tu Soubesses’. Quanto ao Ivan Lins - com quem vou gravar em Novembro - será uma música dele. Há várias hipóteses mas em princípio será o tema ‘Bilhete’”, explica o artista português.

“Outro Sentido” já está disponível no país natal do cantor. A edição brasileira deve chegar às lojas em janeiro de 2009.

 

 

Fonte: Canal Pop

Skank leva o rock às pistas em seu novo álbum, "Estandarte"

Em seu novo CD, "Estandarte", lançado quarta-feira (1), o Skank traz de volta a sonoridade dançante que fez com que a banda de Samuel Rosa (guitarra e vocal), Henrique Portual (teclados), Lelo Zaneti (baixo) e Haroldo Ferretti (bateria), tenha sido, durante anos, a maior banda pop do país.

Trazendo de volta o produtor Dudu Marote, responsável por seus discos de maior sucesso comercial, "Calango" (1994) e "O Samba Poconé" (1996), a banda mineira procurou recuperar um pouco da alegria que marcava a primeira fase de sua carreira. "O disco é um pouco o fruto da tensão deste reencontro. Acho isso bacana", diz Samuel Rosa.

Se engana, no entanto, quem acha que "Estandarte" é um disco retrógrado, ou que as conquistas artísticas desde o marcante "Cosmotron"(2003), tenham sido em vão. Por cima das levadas dançantes e refrões memoráveis, o novo álbum é repleto de guitarras, incluindo algumas das mais pesadas já gravadas pela banda. Nas palavras de Samuel, "é um disco mais para fora, mais contundente".

É marcante o cuidado com a produção, que se destaca pela combinação de timbres clássicos e performance nua e crua com baterias eletrônicas e compatibilidade com as pistas de dança. O que pode parecer um paradoxo, é a maior vitória do trabalho, que já se coloca como um dos constantes pontos de virada na carreira do Skank.

Leia abaixo entrevista com Samuel Rosa:

UOL - A primeira faixa de "Estandarte", "Pára-Raio", chama bastante a atenção pela pegada Roberto Carlos, com a influência soul. Ao mesmo tempo, boa parte do disco tem em comum com essa fase final da jovem guarda as guitarras fuzz (efeito de distorção muito comum nos anos 60, eternizado na introdução de "Satisfaction", dos Rolling Stones) combinadas a baterias suingadas e melodias grudentas.

Samuel Rosa
- Essa sonoridade retrô sempre seduziu muito o Skank, desde os tempos em que nós usávamos mais o sampler, como em "É Proibido Fumar", por exemplo, no disco seguinte, "O Samba Poconé", sempre usamos guitarras Rickenbacker de 12 cordas, por exemplo, o que não é muito comum no Brasil.

Confesso que realmente tive nesse álbum uma forte inclinação a usar guitarras e efeitos mais antigas. A maioria das guitarras são velhas e têm uma sonoridade muito peculiar, assim como os efeitos. O pedal de fuzz está presente, como você apontou, em quase todo o disco.

A intenção em "Pára-Raio" era ter uma guitarra base com um brilhozinho bem característico daquela época, ou seja, uma mistura de soul com alguns traços da jovem guarda.

UOL - Nos anos 60 não havia muito esta distinção entre a música para dançar e o rock. Neste disco deu para notar que vocês eliminaram também um pouco esta distinção. Há coisas mais eletrônicas, com batidas seqüenciadas, mas sempre com guitarras bem evidentes e uma veia roqueira. Parece um disco de rock dançante.

Samuel Rosa
- Realmente, a gente conseguiu conciliar esses dois aspectos, talvez pelo reencontro com o Dudu Marote, que é um cara mais de pista, da eletrônica. Ele pegou um Skank mais enveredado pelo mundo do rock, das timbragens, das melodias.

Nossa pretensão neste álbum era juntar coisas que estavam um pouco separadas nos discos recentes. Era pegar coisas mais roqueiras que estavam presentes nos últimos álbuns e conciliar com essa veia dançante que o Skank também teve, mais em evidência no primeiro álbum, mas que sempre esteve lá.

