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Música do Brasil

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Conheça Syntonos, grupo que une black e pop no subúrbio do Rio

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Diretamente de Guadalupe, na Zona Norte do Rio, surge um novo som para a cena musical da cidade. A Syntonos une os sons clássicos da black music com o R&B contemporâneo para trazer uma mensagem de amor, diversão e esperança. Tudo isso está no EP “Vai dançar”, lançado esse ano como primeiro passo da carreira do grupo. Firmando-se no cenário alternativo sem esquecer das raízes, a Syntonos traz um som diferente na cena, ao misturar a brasilidade com ritmos não tradicionais do país.

 

Ouça o EP “Vai Dançar” no Spotify: http://bit.ly/SyntonosSpotify

 

“Você não tem ideia de como a música já salvou as pessoas daqui. Ainda mais no subúrbio, que tem uma overdose de talentos e sonhos. Uma vida sem sonhos é uma terra fértil sem sementes. O meu é fazer música. Só sei fazer isso. Se não for isso, já aceito o passaporte para outro plano”, brinca o vocalista Rafael Costa.

O grupo forma-se a partir do sonho de Costa em ter uma carreira solo, mas a troca de ideias entre os membros da sua provável banda de apoio o fez mudar de ideia. Hoje ao lado de Elaine Ladeira (vocalista), Jessica Nepomuceno (baterista), Augusto Lopes (baixista) e Stevie KingBeats (DJ), a Syntonos é a prova de que sintonia e harmonia é o coração de um conjunto.

“Minha maior inspiração na bateria vem de um baterista da black music, Tony Royster (da banda do Jay-Z) e outra grande inspiração musical que me acompanha forte é Alicia Keys. Meu objetivo sempre foi fazer, tocando bateria, o que a gringa já fazia há anos em questão instrumental, enquanto no Brasil parecia ter estacionado o gênero black num todo”, conta Jessica.

Músicos desde a infância e adolescência, todos os integrantes possuem uma formação musical primorosa, sendo alguns até oriundos da Escola de Música Villa Lobos, no Rio. Mas eles tiveram algo em comum na formação da estética musical: o gosto pela black music, adquirido ouvindo os discos que os pais escutavam.

“Sempre estive no meio da black music através da minha mãe. Quando comecei a tocar, aos poucos, meu amor pelo estilo foi aumentando até que eu não conseguia me ver tocando qualquer outro além desse. É o estilo que amo e me sinto em casa enquanto escuto e toco”, conta o baixista Augusto Lopes.

Inspirada na linhagem americana de inovação musical, a Syntonos carrega elementos de diversos gêneros, tais como o soul, o rap, o hip-hop e o funk americano, caracterizando-se como uma banda de Black Music autenticamente brasileira e potencializada pelas referências da cultura negra e afro do país. Entre as referências estão nomes do presente e do passado, unindo referências brasileiras e ícones internacionais como James Brown, Michael Jackson, Bruno Mars, Justin Timberlake, Jamiroquai, Daft Funk, Negra Li, Seu Jorge, Tim Maia, Sandra de Sá, Claudio Zolli, Ed Motta, Djavan, entre outros.

 

Confira sessão acústica da banda: 

 

 

O repertório é destaque desde meados de 2014, quando a banda alcançou notoriedade em uma sessão acústica. Em 2017, passou por processos de reformulação de estilo, trazendo mais elementos eletrônicos. A ideia é juntar o som antigo com as novidades do mundo da música e seguir o conceito de que “para se fazer o novo é preciso conhecer o antigo, mas para se diferenciar é preciso inovar”. A proposta acrescenta o pop, trapsoul e dancehall ao que já era feito, a boa e velha Black Music. A partir disso, surge o primeiro registro “Vai Dançar”, EP com cinco faixas. Dessa vez, as referências acrescentadas são inúmeras, levando o som para outro lugar, mas sem esquecer das raízes.

“A música onde moramos pode trazer alegria, diversão, reflexão... Mudar não sabemos quem, quando ou onde, mas pelo menos plantar uma semente de uma arte que ultrapassa gênero, credo, fronteiras em pessoas do subúrbio de onde viemos é de grande valia”, reflete Jessica. “Esperamos que, com nossa música, outras pessoas possam se sentir tão felizes como a gente quando tocamos, ouvimos e vivemos a música.”

 

Ouça Syntonos:

YouTube: http://bit.ly/SyntonosYouTube

Spotify: http://bit.ly/SyntonosSpotify

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Deezer: http://bit.ly/SyntonosDeezer

 

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Melanina MCs lança videoclipe de single inédito, “Cenários”, com participação da guitarrista Anna Tréa

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Formado em 2012 na capital capixaba de Vitória, o grupo Melanina MCs lança hoje seu primeiro videoclipe, do single inédito de “Cenários”. A canção faz parte de Sistema Feminino, disco de estreia do quarteto com previsão de lançamento para o próximo mês de Outubro.

