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Música do Brasil

Música do Brasil

Ana Carolina lança DVD

Ana Carolina vai lançar um disco ao vivo com o registo da tournée ao seu último álbum, "Dois Quartos".

O registo intitulado, "Multishow ao Vivo - Ana Carolina - Dois Quartos", vem acompanhado de um DVD, que apresenta duas faixas exclusivas, 'Confesso' e 'Milhares de Sambas' e ainda 'Vai', como tema extra.

Recorde-se que Ana Carolina regressa a Portugal, a 19 de Julho para actuar no Festival Delta Tejo, ao lado de nomes como Adriana Calcanhotto, Mariza e Mart'nália.

Quanto ao CD/DVD "Multishow ao Vivo - Ana Carolina - Dois Quartos", que deverá servir de guia ao espectáculo e que tem lançamento marcado para 28 de Abril, apresenta o seguinte alinhamento:

 

CD

01. Cantinho/Fever/ Eu sou Melhor que Você
02. Eu Comi a Madona
03. Rosas
04. Tolerância
05. Carvão
06. Eu Que Não Sei Quase Nada do mar
07. Nada te Faltará
08. O Cristo de Madeira
09. É isso aí (The Blower's Daughter)
10. Ruas de Outono
11. Aqui / Quem de nós dois? (La Mia Storia Tra Le Dita)
12. Milhares de sambas
13. Cabide
14. Um edifício no meio do mundo
15. Vai

DVD

01. Cantinho/ Fever/ Eu sou Melhor que você
02. Eu Comi a Madona
03. Rosas
04. Tolerância
05. Carvão
06. Eu que Não Sei Quase Nada do Mar
07. Confesso/ Trancado /Nua/ Pra Rua Me Levar/ Encostar na Tua
08. Nada te Faltará
09. O Cristo de Madeira
10. É isso aí (The Blower's Daughter)
11. Ruas de Outono
12. Aqui
13. Quem de nós dois (La Mia Storia Tra Le Dita)
14. Três
15. Manhã / Sinais de fogo
16. Um Edifício no Meio do Mundo
17. Milhares de Sambas
18. Cabide
19. Chevette
20. 1100,00
21. Notícias Populares
22. Uma Louca Tempestade
23. Elevador
24. Eu Comi a Madona (Remix)

Faixa Bónus

 

Fonte: Cotonete

25. Vai

Zélia Duncan e Simone lançam CD e DVD ao vivo

As cantoras Zélia Duncan e Simone se uniram no ano passado para alguns shows em conjunto. O resultada é o álbum “Amigo é Casa - Ao Vivo” que chega agora às lojas pela Biscoito Fino. O álbum traz gravações realizadas em outubro do ano passado no Auditório Ibirapuera, em São Paulo. Além do CD, o projeto “Amigo é Casa - Ao Vivo” também será lançado em DVD em breve.

O roteiro do show foi escolhido pelas duas cantoras e traz canções como “Alguém Cantando” (Caetano Veloso), “Cuide-se Bem” (Guilherme Arantes), “Meu Ego” (Roberto e Erasmo Carlos), “Encontros e Despedidas” (Milton Nascimento e Fernando Brant) e “Tô Voltando” (Maurício Tapajós e Paulo César Pinheiro).
Fonte: Canal Pop

Tomate grava seu DVD

No próximo dia 27, Tomate grava seu primeiro CD da carreira solo, na capital baiana, em sua cidade, onde o cantor tem uma relação de amor eterno. O evento, que será realizado na Área Verde do Othon, terá início às 18 horas. Este será o primeiro show do cantor em solo baiano, e por isso já existe muita expectativa. O repertório, definido por Tomate, será composto por 16 músicas, entre elas Anjo Bom, Só Faço com Prazer, Te Espero no Farol, I Love You Baby, Minha Vida é Você e Papa Aê. Além disso, o álbum conta ainda com uma faixa interativa, Sou Mineiro, gravada em Minas, ao vivo, no Axé Brasil Extra 2008. A direção musical do novo trabalho é de Tomate e Adail Scarpelini.

Novas Canções

Entre as canções que estarão no repertório desse primeiro CD, Anjo Bom é uma canção de Serginho, do grupo de reggae Adão Negro, que foi regravada por Tomate. Nesta nova versão, a canção adquiriu influências de diferentes ritmos e tornou-se uma balada romântica. Isso sem falar na música inédita Sou Mineiro, composta pelo próprio cantor em parceria com Jefinho e Abel. A canção, que foi lançada na turnê de Minas Gerais, é uma homenagem aos mineiros que tem sangue micareteiro e ainda faz referência à união dos estados Minas e Bahia. E Papa Aê, composta pelo artista que faz uma bela homenagem ao bloco que puxará em 2009.

 

Fonte: Embelezados

Maria Rita volta a Portugal

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Já há muito tempo que Maria Rita deixou de ser simplesmente a filha de Elis Regina , ainda que a herança vocal da mãe seja um factor que deva ser enaltecido.

