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Música do Brasil

Música do Brasil

Dom do Brasil, o samba faz 100 anos junto e misturado em todos os cantos

 

Dizem que o samba nasceu lá na Bahia. Outros garantem que o parto aconteceu nas imediações do Centro da cidade do Rio de Janeiro (RJ) entre a mítica Praça Onze e o seminal bairro do Estácio, berço de morros que gestaram pioneiros bambas cariocas como Ismael Silva (1905 – 1978). O fato é que o samba faz 100 anos entranhado em todos os cantos do Brasil. Tem samba nos quintais e nos terreiros que desencavam raízes de tempos idos. Mas também tem samba no jazz, no rock, no soul, no funk, no coco e até no pagode romântico. Por mais que puristas tenham tentando cristalizar um samba puro, o ritmo se espalhou, deliciosamente maculado, por todo o Brasil. E assim chega aos 100 anos de vida eterna.

O centenário de nascimento do samba é oficialmente festejado neste mês de novembro de 2016, porque foi no dia 27 de novembro de 1916 que Ernesto Joaquim Maria dos Santos (1889 – 1974) , o Donga, registrou o amaxixado samba Pelo telefone na Biblioteca Nacional. No papel, a autoria do samba costuma ser creditada a Donga e a Mauro de Almeida (1882 – 1956), oficializado posteriormente como parceiro. Contudo, a rigor, tal autoria é controvertida. O samba em questão pode ter vindo ao mundo por meio de criação coletiva. Mas isso já pouco importa. Como pouco importa a data da certidão de nascimento.

Não, o samba não nasceu na data do registro de Pelo telefone. O parto foi mais longo e o sêmen veio da África. Mas o embrião cresceu no Brasil, seja no Rio ou na Bahia. E daqui, do Brasil, partiu para o mundo, mesmo que o Tio Sam nunca tenha entendido de fato que o samba não é rumba. Mas ele logo compreendeu que a Bossa Nova era o samba tocado com a influência do jazz. E aí o samba ganhou os Estados Unidos e na sequência o mundo, porque, de acordo com o papa João (Gilberto), Bossa Nova nada mais é do que samba.

Mas não era assim desde que o samba é samba. O samba veio ao mundo por meio do suor de mãos negras. Lágrimas claras foram derramadas sobre peles escuras desde então para propagar essa tristeza que balança, como sentenciou o poeta, e que faz a alegria do povo. Teve muito samba triste nestes 100 anos, e como teve, mas samba, no imaginário coletivo, é sobretudo sinônimo de alegria, de confraternização, de gente reunida e feliz.

Bastam um violão e um surdo na marcação. E o samba renasce a cada dia, pois ninguém acredita nesse papo velho de que o samba acabou. Só se foi quando o dia clareou e o sambista foi trabalhar. Porque, de malandro, o sambista herdou somente a fama dos bambas da década de 1930. O poder da criação é exercido fora do horário do expediente. Mas, quando o samba vem, ninguém o segura. Ele se espalha logo, por todos os cantos, se misturando no meio do povo. E é assim que o samba faz 100 anos, junto e misturado, vivo, sem nunca ter agonizado. Porque o samba é o dom do Brasil.

 

 

Fonte: G1

Duplas veteranas unem forças para sobreviverem no universo sertanejo

 

Não é por acaso que a gravadora Universal Music está pondo no mercado fonográfico o CD e o DVD Clássico – com o registro ao vivo do show que reúne as duplas sertanejas Bruno & Marrone e Chitaõzinho & Xororó – no momento em que outras duas duplas, Victor & Leo e Zezé Di Camargo & Luciano, já acenam com a possibilidade de se saírem em turnê em 2017 com o show que já andaram apresentando extra-oficialmente neste ano de 2016.