Com um EP já divulgado - Tesouro Escondido (2016) -, as MCs Afari, Geeh, Lola e Mary Jane receberam a guitarrista Anna Tréa na canção e videoclipe cuja letra - composta pelas quatro cantoras - reflete o cotidiano da mulher negra periférica, versando sobre suas conquistas e dificuldades diárias, além da felicidade como uma forma de resistência.

“Mas apesar de tudo eu vejo sorriso no rosto
Simplicidade de quem se mantém no próprio esforço”

Com cenas das integrantes e amigas dançando juntas, além de diferentes e coloridos takes externos, em “Cenários” as Melanina MCs dão suas caras afim de passar o papo reto de um jeito direto e próximo, valorizando a união feminina e a força que deriva daí.

“Entendemos que juntas somos melhores, que o ser mulher se amplia também por esse caminho artístico, onde certamente temos obstáculos para enfrentar. A liberdade e o respeito devem ser nossos por direito e em qualquer espaço. Nossa luta é na música, pela música - e é também música”, explicam as MCs.

“Cenários” foi composta pelas quatro cantoras e seu vídeo clipe teve direção de Juane Vaillant.

 

Melanina MCs


Formada em 2012 na cidade de Vitória (ES) pelas MCs Afari, Geeh, Lola e Mary Jane, o Melanina MCs é um grupo de rap que encontrou no feminino sua principal ferramenta de transformação. Influenciado por artistas como Tássia Reis, The Gust, Negra Li e Rincon Sapiência, o quarteto já possui um EP lançado, Tesouro Escondido (2016). Agora se prepara para a estreia do primeiro disco, Sistema Feminino, cuja data de divulgação está prevista para Outubro de 2017. Uma de suas faixas inéditas, “Cenários”, saiu como single em Setembro deste ano com videoclipe também inédito e participação especial da guitarrista Anna Tréa. Além dela, a banda de apoio das Melanina MCs durante a gravação do álbum foi composta por: Larissa Conforto (Ventre) na bateria, Carol Navarro (Supercombo) no baixo, , Gabriela Deptulski (My Magical Glowing Lens) na guitarra, Henrique Paoli (My Magical Glowing Lens/ André Prando) na bateria, Fepaschoal na guitarra e o  DJ Jone BL .

 

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Sexteto Mundano reflete centenário de Violeta Parra em disco homenagem com faixas inéditas

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Uma das vozes mais influentes da música latino americana, Violeta Parra completaria 100 anos em 2017. Com obra apresentando um frescor em sua delicadeza e na potência de suas mensagens, as canções da chilena ganham contornos brasileiros com o disco “Violeta Terna y Eterna”, do Sexteto Mundano. O lançamento do selo Cantores Del Mundo conta com participação da cantora Tita Parra, neta de Violeta, e com duas canções inéditas (“El Palomo”  e “Adonde vás Jilguerillo”).

“Violeta Parra tem admiradores de todas as idades, três gerações pelo menos. Regravar Violeta e suas músicas que fizeram sucesso no Brasil foi para mim reviver um período do Clube de Esquina, de Elis e do Grupo Tarancón que eu participei durante dois anos e meio. Também foi uma maneira de homenagear Angel, seu filho, que eu conheci na França. Naquela noite, assisti a um documentário trazido por Angel sobre sua mãe e tudo o que a envolvia. Suas composições, suas pinturas, seus trabalhos em cerâmica, suas inquietudes, tudo estava ali relatado de forma suave e absoluta. Fiquei emocionado e com mais vontade ainda de divulgar essa figura maravilhosa”, conta Carlinhos Antunes, um dos idealizadores do projeto.

Um dos grandes nomes da música latina no Brasil, Carlinhos aproximou-se intimamente da obra de Violeta nos anos 80, em sua passagem pelo icônico Grupo Tarancón. Violeta Parra e suas composições ficaram conhecidas no Brasil entre os anos 70 e 80 através do Grupo e pela voz de Mercedes Sosa, Milton Nascimento e Elis Regina. Esse sucesso reaproximou países e gerou um intercâmbio cultural logo interrompido pelos anos de chumbo.

“A ditadura militar, com sua repressão e censura, fez com que esse movimento fosse paulatinamente diminuindo. Éramos proibidos de ouvir discos de artistas mais politizados de outros países e vice versa, assim como livros, jornais etc. Se estivéssemos portando LPs, fitas e livros nos aeroportos, vindos de  países latinos, considerados engajados, eles eram apreendidos pela polícia federal aduaneira”, conta Carlinhos.

