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Música do Brasil

Música do Brasil

Danem-se os detalhes, diz Marcelo Camelo sobre 1º disco solo

Após mais de um ano longe dos palcos - desde o último show dos Los Hermanos, em junho de 2007 -, Marcelo Camelo vem a público mostrar o que fez durante o hiato praticado por sua banda. Um dos álbuns mais aguardados deste ano e o primeiro da carreira solo de Camelo, Sou torna mais evidente sua veia de compositor de MPB, que antes era mantida entre as camadas do pop e do rock do repertório dos Hermanos.

Em entrevista ao Terra, Marcelo Camelo exala o mesmo espírito plácido que pontua o ensolarado Sou e fala da feitura e das gravações de seu novo trabalho, de web e indústria fonográfica, de sua carreira como compositor e dos Los Hermanos. Imerso em um processo de composição que valoriza mais as sensações provocadas por sua música do que a execução perfeita, Camelo assume a postura "danem-se os detalhes".

 

Você parece bem metódico com Sou, tanto que no último momento decidiu que remasterizaria o disco, correndo o risco de atrasar o lançamento. É como se fosse o primeiro filho?
Não, pelo contrário, estou bem relaxadão. Estou tranqüilo como se fosse meu quinto filho. Na verdade, o ponto que traz mais nervosismo é o hiato entre a gravação das músicas e o retorno das impressões de quem vai ouvi-las. Mas, ao mesmo tempo, eu já passei por isso tantas vezes que hoje a ansiedade é bem menor. Aprendi também que a vida de um disco tem muito mais a ver com o decorrer dele do que com esse momento imediato. Os discos dos Los Hermanos foram muito criticados assim que foram lançados, tanto pelos fãs quanto pela imprensa.

O disco tem uma sonoridade um pouco "envelhecida". A gravação foi toda analógica?
O disco foi gravado em muitos estúdios e de muitos jeitos diferentes. Mas na fase final da produção acabamos passando todos os registros para o analógico, gravando em fita. Tudo foi gravado ao vivo, sem quase nenhum overdub. Escolhi os takes mais pela sensação. Há uma postura meio de "danem-se os detalhes", como diz um amigo meu. Tentei gravar sem fazer muita força contra as músicas, evitando transformá-las em outra coisa, tentei respeitar a natureza das próprias canções. Acho que utilizei critérios que não são tão pragmáticos e que acabam imprimindo esteticamente de um jeito bem mais interessante.

O disco soa como se você tivesse composto deitado numa rede ou numa mesa tomando chope com amigos. Você estava de bem com a vida quando fez as canções de Sou?
Fiz o disco de um jeito tranqüilo, não teve nada que me pressionasse, não tinha prazo nenhum para fazer as músicas e concluir o disco. Não estava dialogando com nenhuma força externa ou com a expectativa de ninguém ou de gravadora. Fiz as músicas no meu tempo livre, quando não estava viajando. A idéia do disco surgiu quando eu comecei a sentir vontade de mostrar minhas músicas, quando passei a ter a sensação de que elas deviam ir para o mundo.

Há um traço bem autoral marcando todo disco e não apenas nas composições. Isso é sentido tanto no modo como você está lançando - independente e tanto na web como em formato físico - quanto no jeito que você quer os shows sejam formatados (com o público sentado). Isso é intencional?
De fato é intencional, mas não é algo premeditado ou controlador. É o contrário. Essa coisa de tocar em lugares onde o público possa assistir ao show sentado vem a reboque do repertório mesmo. Mas nada está escrito em pedra. Não tenho certeza de nada, estou tateando um pouco. O modo como estou lançando o disco resultou de passar uns seis ou sete meses buscando uma alternativa. Mas é tudo fluído. É um entendimento de que as coisas têm vida apesar de mim, de que se eu quiser controlar tudo eu vou acabar matando tudo que tem de legal. E isso tudo imprime no som. A impressão que eu tenho é que a música é como se fosse um veículo para o estado de espírito da pessoa. Se você está tenso, querendo fazer tudo perfeito, isso acaba afetando a música.
 

