Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Música do Brasil

Música do Brasil

«Multishow Ao Vivo», Caetano e Maria Gadú

Caetano e Maria Gadú combinaram um date em palco que só poderia resultar num casamento feliz.

 

Caetano Veloso vê em Maria Gadú talentos vários: queda para a música e peitos grandes. Do outro lado, a cantora responde positivamente àquele que podia ser seu avô. O mestre é um dos autores incluídos na banda sonora da sua vida. Junta-se a fome à vontade de comer e sai «Multishow Ao Vivo».

Por questões de antiguidade, o repertório balança para o lado de Caetano que opta por passar um testemunho em vez de um tom paternalisma. Como noutros casamentos bem sucedidos - com Maria Bethânia, Chico Buarque ou mesmo Roberto Carlos - a partilha nunca é posta em causa.

A assimetria de idades entre o veterano Caetano e a recém crescida Maria Gadú é vencida pelo conhecimento da cantora de um repertório que tanto evoca «Menino do Rio» como passa por «Sozinho» e «Sampa». Caetano esse bebe o elixir da eterna juventude, oferecendo espaço a Gadú para poder brilhar.

Estamos a falar de um álbum ao vivo sem grandes compromissos artísticos gravado em nome da troca de emoções com o grande público. A história da música brasileira sempre se fez destes diálogos geracionais, políticos e de outras índoles. Que Caetano e Maria Gadú se cruzem, é sinal de mobilidade. E bom para ambos.

 

Caetano e Maria Gadú
«Multishow Ao Vivo»
Mercury/Universal

 

Fonte: Disco Digital

Parangolé lança CD e DVD, "Todo Mundo Gosta"

O Parangolé está lançando seu mais novo trabalho, o CD e DVD “Todo Mundo Gosta”, pela Universal Music. O grupo de pagode já tem na bagagem cinco discos e um DVD. “Todo Mundo Gosta” foi gravado para um público de mais de 50 mil pessoas em abril deste ano no parque aquático Wet’ n’ Wild, em Salvador (BA).

O Parangolé já tem mais de 14 anos de carreira, e o vocalista Léo Santana está há três anos no grupo. Além de Léo, o grupo é formado por Ricardo Silveira (tecladista), André Merenda (guitarrista), Victor Leony (baixista) e Fabrício Lima (baterista).

No DVD, o Rodriguinho canta junto com Leo o atual hit do Parangolé, “Leite Condensado”. Ainda no DVD, há outros sucessos do grupo, como “Rebolation”, “Todinha”, “Balacobaco”, “Favela” e “Tchubirabirom”.

O nome do disco vem de uma musica do grupo, e para Leo Santana o DVD não poderia ter outro nome. “Escolhemos tudo com muito carinho, planejamos e desenvolvemos toda a história desse DVD para ter brilho e glamour sem perder a essência da banda Parangolé, sem perder a linguagem do povo. Cada segundo desse DVD vai fazer com que todos sintam orgulho da Bahia e do Pagode e conheçam nosso movimento e profissionalismo”, disse o cantor.

 

Fonte: Território da Música

Na TV, Bruno e Marrone anunciam separação temporária da dupla

 

Depois de 25 anos de carreira, Bruno e Marrone anunciaram no último domingo (18) a separação temporária da dupla. O comunicado foi feito durante o programa de TV "Domingão do Faustão", da Rede Globo.

A decisão da pausa partiu de Marrone, que está em tratamento psicológico. O cantor sofreu um grave acidente de helicóptero em maio deste ano, e desde então não conseguiu mais entrar em aviões. "Após o acidente eu tive que dar um tempo, mas a agenda estava bastante lotada", contou.

Desde agosto, Bruno tem cumprido a agenda da dupla sozinho. O cantor irá continuar a fazer shows sem o companheiro, até a sua recuperação completa. "A dupla não acaba, só Deus separa", afirmou.

"Bruno e Marrone estão unidos pelo mesmo ideal que os uniu há 25 anos: o amor pela música, além do respeito mútuo entre eles construído pelos anos de convivência. E assim ficarão por muito tempo", garantiu a assessoria da dupla em comunicado oficial.

 

Fonte: Cifra Club

Álbum de Caetano Veloso e Maria Gadú sai dia 26

«Multishow ao Vivo Caetano e Maria Gadú», de Caetano Veloso e Maria Gadú, é editado dia 26 em disco e DVD.

Deste registo fazem parte músicas como «Vai Levando», «Rapte-me Camaleoa», «Beleza Pura», »Dona Cila», «Shimabalaiê», «Nosso Estranho Amor», «O Quereres» e «Leãozinho». Caetano e Maria Gadú têm duas actuações previstas para Portugal: no dia 3 de Novembro sobem ao palco do Pavilhão Atlântico, em Lisboa, e no dia 5 de Novembro é a vez do Pavilhão Rosa Mota, no Porto, os receber.

Para Lisboa, o preço dos bilhetes varia entre os 30 e os 60 euros. No Porto, os valores começam nos 25 e acabam igualmente nos 60.

 

Fonte: Disco Digital

Para Roberta Miranda é muito mais fácil mulher fazer sucesso no mercado sertanejo hoje em dia

 

Se hoje em dia Paula Fernandes, Amannda e Talita Real despontam no mercado sertanejo, boa parte dessa caminhada começou há 25 anos quando Roberta Miranda enfrentou o desafio de buscar um espaço comandado pelos homens.

A cantora diz que foi muito difícil dividir espaço no mercado dominado por cantores e acredita que hoje a vida das possíveis novas divas da música sertaneja é mais fácil.

- Mas eu consegui. Hoje em dia está tudo mais fácil. A própria internet estreia o caminho.

Roberta Miranda é inspiração para as mulheres que buscam um lugar ao sol na música sertaneja, como Paula Fernandes, que, além de bater a marca de 1 milhão de discos vendidos no Brasil, tem o álbum mais comercializado em Portugal. A musa do sertanejo atual sempre a cita como sua grande ídolo.