Para esse álbum, que traz arranjos contemporâneos para canções clássicas de Parra, ele reuniu uma formação única do seu projeto Orquestra Mundana. Carlinhos assume o cuatro, violão, viola caipira, charango, ronroco; Danilo Penteado assina os pianos e acordeons; Maria Beraldo Bastos assume o clarinete; Beto Angerosa, a percussão e Rui Barossi, o baixo acústico. Completando o projeto está a voz de Sarah Abreu, responsável ao lado de Carlinhos pela idealização e consolidação do projeto.

Juntos eles fazem um retrato terno e lírico, como o título do disco antecipa, que contrasta, em certa medida, com o tom mais tenso e intempestivo da personalidade de Violeta. “Violeta, Terna y Eterna” mostra as várias artistas por trás da lenda, alternando músicas compostas por ela ao longo de sua vida, clássicos da música latina e composições de integrantes do sexteto, além de algumas de suas poesias e textos. Tudo com o propósito de manter a mensagem das canções vivas no centenário da artista.

“Tivemos pouquíssimas manifestações pelo centenário de Violeta. O que significa que mesmo com um crescimento paulatino do intercâmbio cultural entre o continente, ainda resta muito que fazer”, reflete Carlinhos Antunes.

Talvez por conta das diferenças relacionadas à língua e ao modo como foi colonizado, o Brasil parece não se ver como parte da América Latina. Combater essa sensação de isolamento, de que o Brasil é uma enorme ilha no meio de países hispânicos, é a principal missão da gravadora Cantores del Mundo, selo que lança o álbum do Sexteto Mundano. Fundado por Tita Parra, o selo está sendo consolidado neste ano com a direção dos artistas cariocas Arthus Fochi e Guilherme Marques.

“A missão da Cantores Del Mundo é, de alguma maneira, um legado da família Parra, o qual temos a honra de levar adiante - pensando em conectar os artistas em torno de uma causa comum relacionada à própria época em que vivem”, conta Arthus Fochi.

 

Ouça Sexteto Mundano:

Spotify: http://bit.ly/VTYESpotify

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Apple Music: http://bit.ly/VTYEApple

YouTube: http://bit.ly/VTYEYouTube

 

A evolução musical de Luan Santana

Quem diria que Luan Santana já está há 8 anos arrancando suspiros das fãs e sem sair das playlists brasileiras? Conhecido pelo seu profissionalismo (desde muito jovem!) e por ter construído uma carreira sólida, apesar de curta, vimos Luan Santana crescer e a sua música mudar junto com ele.

Do sertanejo-romântico-adolescente Meteoro, com composição de Sorocaba, até o último disco de Luan, 1977, em que ele reuniu as mulheres mais cotadas da música pop brasileira, foram vários hits nos mais sete álbuns lançados passeando do sertanejo ao pop e até ao reggaeton. Detalhe: destes, três foram indicados ao Grammy Latino.

Tá na hora de relembrar a evolução musical de Luan Santana com 5 clipes marcantes da carreira do cantor!

 

1. Não te quero, sai pra lá

Essa música de título maravilhoso está no primeiro álbum lançado pelo cantor, O Gurizinho. O nome do disco faz jus à pessoa, já que Luan tinha apenas 16 anos quando lançou O Gurizinho. Mas sabemos que a carreira dele na música começou desde muito cedo, né?!

 

2. Meteoro

O primeiro e incontestável hit de Luan Santana, que o elevou ao topo das paradas do Brasil – de onde ele nunca mais saiu.

 

3. Amar Não É Pecado

Com Amar Não É Pecado, Luan Santana se firma como um dos principais cantores de música romântica de sua geração. A música está no seu segundo álbum e, assim como Meteoro, foi um sucesso incontestável. Mas quem se prende a rótulos iria se surpreender com os rumos que a carreira do cantor tomaria daqui em diante.

 

3. Cê Topa?

Luan Santana assina a direção do clipe mais fofo lançado nos últimos anos: cercado de cachorros de uma ONG de adoção de animais, o vídeo chama a atenção para uma causa nobre. E a música, é claro, não saiu da cabeça de ninguém.

 

4. Bailando

Ok, essa música não é da discografia do Luan, mas foi um momento marcante na carreira dele. Quando Enrique Iglesias lançou o hit mundial Bailando, chamou artistas de várias nacionalidades para impulsionar o lançamento do single em cada país selecionado. E quem foi o brasileiro escolhido? Ele mesmo!