 

Fonte: Terra Música

Chicafé grava primeiro CD


Com 12 anos de história e seis anos sob comando de Sergio Fernandes, a banda Chicafé prepara grandes novidades para os seus fãs. A primeira é que a banda já esta em estúdio preparando o repertório para gravação do primeiro CD, que deve chegar as lojas em outubro desse ano.
Apesar da demora para lançar o primeiro CD, Serginho garante que a espera vai valer a pena. E que além dessa gravação, a outra novidade são os ensaios semanais em outras cidades, já que nos anos anteriores a banda vem realizando os ensaios apenas em Salvador.
Apesar da banda está concentrado no lançamento do primeiro CD, Serginho e sua trupe já fazem planos para gravação do primeiro DVD, que deve acontecer ano que vem.

 

 

Fonte: Axezeiro

Antigos álbuns do Roupa Nova estréiam em CD

Dois dos três primeiros álbuns do grupo Roupa Nova serão relançados pela Universal Music. Até então inéditos em CD, os dois discos são auto-intitulados e ganham reedições remasterizadas. O primeiro álbum é de 1981 e marcou a estréia da banda na antiga Polygram (hoje Universal). E também a estréia do nome Roupa Nova. Antes, os integrantes haviam lançado discos pela Odeon e Continental, mas ainda conhecidos como Os Famks e Os Motokas. O disco de estréia do Roupa Nova trouxe os sucessos "Canção de Verão" (Luiz Guedes/Thomas Roth), "Sapato Velho" (Paulinho Tapajós/Mu Carvalho/Claudio Nucci) e "Bem Simples". Já o terceiro CD da discografia, que também ganha relançamento em CD, contou com os hits "Anjo" (Dalto/Claudio Rabello/Renato Correa) e "Sensual" (Ricardo Feghali/Claudio Rabello/Cleberson Horsth). As capas originais destes dois trabalhos (fotos) foram mantidas.



 

Fonte: Sucesso

Frejat coloca novo álbum solo na íntegra na web

 
 
Intimidade Entre Estranhos pode ser ouvido no MySpace do vocalista do Barão Vermelho
 

Fonte: IG Pop

Pode ser ouvido no MySpace o novo álbum da carreira solo de Roberto Frejat, vocalista e guitarrista do Barão Vermelho.

O disco, intitulado Intimidade Entre Estranhos, é o primeiro do cantor desde Sobre Nós Dois e o Resto do Mundo, lançado em 2003. De acordo com uma mensagem de Frejat em sua página no MySpace, o álbum fala sobre "histórias e idéias que tratam desta rica, louca e estranha experiência que é a vida urbana, com seus amores, encontros, desencontros e reflexões".

Entre as faixas de Intimidade Entre Estranhos, estão parcerias com Zé Ramalho ("Tua Laçada"), Zeca Baleiro ("Nada Além"), Paulo Ricardo ("Controle Remoto"), Flávio Oliveira ("Eu Só Queria Entender") e Gustavo Black Alien ("Eu Não Quero Brigar Mais Não"), entre outros.

Jota Quest grava novo disco e prevê lançamento para outubro

Jota Quest está em estúdio preparando CD
Jota Quest está em estúdio preparando CD

 

O grupo mineiro Jota Quest está reunido preparando um novo álbum.

Em um estúdio recém-montado pela própria banda, as novas músicas estão sendo produzidas e gravadas.

Poucos detalhes sobre o projeto foram revelados até o momento, mas já se sabe que o álbum contará com a participação do trombonista e ex-integrante do grupo Freak Power, Ashley Slater, segundo site ParanaOnline.

O disco Todo Dia Jota Quest deve ser lançado em outubro, pela gravadora Sony/BMG.
 

