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Música do Brasil

Música do Brasil

Rodrigo Miguez lança versão intimista para “Eu, Só, Existo?” no MIRA Sessions

 

“Eu, Só, Existo?”, de Rodrigo Miguez, ganhou uma versão semiacústica para o MIRA Sessions. A faixa, pertencente ao disco Negativo, questiona o ser e a solidão de maneira calma e doce.

 

O registro respeita os padrões estéticos intimistas e sentimentais das MIRA Sessions, colocando o artista para falar para o espelho, refletindo sua imagem enquanto fala um pouco da sua própria composição, além de toca-la de forma minimalista dentro do Estúdio Mira, local das gravações. Este é o sexto vídeo da série, já tendo sido divulgados outros com Leo Middea, Caio Nunez, Achiles Neto, La Nuova e Thomaz Baldow.

 

Sobre Rodrigo Miguez:

Carioca, economista e ex-cantor do coral da UERJ, Rodrigo começou a compor com 18 anos. Passou por bandas, professores particulares de violão e conservatório para enfim largar de vez o escritório e viver apenas como músico, resultando em “Passo Pra Trás”, seu primeiro disco, lançado de forma independente em 2013.

O lançamento gerou apresentações em festivais, casas de show e o encontro com outras pessoas comprometidas com a música, formando assim o Coletivo MIRA e um evidente amadurecimento no sentido de viver e trabalhar com música através de troca de experiência e vivências. Assim, com Negativo e mais seguro do que quer, Rodrigo Miguez começa novamente seu caminho pelo independente.

 

 

www.rodrigomiguez.com.br/

Com participação de Lemoskine, Yokohama Café lança “A Fera Espera a Jaula Caducar”

 

Quatorze músicos convidados participam da nova música do Yokohama Café. A quarta canção disponibilizada pelo projeto se chama “A Fera Espera a Jaula Caducar” – uma espécie de anedota ao desrespeito de opinião e os resultados disso para a nossa sociedade. A audição da música está disponível no Youtube oficial do projeto.

Envolta em uma teatralidade em seu arranjo, “A Fera Espera a Jaula Caducar” faz um paralelo com os dramas da sociedade urgente e pouco responsável que vivemos. Segundo o autor da letra Rodrigo Medeiros (ex-Narciso Nada), “em tempos de redes sociais, onde não há muito compromisso com o que se diz e com o que as pessoas espalham, a faixa soa como uma advertência: ‘É preciso resistir (...) é preciso civilizar’”. Para o músico, “entre a esperança de superar o mal, travestido de moral, e o receio de um processo civilizatório lento e incerto, a canção melodiosa aponta corajosamente para a nossa capacidade de abrir mão do prazer sadista de odiar”.

Além de Rodrigo, Carol Galhardo, Allan Yokohama e Raphael Rostaizer se revezam nas vozes. Allan ainda toca o banjo americano e o charango. O time de músicos conta ainda com Gustavo Schirmer (acordeon e backing vocal), Marco Paulo Borgonhoni (violino), Pedro Andrade (da banda Labrador, baixo), Lucas Borba (do Barão MC, sintetizador), Jimmy Lins (guitarra) e Rodrigo Lemos, do Lemoskine e ex-Poléxia e A Banda Mais Bonita da Cidade, no piano. Por fim, os backing vocais são de Pedro Andrade, Handerson Banks (Banks), Lucas Borba e Haley De Leon. Todas as fotos são assinadas por Osvaldo Vanguarda.

Sobre o Yokohama Café:

O Yokohama Café é formado da união entre amigos a fim de criar músicas, contar histórias e relembrar bons momentos pelos palcos do país. Tendo como único membro fixo o fundador Allan Yokohama, a banda traz músicos importantes de diversas bandas que marcaram época no cenário independente se revezando em formações diferentes, gerando uma canção e uma sessão de fotos totalmente inédita por mês.

Em janeiro o projeto estreou com "Asfalto", que reunia alguns ex-integrantes da banda Narciso Nada pela primeira vez em anos. Para fevereiro o Yokohama Café contou com Diogo Soares, da banda acreana Los Porongas, para criar “Inventar o Agora”. O primeiro clipe da banda veio com uma animação da faixa “Preciso”, lançada em março.

