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Música do Brasil

Música do Brasil

Edu Lobo com Afonso Pais Trio

O segundo disco do Afonso Pais Trio chama-se "Subsequências" (capa na foto).

Entre os convidados do registo encontra-se Edu Lobo, que traz um toque de Música Popular Brasileira e da sua 'canção sofisticada' às criações de Pais e os seus companheiros Carlos Barreto no contrabaixo e Alexandre Frazão na bateria.

O registo foi lançado recentemente em Portugal com o carimbo da Dargil, depois da edição na Alemanha pela conceituada ENJA.

Este é o sucessor de "Terranova" de 2004. Aqui fica o alinhamento:
 
01. Desconserto
02. Mestre Bemvaiorna
03. Subsequências
04. Inside
05. Quando For
06. Considerando
07. Roda Dentada
 
 
Fonte: Cotonete

Marisa Monte lança DVD em que mostra intimidade de turnê

Há mais de um mês, Marisa Monte vem convidando insistentemente os ouvintes do País para a sua "festa no apê" pessoal. "Traz todo mundo, tá liberado, é só chegar", canta Marisa em Não é Proibido, que há semanas é uma das mais tocadas na rádio e puxa o lançamento do DVD Infinito Ao Meu Redor (EMI), que registra, no mesmo clima informal da música, os bastidores de sua última turnê.

Em uma hora e cinco minutos, Marisa expõe os mecanismos da indústria fonográfica em crise, o processo de composição e divulgação de um disco e seu périplo de 140 shows por cinco continentes. "Queria desmistificar minha profissão e fazer um registro do meu trabalho ao pé da letra, que não é só subir no palco e cantar", conta Marisa.

No DVD, a cantora afirma que "a música é um meio de transporte". No seu caso, o show que reunia os discos Universo Ao Meu Redor e Infinito Particular, lançados em 2006, levou-a a se apresentar em 15 países, além do Brasil, entre 2006 e 2007.

A câmera de Dora Jobim esteve com ela em todos os momentos dessa viagem. "O DVD é totalmente National Geographic. Como Dora é uma amiga e tem uma presença muito leve, nem notava que ela estava ali", brinca.

Este ano, além do DVD que acaba de chegar às lojas, Marisa também lançou o filme O Mistério do Samba. Agora, prepara-se para o nascimento de Helena ¿ está grávida de oito meses. "Mas eu não fico parada, não é da minha natureza. Talvez demore um pouco para as pessoas verem o resultado dessa nova fase, mas o importante é que, quando vier, venha de coração."

 

Cantora é flagrada lavando roupa e dormindo
Infinito Ao Meu Redor expõe a intimidade da vida pública de Marisa Monte, mas não penetra em seu "universo particular". A cantora é flagrada lavando roupas em quarto de hotel, repetindo frases em entrevistas sempre parecidas ao longo da turnê, dormindo em ônibus e posando para fotos com fãs. Sua vida pessoal fora do palco, porém, não entrou no filme, dirigido por Vicente Kubrusly e com roteiro de Marisa e Cláudio Torres.

Se não se transforma em reality show, o DVD serve como registro (suado) de uma turnê musical. Marisa sabe que está em posição privilegiada e não esconde isso. "Tive sorte de nascer e ter oportunidades num país de Terceiro Mundo, e consegui unir trabalho e vocação".

"Isso dá sentido à vida, seja você um músico, um médico ou um motorista de caminhão", diz ela, no encerramento do DVD. Além do filme, também foi lançado CD com algumas músicas do show. Não é Proibido, claro, está no repertório.
 

 

Fonte: Terra Música

Saiba quais são as músicas do álbum de estréia da banda Nove Mil Anjos

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A lista das músicas do álbum de estréia da banda Nove Mil Anjos, de Junior Lima, já foi divulgada. Escolhidas entre mais de 40 composições, elas estão em fase de edição.

Junior é baterista da banda, ao lado do vocalista Péricles Capagiani, o Péri , do baixista Champignon (dos grupos Charlie Brown Jr. e Revolucionários) e do guitarrista Peu Souza (até então na banda de Pitty).

A estréia está prevista para o fim do ano, ou, no máximo, início de 2009. O quarteto que se apresentou no VMB 2008 disponibilizou para download, a música Chuva Agora. Confira aqui a lista de todas as músicas, em ordem alfabética:
1. A Ilha
2. Ainda Há Tempo
3. Chuva Agora
4. Espelho
5. Mágica
6. Misturando Coisas
7. O Rio
8. Projétil
9. Sem Deixar
10. Stripper
11. Vício
12. Visionário

 

Fonte: Virgula Música

Concerto no porto encantou o público

Ney Matogrosso ainda mais ousado

Na primeira canção do espectáculo, Ney diz que "o tempo não pára", mas esta frase contraria a imagem e a presença do brasileiro em palco. Para Ney Matogrosso parece que o tempo parou nos anos 70 quando cantava nos Secos & Molhados.