Mais do que nunca, a união pode representar força adicional para essas duplas em um mercado sertanejo renovado pela onipresença de popstars juvenis como o cantor sul mato-grossense Luan Santana. O universo sertanejo passou por processo de transformação ao longo da última década. A linguagem da música sertaneja ficou mais pop, distanciando o público de duplas veteranas como a formada pelos irmãos paranaenses Chitãozinho & Xororó, em atividade desde a década de 1970. Mesmo duplas reveladas mais recentemente, como Victor & Leo, tiveram que se ajustar ao tom pop do atual mercado sertanejo para não perderem o público e o bonde da história (no caso de Victor & Leo, dupla mais jovem, a guinada estética foi especialmente bem-sucedida nos dois últimos discos).

Clássico, o projeto fonográfico que junta os goianos Bruno & Marrone com Chitãozinho & Xororó, procura falar a língua jovem do sertanejo pop, não através do repertório, formado basicamente por sucessos das duas duplas, mas por meio da produção de Dudu Borges, o nome mais requisitado para formatar discos sertanejos no tom fluido dos dias de hoje.

De todo modo, produção à parte, Clássico ainda tem como atrativo a reunião de duas duplas de gerações distintas e a interação entre elas. No momento em que o mercado sertanejo vive boom feminino, a reboque do sucesso da cantora e compositora goiana Marília Mendonça, os antigos astros masculinos do gênero tem que se adaptar aos novos tempos para dissiparem a aura de decadência que já gravita ao redor deles. Não é à toa que o cantor paulista Daniel acaba de lançar álbum produzido pelo mesmo requisitado Dudu Borges.

Clássico dificilmente vai dar a Bruno & Marrone e a Chitãozinho & Xororó a projeção, o status e a popularidade de tempos idos. Mas é projeto que dá (alguma) sobrevida mercadológica a essas duas duplas já enraizadas em algum lugar do passado do universo sertanejo.

OUÇA NEY MATOGROSSO E “PASSOU”, MÚSICA INÉDITA DE ADONIRAN BARBOSA

Durante as pesquisas para um documentário sobre o compositor Adoniran Barbosa, o produtor Cassio Pardini localizou partituras e letras inéditas de um dos grandes nomes do samba paulista. Cassio chamou o produtor musical Lucas Mayer, que mergulhou nos achados e, juntos, resolveram dar vida às músicas como o projeto Se Assoprar, Posso Acender de Novo – brincadeira com um verso de “Já Fui Uma Brasa”.

Tanto o CD quanto DVD terão 14 faixas nas vozes de Criolo, Liniker, Mauricio Pereira, Wilson Simoninha e Fernanda Takai, entre outros. E hoje, em primeira mão aqui na Billboard Brasil, você vê Ney Matogrosso com a inédita “Passou”, parceria de Adoniran com Pepe Avila. Ney é acompanhado por Gabriel Selvage (violões), Bruno Serroni (violoncelo), Kabe Pinheiro (percussão), Lulinha Alencar (acordeon), Meno Del Picchia (contrabaixo) e Nicolas Krassik (violinos):

 

 

Se Assoprar, Posso Acender de Novo tem lançamento previsto para a próxima sexta-feira (25/11) nos formatos de box e streaming.

Veja a tracklist: 

"O ROSTINHO DE MARIA" (Adoniran Barbosa e Pepe Avila) FERNANDA TAKAI E LEO CAVALCANTI
"NINGUÉM PODE NEGAR" (Adoniran Barbosa e Portinho) EDUARDO PITTA
"SÓ VIVO DE NOITE" (Adoniran Barbosa e Paulinho Nogueira) ANA JULIA E KIKO ZAMBIANCHI
"O SOL E A LUA" (Adoniran Barbosa e Zaé Júnior) DIOGO POÇAS
"O BARZINHO" (Adoniran Barbosa e Renato Luiz) LINIKER
"NAQUELE TEMPO" (Adoniran Barbosa e Serafim Almeida) VERSOS QUE COMPOMOS NA ESTRADA
"PASSOU" (Adoniran Barbosa e Pepe Avila) NEY MATOGROSSO
"ATÉ AMANHÃ" (Adoniran Barbosa e Wilma Camargo) CRIOLO
"PROCISSÃO DE AMOR" (Adoniran Barbosa e Maximino Parize) GURI E GERO CAMILO
"FOI NA MOSCA" (Adoniran Barbosa e Chico) SIMONINHA E FUZZY SOUND SYSTEM
"RECEITA DE PIZZA" (Adoniran Barbosa e Jorge Costa) MAURÍCIO PEREIRA
"ENCALACRADO" (Adoniran Barbosa) MARCO MATTOLI E FABIANA COZZA
"O MUNDO VAI MAL" (Adoniran Barbosa e Antônio Rago) ESTEVÃO QUEIROGA E YASSIR CHEDIAK
"MESSIAS" (Adoniran Barbosa e Copinha) LULINHA ALENCAR, GABRIEL SELVAGE E NICOLAS KRASSIK

