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Música do Brasil

Música do Brasil

NX Zero é o grande vencedor do VMB 2008

NX Zero vence nas três categorias que competia

 

A banda NX Zero foi novamente o destaque do Video Music Brasil, premisação anual do canal musical MTV. A banda levou três prêmios: Melhor Videoclipe, Hit do Ano e Artista do Ano, com Pela Última Vez.

"Eu sabia que a gente ia ganhar", brincou o baterista Daniel. "A gente se dedicou muito para fazer esse clipe. Ganhar esses prêmios motiva a gente a seguir fazendo um bom trabalho", emendou o guitarrista Fi.

Pitty, acostumada às estatuetas da premiação, voltou para casa com apenas um prêmio: Melhor Show.

A banda mineira Strike, que ano passado levou a categoria Aposta, este ano foi eleita a Revelação MTV. A banda Garotas Suecas foi a aposta da vez.

O grupo teen Paramore foi escolhido o Artista Internacional do ano. Pelo segundo ano na premiação, a categoria Web Hit, este ano premiou a Dança do Quadrado.

A MTV surpreendeu este ano na eleição da Banda dos Sonhos. Nesta edição, apenas os artistas votavam, e não era permitido escolher artistas que já haviam participado nos anos anteriores.

Com isso, a banda foi formada pela inusitada junção de Bi Ribeiro e João Barone dos Paralamas do Sucesso, o guitarrista Chimbinha, da banda Calypso e Marcelo D2. O quarteto improvisou um reggae, sobre o qual D2 cantou um rap.

Veja a lista dos vencedores:

Artista do ano:
NX Zero

Melhor artista internacional:
Paramore

Artista revelação:
Strike

Aposta MTV:
Garotas Suecas

Hit do ano:
NX Zero - Pela última vez

Show do ano
Pitty

Melhor videoclipe
NX Zero - Pela última vez

Webhit do ano
Dança do quadrado
 

 

Fonte: Terra Música

Cidade Negra em pré-produção de novo CD

Com a presença do novo vocalista, Alexandre Cardoso (ex-integrante dos grupos Berimbrown e Preto Massa), o Cidade Negra está em estúdio, no Rio de Janeiro, fazendo a pré-produção de seu novo álbum de inéditas. A previsão da banda carioca é lançar o CD em março de 2009. O novo trabalho terá participações (cantando ou compondo) de Gabriel o Pensador, MV Bill, Chorão, Yuka e Ana Carolina. Agora um trio - o guitarrista Da Gama, assim como Toni Garrido, resolveu seguir carreira solo -, o Cidade Negra é formado também por Lazão (bateria) e Bino (baixo). O tecladista Alex Meirelles e os guitarristas Alexandre Prol e Egler Bruno são os músicos contratados para tocarem no estúdio e nos palcos.

 

Fonte: Sucesso

O novo "barulho" de Marcelo D2

O novo álbum do rapper Marcelo D2, "A Arte do Barulho" (EMI), chegará às lojas em novembro. O primeiro single, "Desabafo", já faz sucesso nas rádios, assim como o clipe da canção (nas tevês e internet), gravado no bar do Hotel Cambridge, em São Paulo, com as participações dos Djs Xis, Fernandinho Beat box, Nuts, Will e Jackson. D2 inicia amanhã (sexta, dia 3) sua agenda de shows do novo disco, com uma apresentação no Iate Club Jardim Guanabara, na Ilha do Governador, no Rio. No sábado (dia 4), estará no Cantareira, em Niterói/RJ. O álbum "A Arte do Barulho" tem produção de Mário Caldato Jr. e conta com as participações de Seu Jorge, Jongo da Serrinha e Marcos Valle, além de Stephan, filho do artista carioca. O CD leva o nome de uma das faixas. Numa entrevista concedida a rádio MIX FM, o cantor explicou a escolha: "escrevi a música e vi que ela tinha um link com o disco inteiro. Tem essa idéia de que a gente tem que escrever nossa história na Terra ao invés de se preocupar com a vida dos outros. Vamos fazer nosso barulho".

 

Fonte: Sucesso

'La Plata' do grupo Jota Quest chega às rádios

Chega às rádios nesta quinta-feira, 2 de outubro de 2008, a música La Plata, que puxa o novo CD de inéditas do Jota Quest - além de dar título ao disco. A propósito, a capa do álbum está em sintonia com o momento delicado que vive o mercado financeiro em todo o mundo, com as oscilações da bolsa. Produzido por Liminha, La Plata apresenta no repertório autoral a primeira parceria do grupo com Nelson Motta, Ladeira, e chega às lojas na segunda quinzena deste mês de outubro de 2008, via gravadora Sony BMG.