Agora é já uma cantora/referência da nova música popular brasileira e o público português não lhe poupa elogios e devoção. Talvez por isso, Maria Rita conta já com algumas passagens por palcos nacionais e agora vai voltar ao nosso país.

A brasileira irá actuar no Coliseu dos Recreios em dose dupla (25 e 26 de Junho) e no Coliseu do Porto no dia seguinte. Os espectáculos estão inseridos na digressão do álbum Sonho Meu, de 2007 e cujo single Num Corpo só foi lançado esta semana.

 

Fonte: Música Online

Capital Inicial grava 1º DVD em Brasília

Capital Inicial grava primeiro DVD da carreira no dia 21

Capital Inicial grava primeiro DVD da carreira no dia 21

 

Banda registra show no aniversário de sua cidade natal, nesta segunda, 21, ao lado de Chiclete com Banana, RBD e Leonardo

O aniversário da capital Brasília, no dia 21, vai ser marcado por uma série de shows gratuitos na Esplanada dos Ministérios, além de exposições e atividades esportivas.

O destaque fica para o Capital Inicial, que se apresenta na cidade natal para gravar seu primeiro DVD. A banda promete sucessos mais recentes, como “Natasha” e “Eu Nunca Disse Adeus”, releituras e duas músicas inéditas.

O grupo de Dinho Ouropreto toca o evento ao lado de Chiclete com Banana, da banda mexicana RBD e do cantor Leonardo. O pacotão de shows começa às 14h30.

De acordo com a organização do evento, é esperado mínimo de 700 mil pessoas.

 

Fonte: IG Pop

RIR: Clã revelam convidado

Os Clã vão actuar com os brasileiros Pato Fu, no palco Sunset, do Rock In Rio-Lisboa. O concerto realiza-se a 06 de Junho, o último dia do evento, no espaço que, este ano, vai receber concertos conjuntos de vários artistas lusófonos.

Os Pato Fu são velhos conhecidos dos Clã. Manuela Azevedo colaborou no tema 'Boa Noite Brasil', do álbum "Toda A Cura Para Todo O Mal", de 2005, tendo sido também convidada para participar em alguns espectáculos do colectivo, na cidade de São Paulo, em 2006.

Por sua vez, a banda brasileira contribui com a canção 'Carrossel dos Esquisitos', incluída no álbum "Rosa Carne"', cuja letra é da autoria de John Ulhoa (guitarrista dos Pato Fu) e, mais recentemente, através da participação de Fernanda Takai (vocalista), em 'Amuo', faixa do novo disco dos Clã, "Cintura".

 

Fonte: Cotonete

Blog e sites do dia

http://musicadobrasil.blogs.sapo.pt
Para os fãs da música brasileira este é o blog indicado para visitar. Neste diário digital português fala-se sobre tudo o que é feito do outro lado do Atlântico. Visite e contribua com o seu comentário.

 

Fonte: Jornal da Madeira

 

Foi com todo o prazer que ao navegar na net encontrei esta referência ao meu blog!

Queria agradecer a todos os que o visitam e aos que fazem referência a ele nos seus blogs e sites!

Como o site do Jornal da Madeira sugere, gostaria que comentassem mais as notícias e dessem as vossas sugestões para tornar o blog ainda melhor!

 

Ana

Gilberto Gil 'a media luz'

Foi uma noite de chuva intensa, aquela que recebeu Gilberto Gil em Lisboa, esta Quinta-feira. O cantor veio mostrar ao Coliseu dos Recreios o seu mais recente espectáculo, "Luminoso", no qual dispensa a companhia da banda preferindo a voz e o violão. Mas os aguaceiros invernosos, que opuseram o seu ruído às primeiras canções do músico e ministro brasileiro, começaram a perder força dando lugar a gotas tropicais, que foram como que encaixando no embalo de Gil, feito sobretudo em tons de bossanova, na parte inicial do espectáculo. Daí que não seja de estranhar ter sido João Gilberto o primeiro nome a ser evocado pelo artista, depois de interpretar 'Máquina de Ritmo'.

Entre o barulho de algum do público, que ora entrava e saía, ora proferia piropos e pedidos, muitas vezes descontextualizados, Gilberto Gil foi desfiando memórias ao som dos temas, como a versão bossanova para 'When I'm 64' dos Beatles, e contando histórias, onde nem a ironia com a língua portuguesa e os seus «acordos e desacordos ortográficos», como disse, faltaram à conversa. Assim e com a língua materna comum, o tema 'Metáfora' dispensou as explicações com que normalmente a apresenta nos concertos no estrangeiro. Mas outras houve em que deu autênticas aulas de história musical do Brasil e, de resto, foram essas, que com a ajuda preciosa do filho, Bem Gil, "ilumiram" o cantor, abrilhantando e dando um novo dinamismo ao espectáculo.