Exuberante, sensual e provocador. É o Ney Matogrosso de sempre. Anteontem à noite, o Coliseu do Porto encheu mais uma vez e muitos dos espectadores teriam a mesma idade de Ney, 67 anos. Outros têm bem menos como o músico portuense Pedro Abrunhosa, presente num camarote do Coliseu. Ney agrada a todas a idades e a todos os públicos, sendo o feminino sempre o mais fiel ao cantor brasileiro.

Neste espectáculo no Porto, Ney surgiu em palco com um fato cintilante colado ao corpo, esbelto e ondulante. Adornado com turbantes ou plumas, movimenta-se tal ave rapina a esvoaçar sobre uma plateia em delírio.

Avoz também não esmoreceu com o passar dos anos. E as músicas do seu último álbum ‘Inclassificáveis‘, mantêm o ritmo, a cor e o brilho de outros êxitos mais antigos como ‘Vagabundo’ ou ‘Bandolero’.

Ney Matogrosso está cada vez mais ousado. Muda de roupa em palco e durante cerca de cinco minutos desce à plateia, circula entre os espectadores e toca-lhes de forma sensual enquanto canta quase ao ouvido dos que estão mais perto.

O momento alto é quando Ney parece estar nu em palco. O fato cor-de-pele colado ao corpo, só deixa ver a pequena tanga. Ney contorce-se numa dança sensual iluminada por tons de roxo, verde, azul e amarelo com fundo negro.

A digressão em Portugal, que começou no Casino de Espinho, continua esta noite no Coliseu de Lisboa, para onde se agendou para amanhã um espectáculo extra, tal a corrida aos bilhetes. O preço dos ingressos varia entre os 20 (galeria de pé) e os 60 euros (cadeiras de orquestra).

 

PERFIL

Ney de Souza Pereira tem 67 anos feitos a 1 de Agosto. Nasceu na região do Mato Grosso do Sul e foi por isso que, quando entrou na vida artística, adoptou o nome de Ney Matogrosso. Chegou cedo ao topo na música brasileira pela diferença dos seus espectáculos. Primeiro chocou e logo conquistou todos com a sua voz e uma imagem sempre exuberante.

 

Fonte: Correio da Manhã

Os Dez maiores artistas brasileiros

A Bahia pode comemorar, pois três de seus filhos estão entre os dez maiores artistas brasileiros, segundo pesquisa da Revista Rolling Stone. João Gilberto, Caetano Veloso e Gilberto Gil, são os escolhidos que a revista indica como:  "Pioneiros, virtuosos, ícones ou estrelas, os homens e as mulheres celebrados nesta compilação formam um grupo seleto e especial". 
Confira os eleitos:
1 - Tom Jobim
2 - João Gilberto
3 - Chico Buarque
4 - Caetano Veloso
5 - Jorge Ben Jor
6 - Roberto Carlos
7 - Noel Rosa
8 - Cartola
9 - Tim Maia
10 - Gilberto Gil

Fonte: Axezeiro

Chico Buarque pela voz de J.P. Simões no Music Box

Músico português vai repetir espectáculo «Carioca Express»

 

Chico Buarque

 

O músico português J.P. Simões vai apresentar o espectáculo «Carioca Express» em homenagem a Chico Buarque, esta sexta-feira, dia 24, no Music Box.

 

O cantor repete a apresentação sete anos depois de a ter estreado em Coimbra. J.P. Simões vai interpretar temas de Buarque como «Joana Francesa», «Com açúcar, com afecto» e «Gota de água» e terá a companhia de João Madeira (guitarras), Rui Alves (bateria e percussão) e Sérgio Costa (baixo e flauta).

«Não preciso de ter as cuecas do Chico para me sentir mais próximo da sua obra», referiu J.P. Simões a propósito do espectáculo «feito por admiradores de Chico, para quem gosta do Buarque».

 

Fonte: IOL Música

Disney lança álbum em homenagem aos 50 anos da Bossa Nova

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A Disney lança um CD comemorando os 50 anos da Bossa Nova. Para isso, foi criada uma “mistureba” interessante. As canções conhecidas através de clássicos Disney ganharam um novo estilo, e nova voz. Músicas como Ciclo Sem Fim, Parte do Seu Mundo, When you wish upon a star, Um Mundo Ideal, Beauty and The Beast e outras, serão interpretadas por cantores brasileiros em estilo de bossa nova.

Ivan Lins, Marcos Valle, Edu Lobo, Carlos Lyra e Joyce são alguns dos intérpretes.

Distribuído por Walt Disney Records, o álbum Disney Adventures in Bossa Nova foi lançado no dia 08 de outubro. O preço sugerido é de R$ 19,90.
 

Fonte: Virgula Música

Roupa Nova lança ‘single’ com quatro músicas inéditas

Chega às lojas o novo trabalho do grupo Roupa Nova. Trata-se de um ‘single’ com quatro músicas inéditas batizado de “4U” (‘For You’, Para Você, em inglês). O CD está à venda com preço sugerido de R$ 7,90.

