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Música do Brasil

Música do Brasil

D2 anuncia o álbum visual 'Amar é para os fortes' com single e clipe

 

Sétimo álbum solo gravado em estúdio pelo rapper Marcelo D2, Amar é para os fortes vai ser lançado somente no segundo semestre deste ano de 2017. Mas já tem o primeiro single, Resistência cultural, disponibilizado hoje, 31 de março, nas plataformas digitais pela gravadora Deck. Nave Beatz assina a produção musical da composição, gravada com o toque da rabeca de Siba Veloso e, no refrão, com a voz de Helio Bentes, cantor do grupo carioca de reggae Ponto de Equilíbrio.

 

 

Mixado por David O Marroquino, o single está sendo lançado simultaneamente com o clipe filmado em preto e branco sob direção de D2 e de Wilmore Oliveira. A ideia do cantor e compositor carioca é lançar um álbum visual. Através dos clipes das músicas, o álbum Amar é para os fortes vai contar história específica, com começo, meio e fim. Início da história, o clipe de Resistência cultural tem fotografia de Ronaldo Land e edição de Cauã Csik, integrantes de um coletivo batizado de Mulato por D2. O nome Mulato, inclusive, está estampado com destaque na capa do single Resistência cultural, logo após o nome do próprio D2.

 

 

Fonte: G1

Philippe Meyohas explora o minimalismo na música erudita e lança suíte "A Arte do Retorno"

Experimentado dentro das formas tradicionais da música erudita, o compositor carioca Philippe Meyohas lança a suíte “A Arte do Retorno”. Com título em referência à consagrada "Arte da Fuga" de J.S. Bach,  nesse novo trabalho o compositor tece uma densa narrativa a partir da exploração de diversas formas de minimalismo e suas expressividades particulares. Somando a fortes ecos da música litúrgica judaica, do flamenco e à música contemporânea, Meyohas gera uma obra de sonoridade única.

O EP trata as composições em contextos e funções diferentes de forma linear, e exibe uma escrita dentro da linguagem polifônica, por isso a referência à obra clássica. A busca de uma musicalidade singular de Philippe Meyohas caracteriza a curta carreira do jovem músico, iniciada no EP “Alvíssaras” (2015).

“‘A Arte do Retorno’ na verdade tem uma dupla conotação. Uma que diz respeito a características compositivas da obra e outra a metáforas possíveis de se extrair dessas características, com endosso de subjetividade minha”, confessa Philippe. “Mais que a dupla conotação, ‘A Arte do Retorno’ sincretiza um sentido assustador entre período de compôr e a composição em si".

A vontade de explorar cada vez mais novos ingredientes em sua música fez Meyohas descobrir as suítes. Movimentos instrumentais tocados sem interrupções, essa forma de criação percorre uma noção de narrativa e evidencia as mais variadas explorações musicais. Segundo Philippe, esta é a definição de seu trabalho.

“Quanto à polifonia, ao contraponto, eu simplesmente acho incrível e ainda relativamente aberto à inventividade, mesmo já sendo algo surgido e reelaborado há mais de 500 anos e presente em diversas tradições musicais”, diz o compositor.

O EP tem a participação de Murilo Alves (violoncelo), Victor Hugo Rêgo (clarone) e de Philippe (viola caipira) e foi gravado e mixado por Guilherme Marques no Estúdio Frigideira, na cidade do Rio de Janeiro. A masterização foi realizada por Alexandre Rabaço.

 

Ouça “A Arte do Retorno”:

 

Bandcamp - https://philippemeyohas.bandcamp.com

Spotify - http://spoti.fi/2npZ486

Deezer - http://bit.ly/2nanG96

 

 

Raimundos divulga primeiro single do seu DVD acústico

 

Nessa quinta (30) o Raimundos divulgou em seu canal do Youtube o primeiro vídeo do seu DVD acústico.

A faixa escolhida foi o single “Bonita” do álbum “Lapadas do povo” lançado em 1997, que dessa vez conta com a participação de Marcão, guitarrista do Charlie Brown Jr.

O DVD foi gravado em Curitiba no ano passado e teve a colaboração de diversos artistas como Ivete Sangalo, Dinho Ouro Preto, Oriente e outros.

O lançamento oficial será dia 06 de Maio durante um show do grupo no Teatro Bradesco em São Paulo.

Confira “Bonita”:

 

 

Fonte: Nação da Música

 

"Nada Além de Mim", primeiro single de Danilo Audi

Danilo Audi é de São Simão, interior de São Paulo, possui uma carreira que já permeou diversas cidades, dentre elas Ribeirão Preto, Franca, Santa Cruz das Palmeiras e São Paulo. Fez algumas participações na Flórida e Geórgia - EUA. Atualmente vem trabalhando no seu primeiro CD de composições autorais, do qual já se tem divulgado em primeiro single e clipe a música "Nada Além de Mim".

 

“Cadeira Vazia” é o novo álbum do Dom Capaz

Após as canções “Atalho” e “Desalento”, chegou a hora do público conhecer o disco completo do Dom Capaz. “Cadeira Vazia” é o sucessor do EP “Meio Tanto de Atenção”, divulgado em 2009, e do single “Repetir”, de 2011. De lá para cá, a banda mineira apurou sua sonoridade e apresenta agora um trabalho mais maduro e conciso, como as primeiras músicas já indicavam. O álbum está disponível nos principais serviços de música digital.

A faixa-título é a única canção de nome composto em todo o trabalho. “Torto”, “Silêncio”, “Mulher”, “Medo”, “Opinião” “Seco” e “Avenida” são outros exemplos de músicas que não têm medo de ir direto ao ponto, ao mesmo tempo em que criam uma intimidade instantânea com o ouvinte. Seja por meio dos arranjos mais vibrantes, seja pelas letras ácidas e sinceras, o novo trabalho apresenta uma fase de ainda mais consistência para o quarteto de Uberlândia.

“O disco fala muito de ausência. Ausência de pessoas, de emoções, de aspectos básicos da humanidade. E a cadeira vazia simboliza isso muito bem”, avalia Lucas Paiva, vocalista e guitarrista, também responsável pela produção do álbum. Além dele, o Dom Capaz é formado por Vinicius Fontoura (guitarra e sintetizador), Pedro Borges (baixo) e Felipe Maciel (bateria).