- É uma responsabilidade imensa servir de inspiração. Fico feliz de alguém se espelhar em mim. Ainda mais alguém como a Paulinha. Ela compõe e canta lindamente. Desejo que ela faça muito mais sucesso do que hoje. Sei muito bem o que é sonhar e realizar.

Com o sucesso das mulheres no meio sertanejo, ela se sente honrada por ter conseguido fazer de sua história um marco na música brasileira e ter até hoje o título de Rainha do Sertanejo.

- Alguém tinha de limpar a poeira, abrir a estrada. Já limpei e hoje está aberta, livre para bons profissionais.

 

cantoras
Paula Fernandes, Amannda e Talita Real: novas cantoras do sertanejo

Segundo Roberta, a sua carreira tão valorizada só foi conquistada porque a cantora lutou contra o preconceito.

- Senti muito preconceito por ser a única mulher no sertanejo a fazer sucesso. Mas como contra talento não há argumento, provei na prática o meu potencial e aqueles que me disseram não ticeram de se calar.

Com 25 anos na estrada Roberta se dá o luxo a lançar um álbum sem se preocupar com vendagem ou obrigação de ter sucesso em rádios.

- Minha única preocupação é passar emoção, verdade e alegria.

Atualmente, a cantora está trabalhando o álbum Sorrir Faz a Vida Valer, que traz composições de Victor Chaves [da dupla com Leo],  além de parcerias com MV Bill e Erasmo Carlos. Recentemente também chegou às lojas um CD com sucessos da rainha em bolero. Roberta Miranda Boleros [Som Livre] tem canções como Sol da Minha Vida, Eu te Amo, te Amo, te Amo e versão ao vivo de Vá com Deus.

Para comemorar os 25 anos de música sertaneja, Roberta espera gravar um DVD.

- A data não poderia passar em branco e terá um DVD em comemoração, sim. Mas dependo da Lei Rouanet [lei de incentivo à cultura].

Abaixo, confira a performance das novas cantoras da música sertaneja.

 

Paula Fernandes

 

Talita Real

 

 

Amannda

 

 

Fonte: R7

Padre Marcelo Rossi lança CD com a participação de Belo

 

Foi ao som de Eric Clapton e U2 - alguns de seus artistas preferidos -, que o Padre Marcelo Rossi começou, ainda que de forma indesejada, o processo de criação de Ágape, o livro, e Ágape Musical (Sony Music), CD que vendeu 430 mil cópias em uma semana. Explico: ele praticava sua corrida diária "Foram dois meses na cadeira de rodas. Chorei bastante, e comecei a buscar a fonte da minha vocação, o amor do mundo, que é o Ágape", explica.

O livro vendeu 6 milhões de cópias em um ano, está traduzido para o espanhol e ajudou a financiar o grande sonho: o Santuário Mãe de Deus, obra para 100 mil pessoas que será inaugurada no dia 1º de dezembro. "Será o cartão-postal de São Paulo", diz Padre Marcelo.

O disco - que ganhará em breve a versão karaokê - é todo de canções religiosas que nos últimos tempos falaram ao coração do padre, e tem a participação do cantor Belo na faixa Força e Vitória. "Fui criticado, mas disse: 'Ele vai cantar com o coração'. Todos têm o direito de errar e ter nova chance. O Belo chorou no clipe", conta o padre, que agora vai participar da gravação do DVD do cantor.

Após visitar 41 cidades para autografar, atendendo multidões das 11h às 22h, o padre levou cerca de 30 mil pessoas, semana passada, à Bienal do Livro, no Rio. "Você viu aquilo? E não teve bagunça. São fiéis, não fãs", afirmou, destacando diferença em relação ao Padre Fábio de Melo, a quem critica por não usar batina: "Não tenho vergonha de dizer que sou padre, e usar a roupa evita o assédio feminino". Sobre a venda astronômica de CDs, uma teoria: "A indústria aposta na religião porque ninguém compra pirata. É um crime, portanto, pecado".

 

Fonte: Terra Música

"É um divisor de águas", diz Luciana Mello sobre novo álbum

 

Quatro anos depois de lançar seu último trabalho, Luciana Mello apresenta 6º Solo, disco mais maduro e brasileiro, considerado um marco em sua carreira. "Ter minha filha (Nina, de 2 anos) foi um divisor de água, a maternidade foi tudo de bom, mudou minha vida completamente. Eu amadureci e isso reflete no trabalho", explicou a cantora, que garantiu que a filha serviu como a maior inspiração não só para o disco, mas para tudo na vida.

Para Luciana, a preparação para esse novo álbum vem da vida, da necessidade de quando se vive uma nova fase, para "expressar isso de outra forma", disse. "Quero fazer um disco que fale mais de mim naquele momento. Simplesmente vai acontecendo".

Com um repertório que passa por Djavan, Gonzaguinha, Arnaldo Antunes e Chico César, 6º Solo teve sua fase mais complicada justamente na escolha das músicas. "É sempre o mais difícil", revelou ela. "Você começa a cantar coisas novas nos shows, a escutar outras... Fui garimpando músicas e ouvindo conselhos de amigos", como do DJ Zé Pedro, que mostrou a Luciana uma canção de Gonzinha que a fez lembrar de sua infância.

Artista independente, Luciana comemora não sofrer com a pressão do mercado e das gravadoras, que muitas vezes exigem a produção de um disco a cada um ano, ou dois. "Um ano é muito pouco. Você não consegue trabalhar o CD direito, nem tem como curtir o trabalho. Não funciono assim, com essa cobrança", desabafou ao explicar porque levou quatro anos entre o último lançamento e o atual.

"Nunca parei de fazer shows, às vezes acaba não dando tempo ou não vem inspiração. Depois do resultado de 6º Solo vejo que ainda bem que não consegui fazê-lo antes. Amadureci ideias, tive minha filha, novo produtor, outros músicos...", explicou.