Da família do samba, Gilberto tirou, então, 'Chiclete com Banana', do parente do rock, e a sempre aplaudida 'Aquele Abraço', do samba carioca, provavelmente o parente mais próximo - sem dúvida mais aplaudido - dos ouvidos do portugueses e dedicado aos seus conterrâneos da Baía: Dorival Caymmi, Caetano Veloso e novamente João Gilberto. Luis Gonzaga, referência da sua infância, também não foi esquecido, na lição de história sobre o baião, que serviu para apresentar, entre outras, 'Despedida de Solteira' e a ironia apimentada da sua letra que arrancou várias gargalhadas no público. Mais uma vez, e apesar da raiz escocesa desse parente do baião, foi o português que permitiu perceber o humor nas entrelinhas, como, de resto, já havia acontecido com 'Geisha no Tatami', uma das novas a ser incluída no próximo álbum de Gilberto Gil.

'Faca e Queijo', com a qual Gilberto Gil relembrou a sua mulher, manteve o tom metafórico da sua poesia, num registo que testemunha a fase madura da sua relação com Flora, a quem já dedicara uma canção com o mesmo nome, na fase dos beijos a tons de «carmim», como refere em 'Faca e Queijo'.

'Se Eu Quiser Falar com Deus', deixou de novo o cantor a sós com o seu violão, fazendo jus à própria letra da canção. Bem Gil voltaria depois a juntar-se ao pai e juntos recordariam Bob Marley em 'Tree Little Birds' e na conhecida versão bilingue para 'No Woman No Cry'. A viagem para fora dos limites das sonoridades de terras de Vera Cruz continuou em 'La Renaissance Africaine', tema em francês onde as influências senegalesas se impõem à 'brasilidade'. A terminar, 'Toda a Menina Baiana' trouxe de volta a identidade e os ritmos fortes e alegres, para finalizar em clima de festa a passagem pelo Coliseu dos Recreios. Amanhã, é a vez do Porto receber Gilberto Gil, em formato voz e violão.

 

Fonte: Cotonete

Gilberto Gil hoje em Lisboa

Gilberto Gil actua esta noite no Coliseu dos Recreios, em Lisboa.

O músico vem apresentar o seu novo espectáculo, "Luminoso", fazendo-se acompanhar pelo seu filho, Bem Gil. «Resolvi convidar o meu filho, Bem Gil, de 23 anos, que está a começar a vida de músico, guitarrista», revelou Gilberto Gil esta semana, em entrevista ao RCP.

"Luminoso" parte do disco com o mesmo nome, que foi gravado em 1999 mas que só viria a ser editado em 2006. A respeito do registo, Gilberto Gil afirma que «não houve intenção de se fazer um trabalho retrospectivo da carreira. Mas como o disco se baseou num livro feito por um amigo, que focava exactamente aspectos mais subtis da minha carreira, acabaram, tanto o livro como o disco, por se debruçarem sobre momentos variados do meu trabalho nestes últimos 30, 40 anos», explicou o músico.

Ao concerto em Lisboa, que tem início marcado para as 22h00, segue-se uma actuação no Coliseu do Porto, no dia 19 de Abril.

 

Fonte: Cotonete

«O Sol de Oslo», Gilberto Gil

Dez anos depois do seu nascimento e quatro após a reedição, «O Sol de Oslo» chega finalmente a Portugal. Um belíssimo disco.

A obra de Gilberto Gil nem sempre é valorizada, pelo menos em comparação com os mestres Caetano Veloso e Chico Buarque, inevitáveis de referir quando a música brasileira é o tema. A omissão do nome de Gil é tão ou mais injusta conforme se descobre a sua obra.

Por exemplo, «O Sol de Oslo», álbum relativamente esquecido numa discografia interminável é um exemplo de como é possível ser contemporâneo e não pretensioso. Claro que para um músico como Gilberto Gil é fácil ter um pé no passado e outro no futuro, ou não fosse um eterno insatisfeito.

Na prática, «O Sol de Oslo» é o último assomo em disco, muito graças à sua actividade intensa enquanto Ministro da Cultura desde que Lula da Silva assumiu a presidência do Brasil. Mas só agora, dez anos depois da edição original e do relançamento pela Biscoito Fino em 2004, chega a Portugal.

Gravado na Noruega, há uma luminosidade normal para quem vem de um país com o clima do Brasil mas que sofre um processo de «esfriamento» próprio do Norte da Europa. Há cocos, xotes, xaxados, emboladas e baiões. E mais do que isso, há uma personalidade inconfundível.

 

Fonte: Disco Digital

Gil recebe título honoris causa em Museologia em Portugal

O acordo ortográfico e a aposta de criação de museus no Brasil foram alguns dos temas abordados pelo ministro da Cultura, Gilberto Gil, em Lisboa, na quarta-feira, ocasião em que recebeu um título honoris causa em Museologia, atribuído pela Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias.