A abordagem visual ganhou força na capa do disco, assinada pelo designer Ronaldo Botelho (Folia dos Reis), parceiro de longa data da banda. Os peixes da ilustração simbolizam a animalização da tristeza, ao mesmo tempo em que a escolha da carpa representa a força, o nado contra a corrente.

Talvez seja este o maior mérito do novo trabalho: sair da zona de conforto e dar um novo passo em seu primeiro lançamento em seis anos. As 10 novas músicas trazem consigo belas melodias, arranjos trabalhados e letras que trazem um equilíbrio entre o rock de garagem e a música popular brasileira. O resultado é uma mistura generosa de experimentalismo com voz própria, embalada por referências que ecoam a Radiohead e Chico Buarque. É um som autêntico de elementos que compõem a identidade do Dom Capaz.

Em seguida, a banda sai em turnê com o novo trabalho. Os dois primeiros shows acontecem em São Paulo, seguindo para São Carlos, Belo Horizonte, Ribeirão Preto, Goiânia, Brasília, Rio de Janeiro, Araguari e, claro, Uberlândia. Em breve, outras cidades serão confirmadas.

 

Ouça “Cadeira Vazia”:

 

Spotify: http://migre.me/wc2Jx

Deezer: http://migre.me/wc3e2

iTunes: http://migre.me/wc2LT

Google Play: http://migre.me/wc2TX

Soundcloud: http://migre.me/wc3ev

Ventre lança vídeo ao vivo para “Mulher”

O power trio carioca Ventre sempre se manifestou politicamente nos palcos, tendo na baterista Larissa Conforto uma das referências no debate sobre o lugar da mulher no mercado da música. Em sintonia com o 08 de março, a banda divulga um novo vídeo ao vivo, gravado durante show no Centro Cultural São Paulo. A canção escolhida não poderia ser outra: “Mulher”, já disponível em seu canal oficial no YouTube.

A força do sexo feminino é representada no palco por Larissa, que além de assumir as baquetas na banda, atua como produtora de eventos e DJ. Na letra da canção, uma mulher se despede de um relacionamento. O vocalista e guitarrista Gabriel Ventura assume um alter-ego feminino para contar a história de um amor em pedaços, acompanhado por Sandro Cobeleanschi (Bratislava), convidado deste show para substituir o baixo de Hugo Noguchi.

A apresentação fez parte da Semana Internacional de Música (SIM São Paulo), que reuniu alguns dos principais nomes desse mercado em uma verdadeira feira de experiências e negócios. A Ventre foi uma das atrações selecionadas para representar parte da produção independente do país, que segue quente com nomes promissores e de destaque nas listas de melhores lançamentos do ano. Foi o caso do álbum homônimo da Ventre, lançado em 2015. Desde então, a banda é presença constante nos principais palcos e festivais alternativos do país, como Coquetel Molotov, Bananada, DoSol e outros.

“Mulher” é um dos destaques do álbum, que inclui ainda canções como “Carnaval” e “Pernas”. É possível ver o show completo do trio no DVD “Ao vivo no Méier”, lançado no final de 2016: 

 

 

Atualmente, a Ventre compõe o próximo trabalho, que será lançado via Balaclava Records.

 

Confira aqui “Mulher”:

 

IVETE SANGALO E OS BASTIDORES DA OPERAÇÃO PALHAÇO NO CARNAVAL

A Billboard Brasil conseguiu um espacinho na concorrida agenda da cantora para falar sobre o Carnaval e a Operação Palhaço – a estratégia de Ivete e amigos para curtir o Carnaval em Salvador de forma anônima. A ideia foi tão bem executada que só soubemos a identidade da animada palhacinha saracoteando pelas ruas num post da própria cantora no Instagram, no dia seguinte.

Ivete fala também sobre a emoção de ser homenageada pela Grande Rio e sobre as chances de cantar no Carnaval de rua de São Paulo: “Existem milhões de possibilidade. Daniela Mercury fez uma apresentação que foi emocionante e foi inspirador”.

 

Como foi sua preparação pro Carnaval desse ano? Algo especial?
Olhe, eu não paro! Eu intensifico os treinamentos e ensaios durante um mês, mais ou menos, e fico nessa pegada pra aguentar o tranco. Um mês antes do Carnaval, eu dou uma intensificada no cuidado com a voz, porque é um período do ano difícil mesmo pra voz. O Carnaval é meio maratona, sabe? Então, corpo, voz, parte emocional também... eu já faço isso o ano todo, sabe? Mas antes do Carnaval é mais intenso.

 

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Então não tem muita diferença pro resto do ano nesse sentido...
O Carnaval é muito intenso, mas não é diferente da performance do ano inteiro. O meu show já requer esses cuidados. Eu não faço show parada, né? Pra chegar bem no palco, eu tenho que ter tudo isso. E pra garantir a qualidade também, né?

Todo ano a gente pensa que o Carnaval chegou num teto, mas a festa sempre cresce. Como você, que vive a festa há anos, vê isso?
Eu vou te dizer uma coisa. Eu acho que o Brasil tem um potencial muito grande dentro dessa festa. São Paulo descobriu o Carnaval de rua há pouco tempo, por exemplo. Recife também cresce muito a cada ano. Então eu acho que é uma característica brasileira, não só de curtir a festa mas de fazer a festa. É um povo festeiro, é um povo que gosta disso. O Carnaval está no perfil emocional do brasileiro. Então eu vejo o crescimento e as milhões de possibilidades que essa festa traz não só do ponto de vista de entretenimento, mas de atrair recursos pro país, sabe? Eu adoro o Carnaval, sou muito suspeita pra falar, sabe? Eu vejo com bons olhos por ser carnavalesca e não só por cantar, mas eu me descobri no Carnaval, sou cantora de trio elétrico, de axé, que é uma música muito fortalecida pela festa, pelo Carnaval em si. Então, além dessa relação profissional, eu tenho uma relação cultural, desde criança e tudo mais. Eu vejo o potencial não só de entreter, mas econômico. Quantas pessoas trabalham pra montar essa festa? Eu fico feliz de ver que cada cantinho tem a sua maneira de comemorar.

A gente acompanhou seu Carnaval pelas redes e ele foi bem intenso. O que marcou mais?