 

 

Fonte: Cifraclub

Vanessa da Mata fala sobre indicação ao VMB

 

 

A cantora Vanessa da Mata está concorrendo na categoria “Hit do Ano”, com a música ‘Good Luck/Boa Sorte’, parceria com o Ben Harper. Além da indicação, eles vão tocar juntos no VMB. “Eu fiquei sabendo da indicação dias depois, pois eu estava fora do Brasil. Fiquei muito feliz, o cara vai estar junto aqui para tocarmos. Essa oportunidade de tocar na festa vai ser ótima. Ainda nós não conversamos depois da indicação ao VMB”, disse.

Neste último final de semana, ela fez uma apresentação no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, em Brasília. “Esse show foi maravilhoso. Foi algo tipo Los Hermanos, todo mundo cantando junto não só as músicas que tocam na rádio, e sim, o que tem no disco inteiro”, falou.

 

 

 

Ela contou um pouco sobre a sua participação no novo disco da Maria Bethânia. “É uma intérprete que realmente gosto do estilo dela. Ela tem um jeito, um estilo de show muito simples. Se ela fizer uma apresentação apenas com o violão vai ser incrível com banda também. É uma cantora para o coração. É muito original, minha primeira música foi para ela. Faço músicas melhor para ela do que para mim. Às vezes ela pede uma canção e eu mando sete (risos)”, comentou.

Vanessa ainda comparou o seu primeiro disco com o ‘Sim’, seu mais recente trabalho. “O meu primeiro disco eu fui com todos os meus medos. O pessoal falava que o produtor iria mudar o meu som, também falaram da gravadora. Eu fui para o estúdio com o pé atrás, ao mesmo tempo é um disco de referências. As pessoas gostam e eu ainda me emociono. Ele reúne músicas de toda minha vida de compositora anterior a ele. Eu tinha um bauzinho com vários cadernos e fitas. Para o ‘Sim’, eu tinha apenas o refrão de uma música. O Mario Caldatto (produtor do disco) ficou até assustado, pois com aquele jeito americano, esperava coisas mais organizadas... (risos). É muito mais espontâneo, nesse fiz experimentações. Tem músicos da Jamaica, Ben Harper, João Donatto, Wilson das Neves, Pupilo, Catatau. São músicos generosos com a música não com o próprio ego”.

 

 

 

Atualmente, além de estar na turnê do disco “Sim”, ela está cuidando dos preparativos do seu primeiro DVD, que será gravado em um patrimônio histórico tombado. “Estamos em uma grande correria. Aqui no escritório, estamos falando como vão ser as músicas, onde vão rolar os ensaios. O show está aparentemente pronto, mas temos que fazer alguns destaques. Era para ser lançado faz um tempo, mas não tinha tempo e nem condições necessárias para ser realizado”, finalizou.

 

Fonte: MTV Brasil

Ney Matogrosso traz novo espectáculo a Portugal

 
CD e DVD ao vivo dão origem a espectáculo extravagante, que passa por Portugal.
 
Inclassificáveis , o novo CD e DVD de Ney Matogrosso, vai ser apresentado ao vivo em Portugal no próximo mês de Outubro.

O músico brasileiro dá hoje uma entrevista ao jornal Ipsilon; é no decorrer desse artigo que são anunciados concertos do ex-Secos & Molhados no Porto e em Lisboa, no mês de Outubro.

Numa outra entrevista recente, ao Jornal de Notícias, Ney Matogrosso afirma que actuará na segunda quinzena de Outubro, em Espinho, Porto e Lisboa.

No YouTube já é possível ver alguns momentos de concertos recentes de Ney Matogrosso no Brasil e ter uma ideia do que esperar dos espectáculos em Portugal.
 

Fonte: Blitz

Novo álbum da Comunidade Nin-Jitsu nas lojas

Já está nas lojas o novo álbum do grupo gaúcho Comunidade Nin-Jitsu. O disco foi batizado de “Atividade na Laje” e traz 13 músicas, inclusive “Sem Vacilar”, que já está sendo tocada em várias rádios.