Colocando uma nota de humor em seu discurso, o ministro disse não saber se estava sendo "distinguido" ou "distingüido", aludindo a uma controvérsia sobre o abandono do trema na ortografia brasileira após a entrada em vigor do acordo ortográfico.

No evento, Gilberto Gil considerou que, "ao levar as pessoas a discutirem a língua, o acordo ortográfico já está prestando um grande serviço".

Em declarações aos jornalistas antes da abertura da cerimônia, Gilberto Gil falou também do que mudou em sua vida quando passou a conciliar a vida de músico com o cargo político que ocupa.

"Ser ministro me obriga a acordar mais cedo, a ter ocupações formais com atividades administrativas e representativas, a prestar regularmente contas ao público e a participar em discussões internas no governo, por exemplo, para decidir onde devem ser investidas as verbas", contou.

Na sua intervenção após receber a medalha e o diploma, o recém-doutor honoris causa optou por falar dos museus e da museologia, assegurando que eles ganharam "um lugar importante" no seu coração.

"Os museus podem redimensionar o ambiente humano no território brasileiro", afirmou o ministro, referindo o caso de Iberê Camargo, pintor brasileiro do século 20 que vai ter um museu em Porto Alegre.

Também presente na cerimônia, o ministro português da Cultura, José António Pinto Ribeiro, destacou o fato de Gilberto Gil "fazer com paixão aquilo que gosta, deixando, assim, uma cicatriz no mundo e na língua portuguesa, que é o seu transporte, o seu veículo".

"Aquilo que nos une e faz de nós aquilo que somos é essa pátria comum que é a língua portuguesa", afirmou ainda José António Pinto Ribeiro.

A sessão contou também com a intervenção de Manuel de Almeida Damásio, presidente do conselho de administração do grupo Lusófona, e de Alípio de Freitas, presidente da Associação José Afonso.

Elogios
Descrevendo o homenageado como "uma personalidade marcante do espaço lusófono e do mundo contemporâneo", Manuel de Almeida Damásio adiantou que o músico e ministro "equilibra, como poucos, a intervenção artística com a intervenção política".

Recordando o ativista que "apelou à conscientização contra a seca no nordeste brasileiro nos anos 80 e que hoje se bate pelo software livre", o presidente do conselho de administração do grupo Lusófona, considerou que, "na pessoa de Gilberto Gil, é possível ver um Brasil moderno e pujante e uma sociedade multicultural".

Já Alípio de Freitas considerou Gilberto Gil "o expoente máximo da música popular brasileira" e falou no papel que o músico tem desempenhado enquanto ministro da Cultura.

"Gilberto Gil já fez surgir mais de 2.500 novos museus", estando outros em vias de serem criados, "como em favelas e assentamentos dos sem-terra", afirmou o responsável português.

Designando o homenageado por "velho companheiro de jornada e de lutas" e elogiando suas "qualidades de cidadão e de batalhador por uma sociedade mais respeitadora do homem e dos seus direitos", o presidente da Associação José Afonso ofereceu a Gilberto Gil a obra completa do cantor de "Grândola, Vila Morena", também ele "um grande exemplo de cidadania e de homem solidário".

A sessão contou ainda com diversas intervenções musicais pelo Coro da Universidade Lusófona e com a leitura de um poema que Mário Chagas, professor universitário no Brasil e em Portugal, escreveu especialmente para a ocasião.

 

Fonte: UOL Música

"O acesso à música tem de ser livre, gratuito e de qualidade", defende Gilberto Gil

"Agora tenho certeza de que poderemos começar a fazer coisas visíveis", diz o ministro a respeito de sua atuação à frente da pasta da Cultura

O músico e cantor brasileiro Gilberto Gil se apresentou no último fim de semana em Barcelona e ofereceu na noite de sábado suas "canções de sempre" em um insuspeitado concerto na tenda Movistar, sem outro acompanhamento que sua voz e sua guitarra, com seu filho na percussão. O espetáculo, definido como "Gil Luminoso", foi uma das raras oportunidades para se contemplar em estado quase puro o consolidado ministro da Cultura do Brasil. Leia a entrevista:

La Vanguardia - O senhor continuou no ministério no segundo governo do presidente Lula. O que exigiu dele para continuar no gabinete?
Gilberto Gil -
Que íamos superar a papelada burocrática.

LV - Parte dos músicos mais importantes, como Caetano Veloso, criticou sua política de panos quentes, de não ter feito quase nada no campo musical.
Gil -
Você me conhece e sabe que as decisões de peso devem ser tomadas com uma margem de tempo. A crítica é saudável, mas também é verdade que a população brasileira nos deu confiança para continuarmos mais alguns anos. E agora tenho certeza de que poderemos começar a fazer coisas visíveis.

LV - O senhor não duvidou em revolucionar a dialética do acesso livre à rede.
Gil -
Toda a minha obra musical é de acesso livre na rede. É fundamental aplicar a democracia de raiz.