5. Acordando o Prédio

Acordando o Prédio é a prova da evolução musical de Luan – aqui, ele já incorpora outros elementos musicais que deixam a sua pegada muito mais pop contemporânea, quase se afastando do sertanejo romântico que o consagrou, ainda criança. A mudança no estilo foi mais que aprovada: essa música foi a mais tocada em todas as rádios do país no primeiro semestre de 2017, segundo a Crowley.

É sucesso que não acaba mais!

 

Fonte: Cifra Club News

Prume lança clipe para “606 on Fire”, um dos destaques do disco de estreia

Prume - 606 on Fire 2 (crédito Flora Negri).jpg

 

Da mesma forma que grandes amores aparecem de forma inesperada, assim foi a parceria entre a banda Prume e a marca pernambucana Contém Glitter. O que começou com uma sugestão de trilha sonora para um vídeo publicitário tornou-se o clipe da canção “606 on Fire”, em que o brilho do glitter, o movimento do corpo dos bailarinos e a música tornam-se um só. Dirigido por Helder Tavares, o vídeo conta com a participação dos bailarinos Nefertiti, Hulli Cavalcanti, Anne Costa, Effie Costa e Inaê Silva.

“Foi uma mistura de escolha e acaso. Já era nossa intenção que ela fosse o primeiro videoclipe simplesmente por ser a única que tínhamos uma ideia plausível para a nossa realidade. Mas também  por acreditarmos muito no potencial dessa canção. Achamos que ela é uma das mais plurais em termos de sonoridade, e podemos alcançar vários nichos e chegar o mais longe possível com esse clipe”, analisa Cadu Bussad.

Ao unir elementos da música eletrônica, do hip hop, e do indie rock, a Prume conseguiu como resultado uma sonoridade contemporânea, que pode ser ouvida no disco de estreia, “Learning by Watching”, produzido por Diogo Strausz (Castello Branco, Chay Suede, Alice Caymmi). O trio formado por Cadu, Igor Bruno e Felipe Wolfenson ultrapassa o número de 7 mil ouvintes mensais no Spotify, com destaque para o single “The Life I Seek”, que já soma mais de 300 mil audições.

O clipe de “606 on Fire” traz produção de Naiara Cândido, sócia da marca Contém GIitter; maquiagem de Zé Lucas; e figurino por Babi Jácome e Thaís Sales.

 

Assista “606 on Fire”: 

 

 

O folk rock se une a ritmos brasileiros no disco do Devonts

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A esperança em um futuro melhor é o tema do disco de estreia do duo de folk rock Devonts. O primeiro trabalho de longa duração, “Alguns Anos Daqui”, traz a união das principais influências da dupla, como o folk rock da década de 60 e ritmos brasileiros, misturando baião com rock n’ roll, violão erudito com zabumba e gaita. Essa originalidade rendeu canções que trazem reflexão sobre o tempo que vivemos e o que podemos aprender com ele.

 

Ouça “Alguns Anos Daqui”: http://spoti.fi/2vEzn8w

 

Guiados pelos acontecimentos sociais e políticos no país, Pedro Rui Von (voz, violões e gaita) e Denis Cruz (voz, bateria e percussão) compuseram as 11 faixas do disco voltadas para a valorização dos próximos passos, em um sentimento de expectativa. Entre as canções, o ouvinte vai reconhecer o single “Impressão Sua”, vencedor da categoria Melhor Letra, no 1º Festival de MPB de Atibaia (SP), realizado em 2015. O trabalho traz produção de Marcos Alma (Nheengatu Criações Sonoras), que acompanhou o duo de perto, inclusive durante os ensaios, criando assim uma atmosfera de cumplicidade entre banda e produtor. As canções contam também com Victor Rolfsen, no baixo; e Adriana Lombardi, no violoncelo, convidados em algumas faixas.

O Devonts traz em seu currículo os EPs “Renovação” (2014) e “Veias Abertas” (2016), que exploram os elementos do cenário alternativo e do folk, alternando com as influências literárias da dupla. É o caso do segundo trabalho, que teve inspiração na obra “As Veias Abertas da América Latina”, de Eduardo Galeano. Em ambos, um ingrediente se torna claro: a busca pela mistura do Brasil com a música folk americana, trazendo um tempero ao gênero.

Adiantando o clima do álbum “Alguns Anos Daqui”, a banda divulgou os singles “Quanto mais eu ando” e “Impressão Sua”, que apresentam o conceito e a sonoridade do trabalho. Quase artesanal, as etapas de mixagem e masterização foram feitas de modo analógico em Viena (Áustria), ou seja, levando o conceito inicial de “retorno às raízes” do disco para algo concreto.

