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Música do Brasil

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Falamansa e Pensador lançam clipe para ajudar vítimas da Samarco

 

A banda Falamansa e o cantor Gabriel O Pensador uniram forças e talentos em nome da solidariedade. Em parceria com o instituto Últimos Refugios e o Instituto O Canal, esta conexão forró + rap lançou um clipe sobre o maior desastre ecológico que e devastou o rio Doce, desde Mariana, passando por Bento Rodrigues, Paracatu de Baixo, Camargos, até chegar a Vila de Regência, no Espírito Santo.

Intitulada “Cacimba de Mágoa”, a música que deu origem ao vídeo foi escrita por Tato, vocal do Falamansa, e Gabriel.

Com direção da alemã Ilka Westermeyer, o videoclipe mostra imagens aéreas da devastação provocada pelo rompimento da barragem da Samarco. O clipe também conta com a presença de várias personalidades.

De acordo com descrição do vídeo, “cada visualização deste clipe se transforma em uma doação para um fundo de assistência as famílias ribeirinhas com a finalidade de promover obras sociais comunitárias”. Dê o play e faça sua parte, amigo leitor!

 

 

Fonte: Cifra Club News

“É reencontro com nossas origens”, diz Paralamas sobre show em trio

 

Uma das bandas mais importantes e influentes da história da música brasileira, os Paralamas do Sucesso já experimentaram diferentes fases. Com uma série de três shows em São Paulo (...), eles irão experimentar a sensação de voltar a ser apenas os três no palco.

Apesar de terem tocado em eventos restritos nesta formação e sempre terem um momento durante as apresentações em que apenas Herbert Vianna, Bi Ribeiro e João Barone ficam no palco, a banda não se apresenta oficialmente no formato original desde 1986.

Nós conversamos com João Barone e ele falou sobre as motivações do show, que promete ser histórico, e ter hits como Fui EuUm Amor, Um Lugar e Viernes 3 Am. O baterista comentou ainda sobre a cena musical atual, o que os motiva a seguir na estrada, entre outros assuntos.

 

 

Desde 86 vocês não tocam em trio, por que quiseram voltar às raízes?
João Barone - Tivemos alguns shows em eventos restritos onde tocamos em trio, nosso show normalmente tem uma parte onde tocamos só nós três, mas fazer um show nessa formação era uma vontade antiga, uma curtição, um reencontro com nossas origens e achamos que dá para dividir isso com uma plateia maior.

O que está acontecendo de mais novo na música hoje?
Barone - Muita gente querendo soar como as bandas de antigamente… fora isso, o rap assumiu a dianteira na crítica à sociedade atual, faz tempo até, não?

Que bandas da atualidade mais gostam e indicam?
Barone - Vespas Mandarinas, Marcelo Jeneci, Pitty e Nação Zumbi, sempre atual!

Qual consideram a missão musical do Paralamas, o que motiva vocês a seguir na estrada?
Barone - Na verdade, nossa missão é entre nós mesmos, continuamos gostando muito do que a gente faz e queremos seguir assim, manter essa espontaneidade. Se tiver gente compartilhando isso, melhor.

Que dica dariam para uma banda iniciante?
Barone - Sejam vocês mesmos, achem seu barato. Aí, pode dar certo.

O que ficou melhor e pior no cenário da música nestes 30 anos que vocês têm de estrada? Se uma banda com o mesmo potencial dos Paralamas surgisse hoje, qual seria a chance de que ela se tornasse um sucesso?
Barone - Nessas horas é bom lembrar de Gil e suas filosofias quânticas aplicadas ao dia a dia: nada é nada, tudo é tudo nessa conspiração universal… Estamos vivendo dias incríveis de reinvenções, redescobertas, estamos desenhando um novo mapa de como entregar a música ao seu público sequioso e receber uma contrapartida justa por esse trabalho. Dificuldades sempre existiram e existirão, o desafio constante que serva para criar e superar as adversidades, com vontade, talento, obstinação e originalidade. O resto é imponderável.

 

Fonte: UOL Música