 

Fonte: Billboard Brasil

Supla e Blitz: Discos novos liberados para audição na íntegra

O músico Supla e o grupo Blitz lançaram recentemente discos novos. E ambos liberaram a audição desses lançamentos na íntegra, como você confere logo abaixo.

Supla vem com "Diga O Que Você Pensa", cujas 14 faixas totalizam pouco mais de 35 minutos. É neste disco que está "Trump, Trump, Trump", que o Supla cantou pra gente durante uma entrevista em fevereiro deste ano, quando falava sobre o livro que acabava de lançar.

 

 

Já a Blitz voltou depois de um período de seis anos sem música nova com o disco "Aventuras II", como a gente contou essa semana. O repertório do novo álbum reúne 13 faixas e a banda convidou vários artistas para participar das faixas. Tem Zeca Pagodinho, Paralamas do Sucesso, Frejat, Seu Jorge, McCert, Sandra de Sá e Alice Caymmi.

 

 

Fonte: Território da Música

Confira os vencedores brasileiros do Grammy Latino 2016!

 

O Brasil foi representado em 7 categorias específicas do Grammy Latino 2016 e ainda conseguiu levar 2 prêmios de categorias mistas – em que artistas de várias nacionalidades concorriam. O número é pequeno, mas reforça a força que o país tem em categorias distintas. Céu foi o grande destaque brasileiro na noite. A cantora venceu na categoria técnica de “Melhor Engenharia de Gravação” com seu Tropix e também o prêmio de Melhor álbum de pop contemporâneo em língua portuguesa - concorrendo com a lusitana Marisa, enquanto o bandolinista e compositor carioca Hamilton de Holanda levou a melhor na categoria Álbum instrumental.

Além desses artistas, Scalene e Ian Ramil representaram o rock brasileiro entre os vencedores da premiação (saiba mais aqui). Veteranos entre os indicados, Elza Soares, Paula Fernandes e Djavan também levaram a melhor. Confira abaixo a lista completa dos brasileiros vencedores:

 

MELHOR CANÇÃO DE LÍNGUA PORTUGUESA
Amei te ver (Tiago Iorc)
Vidas pra contar (Djavan)
D de Destino (Almir Sater & Renato Teixeira)
Maior (Dani Black, part. Milton Nascimento)
Maria da Vila Matilde (Elza Soares)

 

MELHOR ÁLBUM DE MÚSICA POPULAR BRASILEIRA
A Mulher do Fim do Mundo (Elza Soares)
Todo Caminho É Sorte (Roberta Campos)
Dilúvio (Dani Black)
Delírio (Roberta Sá)
Like Nice (Celso Fonseca)

 

MELHOR ÁLBUM DE MÚSICA POPULAR BRASILEIRA
Troco Likes (Tiago Iorc)
Território Conquistado (Larissa Luz)
Leve Embora (Thiago Ramil)
Mundo (Mariza)
Tropix (Céu)

 

MELHOR ÁLBUM DE MÚSICA DE RAÍZES BRASILEIRAS
No Forró Do Seu Rosil (Lucy Alves & Clã Brasil)
Heraldo Do Monte (Heraldo do Monte)
Cordas, Gonzaga E Afins (Elba Ramalho)
AR (Almir Sater & Renato Teixeira)
A Luneta E Tempo (Trilha Sonora Original De Alceu Valença, Alceu Valença)