“Começamos apenas com a ideia de tentar chegar a uma sonoridade original, percorrendo alguns caminhos pouco explorados musicalmente. Arriscar instrumentos bem distintos numa mesma harmonia, misturar baião com rock n' roll, e violão erudito com zabumba e gaita”, relembra Pedro.

Como trovadores do mundo moderno, os Devonts mesclam uma sonoridade intensa e orgânica, que remete às influencia de Simon & Garfunkel, Secos & Molhados e Mumford & Sons, mas sem deixar de lado canções que vão do pop ao alternativo, em uma construção sonora criativa e original.

 

Ouça “Alguns Anos Daqui”:

Spotify: http://spoti.fi/2vEzn8w

Deezer: http://bit.ly/AlgunsAnosDeezer

Google Play: http://bit.ly/AlgunsAnosGPlay

Tidal: http://bit.ly/AlgunsAnosTidal

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Site oficial: http://devonts.com.br

Conheça Victor Cavalcanti, artista que une indie e pop como forma de desabafo

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Usando canções para enfrentar seus próprios demônios, o cantor e compositor Victor Cavalcanti faz música e poesia para abrir o coração. Com influências claras do indie e do pop, o artista paulista expõe suas fragilidades, inseguranças e ansiedades no urgente e ousado projeto musical, poético, audiovisual e fotográfico “Caos”, lançado nesse ano.

 

Confira “Caos”:

 

 

“Eu sempre tenho ideias lindas em meus momentos caóticos, são nesses momentos minhas horas mais criativas. Eu anoto tudo ou gravo no celular e vou acumulando. Quando a cabeça esfria e eu entendo pelo o que eu passei, começo a colocar técnica, produção e afins. Acho que eu, sem caos, nunca criaria nada”, conta Victor. “Minha teoria é de que fomos feitos para o caos, e precisamos aprender a lidar e crescer com ele”.

A jornada de Calvacanti tem um começo curioso. Ainda criança, ele cantava em igrejas e chegou a gravar um EP de música gospel, um gênero completamente oposto do que guia seu trabalho atualmente.

“O gospel me influenciou muito em querer dar significado, em fazer algo que mova as pessoas e que elas sintam conectadas com elas e com outras pessoas. Quando pequeno eu via como as canções embalavam boas pregações, e me apeguei nisso, de querer passar significado as pessoas”, conta ele.

Gravando demos desde 2011, Victor lançou a mixtape “(Des)controlar” (2015) unindo todos os estudos de produção que fez. Como processo de cura de uma depressão, ele lança “Caos”, que fala sobre todo esse momento delicado com franqueza e criatividade. O projeto é a narração do fim do primeiro relacionamento de Victor, entregando infantilidades de suas atitudes e até as irracionalidades do mesmo.

 

Confira o video de “Toma”, uma das faixas: 

 

 

“No processo desse projeto, eu vi que fazer música apenas não me preenche como artista, e decidi que a música seria apenas uma parte, e que iria fundo em todos os cantos desse projeto. Tudo iniciou com uma história, que seria de um rei que perde sua coroa por confiar em um bobo da corte. Quando comecei a compor as músicas, vi que faltariam algumas coisas para a história desse rei se fazer entendida, foi onde nasceu a ideia de criar poemas. No livro digital, disponível no meu site e no iTunes, os poemas ficam em uma sequência que conta a história junto das músicas”, conta Victor.

O processo por trás da cura proposto por Cavalcanti passou pelo retorno ao amor próprio, que é retratado na capa inspirada pelo Narciso, de Caravaggio, até pelo uso da luz natural, de sol, sem edições e expondo pele, texturas, olheiras e imperfeições.

“Olho pro meu diário, de onde tirei ‘Caos’, e vejo como tudo era confuso ali. Quando fui trabalhar no projeto, sofri novamente. Trabalhando as faixas, eu trabalhei eu mesmo. Fui entendendo o que aconteceu e quem eu era em tudo isso. Arte, de toda forma, cura”, reflete Victor.

Abrindo o projeto está “Toma”, faixa que ganhou um vídeo próprio e retrata uma paixão em forma de uma entrega cega ao sentimento, sem pensar nas consequências disso.

“Nesse projeto eu conto uma história e nela eu cresço e mudo. Em partes, eu apresento quadros da minha vida e visões minhas com que eu não compactuo mais. Essa é uma delas. Penso que nunca mais me ‘jogaria’ desta forma, não acho saudável”, conta ele.

Inspirada em Kanye West e Chance the Rapper, “Reinando” surgiu de forma fluida, trabalhando frases soltas sobre camadas de batidas, como que reunindo tudo que marcou daquela experiência para virar a página de vez.

 

Confira o making of do álbum: 

 

 

“Foi libertador. Não apenas pelo fato de fazer algo de forma tão diferente de tudo que fiz, mas pela abordagem”, explica Victor.