“Atividade na Laje” é o sexto álbum do grupo e traz nas músicas a mesma mistura das guitarras do Rock com batidas eletrônicas e de Funk, como pode ser conferido em “Chuva nas Calcinha”.

Na página do grupo no MySpace é possível ouvir algumas das músicas do novo álbum e inclusive baixar gratuitamente as faixas “Chuva nas Calcinha” e “Sem Vacilar”. Outras disponíveis para audição são “Ela ta Pagando Mico”, “Atividade na Laje”, “Funk da Paz - Rebola o Resbolah” e “FunkStein”.

O endereço para ouvir e baixar as músicas é www.myspace.com/comunidadeninjitsu.

 

 

Fonte: Canal Pop

DVD “Samba Meu”, de Maria Rita, chega às lojas em breve

 
O novo lançamento em DVD da cantora Maria Rita será lançado na segunda semana de setembro, mantendo a tradição dos lançamentos anteriores que sempre chegaram às lojas no mês de aniversário da cantora.

O DVD “Samba Meu” trará o registro de um show realizado no dia 10 de junho no Vivo Rio, no Rio de Janeiro, durante a atual turnê. O lançamento chega às lojas via Warner Music. A produção é da própria Rita e a direção do DVD é de Hugo Prata.

Além de trazer o show na íntegra, “Samba Meu” trará cenas de bastidores, fotos e os videoclipes das músicas “Num Corpo Só” e “Não Deixe o Samba Morrer”. O show de lançamento oficial do DVD será no dia 27 de setembro, no palco do Vivo Rio.

 

 

Fonte: Canal Pop

Fundo de Quintal lança CD e DVD com clássicos do samba

O grupo Fundo de Quintal apresenta o novo CD e DVD Sambas de todos os tempos. Vindo de um trabalho ao vivo que reuniu grandes sucessos de compositores do mundo do samba, o grupo nascido no Cacique de Ramos percebeu que um lançamento era insuficiente para fazer homenagens e chega agora com um repertório que teve um 'empurrãozinho' dos fãs.

A maioria das faixas foi escolhida através de votação popular, como Ai que saudades da Amélia, Foi um rio que passou em minha vida, Vem chegando a madrugada e Aquarela do Brasil.

Bira Presidente, Ubirany, Mário Sérgio, Sereno, Ronaldinho e Ademir gravaram também quatro inéditas: Mulher valente, Pra alegria eu peço bis, e A força do samba.
 

 

Fonte: Terra Música

Mart'nália fala sobre o novo CD 'Madrugada'

"Comigo não tem nenhum tipo de imposição. Senão não faço nada e vou para a praia. Não me manda fazer nada, se disser que não pode aí é que eu vou querer fazer", avisa Mart'nália durante a entrevista, para lançar o CD 'Madrugada', na bela casa do Humaitá, sede da gravadora Biscoito Fino, no Rio de Janeiro.

Depois do bem-sucedido CD Menino do Rio, produzido por Maria Bethânia, a filha de Martinho da Vila não se preocupa com possíveis comparações em relação ao novo trabalho. "A cobrança que existe é em relação aos cuidados com a voz, uma cobrança mais carinhosa. Se tinha outra, já esqueci", diz ela, que lança o disco dia 26 de setembro, no Vivo Rio.

Madrugada vem reforçar o conhecido lado notívago da carioca que adora praia ("na Vinicius, na barraca do Paulo Roberto"), de onde não sai antes de anoitecer. "Posso chegar cedo, mas só saio depois de bater palmas para o pôr-do-sol. Volto para casa, durmo e acordo com vontade de ir para a rua de novo à meia-noite, uma hora da manhã", conta.

Ela sabe que tais hábitos não são comuns entre cantoras, como Maria Bethânia, com quem trabalhou. "Bethânia gosta de colocar a voz no disco de manhã e acho que é legal, por conta do descanso, mas às vezes não estou descansada, porque gosto da madrugada mesmo", entrega Mart'nália, que voltou ao estúdio para refazer algumas vozes do CD por sugestão da baiana. "Volta e faz de manhã cedo", sentenciou Bethânia.