LV - Mas que o diga o senhor, como ministro da Cultura de uma das grandes potências musicais, é...
Gil -
O presidente Lula foi paciente comigo. Me deu maior confiança. Queremos levar a cultura a todos os cantos do país.

LV - De longe, isto parece campanha eleitoral.
Gil -
Lógico, atrás do samba e da bossa nova há muitas coisas por fazer. O Brasil é o perpétuo país da incoerência, quero dizer que não é suficiente que vivamos da fama de nosso grande patrimônio musical.

LV - Como vê isso de ser juiz e parte quando falamos de música?
Gil -
Da forma mais natural. Agora estou acabando meu novo disco solo, que sairá depois do verão, e enquanto isso estamos tentando mudar toda a legislação cultural, que está com mais de meio século de defasagem. Tudo um pouco complicado.

LV - Sua nova obra, seu novo disco, não pode surgir prostituída pelo fato de o senhor ser o ministro do ramo?
Gil -
Poderia ser, sem dúvida. Mas existem técnicas de relaxamento e de abstração de caráter oriental que me são profundamente úteis.

LV - O senhor não pode avaliar as novas apostas da música brasileira.
Gil -
É claro. Ninguém me perdoaria, me matariam. Mas a cena brasileira é tão rica que não é preciso fazer nenhum tipo de prognóstico.

LV - Na verdade pretendia lhe dizer que depois de sua geração, depois dos nordestinos ou dos sambistas ou bossanovistas, o panorama pode chegar a ser inquietante?
Gil -
Não é preciso que se inquiete, o Brasil tem um excesso de oferta, há muitas músicas e músicos. Mas uma árvore tem de morrer para que apareça a nova raiz.

LV - Fale sobre o concerto de hoje.
Gil -
Eu, meu filho Bem, minha voz e minha guitarra. Explico as necessidades de minha vida. Esta turnê é uma das condições que pedi ao presidente. Tenho de buscar e encontrar válvulas de escape, arejar-me e oxigenar-me. São cerca de 20 canções tiradas de 40 anos de profissão.

LV - Mas tem outras coisas entre...
Gil -
Claro. Com meu grupo amplo continuamos viajando o espetáculo Banda Larga, e enquanto isso estou gravando meu novo disco, Banda Larga Cordel, um disco declaradamente pop.

LV - Volto ao princípio. O senhor defende o acesso livre à música.
Gil -
Para mim, as prioridades culturais são que as pessoas leiam mais, vão aos museus e valorizem seu patrimônio. É preciso mudar as leis de consumo cultural. O acesso à música tem de ser livre, gratuito e de qualidade. O autor deve ser compensado, é claro, mas aquilo vem primeiro.

 

Fonte: La Vanguardia

Gilberto Gil fala de 'Luminoso'

Gilberto Gil actua esta semana em Portugal. O cantor e ministro da Cultura brasileiro vem apresentar aos Coliseus de Lisboa e Porto o seu mais recente espectáculo, intitulado " Luminoso", que percorre, em formato acústico, os êxitos de mais de 40 anos carreira, desde os tempos do movimento "Tropicália".

O espectáculo parte do disco com o mesmo nome, que foi gravado em 1999 mas que só viria a ser editado em 2006. A respeito do registo, Gilberto Gil afirma que «não houve intenção de se fazer um trabalho retrospectivo da carreira. Mas como o disco se baseou num livro feito por um amigo, que focava exactamente aspectos mais subtis da minha carreira, acabaram, tanto o livro como o disco, por se debruçarem sobre momentos variados do meu trabalho nestes últimos 30, 40 anos», explicou o músico, em entrevista ao RCP.

Apesar de "Luminoso" ter sido anunciado como um espectáculo a solo, com Gilberto Gil a ser acompanhado apenas por um violão, nestes concertos o cantor terá em palco a companhia do seu filho, Bem Gil. «Resolvi convidar o meu filho, Bem Gil, de 23 anos, que está a começar a vida de músico, guitarrista, e que já toca (...) na Banda Larga», o espectáculo em que se centra a nova tournée que Gilberto Gil está preparar e que apresenta em Portugal, com concertos em Serpa e no Funchal, no próximo mês de Junho.

Em relação ao seu papel de ministro da Cultura, o cantor mantém a intenção de abandonar o cargo ainda este ano, para dedicar mais tempo à sua família e aos seus projectos musicais. No balanço que faz do seu trabalho à frente desse ministério, Gilberto Gil destaca algumas mudanças que procurou introduzir na visão sobre a cultura no Brasil. «Não tive preocupações em deixar uma marca», mas antes o desejo de introduzir um «sentimento mais abrangente sobre cultura, que não a veja apenas como a gestão das artes e do património (...), mas como um elemento transversal à vida das pessoas. Tudo que vai para além da dimensão utilitária de qualquer objecto é cultura», defende o músico.