 

Fonte: Notas Musicais

Em novo disco, Skank reencontra passado pop

Fanáticos por futebol e bons jogadores que são --como já demonstraram no "Rock Gol", campeonato promovido pela MTV que reúne os craques e os pernas-de-pau do pop brasileiro--, os integrantes do Skank sabem que em time que está ganhando não se mexe. 

Porém, em 17 anos de carreira, com dez discos lançados, também aprenderam que mudar o esquema tático é fundamental para surpreender o adversário (a crítica) e fazer a alegria da torcida (os fãs).

Logo na primeira faixa do recém-lançado "Estandarte", "Pára-Raio", de Samuel Rosa e Nando Reis, o ataque dos metais, a guitarra funkeada e a letra voluptuosa não deixam dúvidas. O disco novo traz um Skank mais próximo do ritmo quente das batidas de matrizes negras do que das melodias do pop britânico a que são associados os seus três trabalhos de estúdio anteriores.

"Quando a gente começou a fazer o álbum, tinha a idéia de não repetir muito o "Carrossel" [2006]. Mas era uma preocupação que nem precisávamos ter, porque na hora em que começamos a tocar e saíram as primeiras coisas, todas eram bem diferentes do que a gente tinha feito antes", afirma o guitarrista e vocalista Samuel Rosa.

 

"Nu e cru"

"Estandarte" foi o primeiro CD em que Samuel chegou ao estúdio sem composições prontas. As músicas foram feitas em sessões conjuntas. As letras entraram depois. A idéia era "ver o Skank nu e cru".

Rodando nas rádios e circulando na internet, a primeira música de trabalho confirma novos rumos para a carreira dos mineiros, que fazem show em BH no próximo dia 12 e em SP e no Rio, em novembro.

Com beats eletrônicos e participação de Negra Li nos vocais, "Ainda Gosto Dela" --outra de Samuel e Nando Reis-- faz jus a uma "tradição bacana do Skank de ter singles diferentes uns dos outros", diz um Samuel empolgado com a escolha.

"Por que não brincar com essas inúmeras possibilidades, já que o perfil do fã do Skank não é propriamente aquele cara "hooligan", que fala: "Mudou? Ah, não, são diluidores do movimento'? Aliás, já existe um novo tipo de fã, que está sempre esperando por músicas diferentes", observa ele, lembrando que, quando lançaram "Carrossel", o single "Uma Canção É pra Isso" foi comparado a "Vou Deixar", grande sucesso do disco anterior --"Cosmotron" (2003)--, e houve quem visse ali um princípio de acomodação que a trajetória da banda se propõe a negar.

 

Parceiro antigo

"Estandarte" retoma uma velha parceria entre Skank e Dudu Marote, produtor responsável por "Calango" (1994) e "Samba Poconé" (1996), os dois discos de maior êxito comercial da carreira dos mineiros --ambos ultrapassaram a marca de 1 milhão de cópias vendidas.

"Ele tem esse raciocínio do DJ, que é o que faz a coisa ter um "groove" maior, acelerar", diz o baixista Lelo Zaneti. A mão do produtor se faz claramente perceptível em "Chão" e "Notícias do Submundo", ambas de Samuel e Chico Amaral.

"Para quem pensava que essa junção de novo com o Dudu Marote ia dar naquilo que a gente já tinha feito, não foi isso. Na minha opinião, o "Estandarte", em termos de levadas eletrônicas, não vai além do que já foi proposto no "Maquinarama" [2000]. Também não voltamos a explorar um terreno de música brasileira que a gente já explorava no "Samba Poconé" [1996], Cada disco tem a sua própria história", afirma Samuel Rosa.

 

Fonte: Folha Online

Fábio Jr. fica surpreso com possível parceria musical

Fábio Jr. pode trabalhar com o cantor e compositor Francis Hime

 

Fábio Jr. ficou surpreso com a possibilidade de fazer parceria com o cantor e compositor Francis Hime.

O músico soube que Hime disse ter interesse em cantar uma música com ele. "Sério? Nossa, anote o telefone dele", disse Fábio Jr. para seu empresário.