“Libertar” foi a primeira faixa composta para o projeto e lida com a dualidade das tentativas de ajudar alguém acabar atrapalhando e trazendo problemas para quem queria ajudar. Victor usa os conceitos de liberdade e prisão através de alguns signos presentes em toda a obra: a coroa perdida e retomada, as chaves que prendem e os livros que servem de registro para tudo.

“Você pode se aprisionar ao tentar libertar alguém, sabe? Isso é contraproducente, e foi exatamente o que fiz. Essa faixa fala sobre isso mesmo, sobre realizar que você tem limites pra ajudar. Ela mexe muito comigo, eu até me emocionei quando gravei ela no estúdio”, conta ele.

A mixtape multimídia “Caos” está disponível nas plataformas de música digital e no site de Victor Cavalcanti (https://www.eusoucavalcanti.com/caos)

 

Ouça “Caos”:

 

YouTube: https://www.youtube.com/watch?v=Md40VnBogiI

Spotify: http://spoti.fi/2wErXSb

Deezer: http://bit.ly/2w5U4Ky

Google Play: http://bit.ly/2f7D9AG

Apple Music: http://apple.co/2xfl240

 

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​Dança e desejo marcam novo clipe da Sound Bullet

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Uma mulher confrontada com seus desejos expressa através da dança suas vontades e memórias em um pequeno apartamento. Esse é o mote do clipe “Amanheci”, faixa que antecipa o clima e o amadurecimento da banda carioca Sound Bullet no esperado disco de estreia “Terreno”. O vídeo foi dirigido por Kenzo Giunto.

“‘Amanheci’ trata sobre descobrimento, autoconhecimento e aprendizado a partir de um fato. O desejo é um desdobramento desse descobrimento, é a vontade que todo ser humano tem de repetir experiências positivas e aproveitar seu ser, ainda que novo a seus próprios olhos”, explica Henrique Wuensch, guitarrista da banda

Após o bem sucedido EP "Ninguém está sozinho" (2013), a banda formada por Guilherme Gonzalez (guitarra e voz), Fred Mattos (contrabaixo e voz), Pedro Mesquita (bateria) e Henrique ganhou destaque com o single “When It Goes Wrong”. Primeira faixa gravada com Henrique na banda, a música foi escolhida como representante mundial do Converse Rubber Tracks, alavancando a Sound Bullet para centenas de milhares de plays no Spotify. Foi uma época em que redefiniu sua identidade e tudo isso está visível em “Terreno”, álbum de estreia da banda que estará disponível nas principais plataformas de música digital via Sagitta Records nesta sexta-feira (29/09).

“Nesses últimos anos vivemos uma nova fase, de maior liberdade dentro da nossa proposta musical, e fomos ousando cada vez mais pra fazer um disco que nos satisfizesse. “Terreno” é o resultado disso. E dentro desse caminho, ele conta uma história sobre humanidade, falibilidade, medo, coragem e alegria”, conta Fred Mattos.

“Amanheci” foi a primeira música composta integralmente com a participação de Henrique na banda e surgiu de um estudo de uma base harmônica de jazz. O clipe é baseado em uma dança livre da atriz Isabela Zaremba, coreografada por ela e Giuliana Cattapan, numa dança conjunta com a câmera do diretor Kenzo Giunto. O olhar dele trouxe uma mistura de intimidade e claustrofobia que dialogam com as temáticas que a banda procura no disco e na música: o papel de cada um na busca de uma sociedade melhor, empatia, as responsabilidades da vida adulta e as relações interpessoais e fraternais na vida urbana. Completa o elenco a atriz Larissa Serra.

“Em todo o processo de criação do álbum, nós queríamos falar sobre temas mais complexos, de um ponto de vista que às vezes não é abordado. Essa parte do processo de criação foi muito interessante para nós, por nos colocar em situações diferentes e tentar dialogar com cada vez mais pessoas. No fundo, estamos falando de empatia. Nos colocamos em lugares diferentes para entender não só os outros, mas também a nós mesmos”, conclui o vocalista Guilherme Gonzalez.

 

Assista “Amanheci”:

 

Rodrigo Novo revela canção inédita em sessão acústica

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O cantor e compositor Rodrigo Novo explora os sentidos em sua nova canção, “Cego”. Divulgada em formato de vídeo acústico, como parte da sessão Ao Vivo na Sala de Estar, a canção expande o cancioneiro do artista capixaba, que lançou recentemente seu EP de estreia, “Lá e Cá”.