Olhe, eu vou te falar... o Carnaval da Bahia é sempre maravilhoso, adoro tudo, é o ápice das nossas performances. Mas somado a isso, veio o Carnaval da Grande Rio, emblemático, que resolveu me homenagear, contar minha história, falar de Juazeiro, do axé, das músicas... foi uma noite de grande emoção pra mim e vai ficar na minha memória porque eu participei intensamente de todo o processo junto da escola. Além da emoção da homenagem em si, eu pude vivenciar, pude participar de tudo. Aquilo pra mim foi... Ave Maria! Explosão de emoção mesmo, de ver as pessoas na avenida, me desejando bem, cantando e tudo mais. E na terça-feira de Carnaval eu realizei um sonho. Há 23 anos eu não curtia o Carnaval na rua. Aí tive a ideia de me fantasiar de palhacinha e foi uma delícia. Só memórias maravilhosas. Mas vamos combinar que nesse ano eu exagerei na dose [risos].

Mas conta sobre essa ideia... deve ter dado um trabalhão pra organizar isso e você ficar anônima no meio da rua!
Eu já tinha essa ideia na cabeça ha muito anos, mas sempre cantei na terça-feira de Carnaval. E eu nunca fiz antes da terça por causa da responsabilidade, né? Eu não ia sair na rua, na pipoca, com um Carnaval inteiro ainda pela frente. Então nesse ano, como teve o desfile no Rio, eu tirei a terça-feira para descansar. Falei com meus amigos, do meu convívio, e a gente resolveu abraçar essa ideia e ir pra rua. E aí a gente se dividiu pra organizar. Um foi falar com a costureira, a outra foi comprar óculos, meu maquiador pegou uma maquiagem à prova d’água, sabe? E aí marcamos todos na casa de um amigo em comum, um maquiava o outro. Um ficou palhaço lindo, outro ficou palhaço monstro [risos]. Chamamos de Operação Palhaço [risos]. A gente foi pra rua umas 15h e voltou 23h30. Foi massa, velho. Ninguém reconhecia a gente, os artistas passavam nos trios mandando beijos pros palhacinhos sem saber que era a gente [risos].

 

 

Como você falou há pouco, São Paulo descobriu o Carnaval de rua há pouco tempo. Alguma possibilidade de você cantar num Carnaval daqui?
Cê sabe que se tratando de música e Carnaval, as possibilidades são todas, né? Já cantei em Recife, que era em sonho. Fui pra Sapucaí. São Paulo é uma casa querida, que me recebe sempre muito bem. Existem milhões de possibilidades. Daniela Mercury fez uma apresentação que foi emocionante e foi inspirador ver aquela multidão atrás do trio dela. As possibilidades estão aí.

Seu mais recente trabalho é o acústico gravado em Trancoso. Já dá pra fazer um balanço desse trabalho depois de alguns meses?
Sim. A gente gravou em abril de 2016. E eu adorei fazer. Os arranjos desse disco são ótimos e a gente tratou o acústico como sonoridade e não como comportamento, sabe? Não foi aquela coisa de todo mundo quietinho, sentadinho... foi uma adequação que me deixou muito feliz. Como que vou fazer um acústico, eu, né [risos]? Foi bom porque teve uma personalidade e, do ponto de vista musical, eu adoro. Tem sido muito bom, meu público adora e repercute bem nos shows.

E como vai ser seu 2017?
Eu tô agora um pouco de férias, né... eu tiro férias quando meu filho está de férias e agora eu pego um descanso porque eu trabalhei muito no verão. Tem também o The Voice Kids rolando. Então agora é aquele momento de me reunir com a turma no estúdio, compor, experimentar sons, fazer umas coisas sem compromissos... eu não sei exatamente o que vou fazer agora, mas eu estou produzindo. Sempre sou assim: começo produzindo e a ideia aparece, vem a inspiração. Mas sempre produzindo, sem parar.

 

Fonte: Billlboard Brasil

Lobos de Calla lança clipe em família para faixa “Quase Nada”

A banda mineira Lobos de Calla acaba de lançar um clipe que dá novos contornos para uma canção de amor. O vídeo para “Quase Nada” fala da valorização dos pequenos momentos da vida ao retratar um fim de semana ao lado de família, amigos e animais de estimação. A faixa já está em execução em várias rádios do estado.

A temática surge até na letra da música, que diz “Quero ter você na minha vida / Paz, amor, e um pouco de alegria / Quase nada / Quero ter uma vida segura / Uma casa em paz, um pouco de doçura / Quase nada”. O autor Eduardo Ladeira destaca isso também na participação de pessoas amadas no clipe.

“Uma coisa que ajudou a gente a gostar tanto deste clipe é que os participantes são pessoas da nossa família e amigos muito próximos. Entre eles minha esposa, para quem escrevi a música em 2013, quando ainda éramos apenas namorados”, conta ele.

Além de Eduardo (guitarra e vocais), a Lobos de Calla é formada por Bernardo Silvino (baixo) e Diego Mancini (bateria) e mostra um rock de várias vertentes, sem rótulo específico. Depois de um hiato de três anos, a Lobos de Calla acaba de lançar o disco “Às Vezes Eles Voltam” – já disponível nas principais plataformas digitais de música. Eclético, o disco viaja nas raízes da banda e mescla as influências musicais dos integrantes. É notória a referência a estilos e movimentos diversos, como o rock nacional dos anos 90, o rock britânico dos anos 60, o punk rock e até mesmo elementos do rock progressivo.

 

 

Ouça “Às vezes eles voltam”:

Spotify: https://goo.gl/B44OJ4

Google Play: https://goo.gl/0ui3MX

Bandcamp: https://goo.gl/XiSMBF

iTunes: https://goo.gl/cK3FZv

Site oficial: http://www.lobosdecalla.com.br/

 

 

'Ser mais simples' é o single do sétimo álbum de músicas inéditas do CPM 22

 

A banda paulistana CPM 22 lança o single Ser mais simples, produzido por Paul Ralphes com o grupo. Disponível em todas as plataformas digitais a partir de hoje, 24 de março de 2017, Ser mais simples é o primeiro single do próximo álbum de músicas inéditas do CPM 22, Suor e sacrifício, cujo lançamento está programado para abril pela gravadora Universal Music. Primeira música composta pelo guitarrista Phil Fargnoli para o grupo, Ser mais simples reverbera influência do som da banda norte-americana de hardcore No Use for a Name.