UOL - Como vocês definiram que sonoridade o disco teria?

Samuel Rosa
- Como já vínhamos tocando as músicas juntos em estúdio, eu ia experimentando timbres de guitarra ali mesmo. Quando chegou minha vez de gravar, eu já tinha em mente o que iria utilizar. Eu nunca havia feito isso, por incrível que pareça. Assim fica mais fácil criar, mas a banda tem que tocar a mesma música pelo menos 10 vezes seguidas.

Antigamente nós entrávamos num estúdio grande no Rio ou em São Paulo e regravávamos as coisas que já tínhamos feito na pré-produção. Ganhava-se muito em qualidade, mas perdia-se em espontaneidade. Então nós passamos os últimos anos equipando nosso estúdio para que as pré-produções já virassem elas mesmas as gravações dos discos. Assim não precisamos ficar passando o disco a limpo o tempo inteiro. Gravar é como pintar um quadro. O cara não pinta o mesmo quadro duas vezes.

UOL - Além disso você não precisa ficar levando sua coleção de guitarras para cima e para baixo.

Samuel Rosa
- Com certeza. Minha curiosidade e conhecimento sobre a guitarra aumentaram muito nos últimos anos. Nos primeiros discos, com aquele negócio de dancehall e ska, a guitarra era mais secundária. Até que um dia um garoto que eu nem conhecia me parou na rua e disse "bicho, os discos do Skank estão precisando de mais guitarra". Aí eu brinquei com ele e disse "mas eu não sei tocar direito" e ele respondeu "então aprende, está passando da hora". Coincidência ou não, depois disso o Skank começou a tomar outros rumos no processo de composição e eu decidi que era a hora.

UOL - Vocês já chegaram no estúdio com essa proposta de unir o lado dançante e o lado roqueiro ou isso veio do Dudu Marote?

Samuel Rosa
- Foi acontecendo durante a produção mesmo. O que queríamos era ter de volta algo mais pulsante. Sair um pouco daquele extremo do "Carrossel", de dar ênfase aos arranjos e melodias. Acho que esse lado do Skank se esgotou.

Queríamos retomar o lado mais dançante, mas não vai aí nenhum tipo de nostalgia. Também não é fazer uma paródia do que o Skank foi em outros tempos. Foi apenas para honrar um aspecto que sempre fez parte da nossa música e ver que bicho ia dar.

Contribuiu muito nós termos começado a fazer o disco com os quatro tocando juntos em no estúdio, sem nada pré-concebido ou planejado. Partimos do ponto zero, sem nenhuma música. Eu não trouxe nada de casa.

As idéias iam surgindo ali de levadas que o Lelo e o Haroldo iam fazendo, ou eu puxava um riff de guitarra e a banda ia atrás. Fomos selecionando as melhores idéias e elas foram virando músicas.

UOL - E como foi esse reencontro com ele?

Samuel Rosa
- Foi muito legal, o resultado está aí no álbum. Também foi um choque, porque ele está mais na eletrônica, há algum tempo ele não produzia um disco, apesar de já ter produzido muita gente.

A idéia veio de conversas que nós tivemos sobre a experiência dos últimos álbuns e dessa necessidade que sempre aflige muito o Skank de buscar outras sonoridades. Até pelo fato de não estarmos o tempo todo escrevendo letras, a gente pode se voltar mais para a parte musical. Talvez por isso nós sejamos uma banda com esse perfil sem precedentes no rock brasileiro, de mudar tanto, meter tanto a mão no próprio som...

UOL - Como os Beatles.

Samuel Rosa
- Pois é. Eu não vou tão além, mas também vejo nos Beatles essa inquietação. Essa coisa de no mesmo álbum ter uma valsa, um rock, uma balada, um blues. Mas isso não é um critério obrigatório de qualidade. Existem bandas que mantêm o mesmo formato e conseguem fazer um trabalho de qualidade.