 

Joelma: ‘Fui treinada para ser soldado e não me entregar às dificuldades da vida’

 

“Não teve amor, nunca foi amor/ Quando é de verdade nunca vai acabar/Quem te merece nunca te faz chorar/Tem coisas na vida que a gente não perde, a gente se livra“, canta Joelma em Não Teve Amor, uma das músicas do primeiro álbum de sua carreira solo, que leva seu nome e acaba de chegar às lojas e plataformas digitais. Em papo com o Virgula, a paraense nos contou como está sendo essa fase de ‘recomeço’.

“Na Calypso a gente cantava sobre dor de cotovelo e pensei: ‘Tá na hora de dar um tempo nisso. É hora de cantarmos coisas alegres. Já que é para mudar, vamos mudar positivamente”, conta Joelma sobre o rumo das novas músicas, que levam nomes de Se Vira Aí, Game Over, Ai, Coração, Tarde Demais e A Página Virou. No trabalho ela ainda canta em espanhol em Te quiero e Pa’lante, e seus filhos Natália, Yago e Yasmin, participam de O Amor de Deus.
Após tempos difíceis com o término de seu casamento e a saída de sua antiga banda, Joelma revela onde foi buscar força para se reerguer: “Eu fui treinada para ser soldado. Fui criada praticamente na rua e desde criança foi pesado. Então é isso, fui treinada para não me entregar diante das dificuldades da vida. Cair todo mundo cai, mas o que não pode é ficar no chão”.
Se depender da aprovação dos fãs, Joelma retorna poderosa, pois no show que fez em São Paulo neste último fim de semana, o público não parava de gritar ‘A Rainha voltou!’.

 

 

Fonte: Virgula Música

Morre Cauby Peixoto, o “professor da MPB”

O cantor Cauby Peixoto faleceu na noite deste domingo (15), aos 85 anos, segundo informações da página de seu fã-clube oficial. Ele foi internado desde o dia 9 por complicações em uma pneumonia, no Hospital Sancta Maggiore, em Sao Paulo. O corpo do cantor será velado na manhã desta segunda, também na capital paulista.

 

 Sem sombra de dúvidas, a música brasileira perde um de seus nomes mais importantes. Cauby foi um cantor tão marcado por sua autenticidade que era conhecido até pelas gerações mais novas.

Sua maneira de vestir e de se postar no palco, sempre muito elegante (mesmo quando estava mais debilitado), é uma de suas marcas registradas. A mudança em seu estilo aconteceu ainda no início de sua carreira, na década de 50, quando Cauby era calouro da Rádio Nacional. Di Veras, seu empresário na época deixou claro que, por ser de origem pobre, Cauby deveria investir em roupas elegantes para se destacar entre os outros cantores de mesmo estilo, que sempre andavam impecáveis. Resultado: Cauby levou o conselho tão a sério que se destacou entre seus “concorentes” – tanto que fez um grande sucesso, inclusive internacional e no ano de 1954 foi eleito por uma revista dos EUA o homem mais bonito do mundo.

 

 

No ano seguinte, foi eleito o melhor cantor do ano pelo colunista Silvio Túlio Cardoso, do Globo. O seu estilo musical o categorizaria como um “último romântico”, com letras de amor e canções que iam do samba-canção ao bolero. Ficou conhecido pela classe artística como “Professor” e chegou até a lançar um compacto intitulado “Cauby – o professor da MPB”.

Outro fato curioso é que Cauby foi o grande responsável por gravar a primeira música de rock’n'roll no Brasil. É isso mesmo: o cantor gravou a música “Rock’n'roll em Copacabana” em 1957, que é considerada o primeiro tema Rock gravado por um brasileiro e cantando em português.

 

 

Ao longo de uma carreira de mais de seis décadas, Cauby colecionou grandes sucessos, como: “Bastidores“, “Serenata” e “Ninguém é De Ninguém“. Sua extensa discografia conta com mais de 40 registros, entre compactos, best ofs e álbuns ao vivo.

Recentemente, o cinebiografia “Cauby – Começaria tudo outra vez” deu ainda mais notoriedade ao músico entre os mais jovens, fazendo com que sua história fosse conhecida além dos clássicos sucessos eternizados em sua voz, como “Conceição“.

 

Fonte: Cifra Club News