Suor e sacrifício é o sétimo álbum de estúdio do CPM 22, grupo que voltou a ser um quinteto com a entrada de Fargnoli (ex-integrante do grupo Dead Fish) em 2014. Da formação original de 1995, resta somente o vocalista Badauí. O guitarrista Luciano Garcia e o baterista Ricardo Japinha estão no CPM 22 desde 1999. Já o baixista Fernando Sanches, que decidira sair da banda em 2011, foi reintegrado ao CPM 22 em julho de 2016.

 

Fonte: G1

Elba e Lucy Alves apresentam festa junina para Europa

Reprodução/Facebook
 

Com a proposta de apresentar a cultura nordestina para o mundo, artistas consagrados do cenário regional pretendem levar a quatro capitais da Europa na mostra 'Brasil Junino', que acontece gratuitamente, do dia 7 de abril a 28 de maio.

Roma, Lisboa, Paris e Madri serão as cidades contempladas com a autêntica música popular brasileira, sob o comando de nomes como Lucy Alves, Elba Ramalho, Os Gonzagas e Pé de Cerrado. A programação do evento conta ainda com a animação de grupos e quadrilhas de Estados do Nordeste, que farão uma maratona para apresentar os ritmos que agitam os mais diversos festejos regionais de São João. Já os atores Rebeca Oliveira e Fagner Saraiva interpretam os personagens Mateus e Catirina, prometem encantar o público com narrativa teatral do Bumba Meu Boi.

De 7 a 16 de abril, a exposição desembarca em Lisboa, Portugal. Entre os dias 21 e 30, a mostra permanece em Madri, na Espanha. De lá, segue para Roma onde o Brasil Junino fica de 5 a  14 de maio. A última parada será em Paris de 19 a 28 de maio.

 

Fonte: Leia Já

Fafá lança o segundo DVD da carreira com gravação de belo show de 2015

 

Dez anos após lançar o primeiro DVD, com gravação ao vivo de caráter retrospectivo, Fafá de Belém põe no mercado fonográfico um segundo registro audiovisual de show. Um belo show, aliás. Diferentemente de Fafá de Belém ao vivo (2007), DVD que perpetuou show gravado em Belém (PA) em outubro de 2016 com roteiro centrado nos hits da cantora paraense, o DVD Do tamanho certo para o meu sorriso ao vivo chega às lojas em abril deste ano de 2017, com distribuição da Radar Records, com o registro do sofisticado show dirigido por Paulo Borges com base no repertório do último álbum de estúdio da cantora, Do tamanho certo para o meu sorriso (2015). A gravação ao vivo foi feita em 11 de agosto de 2016 em apresentação do show no Teatro Bradesco da cidade de São Paulo (SP). Na gravação, a cantora seguiu o roteiro da estreia nacional do show, realizada em 25 de agosto de 2015 no Teatro Itália, na mesma cidade de São Paulo (SP). Eis o repertório do segundo DVD da carreira de Fafá de Belém, Do tamanho certo para o meu sorriso ao vivo :


1. Volta (Johnny Hooker, 2013)

2. Asfalto amarelo (Manoel Cordeiro, Felipe Cordeiro e Zeca Baleiro, 2015)

3. Bilhete (Ivan Lins e Vitor Martins, 1980)

4. Pedra sem valor (Dona Onete, 2015)

5. Cavalgada (Roberto Carlos e Erasmo Carlos, 1977)

6. Quem não te quer sou eu (Firmo Cardoso e Nivaldo Fiúza, 2002)

7. Usei você (Silvio César, 1971)

8. Conexão Amazônia Caribe (Manoel Cordeiro, 2015) – tema instrumental lançado no show

9. Sedução (Milton Nascimento e Fernando Brant, 1977)

10. Meu coração é brega (Veloso Dias, 2015)

11. Ao pôr do sol (Firmo Cardoso e Dino Souza, 1987)

12. Sereia (Lulu Santos e Nelson Motta, 1983)

13. Abandonada (Michael Sullivan e Paulo Sérgio Valle, 1996)

14. Sob medida (Chico Buarque, 1979)

15. Vem que é bom (Manoel Cordeiro e Ronery, 1990)

16. Os passa vida (Osmar Jr. e Rambolde Campos, 2004)

17. Foi assim (Paulo André Barata e Ruy Barata, 1977)

18. O gosto da vida (Péricles Cavalcanti, 1982)

19. Filho da Bahia (Walter Queiroz, 1975) /
20. Este rio é minha rua (Paulo André Barata e Ruy Barata, 1976)
21. Sinhá pureza (Pinduca, 1974)

 

Fonte: G1

Duo com Alexandre Pires é primeiro single do DVD de boleros de Alcione

 

Programado para chegar ao mercado fonográfico em abril deste ano de 2017, o projeto fonográfico em que Alcione canta boleros (e sambas-canção) foi gravado ao vivo em show feito pela cantora maranhense na Fundação Cidade das Artes, na cidade do Rio de Janeiro (RJ), em 16 de setembro de 2106. Contudo, o primeiro single do DVD e CD ao vivo Alcione – Boleros traz música gravada pela cantora posteriormente no estúdio da gravadora Biscoito Fino, em outubro, em dueto com Alexandre Pires. Já disponível em single lançado nas plataformas digitais pela mesma gravadora Biscoito Fino, parceira do selo Marrom Music na edição do projeto, a gravação de Paixão de Dartagnan reaviva música até então esquecida do cancioneiro do compositor Altay Veloso, gravada somente pelo autor em disco editado sem repercussão em 1988. A gravação de Paixão de Dartagnan também gerou clipe, já posto em rotação na web.

 

 

Fonte: G1

DAN lança videoclipe de “Décima Segunda Vez”

Embalado pela boa recepção do público, DAN lança o vídeo inédito da canção “Décima Segunda Vez". No clipe, além do ritmo encantador, um coelho encara situações do dia-a-dia frente à namorada e ao grupo de amigos. O single faz parte do EP “Romance de um Só”, lançado em 2016 e produzido por Diogo Strausz (Alice Caymmi, João Capdeville e Aymoréco).

A faixa “Décima Segunda Vez” exibe uma canção singular que combina as notas do violão do cantor com uma gama de elementos percussivos e melódicos. Inspirado em relacionamentos e no cotidiano, o videoclipe traz um homem em uma fantasia de coelho, que segundo o cantor, exibe uma representação de alguém que está sempre querendo chamar a atenção da companheira e de todos.