Gilberto Gil actua em Lisboa, esta Quinta-feira (17 de Abril), e dois dias depois (19 de Abril) no Porto. Os bilhetes para os concertos, que começam às 22h00, estão à venda nos locais habituais, sendo que os preços variam entre os 20 e os 45 euros.

 

Fonte: Cotonete

Para críticos, João Gilberto e bossa nova ainda são insuperáveis

Nos 50 anos da bossa nova, apenas um nome faltava para completar as comemorações que se espalham pelo País. O cantor e violonista João Gilberto confirmou oito apresentações para este ano, a partir de junho, para celebrar o gênero que ajudou a fundar, com seu cantar meio falado, meio baixinho, e seu jeito novo de tocar violão.

"João Gilberto não dá um show, dá um recital", diz Zuza Homem de Mello, crítico e historiador de música, explicando que o artista baiano de 76 anos está longe das parafernálias que os artistas usam em suas apresentações.

De fato, basta um banquinho e um violão, praticamente sinônimos de bossa nova, para o cenário de um "recital" de João Gilberto. "Ele prescinde de tudo o que é efeito. Prescinde de tudo o que é necessário para mascarar a essência do espetáculo que é a música propriamente dita", continua Zuza, autor de Folha Explica João Gilberto.

O deslumbramento de suas platéias sempre lotadas vem em grande parte das sutilezas e detalhes com que ele cria e recria, de forma obsessiva, canções que o acompanharam por toda sua carreira - como Doralice, Corcovado, Insensatez, O Pato, Samba de uma Nota Só.

"Agora, isso só é percebido por quem está prestando completa atenção na apresentação dele ou no disco", disse. "Senão, a pessoa acha que é a mesma coisa. É sutil."

O primeiro show do ano será em 22 de junho no Carnegie Hall, em Nova York. Depois, se apresenta nos dias 14 e 15 de agosto no Auditório Ibirapuera, em São Paulo; dia 24 de agosto, no Theatro Municipal do Rio; e dia 5 de setembro, no Teatro Castro Alves, em Salvador. Haverá ainda três shows no Japão.

 

Melhor notícia do ano
Para o crítico e produtor Nelson Motta, o anúncio dos shows "é a melhor notícia para a música brasileira neste ano". "Ele é um grande mestre, continua insuperável. Nesse gênero que ele inventou, ele é único, nunca houve nada melhor", disse Motta, autor de Noites Tropicais.

Apesar das diversas contribuições para o gênero que refinou a música popular brasileira, incluindo o maestro Tom Jobim e o poeta Vinicius de Moraes, nada superou a "grande novidade" que João Gilberto trouxe com seu samba sincopado no violão e jeito único de cantar.

"Ele inventou um novo gênero musical. Não existe bossa nova sem a batida de violão do João Gilberto. Ele criou todo um mundo de possibilidades musicais", disse Motta.

Para o especialista, a prova da genialidade de João Gilberto está nas regravações dos sucessos Chega de Saudade e Desafinado que ele fez em seu último disco de estúdio, João Voz e Violão (2000), que seriam muito superiores às suas primeiras versões, "sob todos os aspectos, incluindo voz".

A fama de gênio vem junto com a de excêntrico. É perfeccionista nas gravações e shows, além de viver recluso no Rio de Janeiro, sem nunca dar entrevistas ou frequentar a cena musical da cidade. É como um ermitão, nas palavras de Zuza.

 

Sempre vanguarda
Embora solitário, João Gilberto mantém contato com os amigos por telefone, "e está perfeitamente ciente de tudo o que acontece, lê jornal, vê TV", contou Motta.

Ambos os críticos são unânimes em elogiar também sua personalidade. Um doce de pessoa, gentil e delicado, segundo Zuza. Educado e divertido, para Motta. "O João Gilberto é uma das maiores celebridades da música no mundo que não tem a menor nesga de comportamento de celebridade. Ele vive monasticamente", disse Zuza.

O ano de 1958 é considerado o marco inicial da bossa nova com o lançamento de discos fundamentais. Começava ali um movimento que consagria toda uma geração de músicos brasileiros, como Nara Leão, Carlos Lyra, Luizinho Eça, João Donato, Roberto Menescal, Baden Powell, etc.

Foi naquele ano que Gilberto lançou dois compactos que inauguraram o movimento - Chega de Saudade/Bim Bom e Desafinado/Oba-la-lá - assim como o álbum Canção do Amor Demais, com músicas de Jobim e Vinicius interpretadas por Elizeth Cardoso, que também trazia duas faixas com o violão de João.

E, mesmo com 50 anos, os críticos acreditam que a bossa nova segue viva e ainda "emblema da música brasileira no exterior", segundo Zuza. "A vanguarda não envelhece", explicou o historiador, fazendo comparação com outros movimentos e artistas, como Mozart e Picasso.