 

MELHOR ÁLBUM DE ROCK DE MÚSICA BRASILEIRA
Manual (Boogarins)
Derivacivilização (Ian Ramil)
Éter (Scalene)
Canções De Exílio (Jay Vaquer)
Distante Em Algum Lugar (Versalle)

 

MELHOR ÁLBUM DE MÚSICA SERTANEJA
Amanhecer (Paula Fernandes)
Bar Do Leo (Leonardo)
divinha (Lucas Lucco)
Baile Do Teló (Michel Teló)
Sóis (João Victor)

 

MELHOR ÁLBUM DE SAMBA/PAGODE
De Bem Com A Vida (Martinho da Vila)

Notícias Dum Brasil 4 (Eduardo Gudin)
Tem Mineira No Samba (Corina Magalhães)
Na Veia (Rogê & Arlindo Cruz)
Sambas Para Mangueira (Varios Artistas)

 

MELHOR ÁLBUM DE ENGENHARIA DE GRAVAÇÃO
Delírio (Roberta Sá)
Like Nice (Celso Fonseca)
Magnética (María Toledo)
Samba De Chico (Hamilton de Holanda)
Tropix (Céu)

 

Fonte: Cifra Club News

Blitz lança música nova depois de seis anos... com paticipação de Zeca Pagodinho

 
Depois de seis anos sem novidades, a banda Blitz está de volta com disco novo. "Aventuras II" chega às lojas e serviços de streaming no dia 18 de novembro. A primeira das faixas a ser divulgada é "Fominha", que conta com participação do cantor Zeca Pagodinho.

"Zeca é um mestre e amigo reverenciado por nós e foi uma honra ter esse diálogo musical carioca na Blitz. Entre papos sobre Moreira da Silva fiz o convite e ele disse: 'Não precisa nem mandar a música já topei'", contou Evandro Mesquita.

O álbum "Aventuras II" foi gravado e produzido no estúdio Toca da Onça, no Rio de Janeiro, e a sonoridade mescla rock, pop, funk, reggae, samba e blues. Segundo a própria banda a ideia é resgatar a "originalidade trazida pela Blitz nos anos 80".

Além de Evandro Mesquita, a banda conta com Billy Forghieri (teclados), Juba (bateria), Rogério Meanda (guitarra), Cláudia Niemeyer (baixo), Andréa Coutinho (backing vocal) e Nicole Cyrne (backing vocal).
 
 
 
Fonte: Território da Música

Timbalada com uma nova cara

Denny e a nova cantora Foto de Magali Moraes

 

 

 

Dando continuidade ao processo criativo e vocal que predominou a história da banda desde quando surgiu, a Timbalada apresenta mais uma voz. A alagoana Millane Hora estreia na banda no verão 2016/2017 e comandará uma nova fase ao lado de Denny Denan.

Após passagens por diversos reality shows musicais, e participações em festivais de música ao redor do Brasil, Millane acumulou experiência de sobra, para encarar este novo desafio. Além, é claro, da expertise em sua carreira solo na MPB.

“É uma honra e uma grande responsabilidade. A Timbalada é um patrimônio cultural, uma banda original, multicultural. Como artista, vivi muitas experiências na vida, mas a de fazer parte de uma banda tão completa, com uma história tão intensa e de sucesso me parece mais que uma oportunidade e sim um presente”, exalta Millane sobre a nova experiência.

Verão Timbaleiro - Com 25 anos de história a Timbalada se renova a cada ano, sempre com novas músicas e performances. Este ano, atendendo a evolução do mercado sem perder a sua essência, contará com a nova vocalista para agregar, fortalecer e enriquecer ainda mais sua musicalidade.