– A ideia é que as pessoas não o veem realmente como coelho. A fantasia é uma metáfora, ele esconde a carência e a necessidade de atenção na figura do coelho gigante, que normalmente chama muita atenção – explica DAN.

O vídeo também teve a participação especial dos amigos do cantor como figurantes, além da locação no Aterro do Flamengo, Zona Sul do RJ.

– Escolhemos o Aterro porque a ideia era que o coelho fosse sair para confraternizar e tentar se divertir com outras pessoas. A gente achou que a pista de skate traduz bem a vibe, além de ser um lugar lindo, claro – confessa o músico.

Do Rio de Janeiro, Daniel Borges é um cantor que caracteriza o trabalho como leve e acústico. O dom despontou logo após as aulas de guitarra e assim que descobriu outras referências no mundo do showbiz, nas vozes de Chris Martin e Alex Turner. Desde então, com o nome artístico DAN, Daniel se dedica à música.

Depois do primeiro EP “Amber”, com faixas cantadas em inglês e o foco em histórias distintas de amor, o registro “Romance de um só” apresenta uma nova nuance do compositor, ao trazer canções em português – sem tirar o pé da bagagem de rock acústico. A experiência é descrita pelo próprio como “um amadurecimento tanto de escrita quanto de melodia e arranjo”.

 

Assista “Décima Segunda Vez”

 

 

Ouça “Romance de um Só”:

Soundcloud: https://soundcloud.com/danborges/sets/ep2/s-1ZY4c

SEU JORGE CURTE PARTICIPAR

O que Mano Brown, Blitz, Michel Teló, Capital Inicial, Jota Quest e Leandro Lehart têm em comum? Não sabemos se você já reparou, mas todos esses artistas têm a participação do cantor Seu Jorge em alguma faixa dos seus trabalhos.

Jorge Mário da Silva tem uma agenda atribulada. Entre trabalhos no cinema e sua carreira solo, que começou em 2001, Seu Jorge arranja tempo para participar de álbuns dos mais diversos gêneros – o samba predomina, mas tem rap, música eletrônica, MPB e até reggae. Apenas no Spotify, entre tributos, coletâneas, álbuns ao vivo e álbuns de estúdio de outros artistas, Seu Jorge aparece como convidado em 107 álbuns – fora os singles, remixes e álbuns da sua própria carreira, claro. Esses números garantem quase um milhão de ouvintes mensais para o artista na plataforma.

Fizemos uma playlist com algumas dessas participações. Começa com “É”, homenagem a Gonzaguinha no 27º Prêmio da Música Brasileira com o ator Julio Andrade, passa por “Ive Brussel”, versão de Jorge Ben Jor no mais recente trabalho de Alexandre Pires, e “Dance, Dance, Dance”, do álbum solo do rapper Mano Brown. Tem ainda Ana Carolina, Sergio Mendes, Zeca Pagodinho e Ivete Sangalo.

Ouça:

 

 

Fonte: Billboard Brasil

Vercillo lança 'Samba oração' feito para Mautner e parceria com Villeroy

 

Sem lançar disco desde 2015, ano em que colocou nas plataformas digitais o álbum independente Vida é arte, Jorge Vercillo continua expandindo o repertório autoral. O cantor, compositor e músico carioca está aproveitando a atual turnê com o show A experiência para mostrar duas músicas inéditas. Uma, Samba oração, foi feita em tributo ao cantor, compositor, músico e escritor Jorge Mautner. "Eu queria criar uma oração com as minhas palavras e que funcionasse como a física quântica trata da autossugestão: uma neuro-programação através da música", filosofa Vercillo, ao (tentar) explicar o conceito do samba em homenagem a Mautner, com quem já dividiu show feito há dez anos com as adesões de Jorge Aragão e Jorge Ben Jor e perpetuado no DVD e no CD ao vivo Coisa de Jorge (2007). A outra música inédita do roteiro do show A experiência é Minhas escolhas, tema criado por Vercillo em parceria com o compositor gaúcho Antonio Villeroy.

 

Fonte: G1

O Grande Grupo Viajante promove vídeo de nova canção

O Grande Grupo Viajante, velho conhecido das ruas paulistanas, lança videoclipe da música Ganeshaipim, nesta sexta-feira (17). A canção foi gravada em Sorocaba, no estúdio de um amigo em comum da banda, o Lucas Buffalo, da banda Monoclub, em parceria de Ítalo Ribeiro, responsável pela parte técnica da gravação, e Rogério Passini nas filmagens. Em clima descontraído, saiu o vídeo.

A música retrata a experiência de um personagem que adora viajar e por isso acaba criando um lugar no seu imaginário que é “perfeito”. Sem as amarras sociais que consomem as energias no cotidiano. É uma história de um viajante que se encontra com as águas e se revigora, mas pode ser interpretada de várias formas. Isso fica livre para o ouvinte.

“Essa música representa muito uma fase que vivenciamos quando gravamos nosso EP em 2015. Nós tínhamos o anseio de viajar muito, de conhecer novos lugares, de levar nossa música longe, depois de lançada a música e o EP nós conseguimos vender 3.000 discos tocando nas ruas de São Paulo, compramos uma Kombi e começamos a viajar para outros estados”, conta Bruno Sanches, compositor da música.

A canção marca o encerramento de um ciclo para dar a vez ao disco que já se encontra gravado e tem lançamento previsto para julho deste ano. Pela representatividade que traz, Ganeshaipim retrata muito bem o espírito da banda. Nos últimos anos o grupo cresceu e o arranjo se modificou. Por isso a decisão do grupo de gravar ao vivo, para transmitir sua energia ao público.

 

Sobre a banda

O Grande Grupo Viajante foi formado em 2013 por músicos e amigos com o objetivo em comum, de viajar terrestre e musicalmente pela cultura brasileira, latina e africana. No início do ano de 2015, a banda decidiu levar seu som múltiplo para as ruas de São Paulo, botando em prática a ideia da música acessível a todos e da ocupação dos espaços públicos da cidade. O show, como o nome do grupo propõe, é uma viagem por países, regiões e culturas através da música.

PAULA FERNANDES SOBRE MULHERES NO SERTANEJO: “ERA MATA FECHADA, ABRI CLAREIRAS”

O tempo passa e pode não parecer, mas a cantora Paula Fernandes já soma 23 anos de carreira – ela começou bem cedo e seu primeiro disco, independente, foi lançado quando ela tinha apenas 10 anos de idade.