UOL - Outra banda que tem um pouco esse modus operandi de mudar e gravar músicas de vários tipos no mesmo trabalho são os Titãs. E eu noto que vocês têm algo em comum com o lado mais pop e alegre deles, o que transparece um pouco na participação que o Nando Reis teve em "Estandarte", colaborando com quatro parcerias.

Samuel Rosa
- É eu não havia notado muito, mas você é a segunda pessoa que me diz isso. A minha parceria com o Nando vinha muito em baladas, como "Dois Rios" e "Resposta". E agora ele me disse que queria fazer rock. E eu, por já ter feito muita balada com o Nando, sempre mandava para ele esse tipo de canção. Até que pintou "Renascença".

Com o mp3 ficou muito fácil compor com o Nando. Eu mando a melodia, ele manda a letra, eu mando a melodia de volta com a letra cantada e a gente vai melhorando a música. Nesse disco nós tivemos a sorte dele não estar compondo ou gravando, então havia uma disponibilidade maior. O fato é que ele tem quase a metade do álbum. Fizemos cinco músicas e uma ficou de fora e pode ser aproveitada mais para frente.

UOL - Por que o disco se chama "Estandarte"?

Samuel Rosa
- Porque precisava ter um nome. Pincei de uma frase da música "Chão", "seu prazer é o meu estandarte". O empresário me ligou dizendo que precisava de um para registrar o disco e eu fiquei ouvindo as músicas experimentando várias seqüências, até que me deparei com essa frase e gostei. "Estandarte" é uma palavra bonita, forte, contundente que sugere um mote, uma bandeira. Eu não saberia apontar definitivamente o por quê. Simplesmente precisava de um nome.

Se a gente quiser viajar um pouco, sobre o prazer do outro ser o nosso estandarte, poderíamos dizer que o Skank é uma banda que faz música pop e conjuga tudo o que faz com o desejo do público. Nós nunca escondemos isso. É um imperativo que o fã ouça no rádio e goste. Mas é preciso fazer isso na medida, não dá para fazer tudo sempre totalmente baseado no que o público quer. Até porque o Skank também tem muito tempo de estrada, já temos nosso público bem definido, que já sabe o que esperar de nós a maior parte do tempo.

Eu penso mais no que é legal, no que eu vou me orgulhar de apresentar ao meu público e à crítica. Claro que qualquer músico tem sua vaidade, quer fazer música boa. E eu também, quero me orgulhar e me emocionar com a música. Afinal de contas eu poderia ser parte do público também, a gente tem muito a ver com o nosso público, então o que nos agrada tem grande chance de agradar a eles.

UOL - E quando começa a turnê de "Estandarte"?

Samuel Rosa
- Nós não paramos de tocar, mesmo no período de gravação continuamos fazendo shows. Tocamos até no último fim de semana e tocamos no próximo. Mas a turnê de "Estandarte" começa oficialmente em Belo Horizonte no dia 12 de outubro. Primeiro vamos colocar seis músicas novas e mexer um pouco na ordem. Queremos manter o máximo possível de canções mais recentes, do "Cosmotron" em diante, mas conjugando isso com os clássicos que todo fã quer ver. O show vai mudar razoavelmente. Nos dias 7 e 8 de novembro estaremos em São Paulo, no Citibank Hall.

Fonte: UOL Música

Show Cláudia Leitte

Até hoje ainda não tinha comentado qualquer concerto neste blog, pois a todos aos que fui não tive nada a comentar, por todos terem sido realizados com o maior profissionalismo possivel, o que se reflecte no show propriamente dito!

 

Mas hoje vou ter que comentar!

 

Cheguei à pouco do famoso pavilhão da UPNV do show da Cláudinha Leitte!

 

O show, muito pequeno, foi maravilhoso! Ela fez tudo o que estava ao seu alcance para dar uma noite inesquecível a todos que lá estavam para a prestigiar!

 

Mas pelo o contrário, a produção não fez o mesmo!

 

Como é possivel um show destes (imagino que no do Zezé di Camrgo e Luciano tenha sido igual), desta envergadura, e de todo o prestigio que os cantores têm, seja feito naquele pavilhão?