Rodrigo Novo escolheu o canal do Estúdio Sala de Estar para fazer a estreia de sua mais nova canção. A ideia inicial seria recriar uma das composições já presentes no EP, mas a equipe do estúdio sugeriu gravar “Cego” logo após ouvir a música, apresentada por Novo despretensiosamente durante a gravação. O cantor topou o desafio, já pensando em levar essa e outras canções aos palcos - e, num futuro próximo, de volta ao estúdio.

“Preciso ampliar o repertório, para poder fazer shows, então achei legal a ideia de ter uma música diferente fora do EP, para as pessoas já irem conhecendo. Gostaria de tocar ‘Cego’ no show em algum momento. E acho também que nada impede de eu gravar ela depois, num próximo disco, de repente”, adianta.

Representante da efervescente cena de Vitória, o músico Rodrigo Novo divulga seu projeto solo. Após integrar bandas de destaque no cenário independente, em especial como guitarrista, o artista agora assume de vez a faceta de cantor e compositor com o EP “Lá e Cá”, já disponível nas principais plataformas de streaming.

O projeto solo de Rodrigo Novo surge após uma residência de mais de um ano em Londres, entre 2013 e 2014. Na bagagem, o artista levou um violão como companhia. A vontade de escrever canções veio desse formato minimalista. Algum tempo depois e já de volta ao Brasil, Novo optou por dar ao projeto a sua personalidade, incorporando seus talentos como cantor, compositor, produtor musical e instrumentista.

Agora, o álbum vem para a apresentar uma faceta diferente desse artista múltiplo, calcada na experimentação e na música brasileira. O clima solar do EP dá lugar à atmosfera intimista do vídeo de “Cego”.

O Estúdio Sala de Estar promove as sessões ao vivo como um incentivo à disseminação da música autoral do Espírito Santo. A iniciativa busca oferecer material de qualidade para ampliar o espaço da música capixaba no cenário nacional. O novo projeto já recebeu também a banda A Sós.

 

Assista “Cego”: 

 

 

Ouça “Lá e Cá”:  

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Deezer: http://bit.ly/LaeCaDeezer

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Acompanhe Rodrigo Novo: https://www.facebook.com/novorodrigo/

 

Components antecipa álbum com vídeo em estúdio para “Utopia”

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A força do rock goiano marca presença no vídeo para “Utopia”, mais um gostinho do álbum do Components, cujo lançamento acontece em 06/10. A banda apresenta sua sonoridade em mais uma amostra do trabalho. Nesta canção, o vocal de Beto Cupertino, da banda Violins, marca presença.

Após o single “Seja Meu”, o Components divulga uma das canções de mais potência no álbum de estreia da banda, "A Capacidade De Retornar Ao Estado Original". Embora não sintetize a temática do disco, muitas vezes focada nos anseios e angústias pessoais, a composição explora ideias universais.

“Ela trata do conceito de destruição pra avançar para um outro futuro, muito como o próprio nome do disco diz. Ou seja algo que se desarmoniza para depois retornar ao estado de harmonia, como era antes”, analisa o guitarrista Gabriel Santana. Além dele, a banda é formada por Matheus Azevedo (vocal), Miguel Viana (baixo) e Hugo Bittencourt (bateria).

A produção do disco ficou a cargo de Gustavo Vazquez, cujo trabalho também já esteve presente nos álbuns do Violins. A participação de Beto Cupertino nesta faixa veio para coroar uma sintonia musical.

“A gente decidiu chamar o Beto principalmente porque ele é uma grande referência pra musicalidade da banda. Um motivo pra chamar ele especificamente pra Utopia foi porque achamos que o tema da música e a própria sonoridade dela remete ao estilo das músicas do Violins. Utopia tem um tema meio sombrio, e a letra, contraditoriamente, remete mais a uma distopia, muito aos moldes do universo que o Violins criou pro álbum ‘Tribunal Surdo’. Então quando a ideia de chamar músicos convidados pro CD veio, ele foi um dos primeiros que pensamos. Ter a participação do Beto dá uma certa credibilidade pro nosso projeto inteiro - por ele ser, na nossa opinião, um dos músicos mais legais do Brasil”, completa Gabriel.

O Components é um dos novos nomes da efervescente cena goiana. Desde o início do projeto, em 2015, os músicos acumularam experiências, memórias e elementos novos que formam “A Capacidade de Retornar ao Estado Original”. A banda já se apresentou em palcos importantes como os festivais Bananada e Grito Rock e fez parte da programação cultural das Paralimpíadas 2016, se apresentando na Fundição Progresso, uma das casas mais icônicas do Rio de Janeiro. Agora eles preparam uma turnê nacional para divulgar o disco.