Depois do lançamento de Amanhecer, seu mais recente álbum de estúdio, de 2015, e Amanhecer Ao Vivo, a cantora segue com a turnê que passa por grandes festas agropecuárias. Só que veio a vontade de relembrar os velhos tempos voz e violão em barzinhos e a cantora resolveu fazer, em paralelo, uma outra turnê: Acústico – Voz & Violão. “Menos é mais. Vai ter uma infra menor, vou cantar em lugares menores, com uma luz bonita, só voz e violão”, explica a cantora em conversa com a Billboard Brasil.

A cantora falou também sobre o sucesso das vozes femininas no sertanejo atual: “É um momento interessante e cada uma tem seu estilo. Quando comecei era uma mata fechada, abri clareiras com facão. E estou aqui pra aplaudi-las”.

Leia o papo abaixo:

É a primeira vez que você viaja com esse formato reduzido, voz e violão?
Sim, e estou muito ansiosa porque a gente já começa logo com Rio de Janeiro e São Paulo. Sem desmerecer o país, mas é um público importante. Acho que nessa turnê, menos é mais. Vai ter uma infra menor, vou cantar em lugares menores, com uma luz bonita, só voz e violão. Tem gente de todas as idades no meu público, da molecada aos mais velhos, e sei que alguns fãs não se sentem dispostos a ir num grande evento agropecuário pra me ver, é gente que quer mais conforto, quer ver o show sentado. É um show pra eles.

Vi que além do seu repertório tem até Kansas no setlist, que é uma banda muito admirada no sertanejo...
Sim, gosto muito. Esse show é voz e violão, mas é pra cima, sabe? Eu sempre disse que sou folk mesmo quando ainda não era comum no Brasil, nem sabiam o que queria dizer. Eu faço pop rural e esse tipo de show vai abrindo milhões de oportunidades, a minha voz pode cantar internacional, samba, rock... de tudo.

Você abre duas turnês paralelas mesmo num ano complicado para a economia. Qual a sua expectativa em relação a isso?
Ano passado, 2016, já foi péssimo, né... então a gente precisa fazer adaptações. As pessoas às vezes têm que escolher entre a comida e um show. Mas eu sou otimista... tenho também uma grande demanda de fora do Brasil. Em 2017, vou pra Portugal, tenho lançamento na Espanha... eu não reclamo, sabe? Ano passado teve Latin Grammy [a cantora ganhou na categoria Melhor Álbum de Música Sertaneja com Amanhecer], mudanças pessoas que me fizeram enxergar outras coisas... nem tudo é dinheiro.

E como você vê as mulheres dominando o sertanejo hoje? Qual a diferença que você vê entre o cenário de hoje e o que você encarou quando começou?
É um momento interessante e cada uma tem seu estilo. Me sinto orgulhosa da minha trajetória nesse sentido. Em 2009, quando eu já tinha música em novela, eu via muitas meninas se encorajando a cantar, gravar. Tenho muito orgulho de ter ocupado o meu lugar sem tomar o lugar de ninguém. Eu tenho esse jeito de gostar de canções, sou quase “brejeira”, né. Mas quando comecei era uma mata fechada, abri clareiras com facão. E estou aqui pra aplaudi-las.

 

Fonte: Billboard Brasil

Dani Black, Dalasam e Wado estão no elenco de álbum que celebra o Skank


Os cantores Dani Black, Rico Dalasam, Wado e Zé Manoel são quatro dos 32 artistas reunidos pelo produtor mineiro Pedro Ferreira no álbum duplo Dois lados – Um tributo ao Skank. Programado para ser lançado em junho, o disco reúne releituras de músicas do repertório do grupo mineiro Skank por nomes da nova cena musical brasileira como o grupo paulistano As Bahias e a Cozinha Mineira, presente no elenco com abordagem de É proibido fumar (Roberto Carlos e Erasmo Carlos, 1964), rock da era pré-Jovem Guarda que o Skank regravou no álbum Calango (1994), 30 anos após o registro original de Roberto Carlos. Já o cantor Dani Black pede novamente a Saideira (Samuel Rosa e Rodrigo Leão, 1998) enquanto o rapper Rico Dalasam dá nova voz à Balada do amor inabalável (Samuel Rosa e Fausto Fawcett, 2000).


Dani e Dalasam são da cidade de São Paulo (SP), mas o elenco de Dois lados – Um tributo ao Skank inclui artistas de 14 estados do Brasil. Catarinense radicado em Maceió (AL), Wado mergulha em Dois rios (Samuel Rosa, Nando Reis e Lô Borges, 2003), canção que explicitou a influência do Clube da Esquina na obra do Skank (movimento que Pedro Ferreira celebrou no último tributo, Mil tom, lançado em 2015 com recriações da obra de Milton Nascimento e de compositores associados ao Clube). Já o pernambucano Zé Manoel canta Tanto (1992), versão em português, escrita por Chico Amaral, de I want you (1966), música de Bob Dylan.


O elenco de Dois lados – Um tributo ao Skank também inclui A Banda Mais Bonita da Cidade (PR), André Abujamra (SP), Graveola (MG), Ian Ramil (RS), Lulina (PE), Medulla (RJ), Nevilton (PR), Selvagens à Procura de Lei (CE), Teago Oliveira (Maglore) (BA), Transmissor (MG) e The Baggios (SE), entre outros nomes. O álbum duplo do selo Scream & Yell traz 15 músicas e uma faixa-bônus em cada um dos discos, que serão disponibilizados para download gratuito.

 

Fonte: G1

Cafe Republica lança EP instrumental surpresa como prévia de projetos futuros

 

A banda carioca Cafe Republica acaba de lançar seu mais novo trabalho, um EP “Interlúcido”. O novo lançamento é experimental, fruto de improvisações em estúdio e apresenta uma nova sonoridade para o quinteto. Segundo eles, é uma conexão entre o presente e o que eles vislumbram com o futuro, que não será instrumental.

Se nos trabalhos anteriores, a banda bebia de referências do psicodélico e do alternativo, o choque de influências surge logo na primeira faixa “Xa Manhntro Vhan”. A música começa com ecos primais, ritualísticos e termina com o som da chuva envolvendo a melodia, em uma mixagem que transporta o ouvinte para debaixo d’água. É lá que parece ter sido gravada a faixa seguinte, “Subaquática”.