Ainda durante o bate-papo, o cantor afirmou que está escrevendo canções "compulsivamente". Por isso, pode até gravar um novo disco em breve. "Pode ser que eu resolva fazer um CD inédito. Essas composições devem acelerar a produção de um CD e um DVD", declarou ele.

Nesta terça-feira, Fábio Jr. lançou em São Paulo a linha de perfumaria Só Você e o cruzeiro Descobrindo o mar azul com Fábio Jr.
 

 

Fonte: Terra Música

Samuel Rosa alfineta nova geração do pop rock

Mineiros da banda Skank lançam o décimo CD da carreira

 

Com 17 anos de carreira, os mineiros do Skank lançam seu décimo CD, chamado Estandarte. O novo álbum marca o reencontro da banda com o Dudu Marote, que produziu os CDs Calango, de 1994, e O Samba Poconé, de 1996. No entanto, ao invés de buscar as referências deste passado, a parceria proporcionou um novo olhar do Skank sobre a própria música.

 

Em entrevista ao Terra, o vocalista Samuel Rosa explicou como a sonoridade do grupo se encontrou com as influências na música eletrônica de Dudu formando essa "combinação estranha" e a expectativa dos fãs da banda, que, segundo o músico, já esperam mudanças.

Além disso, Samuel ainda comentou sobre a atual cena da música brasileira e criticou a falta de empenho dos grupos novos de se focarem no mainstream para divulgar suas composições. "Será que não estamos perdendo novos Cazuzas e Renatos Russos? Essa geração nova joga por terra um legado muito importante, que é a capacidade do pop rock de ser uma música de massa".

Confira a entrevista na íntegra:

 

Terra - Vocês gravaram esse disco alternado com shows ao invés de ficarem trancados no estúdio. Até onde isso influiu?
Samuel Rosa - Esse consegue ser o disco do Skank mais próximo do palco, de todos que fizemos. Mais de estrada mesmo. Mais pelo fato de ter ficado um bom tempo, no início do trabalho, fazendo som no estúdio. É incrível o que o tempo junto pode fazer uma banda. A gente não tem uma coisa muito rigorosa, mexe nas músicas. E, é até engraçado isso, nosso engenheiro de som falou: 'por que não começam o disco assim?', quando viu a gente tocando no aniversário da minha mulher em um bar em Belo Horizonte, fazendo uma reedição da nossa banda de covers.

 

Terra - E como foi o reencontro com Dudu Marote, que produziu os álbuns Calango e O Samba Poconé?
Samuel Rosa - A gente foi falar com ele só no final do ano passado. Como foi em cima da hora, ele disse que estava muito a fim. O Dudu é produtor, produtor mesmo, quer mexer em tudo, confronta. Igual quando o Luxemburgo fala que zagueiro é zagueiro mesmo. A gente tinha uma expectativa e apostava em um resultado bacana. Esse disco tem esses encontros com melodias e elementos eletrônicos, essas duas coisas andando juntas, é peculiar. Falei: 'Pronto, dessa estranha combinação vai sair o novo álbum do Skank'.

 

Terra - Sobre a cena musical brasileira, que vive um momento de incerteza, vocês sentem mais pressão na hora de entrar no estúdio ou há uma tranqüilidade de saber da história da banda?
Samuel Rosa - Que bom que o Skank é uma exceção. Uma das poucas bandas da nossa geração que não acabou. A gente consegue hoje usufruir dessa história que a gente construiu. Hoje essa história já responde por nós, goste dela ou não. A gente consegue ter uma liberdade na medida certa. Ser inventivo, se questionar, ter uma inquietação, o que é benéfico para o disco. Há uma certa expectativa, até mesmo os fãs dos Skank que já esperam uma grande mudança no novo álbum. É possível não ficar se repetindo o tempo inteiro.

 

Terra - O que você acha que pode acontecer com essa cena atual, que ainda tenta mostrar firmeza para formar um movimento sólido?
Samuel Rosa - O Skank vem de um período que as bandas acumulavam hits, boas vendas, por se tratar de um período mais favorável. Mas sinto que tínhamos uma importância maior na vida das pessoas. Hoje menos. Essa geração nova joga por terra um legado muito importante, que é a capacidade do pop rock de ser uma música de massa, hoje não sinto mais isso. Quando uma banda ganhava um VMB, fosse o Skank ou Raimundos, podia saber que o Brasil inteiro tava cantando a música, o taxista, engenheiro, o médico. Hoje é mais segmentado. Será que vão ter bandas que vão acumular hits e tocar por quinze anos? Talvez a gente não vá ter isso mais. Achava o rock mais adulto, mais maduro. Cazuza, Renato Russo. Acho que tem um discurso de garoto novinho. Mas também, se não for eles pra fazer música pra essa geração, quem vai fazer?