"O que é vanguarda naquele momento não deixa de ser vanguarda agora. O que deixa de ser é o que efetivamente não foi."

 

Fonte: Terra Música

Gilberto Gil vai lançar novo disco de originais em Junho

O primeiro disco de inéditos de Gilberto Gil em 11 anos será editado em Junho e chamar-se-á «Banda larga cordel», revelou o cantor.

Em vésperas de actuar nos coliseus de Lisboa (dia 17) e do Porto (dia 19), Gilberto Gil afirmou que desde «Quanta» que «não editava» um álbum de originais, fazendo regravações de canções, na maior parte dos espectáculos. Os portugueses vão poder já ouvir «três ou quatro canções» do novo álbum nos próximos concertos.

Relativamente à escolha do título, explicou que «banda larga se liga com o tema central do disco que são as novas tecnologias e a sua ligação à arte» e cordel é uma homenagem aos poetas do Nordeste brasileiro, «trovadores populares que vendem os seus poemas de terra em terra».

O álbum sairá pela etiqueta Gêgê, de que é proprietário, e totalizará «cerca de 11 canções.

Nos concertos em Lisboa e Porto, Gilberto Gil irá cantar as canções do seu último álbum, «Gil Luminoso», e ainda duas canções dos britânicos The Beatles e duas do jamaicano Bob Marley.

 

Fonte: Diário Digital

Gilberto Gil tem problemas vocais e cancela dois shows na Europa

Gilberto Gil tem problemas vocais

Gilberto Gil tem problemas vocais

 

O cantor e ministro Gilberto Gil precisou cancelar duas apresentações de sua turnê pela Europa por problemas na voz.

Gil se apresentaria nesta segunda-feira no Palácio Municipal de Congressos em Madri, mas devido a "um processo amidalar agudo" não comparecerá ao show, segundo a agência Efe.

Em outubro do ano passado o músico passou por uma intervenção cirúrgica nas cordas vocais, mas após se recuperar voltou aos palcos.

As apresentações marcadas para os dias 17 e 19 de abril, em Portugal, permanecem confirmadas.

 

Fonte: CifraClub

Claudia Leitte lança músicas gravadas ao vivo em Copacabana

 

A carreira solo de Claudia Leitte começa a ganhar forma com o lançamento de suas primeiras músicas fora do Babado Novo. O álbum gravado ao vivo na praia de Copacabana, em fevereiro, ainda não tem data para chegar às lojas, mas duas faixas já estão disponíveis para venda digital e em breve devem começar a tocar nas rádios.

 

Ouça com exclusividade no MusiG duas músicas de Claudia Leitte gravadas ao vivo em Copacabana

 

"Pássaros" e "Beijar na Boca" são algumas das canções inéditas apresentadas por Claudinha na capital carioca. As duas devem ser o carro-chefe do CD e DVD ao vivo, que terá também os sucessos do Babado Novo. Para ouvir as músicas não é preciso pagar nada. Para baixar para o computador, o preço é de R$ 1,99 por cada uma.

O site oficial do grupo, por sinal, já foi reformulado para abrigar as informações da carreira solo da cantora. O destaque fica por conta do design similar a uma caixa de leite e à campanha dos EUA de incentivo ao consumo da bebida ("I ♥ milk").

No mês de maio, Claudinha deve viajar para Fort Lauderdale, na Flórida, e receber o Press Award 2008, na categoria axé. O prêmio é destinado a brasileiros que se apresentaram na América do Norte no ano passado.

 

Fonte: IG Pop

Caetano Veloso e Jammil gravam juntos

Caetano e Jammil gravam  Tempo de Estio

Caetano e Jammil gravam Tempo de Estio

 

O  cantor e compositor baiano Caetano Veloso gravou, na última quarta-feira (09), sua participação no próximo DVD da banda de axé Jammil. Caetano emprestou ao grupo sua voz e sua composição Tempo de Estio, de 1978.

As sessões de gravação foram realizadas no estúdio AR, na Barra da Tijuca, Rio de Janeiro. O clipe de Tempo de Estio fará parte do DVD que tem o lançamento previsto para julho deste ano.

O segundo DVD da banda baiana também contará com imagens gravadas durante o carnaval de Salvador e em Porto Seguro.

 

Fonte: Terra Música

Inimigos da HP lançam CD 100% inédito

 

O grupo Inimigos da HP gravou seu novo CD ao vivo, no Citibank Hall, em São Paulo, no dia 23 de janeiro. O disco chega agora às lojas, tornando-se o primeiro trabalho 100% inédito da banda. O DVD será lançado no final de abril pela EMI Music. A maioria das faixas leva a assinatura de Sebá, vocalista do grupo, que já havia composto canções em CDs anteriores, como "Vem buscar que é teu", "O dia do nosso amor" e "Louca vontade". O novo trabalho traz melodias com acento mais pop, sem deixar o pagode tradicional do grupo de lado.