As 5 primeiras músicas foram pensadas para trazer um instrumento em evidência por vez, dando destaque para a banda em todos os seus detalhes. Na última faixa, a mais próxima da sonoridade que eles buscaram nos dois EPs anteriores, a Cafe Republica aparece inteira em destaque. O compacto caminha entre o progressivo, o ambiente, o experimental e o noise como se fosse um grande estudo técnico do que os músicos conseguem fazer em estúdio.

Formada em 2011 por Octavio Peral (voz e guitarra), Anderson Ferreira (teclado e sintetizador), Ygor Big (guitarra), Carlos Juca Sodré (contrabaixo) e Barbanjo Reis (bateria), a banda tem 3 EPs lançados, dois deles lançados nesse ano. O futuro da Cafe Republica é focado no lançamento de um disco cheio em 2017 que deve se afastar da sonoridade de “Ludere Occultant”, seu trabalho anterior.

“Interlúcido” foi produzido pela banda e já está disponível nos meios de música digital. A mixagem é assinada por Barbanjo Reis e Cafe Republica e a masterização, por Sérgio Carvalho.

 

“Interlúcido”, por Cafe Republica

 

Eis aqui um disco incomum, resultado da experimentação. Uma marca em nossa trajetória que foge ao esperado pelos que nos acompanham ou já ao menos ouviram alguma música. A nós, também é clara a estranheza desse álbum. Seu processo de criação se desenhou de uma forma particular e por nós nunca antes experimentada. Tem um “quê” de projeto paralelo. Não fora planejado. A faísca geratriz da primeira faixa surgida não necessariamente corresponde ao vislumbre de um disco. Este florescera em seu próprio tempo. Muito se criou já no registro. Não houve um ensaio sequer. O improviso figurou como tônica do processo. Muito do que sutura essas seis faixas tem a ver com a inadequação destas ao conceito do próximo projeto a ser lançado. Nas experiências visando este trabalho futuro, nasceram os timbres, ritmos, harmonias e cores do Interlúcido. Este próximo, pensado para 2017, assim como o último Ludere Occultant, são as chaves para a apreensão deste disco, que a ambos se une, ao mesmo tempo em que os coliga. Nega ambos, porém os exalta em suas particularidades. É o anteparo lúcido que se interpõe entre os diferentes discos e momentos.  Não dita o futuro da Cafe Republica, mas corresponde a um sincero retrato desse instante. Pareceu-nos impossível lhe chamar por outro nome que não este. O interlúcido coliga a lucidez do que brilha com a do que se deixa atravessar pela luz. Suscita daí uma terceira lucidez, contraditória em si mesma: aquela que se dá a ver, ao mesmo tempo em que oculta a si própria. O duplo movimento é inevitável. A arte em sua essência faz chocar a inspiração da luz com a recepção dos iluminados, de modo a gerar inúmeras reflexões tal qual inúmeras são as subjetividades. A arte somente se concretiza quando nesse choque. No fundo, o brincar de esconder não é mais que extrapolar um ocultamento já presente. Ensaiar uma lucidez que pouco revele. Aqui pouco se ocultou. Interlúcido. Entre graus distintos de lucidez. O que pouco se mostra e o que se pretende ser lido às máximas.

 

Ouça Interlúcido:

 

Soundcloud:https://soundcloud.com/bandacaferepublica/sets/interlucido

Spotify: https://open.spotify.com/album/4jWhQm5udOrPa6Bue4JBI0

Deezer: http://www.deezer.com/album/15338661

Google Play: https://goo.gl/0AxfgP

 

Malta é a banda pop rock mais ouvida no Brasil, diz pesquisa

 

Segundo pesquisa feita pelo Connect Mix, sistema de monitoramento de músicas e comerciais em rádios e TVs de todo o Brasil, a canção pop rock Primeiro Amor, da banda Malta, é a mais ouvida em todo o país através das rádios. A faixa ocupa a primeira posição no ranking, e teve 3.967 execuções só na última semana – 302 a mais que a segunda colocada.

 

Composição de Thor Moraes, Adriano Daga, Diego Lopes e Luana Camarah, Primeiro Amor é a segunda música de trabalho do novo CD, Indestrutível, o primeiro com Luana Camarah nos vocais. Na internet, o videoclipe lançado há um mês já ultrapassa 1 milhão de visualizações.

Confira:

 

 

Vencedora da primeira temporada do programa SuperStar, exibido pela Globo em 2014, a Malta atualmente divulga o terceiro CD, Indestrutível, que marca uma nova fase com a cantora Luana Camarah (The Voice Brasil) a frente do grupo.

 

Fonte: Virgula Música

“Às Vezes Eles Voltam”: o retorno da Lobos de Calla ao cenário independente no Brasil

A cena independente brasileira é movimentada com artistas que transformam a música nacional em um reduto do talento. Não obstante, a cidade de Belo Horizonte (MG) apresenta mais um grupo para acender a chama do rock na capital mineira. Depois de um hiato de três anos, a Lobos de Calla está de volta ao cenário, lançando o disco inédito “Às Vezes Eles Voltam” – já disponível nas principais plataformas digitais de música.

Composta por Eduardo Ladeira (guitarra e vocais), Bernardo Silvino (baixo) e Diego Mancini (bateria), a Lobos de Calla mostra um rock de várias vertentes, sem rótulo específico. A sonoridade é marcada pela diversidade, somando as variadas influências de cada integrante. A banda trilha o seu caminho em busca de apresentar um som único, com o objetivo de trazer de volta os tempos áureos do rock nacional.

Formado em 2010, o power trio lançou no mesmo ano o primeiro disco “Querozene”, para em seguida divulgar o segundo álbum “Cores e Nuvens” (2011). O resultado foi uma sequência de shows importantes, dividindo o palco com nomes como Lulu Santos, Capital Inicial, Tianastácia, Nasi e Uns e Outros; além da indicação da canção “Trilhar” para o Prêmio de Música Minas Gerais. No ano de 2013, a banda pausou as atividades para futuros projetos dos componentes, no entanto a saudade foi mais forte. Para o vocalista Eduardo Ladeira, isso se deve à ideia de que, independente de uma grande exposição repentina, a arte pode ser descoberta pelo público com o tempo.