Acostumada a fazer shows fora do Brasil, Luciana Mello espera trabalhar o novo projeto no exterior, para "a música rodar o mundo, onde as pessoas não te conhecem e não falam sua lingua. É legal mostrar o que é feito hoje em dia, porque lá fora eles são muito presos ao passado do Brasil e a gente só exporta coisas da década de 50 e 60. Tem tanta coisa boa atualmente!", reclamou ela.

Comemorando a boa fase tanto na vida pessoal, quanto na profissional, Luciana Mello finalizou a entrevista com uma mensagem: "espero que eu passe essa minha felicidade para todos que escutem o meu trabalho".

 

Fonte: Terra Música

Paula Fernandes é Disco de Ouro

 
Bastaram 2 meses para que o fenómeno Paula Fernandes fizesse furor em Portugal, depois de massificar no Brasil. O registo disco «Ao Vivo» atingiu já a marca de Disco de Ouro em Portugal.

«Tocando em Frente» apresentou Paula Fernandes aos portugueses. A música consta da banda-sonora da telenovela «Araguaia», que é emitida todas as noites na SIC. A canção interpretada em parceria com Leonardo foi sendo referenciada como a música mais importante da telenovela.

«Ao Vivo» apresenta essa mesma canção em conjunto com temas que estão a fazer furor na carreira de Paula Fernandes, artista que já ultrapassou o milhão de discos vendidos no Brasil. Temas como «Pássaro de Fogo», «Jeito de Mato», «Quando a Chuva Passar», «Não Precisa», entre outros, são já reconhecidos pelo grande público.

 

Fonte: Universal Music

Lirinha lança primeiro trabalho solo pós Cordel do Fogo Encantado

enviar por e-mail

*
campos são obrigatórios
corrigir
* campos obrigatórios

 

Ele é o nosso Devendra, o nosso Alex Ebert (de Edward Sharpe and the Magnetic Zeros). Trata-se de José Paes de Lira, o Lirinha, duelista pernambucano que passou 13 anos atiçando as brasas da MPB indie nacional com sua finada banda Cordel do Fogo Encantado. Um ano depois de fechar a lojinha do Cordel, Lirinha voltou à baila dando vazão na internet ao disco "Lira", um coquetel de lírica & pedais que segue disponível inteirinho no site do cantor e compositor. De vez em quando a música brasileira gesta um disco assim, com esse grau de delírio e modernidade.

Um ano e meio após o fim da banda Cordel do Fogo Encantado (que chegou a São Paulo no rastro do movimento mangue beat e fez história na música brasileira), Lirinha lança-se numa marcante aventura nas águas da baixa tecnologia e das linguagens sintéticas. "Eu sou feito de distorção e mau contato", canta o artista, na faixa "Eletrônica Viva", abraçando os privilégios da precariedade.
Os shows de lançamento do disco em São Paulo serão nos dias 27 e 28 de outubro, no teatro do Sesc Vila Mariana, às 21h.

"Lira" traz uma participação marcante: o músico Lula Côrtes, que morreu em março, fez sua última arte no disco de Lirinha, na faixa "Adebayor", tocando seu tricórdio (cítara marroquina). Lula Côrtes gravou nos anos 1970, com Zé Ramalho, o disco "Paêbiru" (1975), considerado o mais raro vinil do País e um dos mais disputados do mundo, custando até R$ 4 mil (isso se deu porque um incêndio na fábrica destruiu quase a totalidade das cópias, e Zé Ramalho nunca quis reeditá-lo).

Lirinha começou a carreira aos 12 anos, declamando em Arcoverde, a quase 300 quilômetros da capital. Foi ali que, uma vez, Maurício Kubrusly baixou com sua caravana fantástica de descoberta do Brasil profundo e pôs o som do Cordel Encantado em horário nobre na Globo. Em 2001, sua banda chegou ao extinto Free Jazz Festival, a mais importante mostra de música àquela altura.

O grupo surgiu em 1997, quando Lirinha idealizou e montou o espetáculo cênico musical Cordel do Fogo Encantado, que se tornou seu tour de force artístico dali em diante. "No começo, a ideia era só fazer uma base percussiva para a contação de poesias", disse. Gravaram três discos: "Cordel do Fogo Encantado" (2000), "O Palhaço do Circo Sem Futuro" (2002) e "Transfiguração" (2006). Em outubro de 2005, lançou o DVD "MTV Apresenta: Cordel do Fogo Encantado". A repercussão do trabalho os levou a turnês internacionais, mas no ano passado Lirinha resolveu partir para uma nova aventura.

 

Fonte: IG Música

Djavan sobre maconha: "É muito bom. Fumo eventualmente"

 

Os grandes figurões da MPB, acostumados a falar com a imprensa há décadas, em geral tentam restringir suas declarações aos produtos que estão lançando. Não é o caso de Djavan, que coloca no mercado neste mês o CD e DVD ao vivo do elogiado álbum “Ária”, com o qual rodou o País durante um ano.

Em conversa com o iG, em um restaurante ao lado do Pão de Açúcar, cartão postal do Rio, o cantor e compositor não fugiu dos assuntos propostos pela reportagem e expôs seu modo de pensar sem o patrulhamento politicamente correto que, muitas vezes, esconde o verdadeiro olhar do artista.
Sobre o uso da maconha, declarou: “É muito bom. Fumo eventualmente, não tenho o hábito de comprar e fumar sempre”, soltando uma gargalhada em seguida.

Aos 62 anos, Djavan também negou boatos, surgidos nas redes sociais, de que esteja com Mal de Parkinson. Esticou as mãos para o repórter: “Treme alguma coisa aqui?”.