 

Assista “Utopia”:

 

 

Acompanhe Components:

 

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Vídeo: Vanessa da Mata divulga ‘Ainda Bem’ extraída de DVD Ao Vivo

 

A Vanessa da Mata liberou no início da tarde dessa sexta-feira (06), através do canal oficial Vevo do YouTube, mais uma faixa extraída do DVD ‘Caixinha de Música (Ao Vivo)’, a intitulada ‘Ainda Bem’.

Contendo vinte e três músicas, o novo trabalho vem sendo divulgado aos poucos no YouTube, porém a integra do áudio foi liberada através dos serviços de streaming na semana passada, como você pode conferir aqui na NM.

 

 

Fonte: Nação da Música

Mallu Magalhães: Leve e sorridente, cantora divulga clipe de ‘Vai e Vem’

 

A cantora Mallu Magalhães lançou nesta quinta-feira (05) através do seu canal oficial Vevo do YouTube o vídeo da música ‘Vai e Vem’.

O clipe da atual música de trabalho dela foi produzido pela NOIZE / Grito, e contou com a direção de Rafael Rocha. Nas imagens é possível ver momentos captados de distração, diversão e bastidores, inclusive do show realizado em Agosto na cidade de São Paulo (SP) no lançamento do seu novo álbum ‘Vem’ – Fotos e Resenha aqui.

 

Em Junho nós da NM entrevistamos a cantora que contou sobre as influências da filha no novo disco: “Acho que todo o jeito que a gente vê o mundo, né? A gente aprende a relativizar um pouco mais as coisas e também aproveitá-las mais. Dá outra profundidade pra vida e para os nossos sentimentos. Traz também uma coragem, uma plenitude que possibilita mais firmeza na hora de produzir música ou fazer arte de uma maneira geral.”Leia a íntegra aqui.

 

 

Fonte: Nação da Música

‘Maranhão me deu uma matéria-prima peculiar pra compor’, diz Zeca Baleiro

 

 

Goste você ou não, Zeca Baleiro é um fenômeno. Enquanto outros artistas da sua geração caíram na invisibilidade, sentença de morte em tempos de likes e clicks, ele conseguiu se manter em alta. Em qualquer lugar que você vá a um show do cantor e compositor de 51 anos encontrará um grande público e verá um espetáculo redondo.

Recentemente, em setembro, ele lançou pelo selo próprio Saravá Discos o álbum Arquivo_Duetos 1, com colaborações de Baleiro com músicos brasileiros e da França (Bernard Fines e Nicola Són), Japão (Kana), Portugal (Susana Travassos) e Uruguai (Samantha Navarro).

Nesta quinta (5), no entanto, ele apresenta no Bourbon Street o show o Baile do Baleiro, que promove músicas de diversas gerações, de artistas como Novos Baianos, Pinduca, Simonal, Originais do Samba, Cassiano, Tim Maia, Hyldon, Belchior e Marina Lima, além de sucessos próprios, como Babylon e Heavy Metal do Senhor.

Ele também fez, no sábado, a última edição do Festival BBSeguridade de Blues e Jazz em Porto Alegre (foram seis capitais) e se apresentou fazendo blues. Veja a ideia que nós trocamos com Zeca Baleiro.

Por que quis fazer esse show dedicado ao blues? 

Zeca Baleiro - Fui convidado pra participar do projeto. Queria dar uma ideia dessa minha faceta blueseira, sem esquecer de caras importantes que dialogaram com esse gênero de uma forma muito brasileira, como Luiz Melodia e Celso Blues Boy. E tem um pouco do meu trabalho autoral também, claro.

Considera que sua origem no Maranhão esteja presente e seja importante para sua música e para que seja um artista popular? 
Zeca - Sim, é específico demais nascer no Maranhão (risos). Isso me deu uma matéria-prima peculiar pra compor.

Você tem uma intuição especial para perceber que uma música vai ser hit ou não? Que elementos uma grande música precisa ter na sua opinião? 
Zeca - Difícil. É tudo muito intuitivo, acho. Telegrama, por exemplo, hoje uma das minhas músicas mais conhecidas, eu achava estranhíssima, pensava que nunca tocaria no rádio.

Com que artista sonha em colaborar? 
Zeca - Não sonho, fico esperando que aconteça naturalmente. Bob Dylan talvez.

E caso pudesse fazer esta parceria com um artista que não está entre nós, quem escolheria? 
Zeca - Belchior, Sergio Sampaio, Lula Côrtes…

O que está acontecendo de mais novo na música hoje, na sua opinião? 
Zeca - Acho que hoje há ótimos instrumentistas surgindo, talvez seja uma geração mais de instrumentistas que de compositores, embora tenha visto compositores interessantes também, em várias frentes – samba, rock, forró, rap…

 

Fonte: Vírgula Música