Os ouvidos exigentes têm outras preocupações. "Tenho muito mais cuidado com o som, ritmo, esse meu lado de músico. Cuido para caramba, até me atrapalha quando vou cantar e esqueço das letras, porque estou preocupada com o som. A música me vem mais através dos sons que das palavras", explica.

A idéia de unir samba ao soul e à black music foi testada no começo do ano, no show Sambacharme. "Fizemos baile charme no Morro da Urca e colocamos o Dafé para cantar. Ninguém conhecia o Dafé. 'Tem alguma coisa errada', pensei. Então não fomos tão radicais quanto eu queria no CD", diz Mart'nália.

"O disco Pé do Meu Samba era para ser de samba-canção, acabou caminhando para outro lado. Menino do Rio era um disco de samba de roda, acabou tendo um só", avalia.

Mart'nália não tem preconceitos musicais. "Já fui parar numa festa bate-estacas. Foi ruim à beça, mas eu fui, tem que conhecer", diz, divertida.

As quadras das escolas estão na lista de lugares freqüentados. "Quando começa o samba vou à Vila, que é a minha escola, à Mangueira, ao Salgueiro, ao Império Serrano", lista. "Quero ir à Beija-Flor e à União da Ilha, que é uma escola que quero conhecer", promete.

 

 

 

Com as cantoras
Em Vila Isabel, os points vão além da nova quadra (que será inaugurada na quinta-feira, com show de Zeca Pagodinho). "Gosto do chope do Petisco da Vila, do boteco do outro lado da rua, tem o Bar do Costa e o Varandão, na (rua) Teodoro da Silva". O roteiro extrapola o bairro de Noel. "Tem as praias de Niterói, Piratininga, Itaipuaçu. Gosto de tudo quanto é praia. Mas nada na Barra. Barra só serve depois que você passa dela", ri.

Ela também gosta de prestigiar as colegas cantoras, de preferência no último dia das temporadas. "Dá para ficar mais um pouquinho com elas, aprender mais alguma coisa. Daí rola um Cervantes, Fiorentina. Vou indo, indo, onde parar, parou".

 

Sem músicas de Marisa e Calcanhotto
Unanimidade entre os colegas, Mart'nália deixou vários compositores de peso fora de Madrugada. "Pedi para Marisa Monte, fiquei de ir buscar, não fui. Tinha um CD com músicas inéditas da Adriana Calcanhotto que ela mandou no ano passado. Perdi. Fiquei com vergonha de dizer quando a encontrei. Pedi pro Caetano, ZD (Zélia Duncan) mandou umas letras que eu não consegui pegar", entrega, divertida.

Nana Caymmi, a quem o disco é dedicado, faria participação no clássico Tom Maior, de Martinho da Vila. "Meu pai fez a música para meu irmão. Minha mãe cantava, era a canção de ninar lá de casa, então resolvi chamar a Nana, afinal ela tem a maior canção de ninar do mundo", diz, lembrando Acalanto, feita por Dorival Caymmi (morto este mês) para a filha. Mas Nana não gravou por causa dos problemas de saúde dos pais.

A versão de Don't Worry, Be Happy, sucesso de Bobby McFerrin, vai virar trilha de Três Irmãs, próxima novela das 19h, da Rede Globo.

"Cabide (parte da trilha da novela Paraíso Tropical) deu a maior visibilidade. Consegui viajar muito por causa da novela", comemora
 

 

Fonte: Terra Música

Frejat: "não tenho mais a referência do Cazuza"

Frejat se mostra um promíscuo em seu novo CD solo, tanta é a diversidade de parceiros com quem compôs as 11 canções de Intimidade entre estranhos. O guitarrista trocou figurinhas com Paulo Ricardo, Zeca Baleiro, Zé Ramalho, Gustavo Black Alien, Leoni, Ezequiel Neves e Maurício Barros, entre outros. Uma diversidade que confirma que os velhos tempos de monogamia, quando fazia acordes apenas para as inspiradas e eternas letras de Cazuza estão definitivamente deixadas para trás.