 

 

iG: Lançar um DVD após um CD bem-sucedido se tornou praticamente obrigatório, não?
DJAVAN
: Não acho que seja, sinceramente. A não ser que seja algo legal para se registrar. O DVD, hoje, com o advento do celular com câmeras, perdeu um pouco sua função. Faça um show agora e em instantes já está na internet, mesmo que a qualidade seja qualquer nota. O DVD se tornou um documento histórico, porque comercialmente não é mais tão atrativo, assim como o próprio CD.

 

iG: Por que gravou o show em Belo Horizonte?
DJAVAN: O Palácio das Artes, na capital mineira, tem uma acústica favorável, além de o povo ser musical. Era para ser em um local pouco usual. É difícil achar um lugar assim no Rio ou em São Paulo. O Rio perdeu muito com o fim do Canecão.

 

iG: Vai fazer shows para divulgar o DVD?
DJAVAN:
Não, agora vou começar a produzir o disco da Martn’alia e, em novembro, entro em estúdio para começar a fazer meu CD de inéditas. Desde 2007 não compunha.

 

iG: Como é esta fase de criações?
DJAVAN:
Gostaria de ter um texto bacana para falar sobre isso. Todo mundo espera que se tenha um ritual. Mas inspiração é sofrimento, muito trabalho. Só componho quando preciso. Sento e faço doze canções. Com trinta anos de carreira, tenho muito mais autocrítica e preciso ter a ilusão de que não estou me repetindo.

 

iG: Isso quer dizer que é inevitável não se repetir?
DJAVAN:
Não sei se é inevitável, mas é difícil. Consigo alimentar esta ilusão de que não me repito dentro de mim (risos). A pressão é um instrumento maravilhoso para tudo. A composição é isso, procurar o que você não perdeu, tirar leite da pedra. É preciso que você tenha um clima, uma introspecção, sem telefone, envolvido só com aquilo, tendo que cumprir um prazo.

 

 

 

iG: Bebe para se inspirar?
DJAVAN:
Não bebo para compor nem para nada. Tomo no máximo um vinho no jantar.

 

iG: Aliás, você já foi pego na fiscalização da Lei Seca...
DJAVAN:
Perdi a carteira duas vezes por ter tomado apenas uma taça de vinho. Não fiz o teste do bafômetro porque a capitã, em uma das ocasiões, me alertou: “Não faz! Se bebeu uma taça, não sabe como é seu organismo. Pode acusar álcool e você vai se dar mal”. Me colocou um medo enorme e não fiz. Perdi a carteira. O carro foi apreendido porque estava sem vistoria do Detran.

 

iG: Você é contra este rigor na fiscalização?
DJAVAN:
Não sou contra. Mas, por exemplo, adoro vinho. Com a Lei Seca, agora saio para jantar e só bebo água. É chato. Por outro lado, você paga por estas pessoas que enchem a cara e saem com carro. Gostaria que não colocassem todos no mesmo saco. Mas este evento tem que existir, é preciso inibir nego que dirige embriagado.

 

iG: O fato de ser famoso o ajuda, em certos momentos, a sair de enrascadas como esta?
DJAVAN
: Ao contrário. Isso é pior, porque querem pegar famoso para servir de exemplo. Houve uma época que guarda me parava no trânsito para pedir autógrafo. Situação assim já não existe mais. Não quero privilégios. Nascer com voz já é um privilégio. Não entrar em fila? Detesto que
cedam a vez para mim. Acontece muito isso. As pessoas querem ser gentis. Mas não precisa tanto.

 

iG: Há boatos nas redes sociais de que você teria Mal de Parkinson. Você está doente?
DJAVAN
: Com o quê? Parkinson (ele estica os braços para frente)? Treme alguma coisa aqui?

 

iG: Você não está tremendo. Mas já sabia desse rumor?
DJAVAN:
Ouvi sim. Também ouvi que a música “Flor de Lis” era dedicada a uma esposa que eu tive e morreu no parto. Olha que imaginação trágica que as pessoas têm! Tem nego que vive disso, de plantar coisas na internet, inventar o que quiser. Se é verdade ou não, é o menos importante. Há boatos de todo tipo. Há solicitações até de casamento. Ajuda financeira, mãe com câncer, casa que caiu... As pessoas apelam para o que pode. É do ser humano!

 

iG: Como está de saúde?
DJAVAN:
Minha saúde está ótima. Este tipo de comentário não me assusta. Minha vida é melhor hoje. Perdi a ansiedade comum aos jovens. Vislumbro melhor as soluções que devo tomar. Tenho três filhos do primeiro casamento e dois do segundo: Sofia, de 9, Inácio, de 4. Faço coisas que antes não conseguia. Vou a festinhas de colégio, que é um saco, reunião de pais. Faz parte do papel de pai.

 

 

 

iG: Este ano é marcado pelas passeatas favoráveis à maconha, incluindo um filme que reacendeu o debate. Você é a favor da legalização da maconha?
DJAVAN:
Não adianta buscar parâmetros na Holanda, em outros países. Cada nação tem sua realidade. Não basta mudar uma nova legislação, mas é questão de educação. Comprar maconha e fumar em qualquer lugar é questão de liberdade. Seria bom que acontecesse, mas é preciso que haja restruturação em toda a sociedade.

 

iG: Você fuma, gosta de maconha?
DJAVAN:
Total (dá uma gargalhada)! É muito bom. Nunca tive envolvimento com drogas, nunca cheirei cocaína. Mas, agora, a maconha sim, já fumei várias vezes. Fumo eventualmente. Mas não tenho o hábito de comprar e fumar sempre.

 

iG: O que pensa sobre a associação da maconha com a violência urbana?
DJAVAN: A violência que decorre da maconha não é pelo consumo, mas pela venda. O poder que o tráfico tem vem da venda, é este poder que gera a violência. O consumo também tem que ter responsabilidades. A sociedade precisa estar respaldada com leis condizentes com a liberdade proposta por esta ideia de legalidade.