“Durante o período de hiato, percebemos pessoas descobrindo a banda por meio da internet, e isso nos levou a querer fazer algo a mais. Acreditávamos ser necessário um trabalho definitivo, bem escrito, bem arranjado, bem produzido. Precisávamos deixar como legado da banda um disco profissional, que contivesse todo o potencial. Independente dos trabalhos musicais paralelos, a Lobos de Calla precisava dar o seu recado definitivo”, revela ele.

O resultado é o novo álbum “Às Vezes Eles Voltam”. Eclético, o disco viaja nas raízes da banda e mescla as influências musicais dos integrantes. É notória a referência a estilos e movimentos musicais diversos, como o rock nacional dos anos 90, o rock britânico dos anos 60, o punk rock e até mesmo elementos do rock progressivo. Segundo o baixista Bernardo Silvino, o momento que passaram distantes serviu para aprimorar ainda mais o som:

“Foi um período de amadurecimento muito grande. Voltamos com uma outra mentalidade para encarar a coisa. Dar o nosso melhor para a música e todos os outros elementos que são necessários para o projeto…”, diz o músico.

Da mesma forma, a entrada do multi-instrumentista Diego Mancini no conjunto exibe entusiasmo. O músico traz empolgação e otimismo na nova fase do trio mineiro. “O disco novo tem muito da pegada do anterior, mas ter uma pessoa diferente na banda levou o trabalho numa outra direção”, reflete o baterista.

O título do registro – assim como o da banda – é inspirado em uma obra do autor norte-americano Stephen King. O álbum e sua arte gráfica trazem uma pegada de humor e adota a linha de horror zine. Fãs do gênero, os músicos utilizam o parâmetro com o terror para ficar ainda mais envolvidos com o trabalho como um todo. A ideia é explorar o horror esdrúxulo dos anos 80, algo que é feito mais para divertir do que para assustar, por isso, o conceito de zumbis como caricaturas da banda.

Toda a elaboração da capa e o cuidado na produção das faixas demonstra que o grupo tem a percepção de que o mercado musical é cíclico, ou seja, que os gêneros vão anexando influências e se misturando; acompanhando as mudanças do mundo e descobrindo novas fronteiras e desafios - mesmo ainda existindo a essência.

“Por isso, o rock perdura ao longo de décadas, sobrevivendo às mais diversas revoluções culturais. A música deve ir além do entretenimento; música é cultura, e cultura é, ou deveria ser, educação. Trazer arte ao dia a dia do povo é ajudar no enriquecimento e desenvolvimento do país. O rock, gênero musical que representa o questionamento, a insatisfação com o status quo imposto, a união em prol dos interesses sociais, a paz, a valorização do ser humano e a propagação do amor entre as pessoas são essenciais nesse cenário”, articula Eduardo.

A dedicação e a nova fase da banda expõe a vontade dos integrantes para voos mais altos. Com o lançamento de “Às Vezes Eles Voltam”, o grupo já estuda uma possível turnê nas principais cidades do Brasil, levando o trabalho para o maior número de pessoas possíveis e subindo em diversos palcos do país. O lema é trabalhar e se divertir no processo, viver o momento e toda a plenitude, com amizade e música, recheada de pequenos e grandes momentos que façam todo o esforço valer a pena.

 

Ouça “Às vezes eles voltam”:

Spotify: https://goo.gl/B44OJ4

Google Play: https://goo.gl/0ui3MX

Bandcamp: https://goo.gl/XiSMBF

iTunes: https://goo.gl/cK3FZv

Site oficial: http://www.lobosdecalla.com.br/

 

Novidades sertanejas: Rick e Giovani formam projeto Dois Corações

Os cantores Rick Sollo, ex-parceiro de Renner; e Giovani, ex-companheiro de Gian, decidiram unir forças e talentos em um novo projeto. Intitulada Dois Corações, a parceria vai rodar o Brasil com um show baseado no repertório de sucesso que ambos construíram em mais de três décadas de estrada.

Via Instagram, os ídolos do sertanejo falaram sobre a nova empreitada.

“Vem aí, um novo show. ‘A turnê: Dois Corações’. Eu e meu grande amigo irmão Rick juntos em um só palco, cantando juntos nossos grandes sucessos. Um projeto feito com muito amor pra vocês”, escreveu Gian.

 

 

“Um novo projeto onde, eu e meu amigo irmão Giovani cantaremos nossos maiores sucessos pelos palcos do Brasil”, declarou Rick.

 

 

Giovani ainda divulgou um vídeo com uma palinha do que está a caminho! Aguenta, coração!

 

 
 
Fonte: Cifra Club News

Supernós desponta com o single "Syntonize". Ouça!

A Supernós, banda de Itapeva-SP que flerta com o indie, pop e rock, lançou em fevereiro o single "Syntonize". A música - que fará parte do EP de estreia do quinteto, com previsão de lançamento para abril - surpreende pelo dinamismo e sonoridade impecável. A faixa foi gravada por Gérson Santos (Gersom Studio) e a mixagem e masterização ficaram a cargo de João Antunes, do Wry. Ouça abaixo!      
 
 

 

O grupo surgiu no fim de 2016 e é formado por Sarah Arcanjo (vocal), Rodolfo Braga (guitarra), Lucas Silva (guitarra), Thalles Macedo (baixo) e Josué Hare (bateria). Os músicos são conhecidos integrantes da cena itapevense, já que vêm de outras importantes bandas da cidade: Pink Big Balls e Pet Food Blues. Entre as influências estão nomes como Clube da Esquina, Gilberto Gil, Titãs, Arnaldo Antunes, Radiohead, Strokes, Arctic Monkeys, David Bowie e Paul McCartney.

"Syntonize" foi inspirada no livro Data Limite. "Entre várias coisas, [o livro] fala muito sobre sintonizarmos e somarmos as coisas boas que estão acontecendo ao redor do mundo. Muitas coisas ruins estão acontecendo e ganham cada vez mais destaque do público e da mídia. Mas, ao mesmo tempo, nunca houve tanto amor - e a música fala disso. Cabe a mim e a você escolher ao que sintonizar", explica Braga.

As letras, aliás, são um dos pontos fortes da Supernós. Compostas por diferentes integrantes da banda, as músicas falam principalmente "sobre o respeito aos ideais do próximo, o amor na sua forma mais pura e a busca por um senso crítico que ajude a melhorar o meio em que vivemos". Apesar de ainda não ter nome, já se sabe que o EP de estreia da Supernós contará com seis músicas e estará disponível nas principais plataformas de streaming.    

Saiba mais sobre a Supernós:

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