 

Terra - E o circuito independente?
Samuel Rosa - Essa cena tem criado um corpo legal pra caramba. Eu vejo o quanto esse circuito está organizado, sofisticado e com boas idéias. Só que ao mesmo tempo, não vejo ambição dessa rapaziada de chegar ao mainstream e fazer música pra muita gente, encher a geladeira da casa com a música dele. Alguns chegam até o extremo de cantar em inglês, fica mais restritivo ainda. Que brincadeira é essa? Por que esse pessoal foge da briga boa? Fazer rock em português pra massa. Talvez não queiram arcar com as conseqüências do sucesso. Será que não estamos perdendo novos Cazuzas ou novos Renatos Russos?

 

Terra - Voltando ao CD, como vocês chegaram na arte do álbum, assinada por Rafael Silveira, e como chegaram nesse conceito?
Samuel Rosa - As outras capas sempre foram estampas, que já existiam, e fomos escolhendo e pedindo permissão, tinha todo aquele protocolo de enviar o disco e eles queriam saber a perspectiva de venda e tal. Acabou sendo uma característica das capas do Skank. A gente descobriu o Rafael através de um livro que ele lançou no ano passado, o cara é genial. Fomos atrás e o convidamos. A gente pôde enviar o álbum pra ele pintar uma tela pra cada música, e elas existem, queremos até fazer uma exposição. No geral, é a capa que tem mais chamado atenção.
 

 

Fonte: Terra Música

Luiza Possi lança música nova na internet

 

A cantora Luiza Possi colocou uma música inédita em sua página oficial no MySpace. A canção nova é "Eu Espero", faixa que deverá fazer parte de seu próximo trabalho de estúdio.

 

Clique aqui para ouvir.

 

"Eu Espero" é uma parceria de Luiza com Dudu Falcão. O encontro deve render outras composições que podem ser incluídas no novo álbum, que ainda não tem previsão de lançamento. Falcão é parceiro de Lenine e Danilo Caymmi e já foi gravado por Gal Gosta, Maria Rita, Sandy e Junior e Xuxa, entre outros.

 

Fonte: IG Pop

Marcelo Camelo volta mais econômico em seu primeiro trabalho solo

Em seu primeiro álbum solo, "Sou" (ou "Nós", conforme a posição da capa), o ex-Hermano se coloca como voz distinta e independente da banda que o projetou.

Com uma linguagem mais econômica e menos intensa do que antes, Marcelo Camelo leva mais longe o clima bucólico que o grupo já expressava vez por outra. Sem canções-hinos como as que costumava fazer, o álbum é uma compilação de estilos distintos, do folk à marchinha, unidos por uma doçura sensível que preenche os corações aflitos, mas pode fazer o ouvinte mais roqueiro clamar por insulina.

O maior mérito do disco é justamente a harmonia entre estilos diferentes e sentimento comum. "Sou" caminha por dois eixos principais, um "paulista" e outro "carioca". No primeiro, feito com a banda paulistana Hurtmold, a aspereza dos arranjos misturadas aos vocais ternos de Camelo em músicas como "Téo e a Gaivota" e "Tudo Passa", formam um interessante amálgama de pós-rock com mpb (emo-pebê?). No segundo, faixas como "Vida Doce", explora uma sonoridade mais polida e brasileira ao lado de músicos da como o baterista Domenico Lancellotti, conhecido por seu trabalho com Caetano Veloso no disco "Cê" e o cubano Pepe Cisneros, nos teclados.

Entre as canções atípicas, se destacam "Liberdade", cujo arranjo se resume à voz e violão de Marcelo e a sanfona de Dominguinhos; "Janta", com Mallu Magalhães, em seu estilo folk meigo (fofolk?); e finalmente a música mais cativante de "Sou", "Copacabana", que em ritmo de marchinha, capta como uma polaroid antiga o espírito do bairro carioca e soa como trilha-sonora de documentário sobre o futebol dos anos 50.

 

Fonte: UOL Música

Amigos garantem repertório de CD de Zeca Pagodinho

Lá se vão seis anos desde que Zeca Pagodinho e família fixaram residência na Barra da Tijuca, bairro carioca de prédios espelhados e carros blindados que não costuma agradar a quem preza conversa de botequim e encontros casuais com os amigos. Ele morre de saudade disso, sente-se sozinho.