 

iG: Não estamos então preparados para a legalização nos moldes atuais?
DJAVAN:
Antes da legalização, tem que fortalecer a educação, tem que mudar as leis, para que a sociedade esteja preparada para isso. Não saberia te dizer se basta liberar, se isso resolve a violência.

 

iG: A seu ver, quando a droga deixou de ter a conotação poética dos anos 70 e passou a ser problema médico?
DJAVAN:
Quando a droga, no caso especifico da maconha, passou a representar um poder inominável, a coisa começou a mudar. Antes era mais romântica. Maconha sempre foi vendida e despertou algum lucro. Mas surgiram os cartéis, criaram uma indústria superequipada, afeita a produzir e lucrar cada vez mais. Hoje é uma estrutura industrial, como outra qualquer. Aí a coisa tomou o rumo da violência e confusão em todas as sociedades do mundo.

 

iG: Já experimentou outras drogas?
DJAVAN:
Não, nada. Só álcool. Como te falei, vinho é o que bebo. Nem cerveja, detesto. Não tomo refrigerante, uísque, nada.

 

iG: Você já deve ter ouvido falar que não aparenta ter 62 anos. Qual seria o segredo da longevidade não aparente?
DJAVAN:
Tem quem passe por uma flor linda e nem olhe... Eu me mantenho próximo da vida saudável, ligado à natureza. Convivo com água pura, bichos, o verde. Tenho uma casa em Araras (região serrana do Rio). Não como carne vermelha há treze anos. Evito frango, não bebo café.... Só como orgânicos. Tenho um orquidário com mais de 60 espécies, um jardim com trinta mil metros quadrados só com flores. Desperdiço o mínimo de água possível, não desmato. Isso tudo é um prazer.

 

Fonte: IG Música

Paula Fernandes e Pato Fu são indicados ao Grammy Latino 2011

 

Paula Fernandes, Carlinhos Brown e a banda Pato Fu estão entre os indicados ao Grammy Latino 2011, que divulgou nesta quarta-feira (14) seus indicados. Os três concorrem nas categorias gerais do maior prêmio internacional de música latina, e não apenas naquelas reservadas à música brasileira.

Paula Fernandes concorre na categoria artista revelação, Carlinhos Brown está na disputa aos prêmios de melhor álbum de cantor e compositor e de melhor engenharia de gravação pelo álbum "Diminuto" e o Pato Fu concorre com "Música de Brinquedo" à estatueta de melhor álbum infantil latino.

Nas categorias especiais de música brasileira, Djavan, Milton Nascimento, Mônica Salmaso e Caetano Veloso e Maria Gadú disputam o Grammy de melhor álbum de MPB com a cantora sul-coreana Yeahwon, que gravou um disco dedicado à música do país. Ivete Sangalo, Skank, Ná Ozzetti, Adriana Calcanhoto e Eliane Elias concorrem ao prêmio de melhor canção brasileira.

Caetano também entre os indicados a melhor álbum de rock com "Zii e Zie - ao vivo", ao lado de Pitty, Fresno, Mutantes e Plebe Rude.

A dupla de hip hop portorriquenha Calle 13 é a campeã de indicações do Grammy Latino 2011, com 10, seguida do produtor e engenheiro de som argentino Rafa Arcaute, com seis, e do cantor venezuelano Franco De Vita, com cinco. Shakira recebeu três indicações, assim como a banda mexicana Maná e o cantor Ricky Martin.

Com letras atrevidas e conteúdo político dominante, o Calle 13 ajudou a popularizar o "reggaetón" junto ao grande público e concorre a prêmios nas categorias mais disputadas do Grammy, como melhor gravação, melhor álbum e melhor canção do ano, bem como melhor canção de música urbana e melhor álbum de música alternativa, entre outras.

Os ganhadores da 12ª edição do Grammy Latino serão conhecidos em 10 de novembro durante cerimônia de entrega no hotel Mandalay Bay, em Las Vegas.

Veja abaixo os indicados nas principais categorias do Grammy Latino 2011:

 

Gravação do Ano
"Latinoamérica", Calle 13
"Tan solo tu", Franco De Vita, Alejandra Guzmán
"Gritar", Luis Fonsi
"Golpes del Corazón", Los Tigres del Norte com Paulina Rubio
"Lo mejor de mi vida eres tu", Ricky Martin com Natalia Jiménez

 

Álbum do ano
"Alex, Jorge y Lena", Alex, Jorge e Lena
"Entre los que quieran", Calle 13
"En primera fila", Franco De Vita
"Euphoria", Enrique Iglesias
"Sale el Sol", Shakira

 

Canção do Ano
"A dónde vamos a parar", Marco Antonio Solís
"Latinoamérica", Calle 13
"Lo Mejor de mi vida eres tu", Ricky Martin com Natalia Jiménez
"Que el Soneto nos tome por sorpresa (on the soundtrack Lope)", Jorge Drexler
"Solamente tú", Pablo Alborán

 

Artista revelação
Pablo Alborán (Espanha)
Max Capote (Uruguai/Argentina)
Paula Fernandes (Brasil)
Il Volo (Itália)
Sie7e (Porto Rico)

 

Melhor álbum cantor e compositor
"Poquita Ropa", Ricardo Arjona
"Diminuto", Carlinhos Brown
"Tener en cuenta", Alberto Cortez
"Sesiones intimas", Amaury Gutiérrez
"Días Nuevos", Gian Marco

 

Melhor álbum infantil latino
"Un Mundo De Navidad", Claraluna
"Música de Brinquedo", Pato Fu
"Sinfonia Inconclusa En 'L'a Mar", Piero
"Reír Y Cantar", Omara Portuondo
"Henry El Camioncito Verde", Jessyca Sarango
"La Casa De Playhouse Disney", Topa y Muni
"Cantando Aprendo A Hablar: Vamos A Jugar", vários artistas

 

