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Música do Brasil

Música do Brasil

As melhores músicas do Carnaval de Salvador: 2009

2009

 

Em 2009 a música vencedora do Carnaval de Salvador foi "Cadê Dalila" de Ivete Sangalo.

A Ivete Sangalo quase dispensa apresentações .... Começou a sua carreira na Banda Eva, fazendo grande sucesso, que chegou nesses anos a Portugal, implacando grandes músicas como "Carro Velho", Arerê", "Levada Louca", entre outras. Após o Carnaval de 1999, iniciou a sua carreira a solo. De lá pra cá, já lançou 11 CD's a solo e sete DVD's. Com outros músicos gravou mais três albuns. Em tudo em que toca é sucesso, desde os programas de televisão ao cinema, passando pela publicidade, as quais as marcas aproveitam, e muito bem, a imagem de Ivete Sangalo, para se promover. Em Portugal tocou pela primeira vez no Rock in Rio Lisboa em 2004, e partir daí o sucesso por cá aumentou ainda mais, dando origem a algumas turnés por todo o país.

 

Site Oficial: www.ivetesangalo.com.br

 

 

Cadê Dalila

 

Vai buscar Dalila... vai buscar Dalila ligeiro
Vai buscar Dalila... vai buscar Dalila ligeiro
Ligeiro, ligeiro, ligeiro....

Hem hem hem hem oooooo
Hem hem hem hem oooooo

Eu vi (vai levando)
Esse povo é vip (vai levando)
Ninguém é triste (vai levando)
O futuro existe (vai levando)
Eu vi (vai levando)
O trio não para, Dodô (vai levando)
Batuqueiro não para, Dodô (vai levando)
O amor não para

Hem hem hem hem oooooo, eu vou
Hem hem hem hem oooooo, eu voôôou
Hem hem hem hem oooooo, eu vou
Hem hem hem hem oooooo

Mas eu vi (vai levando)
Ta tudo preparado (vai levando)
Pra chegar lá em cima (vai levando)
Quem quiser vem comigo (vai levando)
Eu vi (vai levando)
Motorista não para (vai levando)
Operário não para (vai levando)
A cidade não para

Hem hem hem hem oooooo, eu vou
Hem hem hem hem oooooo, eu voôôou
Hem hem hem hem oooooo, eu vou
Hem hem hem hem oooooo

Lá vai, lá vai, lá vai,
Lá vai o trio e o povo
Levanta coração, sujeito carinhoso (2x)

Vai buscar Dalila... vai buscar Dalila ligeiro
Vai buscar Dalila... vai buscar Dalila ligeiro

Hem hem hem hem oooooo, eu vou
Hem hem hem hem oooooo, eu disse eu voôôou
Hem hem hem hem oooooo, eu vou
Hem hem hem hem oooooo

Cadê Dalila?

Vai buscar Dalila... vai buscar Dalila ligeiro
Vai buscar Dalila... vai buscar Dalila ligeiro

 

Caio Nunez

 

Dono de uma voz doce, levemente rouca e cheia de verdade nas suas emoções, Caio Nunez surge como um dos cantores e compositores mais criativos de sua geração. Misturando MPB setentista com ritmos afro e pitadas de sons latino americanos, Caio surpreende em “Akinauê”, seu EP de estreia.

“Esse nome surgiu como uma onomatopeia espontânea quando eu estava compondo uma das músicas do EP chamada “Floreia”. Me lembro que me senti tão livre quando compus o arranjo que essa ‘palavra’ me veio no meio do processo. Poderia ter sido um ‘lá, lá, lá’”, explica o cantor. “Eu já tinha pensando num conceito de liberdade para fazer o EP, musicalmente falando. Aí na hora de batiza-lo, ‘Akinauê’ me veio de primeira como o maior sinônimo de liberdade que eu já havia sentido”.

Influenciado pelo pai músico, ele começou a tocar muito jovem. Sempre com música por perto, dos discos de Rock dos anos 80 dos pais até as cantigas de ciranda cantaroladas pela vó, Caio foi influenciado por diversas correntes artísticas e musicais. Hoje ele lista como suas maiores influências o trabalho de Gilberto Gil, Novos Baianos e Alceu Valença.

O papel desses artistas na vida de Caio é sentido desde o primeiro segundo do EP que foi produzido pelo cantor junto de Thiago Miguel, e que contou com mixagem e masterização de Fred Tafuri.

Nas canções, o papel da cidade opressora da música recente carioca some perante a grandiosidade, quase espiritual da natureza. Caio canta o Sol, as flores e folhas como se elas fossem parte de um amor.

“O maior ímpeto foi a necessidade de colocar para fora tudo que eu absorvi durante a vida”, ele conta. “Sempre tive vergonha de mostrar minhas músicas para as pessoas, principalmente por serem uma tradução muito pessoal de como eu observo o mundo.
Mas então, depois de participar de um festival percebi que o sentido disso tudo era justamente jogar essas canções no mundo para que esse meu ofício de compositor continuasse em movimento”.

E elas estão livres. Correndo por aí, como palavras que surgem em “Akinauê”.

 

 

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