"Engraçado... durante meu processo de criação não é um momento que eu tenho mais a referência do Cazuza. Acontece muito quando mais quando eu ouço alguma música que ele gostava ou vejo um livro que a gente leu na mesma época", diz Frejat. "Estou aumentando minha promiscuidade. O desafio é trabalhar com vários parceiros e ainda ser eu na sonoridade final."

O disco não traz nenhuma surpresa para os que já conhecem o bom e velho Frejat de sempre, no som e no bom astral. As músicas de cerca de três minutos continuam menos rocks que as que faz com o Barão Vermelho.

"Eu gosto de falar de amor. É o universo que eu gosto de trabalhar. Mas se eu falasse só de amor sem refletir sobre o que estamos vivendo no dia a dia, sentiria que estava faltando alguma coisa. Não é um disco festivo, porque acho que os tempos não são. Talvez a única exceção seja a música Tudo bom, que encerra o álbum, e que eu fiz questão que fosse a última. Não queria que terminasse em um tom triste", conta.

O 'tom triste' a que ele se refere é uma temática implícita em boa parte das letras, e que já é sugerido desde o título do disco, Intimidade entre estranhos: histórias que tratam da experiência da vida urbana, com seus amores, encontros, desencontros e reflexões - como ele mesmo escreve no release de apresentação do álbum.

"Nada é tão denso quanto o tempo em silêncio/eu e eles no elevador", diz a faixa-título, parceria com Leoni. Mas não se trata de um disco conceitual.

"Eu não sou um cara de pensar em um título e fazer as músicas em cima dele. Tenho a maior inveja de quem consegue fazer isso. Eu faço as músicas e só depois penso em um título que englobe aquele material. Nunca conseguiria fazer um disco como a Adriana Calcanhotto, que fez o Maré, onde todas as músicas têm uma relação com o mar", compara.

De 12 a 14 de setembro, Frejat apresenta o novo show no Canecão, Rio de Janeiro. Ele aproveita a entrevista para fazer um desabafo, e reclama do público, que diz estar muito preguiçoso.

"Posso estar sendo saudosista, mas a música ficou tão forte como um elemento de entretenimento que está perdendo seu caráter artístico. Lembro que eu ia nos shows e queria ouvir um monte de músicas novas. Se hoje você faz um show com sete músicas do disco novo, pode ter certeza que em algum momento o público vai perder o foco."

"É um pouco frustrante isso, porque o artista quer mostrar um coisa nova, mas quando vem algo que as pessoas não conhecem, já sai aquele pessoal pro lado pegar uma cerveja, ou então ir no banheiro", diz o guitarrista. Frejat não concorda que o motivo de sua observação seja a qualidade das músicas, que não seriam tão boas quanto as de antigamente.

"As pessoas nem se dão a esse tempo, para avaliar. Vejo nos shows que sempre que começa uma música nova, o público já começa a conversar. É uma coisa que eu venho observando desde o meio da década de 90. Acredito que o motivo seja o fato de estarmos vivendo um tempo de decadência cultural, no Brasil e no mundo. São os tempos da superficialidade da informação. Ninguém se aprofunda, querem tudo mastigadinho. Sinto isso não só na música, mas também nos jornais, nos filmes... "

Para Frejat, a Internet é uma ótima ferramenta, mas tem a ver com essa superficialidade que destaca.

"Não sei por que ainda estamos gravando discos, já que ninguém mais compra. Eu acho gratificante e edificante ir em uma livraria ou em uma loja de discos e escolher um disco ou livro que você vai ficar curtindo durante o fim de semana."