Melhor álbum de engenharia de gravação
"Días nuevos", Gian Marco
"Diminuto", Carlinhos Brown
"Drama y Luz", Maná
"Homenaje a los rumberos", Edwin Bonilla
"Manuscrito", Claudia Brandt

 

Melhor álbum de música popular brasileira
"Ária", Djavan
"E a gente sonhando", Milton Nascimento
"Alma Lírica Brasileira", Mônica Salmaso
"Multishow ao vivo Caetano Veloso e Maria Gadú", Caetano Veloso e Maria Gadú
"Yeahwon", Yeahwon

 

Melhor canção brasileira
"Acelera aê (Noite do Bem)", Ivete Sangalo
"De repente (versão estúdio)", Skank
"Equilíbrio", Ná Ozzetti
"Mais Perfumado", Adriana Calcanhoto
"What about the heart (Bate Bate)", Eliane Elias

 

Melhor álbum pop contemporâneo brasileiro
"Arnaldo Antunes ao vivo lá em casa", Arnaldo Antunes
"Bicicletas, bolos e outras alegrias", Vanessa da Mata
"Quinze", Jota Quest
"Multishow ao vivo Paralamas Brasil afora", Os Paralamas do Sucesso
"Multishow ao vivo Ivete Sangalo no Madison Square Garden", Ivete Sangalo
"Seu Jorge e Almaz", Seu Jorge e Almaz

 

Melhor álbum de rock brasileiro
"Revanche", Fresno
"Haih or amortecedor...", Mutantes
"A trupe delirante no Circo Voador", Pitty
"Rachando Concreto ao vivo em Brasília", Plebe Rude
"Zii e Zie - ao vivo", Caetano Veloso

 

Melhor álbum de samba/pagode
"Filosofia de Vida", Martinho da Vila
"Exaltasamba 25 anos - ao vivo", Exaltasamba
"Nossa Verdade", Fundo de Quintal
"Sou eu - Ao vivo", Diego Nogueira
"Vida da minha vida", Zeca Pagodinho

 

Melhor álbum de música sertaneja
"João Bosco & Vinícius", João Bosco e Vinícius
"Paula Fernandes ao vivo", Paula Fernandes
"Alucinação", Leonardo
"Sorrir faz a vida valer", Roberta Miranda
"Ao vivo", Michel Teló

 

Melhor álbum de música cristã em língua portuguesa
"Extraordinário Amor de Deus", Aline Barros
"Em Santidade", Ministério Adoração e Vida
"Horizonte Vivo Distante", Rosa De Saron
"Uma História em Canções", vários artistas
"Quando Deus se Calou", Padre Zezinho

 

Melhor álbum de música de raízes brasileiras
"Salve São Fransisco", Geraldo Azevedo
"Fé Na Festa Ao Vivo", Gilberto Gil
"Capoeira de Besouro", Paulo César Pinheiro
"Marco Zero Ao Vivo", Elba Ramalho
"Sinfonia & Batuques", Naná Vasconcelos

 

Fonte: IG Música

Marisa Monte divulga nova música na íntegra, ouça "Ainda Bem"

 

A cantora Marisa Monte divulgou nesta quarta-feira (14) a íntegra da faixa "Ainda Bem". Essa é a primeira música do oitavo disco da cantora, ainda sem título divulgado. O novo álbum está previsto para ser lançado até o fim deste ano.

A faixa foi disponibilizada para audição no site oficial da cantora. A página é o principal meio de comunicação sobre o álbum. O site foi interamente reformulado para acompanhar cada novidade sobre o novo trabalho. Através dele, serão divulgados bastidores, músicas, letras, cifra, aplicativos, clipes e mais.

Marisa está seguindo os passos de outros artistas, como Chico Buarque, que estão utilizando a internet como ferramenta de divulgação. "Vou estar em contato direto com vocês, e através das plataformas digitais, comunicar meus movimentos conforme eles forem acontecendo. Você é fundamental nesse diálogo e este será nosso ponto de encontro", escreveu a cantora em seu site.

Ouça a música "Ainda Bem", na íntegra:

 

 

Fonte: Cifra Club

Brasileiro Erasmo Carlos edita álbum Sexo e choca com teledisco de "Kamasutra"

 

Vídeo do single escrito a meias com Arnaldo Antunes está a causar polémica por conter cenas de nudez e sexo.

Erasmo Carlos, músico brasileiro de 70 anos, está a causar polémica com o teledisco do novo single "Kamasutra", incluído no álbum Sexo , editado recentemente.

O vídeo da música escrita a meias com Arnaldo Antunes foi realizado por Cacá Diegues, conhecido realizador brasileiro, e contém imagens ousadas de nudez e sexo. Veja abaixo.

 

 

Fonte: Blitz

Fagner em Odivelas

 

 

Dia 10 de Setembro - 20h30

Pavilhão Multiusos

Odivelas

25€ (Geral) - 60€ (Área VIP) - 100€ (Tribunal Especial VIP)

+ 1 Kg alimento não perecível

Show de lançamento do DVD "Netinho e A Caixa Mágica" em Lisboa terá nova data

O show de lançamento do DVD "Netinho e A Caixa Mágica" em Lisboa, que estava programado para dia 09 de setembro, foi adiado por motivos técnicos e nova data será informada assim que confirmada.

 

 

O show de lançamento do DVD "Netinho e A Caixa Mágica" em Lisboa, que estava programado para dia 09 de setembro, foi adiado por motivos técnicos. A nova data, assim que confirmada será informada no site oficial, www.netinho.com.br e por meio das redes sociais oficiais do cantor.

A gravadora Vidisco, responsável pela distribuição do CD e DVD para as principais lojas do ramo, de Lisboa, Cabo Verde e Moçambique, informou que já
está disponibilizando a venda também pelo site oficial da gravadora, através do link  http://migre.me/5Drum

No site www.netinho.com.br encontra-se também um banner com o link direcionando os fãs de outros países para a compra através do site da Vidisco.