O Museu do Ritmo recebe mais uma série de Ensaios para o verão de 2017. “Todo ano é como se fosse o primeiro (risos), aquele frio bom na barriga, aquela ansiedade gostosa… E esse ano não será diferente. A preparação no estúdio, a dedicação, a produção é grande pra ficar tudo lindo pra vocês”, conta Denny sobre o verão da banda.

A Timbalada - agora com duas vozes, seis percussionista, dois metais, guitarra violão e teclado, a banda tem ritmo envolvente e surpreende seu público a cada nova apresentação. A Timbalada foi criada em 1991 pelo cantor, compositor e multiinstrumentista, Carlinhos Brown.

A banda, que tem o timbau como base percussiva, tem um ritmo próprio, que desde o seu nascimento agrada o público do mundo inteiro. Brown quem, de forma inusitada, resolveu mudar a maneira de tocar o instrumento. Antes tocado na vertical, o timbau passou a ser manipulado na horizontal.

 

Fonte: Blog do Marron

Leonardo e Eduardo Costa lançam “Mal Acostumada” com Ivete Sangalo

Leonardo e Eduardo Costa lançaram o segundo vídeo do novo DVD “Cabaré Night Club“. Trata-se da canção “Mal Acostumada“, com participação da cantora Ivete Sangalo.

 

 

O DVD “Cabaré Night Club” foi gravado no Espaço das Américas em São Paulo nos dias 16, 17 e com um show extra no domingo (18) de setembro.
O repertório seguiu o mesmo padrão do primeiro DVD, com grandes sucessos da música sertaneja, como “As Andorinhas”, “Telefone Mudo”, “Crises de Amor”, “Moreninha Linda”, “Viva a Vida”, “Duas Camisas” e muitos outros.
Entre as participações especiais, a cantora Ivete Sangalo no hit “Mal Acostumado”, sucesso do Araketu, e as surpresas da Rainha, Roberta Miranda que cantou o sucesso “Vá com Deus” e de Zezé Di Camargo que estava presente assistindo, foi chamado ao palco e cantou ”Você Vai Ver”.
As imagens do “Cabaré Night Club” ficaram a cargo de Joanna Mazzuchelli, que assinou também o primeiro projeto. A produção musical é de Eduardo Costa, Romário Rodrigues e Leandro Porto.
Em 2014, a música brasileira ganhou o registro de um dos grandes encontros do sertanejo. No mesmo palco, todo talento, história, irreverencia e ousadia de dois ídolos. Em 2015, Leonardo e Eduardo Costa levaram para a estrada a parceria que fora dos holofotes já deu certo há muito tempo. No show que ganhou os quatro cantos do país, em mais de 180 apresentações até o momento, o público pode perceber a amizade verdadeira que os dois cantores mantêm.
Ícones da música popular, Leonardo e Eduardo Costa levaram para frente da plateia a sintonia pessoal e musical. Compartilhando da mesma autenticidade e alegria, transformaram o Cabaré em um grande espetáculo: cenário, balé, iluminação, repertório com clássicos dos anos 80, mas principalmente com dois showmen no palco. Não à toa, o show já foi visto por mais de 2 milhões de pessoas, com recorde de público em diversas cidades brasileiras.

 

Fonte: Movimento Country

DVD do show de 50 anos de Bethânia é duplo e tem texto de Nelson Motta


Embora estivesse previsto para 9 de setembro no cronograma de lançamentos da gravadora Biscoito Fino para este segundo semestre de 2016, o DVD com o show comemorativo dos 50 anos de carreira de Maria Bethânia, Abraçar e agradecer, vai efetivamente chegar ao mercado fonográfico na primeira semana de dezembro. O DVD é duplo e inclui libreto com cerca de 60 páginas e mais de 50 fotos, sendo que muitas imagens são exclusivas. Um texto do jornalista, compositor e produtor musical Nelson Motta contextualiza a trajetória da intérprete baiana nestas cinco décadas de carreira, contabilizadas a partir de fevereiro de 1965, mês em que Bethânia, vinda da Bahia, estreou no Rio no espetáculo Opinião.