 

Eu não entendo muito do assunto, mas também não é necessário um especialista, para ver que aquele pavilhão não tem as melhores características, especialmente do som!

 

Alguém que lá esteve entendeu o que a Cláudinha falava? A acústica do pavilhão é horrenda! O som fica muito estranho, não se ouvem alguns instrumentos e muitas vezes nem a voz!

 

Para terminar em beleza: toda a gente sabe que a partir de um certo horário não se pode fazer barulho, mas será que a organização tomou todas as providências em relação a isso? Acho que não!

Após uma hora de ter começado a cantar, a Cláudia Leitte teve que ir embora, pois a polícia mandou acabar com o barulho! E se tivessem tirado o Joe Papaya de cima do palco mais cedo? E se o show tivesse começado pouco após a hora que estava marcada? Sim era para começar às 22h e só começou perto das 23h20m!

 

A Cláudia bem queria cantar mais! Mas não deixaram! Ela disse que tinha preparado um show de 2h e 35m e só durou uma hora!

 

Só posso dizer que foi uma falta de respeito pelos artistas e principalmente pelo o público que comprou os bilhetes a 25 euros! Sim 25 euros! Por este preço tinhasse feito o show no coliseu ou na sala mais pequena do Pavilhão Atlântico, ou em qualquer outra sala adequada a espectáculos de música!

 

Pelo o que eu me lembro, o show dos Racionais no Cenoura do Rio, em Abril, organizada pela mesma promotora também não correu nada bem!

Também recebi um comentário aqui no blog sobre o show do Zezé di Camargo e Luciano com críticas idênticas às minhas:

 

"Seria muito bom o show se tivesse sido em outro pavilhao , a falta de circulação de ar e a falta de estrutura local nem permitiu a concentração total nas musicas.O calor estava insuportável, sem janelas... Foi muito difícil."

 

A quem está a pensar em ir ver os Racionais ou a Aline Barros, prepare-se!

 

Por mim, shows organizados pela Nova Linha Produções acabaram! Não tenciono a qualquer show organizados por eles, só quando forem organizados em locais decentes!

 

Ana

Mapa UPVN

Boa Noite a todos!

Queria pedir desculpa pela informação erra que tinha colocado aqui no blog. O link do mapa da UPVN estava errado!

No mapa indicava a Rua do Parque de Lisboa e não a de Venda Nova! Fica perto uma da outra, mas para quem não conhece fica dificil! Eu própria cai no meu próprio erro!

 

Este é o lik correcto para a UPVN:

 

http://maps.google.com/maps?f=q&hl=pt-PT&geocode=&q=portugal,+rua+do+parque,+venda+nova&sll=39.399872,-8.224454&sspn=9.707872,18.28125&g=portugal,+rua+do+parque,+venda+nova&ie=UTF8&ll=38.760408,-9.211349&spn=0.009571,0.017853&z=15&iwloc=addr

Cláudia Leitte estreia a solo em Lisboa

Brasileira espera casa cheia

Brasileira espera casa cheia
 

Pavilhão da União Progresso Venda Nova, nas Portas de Benfica

A ex-vocalista do grupo brasileiro Babado Novo, Cláudia Leitte, actua hoje pela primeira vez a solo em Lisboa, às 22h00, no Pavilhão da União Progresso Venda Nova, nas Portas de Benfica.
A estreia a solo da cantora brasileira na Europa teve lugar em Londres, num concerto realizado ontem na Brixton Academy, e Lisboa será a segunda cidade a acolher o seu espectáculo, embora com algumas novidades.

"Vou levar um material ‘bacana’ para Portugal: outro cenário, bem diferente do habitual, e um reportório com coisas novas, porque sei que há muitos brasileiros aí e vou levar um pouco da nossa ‘bossa’ para eles matarem a saudade", revelou Cláudia Leitte ao CM sobre o seu concerto em Lisboa. "E espero sala cheia, porque o público português é caloroso!", acrescentou.

A cantora segue amanhã para um concerto em Genebra, na Suíça.

 

Fonte: Correio da Manhã