 

Fonte: Sucesso

Vanessa da Mata de regresso ao Sudoeste

Vanessa da Mata no Coliseu de Lisboa (foto: Manuel Lino)

Vanessa da Mata no Coliseu de Lisboa

 

A brasileira Vanessa da Mata vai regressar ao festival Sudoeste TMN, um ano depois da estreia na edição de 2007. A cantora vai mais uma vez apresentar o aclamado «Sim», álbum editado o ano passado e que contém o famoso dueto com Ben Harper em «Boa Sorte/Good Luck».

 

A organização do festival anunciou ainda a confirmação dos neozelandeses Fat Freddy's Drop - que por cá passaram durante o Algarve Summer Festival em 2006 - e da cantautora franco-israelita Yael Naim.

Estes nomes juntam-se às presenças já anunciadas dos Franz Ferdinand, Björk, Fanfarlo e La Fura dels Baus. Até ao momento ainda não são conhecidos os dias de actuação de cada artista.

O 12º Sudoeste TMN acontece de 7 a 10 de Agosto na Herdade da Casa Branca, perto da Zambujeira do Mar. Os bilhetes para o festival já se encontram à venda, mas apenas na variante do passe de quatro dias pelo preço de 75 euros. O custo do bilhete diário será divulgado pela organização juntamente com as datas de actuação dos artistas presentes no Sudoeste.

 

Fonte: IOL Música

Detonautas lança 1º disco após morte de guitarrista

Em seu primeiro CD sem o guitarrista Rodrigo Netto - morto em assalto em 2006 - e o quarto da carreira, os Detonautas iniciam nova fase. Como na conjunção astrológica, ¿O Retorno de Saturno¿ mostra a banda mais madura.

Se as guitarras pesadas ficaram para trás, surgem canções com letras introspectivas e melancólicas. Não foi fácil: Netto era o letrista ao lado de Tico Santa Cruz e, sem ele, tudo ficou mais triste.

"Fiquei inseguro, mas também foi uma provação", conta Tico. "A gente cresce e é natural que os gostos se refinem. Era impossível não soar assim depois de tudo o que passamos", acrescenta.

Ele se "exilou" em Trancoso, na Bahia, para compor letras como "Quando penso que encontrei o meu lugar, não me encontro dentro dele/ Um soldado que vive no inferno quando a guerra acaba não consegue descansar?", de Soldado de Chumbo.

"Em algum momento esse disco sairia, talvez tenha sido antecipado pelo que passamos com o Netto", diz o baterista Fábio Brasil. A mudança de estilo, claro, veio seguida de críticas, desde que o disco foi lançado no MySpace. Tico foi acusado de pretensão, de querer ser o próximo Renato Russo. "Legião Urbana influenciou minha geração. Fico honrado com a comparação, admiro muito o Renato. Demorei 30 anos para escrever essas letras", minimiza Tico.

Para ele, o CD é, afinal, uma espécie de "música para acampamento". "Não dá para agradar a todos, mas nossos fãs permanecem. Um nos acusou de fazer música de mulherzinha. É isso: para o cara tocar na rodinha para a mulherzinha dele¿, brinca. ¿Se fizermos um disco pesado, vão dizer que não mudamos. Fazemos uma coisa mais psicodélica nos acusam de não sermos mais os mesmos...", reclama o guitarrista Renato Rocha.

Eterno inconformado, Tico expressa sua angústia no CD, feito para ser ouvido com atenção. "Falo de amor, mas não esse amor romântico. Também falo de política (como em Enquanto Houver, que diz "Meu amor/ Enquanto isso no Congresso/Eles roubam o País"). Mas digo sem ser panfletário", justifica o músico, em evidência por seus protestos com o grupo Voluntários da Pátria.

"Meu ativismo social e político e a banda são coisas diferentes, não posso misturar, existe um equilíbrio", conta.

O resto da banda aplaude. "Os 'Voluntários' foram a salvação. Agora o Tico extravasa o inconformismo dele lá. Antes ele começava a falar mal dos políticos nos shows e discursava quase 40 minutos", brincam os companheiros de banda. "Tive que poupar meus amigos", diz Tico.

Disco saiu primeiro na Internet
Assim como os CDs anteriores, Retorno de Saturno foi gravado na Toca do Bandido e produzido por Tomas Magno e Fernando Magalhães, do Barão Vermelho, e também marca a estréia da banda na gravadora Sony/BMG. "A antiga gravadora (Warner) queria que gravássemos um acústico, mas não acho que seja o momento ainda. Eles não acreditaram na gente", lamenta Tico.

"O fã vai ouvir o CD na Internet e, se gostar mesmo, comprar na loja também", acredita Renato. "A Internet só veio para fazer as pessoas pensarem. Agora ou as gravadoras vão ter que diminuir os preços dos CDs ou pensar em novas formas de agradar ao público. Não estamos mais nas mãos das grandes empresas", diz Tico.

 

Fonte: Terra Música