E por falar em Internet, quem estiver ansioso e curioso para conferir o novo som de Frejat antes do dia 2 de setembro, quando o CD vai estar nas lojas, pode conferir o álbum na íntegra no www.myspace.com/intimidadeentreestranhos
 

Fonte: Terra Música

Solo de Camelo chega às lojas dia 8

Marcelo Camelo define data de lançamento do álbum e dá músicas para download 

Marcelo Camelo define data de lançamento do álbum e dá músicas para download

 
10 canções de Sou estarão disponíveis para download na próxima sexta; ouça "Doce Solidão"
 

O ex-líder dos Los Hermanos, Marcelo Camelo, definiu a data de lançamento de seu primeiro disco solo, Sou. O álbum chega às lojas em 8 de setembro, mas dez de suas catorze músicas poderão ser baixadas na internet a partir desta sexta-feira, 29.

O primeiro single do disco, “Doce Solidão”, já está disponível para audição no MySpace oficial do artista. Para ouvir, clique aqui.

O grupo Hurtmold, que participa do disco, sairá em turnê com Camelo. O primeiro show solo do músico será no primeiro dia de festival Coquetel Molotov, em Recife, em 19 de setembro. De lá, faz apresentações em Salvador (28/09), Juiz de Fora (04/10), Porto Alegre (16/10), Curitiba (17/10), São Paulo (14 e 15/11) e Rio de Janeiro (13 e 14/12).

Sou vem sendo gravado desde 2007, e além do Hurtmold tem participações especiais de Mallu Magalhães, Dominguinhos e Clara Svener. O disco foi inteiramente produzido por Camelo, que também cuida do lançamento por seu selo independente, Zé Pereira.

 

Fonte: IG Pop

Novo álbum do Papas da Língua chega às lojas em outubro

 

O grupo Papas da Língua está terminando de gravar um novo disco de músicas inéditas. Os gaúchos que fizeram sucesso com a balada acústica "Eu Sei" deve colocar o trabalho nas lojas em outubro e convidou Paula Toller para participar das gravações.

A vocalista do Kid Abelha marcou presença na faixa inédita "Veja Só". A conexão foi feita por Paul Ralphes, que já trabalhou com a banda de Toller e está produzindo o novo álbum dos gaúchos, batizado de Disco Rock.

 

Fonte: IG Pop

Sérgio Reis lança disco novo e regrava sucesso de "Pantanal"

Sérgio Reis
Cantor apresenta Coração Estradeiro

 

Coração Estradeiro é o nome do novo álbum de músicas inéditas de Sérgio Reis. O trabalho, 54º disco de sua carreira, será lançado na próxima semana e traz participações especiais de Dominguinhos e Roberta Miranda.

O disco tem 16 faixas e leva o cantor de volta à vida no campo e nas estradas após cinco anos longe dos estúdios. Nele, Sérgio Reis relança a faixa "Comitiva Esperança", sucesso da trilha-sonora da novela Pantanal.

O álbum será lançado com uma única apresentação em São Paulo no dia 4 de setembro no Villa Country. Os ingressos estão à venda e custam R$ 35.

 

Fonte: IG Pop

Zeca Pagodinho finaliza seu novo disco e planeja lançamento

Disco novo de Zeca deve sair no final de setembro
Disco novo de Zeca deve sair no final de setembro

 

O cantor Zeca Pagodinho encerrou as gravações de seu próximo disco na última sexta-feira.

O material que ainda não tem nome definido foi finalizado na última semana com 13 músicas inéditas mais outras conhecidas. "Ele finalizou as gravações e a previsão inicial é de que o CD já esteja nas lojas, no final de setembro", informou a assessoria do músico segundo o site Fuxico.

Além de estar preparando os detalhes para o lançamento, Zeca já planeja também uma turnê para divulgar o álbum. Ele deve começar a fazer shows pelo Rio de Janeiro, mas ainda não foram divulgados detalhes de sua agenda.
 

 

Fonte: Cifraclub

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