 

Fonte: Site Oficial Netinho

Pop, rock e sertanejo foram os grandes contemplados do prêmio Multishow

Pela primeira vez, além das 12 categorias votadas pelo público, a premiação contou com um júri especializado em cinco quesitos

As bandas Restart e NX Zero e a cantora Paula Fernandes dividiram os holofotes e a torcida do público durante a 18ª edição do Prêmio Multishow de Música Brasileira, que aconteceu na noite de terça-feira (6), no HSBC Arena, na zona oeste do Rio de Janeiro. Enquanto o Restart venceu as duas primeiras categorias apresentadas, Melhor Álbum, com “By Day”, e Melhor Clipe, com “Pra Você Lembrar”, Paula Fernandes levou as estatuetas de Melhor Cantora e Melhor Artista Sertanejo, e o NX Zero ficou com os prêmios de Melhor Música, com “Onde Estiver”, e Melhor Cantor.

Pela primeira vez, além das 12 categorias votadas pelo público, a premiação contou com um júri especializado formado por críticos musicais que votaram nos melhores do ano em cinco categorias: cantor, cantora, música, grupo e experimente.

 

O resultado democrático ao fim das apurações não conseguiu aplacar a rivalidade entre as torcidas dos fãs que se fez expressiva durante quase todo o
evento. As vaias eram constantes nas categorias em que NX Zero e Restart competiam pelo mesmo título. Nas duas vezes em que os integrantes do Restart subiram ao palco o grupo foi vaiado levando o vocalista Pe Lanza a comentar: “A gente vence o preconceito a cada dia por causa do amor que tem no coração de vocês”. A banda havia passado por um episódio semelhante na premiação do ano passado.

Já Paula Fernandes não conseguiu disfarçar o constrangimento ao receber as vaias da plateia após vencer como Melhor Cantora. “Na verdade não entendi o motivo. Não é uma competição, é uma festa. Quero mandar um carinho para quem me vaiou. A música é universal, mas ainda bem que as pessoas têm o direito de escolher seus gostos”, disse a cantora, após a exibição do programa que ocorreu ao vivo.

 

"É possível ter prazer sim!"

Apresentador do prêmio pelo segundo ano consecutivo, Bruno Mazzeo contou com diversos convidados para divulgar os resultados das votações, além de um formato homenageando tradicionais quadros de programas de auditório comandados por apresentadores como Chacrinha e Silvio Santos.

 

 

Entre os blocos eram exibidos vídeos onde o humorista brincava com imagens de videoclipes nacionais antigos como “Masculino e Feminino”, de Pepeu
Gomes, e “O Amor e o Poder”, de Rosana. Nomes como Jota Quest, Pitty, Leo Jaime, Fiuk, Ivete Sangalo, Jorge Ben Jor e Zeca Pagodinho se revezaram no palco em apresentações em grupo com combinações inusitadas, uma das marcas registradas da premiação. Maria Gadú, Thiaguinho e Fernanda Souza, Sergio Malandro e Elke Maravilha estavam entre os convidados que protagonizaram as brincadeiras para a divulgação dos vencedores.

Apesar das inúmeras piadas no roteiro escrito por Fábio Porchat, o ponto alto foram as tiradas de Mazzeo dedicadas a Marcelo Camelo e Sandy. Após a divulgação do prêmio de Melhor Cantor pelo Júri, que ficou com Camelo, o humorista justificou a ausência do cantor em tom de brincadeira. “Ele não pôde vir porque amanhã cedo vai levar a Mallu no colégio”, disse ele, se referindo a namorada do cantor, a cantora Mallu Magalhães, 14 anos mais nova.

Em outro momento, antes de anunciar uma atração musical, ele passou perto da cantora Sandy, que estava na plateia, e disparou:
“É possível ter prazer sim! Concordo com você”. A afirmação faz alusão à polêmica declaração da cantora a revista Playboy de que é possível ter prazer anal.

Além de Marcelo Camelo, Luan Santana, vencedor do prêmio de Melhor Show, e Copacabana Club e Holger, empatados como vencedores na categoria de Melhor Grupo pelo Júri, não compareceram por conta de compromissos profissionais. Ivete Sangalo, vencedora na categoria de Melhor DVD, se apresentou no início da premiação, mas enviou um grupo de fãs para representá-la e receber a estatueta.

 

 

Por causa do trânsito, Tulipa Ruiz chegou atrasada e acabou recebendo o prêmio de Melhor Cantora pelo Júri após a categoria ter sido apresentada.
“Prometo que a pontualidade vai ser a minha meta ano que vem”, disse ela.

 

A seguir os vencedores em todas as categorias:

VOTAÇÃO POPULAR

Melhor Cantor: Di Ferrero - Restart
Melhor Cantora: Paula Fernandes
Melhor Álbum: “By Day” - Restart
Melhor Clipe: “Pra Você Lembrar” - Restart
Melhor DVD de Música: “Multishow Ao Vivo Ivete Sangalo no Madison Square Garden” - Ivete Sangalo
Melhor Grupo: Exaltasamba
Melhor Instrumentista: João Barone - Bateria
Melhor Música: “Onde Estiver” - Nx Zero
Melhor Show: Luan Santana
Revelação: Monique Kessous
Experimente: Garotas Suecas
Melhor Artista Sertanejo: Paula Fernandes

VOTAÇÃO DO JURI ESPECIALIZADO

Melhor Cantor: Marcelo Camelo
Melhor Cantora: Tulipa Ruiz
Melhor Musica: “Felicidade” de Marcelo Jeneci
Melhor Grupo : Holger e Copacabana Club (empate)
Experimente: Criolo, MoMo e Nevilton (empate)

 

Fonte: Último Segundo

1º CD RODA de CHORO de LISBOA - "Lusofolias"

Intitulado “Lusofolias” o primeiro CD da Roda de Choro de Lisboa promete não deixar ninguém indiferente, este primeiro trabalho vem sintetizar mais de cinco anos de intensa actividade, virtuosismo e simultaneamente responder ao anseio de muitos fans.