 

Por isso, quando pode, escapa para o sítio de Xerém, onde se reabastece de sambas. Muitos dos que entraram no novo disco, 'Uma Prova de Amor', saíram das tardes de comilança e cervejada na casa da Baixada Fluminense.

"A gente está sempre junto. Tem sempre uma festa, um churrasco, um pagode do Arlindo (Cruz). Se ficar muito tempo sem ir a Xerém, eu morro", diz Zeca. Quando fala "a gente", refere-se aos compositores que grava com freqüência - alguns, autores de seus maiores clássicos -, e que estão presentes no disco. O trio Luiz Grande/Barbeirinho do Jacarezinho/Marcos Diniz, o mesmo de Caviar e Dona Esponja, entrou com Sincopado Ensaboado; Nelson Rufino, de Verdade, assina a faixa-título Uma Prova de Amor (com Toninho Geraes), sucesso nas rádios; Serginho Meriti, de Deixa a Vida Me Levar, aparece com Sujeito Pacato.

Sempre presente, Mauro Diniz (Coração em Desalinho) está no CD numa parceria com o pai, Monarco, Não Há Mais Jeito. A Velha-Guarda da Portela, que também nunca falta (os encontros com Zeca são sempre motivo de feijoada), bota voz nessa faixa e num medley que inclui Falsas Juras (Candeia/Casquinha), Pecadora (Jair do Cavaquinho/Joãozinho da Pecadora) e Manhã Brasileira (Manacéia).

Esta Melodia (Jamelão/Bubu da Portela), destaque do filme O Mistério do Samba, produzido e conduzido por Marisa Monte, do qual Zeca participa, também foi incluída. Há duas parcerias inéditas de Zeca e Arlindo, Se Eu Pedir Pra Você Cantar e Sempre Atrapalhado - ele tem gravado pouco as próprias músicas, para dar chance aos amigos.

Produzido por Rildo Hora, com o cantor há 15 anos, 'Uma Prova de Amor' chega dois anos depois do muito bem-sucedido projeto Acústico MTV 2: Gafieira - 390 mil CDs e DVDs vendidos. O lançamento em São Paulo será em novembro.

 

Fonte: IG Pop

Site de Ivete divulga DVD

 

O site oficial da cantora Ivete Sangalo iniciou na última terça-feira a campanha de divulgação do próximo DVD da artista baiana, "A Casa Amarela". Trata-se de um trabalho infantil, gravado em parceria com Saulo Fernandes. O site de Ivete enviou um e-mail aos internautas cadastrados na página. Na mensagem, sem maiores explicações sobre o lançamento, há algumas imagens infantis rabiscadas, além dos dizeres: "Vem aí... A Casa Amarela". Já em seu blog, Ivete escreveu que o projeto infatil teve início em setembro do ano passado e que conta com a participação da apresentadora Xuxa: "Estamos preparando um lançamento bem lindo pra esse projeto, que virou um xodó. Foi feito com todo o amor que a gente podia colocar. Xuxa lindona cantou uma faixa e quase me matou de emoção. Eu espero que a gurisada se amarre". Uma das faixas do álbum, "Funk do Xixi", já foi cantada por Ivete em seus últimos shows. Na foto ao lado, Ivete e Saulo brincam durante o ensaio fotográfico para o CD.

 

Fonte: Sucesso

‘A casa amarela’, primeiro CD infantil de Ivete, chega às lojas no dia 8 de outubro

Saulo Fernandes, vocalista da Banda Eva, é parceiro da cantora no projeto

Divulgação  /Divulgação 
 

O primeiro trabalho infantil de Ivete Sangalo, “A casa amarela”, em parceria com o vocalista da Banda Eva, Saulo Fernandes, já está saindo do forno. O CD chega às lojas no dia 8 de outubro. Eles compuseram todas as 11 faixas do álbum, que é inspirado em canções infantis.

 

A primeira música de trabalho da dupla será “Bicho”. Na música, eles falam sobre o desejo das crianças de serem animais, como leão, baleia, urso e golfinho. A cantora Xuxa participa na suave “Sono”, faixa estilo caixinha de música sobre a hora de dormir.

Outros destaques do álbum são o “Funk do xixi” (veja o vídeo de Ivete cantando a música em uma micareta), “Frufru”, “A casa amarela” e “Sensacional”.

 

Fonte: Ego

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