O DVD 1 exibe 41 números do show captado em agosto de 2015, em apresentação na cidade de São Paulo (SP). Já o DVD 2 reúne material cedido por fãs da cantora sobre eventos associados às comemorações dos 50 anos de carreira de Bethânia, tais como a exposição Maria de todos nós e o desfile campeão da Mangueira, escola de samba que trouxe para a avenida, no Carnaval de 2016, o enredo Maria Bethânia – A menina dos olhos de Oyá.


O CD correspondente também é duplo (com os dois discos editados em embalagem única), reproduz os mesmos 41 números do show exibido no DVD e também traz libreto com fotos e o texto de Nelson Motta, autor de uma das músicas do roteiro, Eu te desejo amor, versão em português de Que reste-t-il de nos amours?, música lançada em 1942 pelo cantor francês Charles Trenet (1913 – 2001), parceiro de Léo Chauliac (1913 – 1977) na composição do tema.


Desde 2015, Bethânia tem lançado singles em formato exclusivamente digital com temas de novelas. O último produto físico da obra fonográfica da cantora foi o álbum de estúdio Meus quintais (Biscoito Fino), lançado em 2014. Por isso mesmo, o público da artista aguarda com grande expectativa a edição do CD e DVD 50 anos de carreira, com a gravação ao vivo do show Abraçar e agradecer. Após vários adiamentos,  CD e DVD sairão enfim em dezembro.

 

Fonte: G1

"Elis" estreia nos cinemas no final de novembro

 
 
 
Estreia nos cinemas brasileiros no dia 24 de novembro o filme "Elis", que conta a história da cantora Elis Regina. O longa tem Andréia Horta no papel da cantora e ainda traz Gustavo Machado como Ronaldo Boscôli e Caco Ciocler vivendo César Camargo Mariano.

Com direção de Hugo Prata, "Elis" ganhou três prêmios no Festival de Gramado: Melhor Filme pelo júri popular, Melhor Atriz (para Andréia Horta) e Melhor Montagem para Tiago Feliciano.

Além dos já citados, Lúcio Mauro Filho, Júlio Andrade, Zé Carlos Machado, Rodrigo Pandolfo, Ícaro Silva, Cesar Troncoso, Isabel Wilker e Eucir de Souza completam o elenco. Confira o trailer do longa:


 
Fonte: Território da Música

Zeca Pagodinho em Portugal num show comemorativo de 100 anos de samba

 

Uma das maiores estrelas do samba brasileiro e quatro vezes vencedor do Grammy Latino, Zeca Pagodinho retorna a Portugal para um espectáculo exclusivo, comemorativo de 100 anos de samba.

Com uma musicalidade inspirada no samba carioca, Zeca Pagodinho representa o espírito livre e de fácil levada do carioca e vai estar no Coliseu de Lisboa, a 24 de Novembro como parte de uma digressão europeia, coincidindo com a celebração dos 100 anos de samba.

Após ter sido uma das atracções principais da cerimónia de abertura dos Jogos Olimpicos Rio 2016 (junto a Gilberto Gil e Caetano Veloso) e, anteriormente ter tocado na noite de Reveillon no Rio para 1 milhão de pessoas, neste espectáculo Zeca mostrará que é um sambista superstar com todos os créditos e este raro show promete uma viagem ao fundo do coração da cultura brasileira e, portanto, será um grande evento no calendário de música para os milhares de brasileiros que moram em Portugal e, claro, para todos os amantes da música brasileira.

Nascido como Jessé Gomes da Silva Filho em 1959 e criado em Irajá, um bairro de trabalhadores da zona Norte do Rio, Zeca começou a cantar desde criança na década de 1970 fazendo parte da escola de samba Portela. Acabou por se tornarum artista regular em reuniões informais (de fundo de quintal) onde o estilo de samba, conhecido como pagode, alcançou uma grande popularidade em todo o subúrbio do Rio.
Pagode foi inicialmente um movimento musical, uma espécie de renovação do samba, apresentando estrondosas cordas de aço mais alto e instrumentos de percussão, como o banjo e o tan-tan, - estes encontros musicais ao ar livre requerem instrumentos que possam ser ouvidos em um ambiente acústico.
Desde o inicio, que o Pagode se caracterizou por uma nova linguagem que refletia a forma em que as pessoas realmente falam, incluindo gírias. Foi realmente o som autêntico e a voz dos subúrbios do Rio e tornou-se um léxico aceito como estilo dentro do samba.