Depois de mais de 600 concertos e de muita folia em palco e fora dele (convém lembrar que o público é parte activa dos seus espectáculos dançando e rodopiando de forma estonteante ao som da sua música), eis que surge o CD que pretende celebrar a Lusofonia, ou não fosse o seu nome “Lusofolias”!

Tem a participação especial de Sérgio Godinho que dá voz ao clássico chorinho “Carinhoso” de Pixinguinha e letra de João de Barro. Simultaneamente foram também convidados para fazer o arranjo musical e interpretar o tema “Internitentemente” em parceria com Bernardo Sasseti no CD que sairá em Setembro de 2011 e que vai assinalar os 40 anos de carreira do cantautor.

"Lusofolias" foi gravado em ensemble no Estúdio Namouche, em registo acústico por Joaquim Monte, com edições de Carlos Lopes e Edu Miranda e masterização de João Magalhães.

Este trabalho funde a experiência das muitas apresentações da Roda, com o som que ambiciona ter em todas as suas apresentações.

O trabalho gráfico foi realizado por Paulo Romão Brás e as fotos são de Rui Messias.

 
Sobre os músicos da Roda de Choro de Lisboa:


Eduardo Miranda (São Paulo, 1968)
Começou a tocar bandolim com 11 anos tendo como principal mentor Evandro do Bandolim (uma das maiores referências do chorinho brasileiro).
Em 1988 vem com uma companhia de teatro fazer uma tourné na Europa e decide ficar por Lisboa.
Desde então edita 5 trabalhos em seu nome e participa em centenas de gravações de outros artístas (Maria João & Mário Laginha, Rui Veloso, António Chainho, Amina Alaoui, Filipa Pais... etc).
A sua linguagem reune elementos dos mais variados universos como o choro, o samba, o jazz ou o fado.

Etienne Lamaison (França, 1966)
Clarinetista, iniciou os seus estudos aos 7 anos.
Chegou a Portugal em 1995 para integrar a Orquestra Metropolitana de Lisboa onde foi 1º clarinete durante 10 anos.
Actualmente é docente da Universidade de Évora onde orienta as licenciaturas e mestrados neste instrumento.
Integra várias orquestras internacionais com repertórios eruditos e contemporâneos.
Na Roda explora essencialmente a improvisação tendo como referências a música erudita onde procura ligações com a linguagem popular.

Carlos Lopes (Lisboa, 1977)

Começou a tocar acordeão em criança em bailes populares e ranchos folcloricos acompanhando seu pai e avô, eximios concertinistas.
Teve aulas particulares com o Professor Joaquim Raposo e mais tarde frequentou o curso oficial de acordeão do Instituto Vitorino Matono.
Participou em vários concursos internacionais como solista, tendo recebido vários prémios.
É o grande responsável pelas referências à música folclórica portuguesa presente na linguagem da Roda, tanto ao nível da forma como na improvisação.

Nuno Gamboa (Lisboa, 1969)
Iniciou-se aos 12 anos na guitarra clássica.
Em 1990 passa pela escola do Hot Clube onde alarga os seus horizontes e mais tarde estuda também saxofone na Academia de Amadores de Música.
Integra várias bandas que vão do jazz/blues ao pop/rock.

Em 1998 começa a tocar violão de 7 cordas e a partir daí, trabalha em vários projectos que têm como matriz o chorinho brasileiro. Na Roda o seu papel é essencialmente o de criar as linhas de contraponto às melodias e improvisações dos instrumentos solistas.

Alexandre Santos (Rio de Janeiro, 1964)
Mais conhecido por "Barriga", começou a tocar em menino percussão nos terreiros de umbanda que frequentava na companhia de sua mãe e avó.
Mais tarde aprendeu a tocar os instrumentos tradicionais em escolas de samba.
Tocou vários anos na Gafieira Estudantina, Orquestra Rever-som, Johnny Alf, Silvio Caldas entre outros.
Em 1995 chega a Lisboa onde decide ficar.
O seu trabalho na Roda tem a particularidade de marcar a pulsação da música que impulsiona todo o processo criativo da banda.

 

encomendas de CD em rodadechorodelisboa@gmail.com


www.facebook.com/rodachorolisboa

www.myspace.com/rodadechorodelisboa

 

Enviado por Teresa Lousa

Marcos Sacramento põe seu acervo na internet

O cantor e compositor Marcos Sacramento abriu um espaço multimídia na internet para reunir arquivos de audio e vídeo de sua obra. Frequentemente convidado para projetos especiais e participações em discos e shows de colegas, Sacramento tem um grande acervo em audio e vídeo que agora começa a ser reunido no endereço www.marcossacramento.com.br/acervo.

Publicado em formato de blog, o Acervo Marcos Sacramento tem ferramentas interativas de compartilhamento em redes sociais como Facebook e Twitter e ainda abre espaço para comentários.

 

Enviado por Webduzido

CD de Antonio Adolfo tem lançamento internacional em 27 de setembro

Depois de vir ao Brasil para fazer o primeiro lançamento do CD Chora Baião, o músico e compositor Antonio Adolfo edita seu novo trabalho nos EUA e na Europa. Produção de seu próprio selo, AAM Music, o CD chega ao mercado internacional, físico e dgital, no dia 27 de setembro.

 

Chora Baião reúne músicos como Leo Amuedo (guitarra), Jorge Helder (baixo), Rafael Barata (bateria) e Marcos Suzano (percussão) e tem a participação da cantora Carol Saboya, filha do músico. O repertório traz interpretações do pianista para composições próprias e releituras para obra de Chico Buarque e Guinga.

 

Mais informações no site www.antonioadolfo.info

 

 

Enviado por Webduzido