Faro MPB organiza shows de artistas brasileiros em Portugal

O Faro MPB, programa da rádio carioca MPB FM, é conhecido por ser um palco para novos artistas e nomes do independente. Agora eles vão tentar fazer isso em Portugal. Aproveitando que a apresentadora do programa, a jornalista Fabiane Pereira, está morando em Lisboa, o Faro MPB lança o projeto Faro pelo Mundo que visa dar visibilidade para artistas brasileiros na terrinha. Os primeiros artistas a se apresentarem são Ana Sucha (13/11), Chico Salem (19/11) e Clara Gurjão (11/12).

Ana Sucha mescla feminismo e bom humor no disco Inês. Indo de momentos engraçados como a faixa-título e Bagatelas até pesados como Vermelho Cor de Sangue, passando por versões inusitadas como um cover roqueiro de Wesley Safadão, Ana surpreende como multi-instrumentista virtuosa.

Já Clara apresentará o show do disco Ela, produzido pela própria artista em parceria com Danilo Andrade, Kassin e Marcelo Costa. A cantora, compositora e violonista apresentará seu trabalho autoral e versões de canções de Caetano Veloso e Chico Cesar.

Chico Salem é conhecido pelo seu trabalho ao lado de Arnaldo Antunes, com quem toca há anos. Em 2016, ele lançou um novo álbum solo Maior ou Igual a Dois, repleto de parcerias e participações especiais.

Os shows do Faro MPB acontecem no Espaço Espelho D’Agua, que fica na Av. Brasília, 210, em Lisboa. Uma boa pedida para nossos leitores portugueses.

 

 

 

 

Fonte: Tenho mais discos que amigos

BIANCA GISMONTI TRIO apresenta o CD "Primeiro Céu" em Lisboa, com participação especial de Maria João

A pianista e compositora brasileira Bianca Gismonti iniciou sua carreira aos 15 anos, acompanhando o seu pai, Egberto Gismonti, em palcos pelo mundo. 

Em 2005 estreou o seu trabalho com o Duo Gisbranco (duo de pianos com Claudia Castelo Branco),que conta três discos gravados e um recente DVD produzido pelo Canal Brasil, aliado a parcerias junto a músicos como Chico César, Jaques Morelenbaum e Mônica Salmaso. 

Em 2013, gravou seu primeiro álbum autoral, "Sonhos de Nascimento" (Biscoito Fino),o qual teve a participação de Naná Vasconcellos, com subsequentes turnês internacionais que percorreram Europa, Ásia e América do Sul. Ao final de 2015 foi lançado o seu segundo disco autoral “Primeiro céu”(Fina Flor), com a formação de Trio ao lado de seu marido (também coprodutor) Julio Falavigna na bateria e Antonio Porto no baixo. 

O Trio está atualmente em tournê passando pela Europa, África e Ásia. 

Em Lisboa, o concerto de Lançamento do CD "Primeiro Céu", conta com a participação especialíssima de Maria João no Espaço Espelho D´Água. 

 

Dia 06 de Outubro de 2016 | Quinta-feira | 21h30

 

Concerto: 5 €
Jantar + Concerto: 25€
Informações: +351 21 301 0510

 

http://espacoespelhodeagua.com/

 

Av. Brasília, S/N - Ed. Espelho D´Água (ao lado do Padrão dos Descobrimentos)

 

Para ouvir:  

https://www.youtube.com/watch?v=EGhEBeyMvIE

 

https://play.spotify.com/album/7kdZXRmeFn9JUx4GxHn4HN

 

Facebook Oficial:

https://www.facebook.com/BiancaGismonti

 

Formação:

 

BIANCA GISMONTI TRIO

Bianca Gismonti - Piano e Voz

Antônio Porto - Baixo

Júlio Falavigna – Bateria 

 

Participação Especial: Maria João

Ode às mulheres: Luan Santana disponibiliza seu ’1977′ na web

 

Atenção, fãs de Luan Santana: Boa parte das músicas do novo DVD do cantor, 1977, foi disponibilizada nas plataformas digitais nesta sexta (4). Para colaborar no projeto, o cantor convidou apenas mulheres: Anitta, Ivete Sangalo, Marilia Mendonça, Sandy e Ana Carolina cantam com Luan, assim como a atriz Camila Queiroz.

 

 

A escolha só de cantoras não foi arbitrária: 1977 foi o ano em que foi oficializado o “Dia Internacional das Mulheres”, fazendo com que o CD e DVD sejam uma grande ode às mulheres.

Confira abaixo todas as colaborações do álbum e, para ficar por dentro de todas as letras do projeto, acesso o Letras.mus.br!

 

 

 

 

 

Também nesta sexta, Luan Santana lançou o vídeo de “Fantasma”, com Marília Mendonça – o primeiro single colaborativo do novo trabalho. Confira:

 

 

 

Fonte: Cifra Club News

Filme vai mostrar a ascensão e queda do Axé no Brasil

 

Esqueça o sertanejo universitário: se voltássemos no tempo uns 15 anos (não mais que isso) e te perguntassem qual é o estilo de música mais adorado do país, que mais parecia representar a cultura nacional da época, você responderia o Axé (sem nem pensar duas vezes). Nomes como Daniela Mercury e Olodum, Banda Eva e É o Tchan dominavam a TV e as rádios de todo o país. E a hegemonia do estilo durou bastante tempo – muitos anos, para ser mais realista – até que fosse ofuscado, aos poucos, por gêneros como o sertanejo e o funk.

É justamente a história do axé no Brasil que será contada pelo filme Axé: Canto do povo de um lugar, com estreia prevista para janeiro. O primeiro trailer saiu no mês passado e já vem gerando burburinho entre os críticos brasileiros e o público que se interessa pela história do gênero – que se mistura à cultura local da Bahia, bastante forte no país inteiro nessa época de hegemonia do axé. Figuras importantes para a história do gênero foram entrevistadas, como Daniela Mercury e Ivete Sangalo – as grandes divas do estilo, tal qual Madonna e Beyoncépara o pop internacional – além de Caetano Veloso, Bell Marques (Chiclete Com Banana), Margareth Menezes e muitos outros. Críticos e especialistas da indústria musical também foram consultados para a pesquisa.

 

Axé: Canto do povo de um lugar tem direção de Chico Kertész. Confira o trailer abaixo:

 

Fonte: Cifra Club News

 

Bernardo Bravo

Bernardo é brasileiro, nascido no estado do Rio de Janeiro, mas mora em Curitiba - no sul do país - desde muito cedo. Nesse novo trabalho, Bravo explora uma nova fase musical: post-rock e noise. O autor coloca sua vivência pessoal em melodias provocantes e diferentes entre si, que entoam as falas variantes de amor a política.  As músicas contam com a participação de vários músicos como Du Gomide, Leo Fressato e Rodrigo Lemos. O álbum se encontra para download no site do artista: http://bernardobravo.com.br/

 

“Coçadinha” está entre as 13 canções do álbum e ganhou clipe que acaba de ser lançado (5/set). O clipe tem atmosfera calma e orgânica. As imagens foram feitas na Chapada dos Veadeiros (Goiânia) e casam de maneira singular com a música. 

 

Fanpage: https://www.facebook.com/bernardomuitobravo/?fref=ts

Instagram: https://www.instagram.com/bernardomuitobravo/

Youtube: https://www.youtube.com/channel/UCVBiNF6pKuKBuE4tCUa5Ttw