Uma das novas músicas, “Toma Conta de Mim”, já está sendo executada nas rádios. Outra música que far parte do ‘single’, “Cantar Faz Feliz o Coração”, está disponível no site oficial para ‘download’ gratuito. Para baixar a música basta acessar o endereço www.roupanova.com.br.

As outras duas músicas do lançamento são “Chamado de Amor” e “Quero Você”.
 
Fonte: Canal Pop

"Tocar com Zélia Duncan foi um sonho", diz guitarrista

Sérgio Dias fala sobre momento dos Mutantes

Sérgio Dias fala sobre momento dos Mutantes

 

Prestes a lançar um novo CD com a banda Mutantes, o guitarrista Sérgio Dias falou em entrevista ao Terra sobre o clima que cerca a produção dos trabalhos. Apesar de fazer mistério sobre qualquer detalhe do disco, Sérgio não deixou de contar como foi o contato Zélia Duncan.

"Para mim, acrescentou muito musicalmente. É maravilhoso dividir o palco com pessoas como a Zélia. Já toquei com 'Deus e o mundo', mas com a Zélia foi um sonho", contou Sérgio.

A banda, que em 1966 tinha os irmãos Arnaldo Dias Baptista e Sérgio ao lado de Rita Lee na formação, mudou muito. Atualmente, Sérgio Dias se vê como o grande responsável por manter as características dos Mutantes. "Talvez no momento eu esteja sendo o cara que está portando esta bandeira. Posição que o Arnaldo já ocupou."

Apesar de chefiar os trabalhos, ele diz que a produção está sendo bem dividida. "Todos trabalhando igualmente. Eu fiz meus 20%."

Com os Mutantes subindo aos palcos novamente, o público da banda mostrou estar se rejuvenescendo. "Nos shows estou vendo só gente nova", declarou.
 

 

Fonte: Terra Música

César Menotti & Fabiano em novo CD ao vivo

O novo CD da dupla César Menotti & Fabiano, "Voz do Coração Ao Vivo" (Universal Music) será lançado nesta quinta-feira (dia 23). Gravado no Espaço Lagoa, em Belo Horizonte, em agosto deste ano, o álbum é o segundo trabalho ao vivo da dupla. E ganhará uma versão em DVD ainda em novembro. Nesta quinta, os irmãos farão um show de lançamento do novo trabalho, no Canecão, no Rio de Janeiro. A dupla recriou um parque de diversões como cenário para a gravação de "Voz do Coração Ao Vivo". Até uma roda-gigante de 18 metros foi erguida para a ocasião. Cerca de 4 mil fãs acompanharam o show, cantando junto com a dupla sucessos como "Caso por Acaso", "Do Lado Esquerdo", "Como um Anjo" e "Lugar Melhor que BH". César Menotti & Fabiano apresentaram ainda as canções inéditas "Máquina do Tempo", "Horóscopo" e "Tarde demais". Sucesso antes mesmo da gravação do álbum, o hit "Ciumenta" é uma das músicas mais esperadas deste novo projeto, que também conta com "Para de Chorar", single que chega às rádios neste mês.

 

Fonte: Sucesso

Ney Matogrosso em Espinho: O regresso à postura transgressora

 

Nome incontornável da canção brasileira das últimas décadas, Ney Matogrosso fez da exuberância o porta-estandarte de uma longa carreira, que ascende a 35 anos.

 

O ano de 2007 viu surgir o álbum «Inclassificáveis», um ramalhete de canções compostas por nomes fortes da MPB (Música Popular Brasileira), que pontificam ao lado de novos autores escolhidos pelo cantor e que aqui encontram uma brecha de visibilidade. O resultado final deste projecto é o ponto de partida para uma longa jornada de espectáculos, que voltaram a mostrar ao mundo o maior instigador brasileiro da sexualidade em palco. Em Portugal, o pontapé de saída para a promoção de «Inclassificáveis» deu-se na noite de ontem, no Salão Atlântico do Casino de Espinho.
Para além do peso que carrega no contexto da MPB, e da sua fama ser transversal a públicos de várias idades, o interesse no evento prendia-se igualmente com o facto de Ney Matogrosso anunciar o regresso às ousadias de outros tempos. Como é expectável numa carreira extensa, o músico tem atravessado diferentes fases. Nos últimos anos, as suas aparições têm-se pautado por uma maior sobriedade no trajar e por menos provocações em palco. Agora, aos 67 anos, voltou a sentir o apelo da exuberância, apresentando-se em Espinho como um autêntico animal de palco. Volta tudo ao seu habitual: a androginia, as movimentações sensuais dos quadris, as vestes com superabundância de lantejoulas e plumas. Se, por um lado, a sua tendência camaleónica lhe poderia valer comparações a David Bowie, a sua vertente enérgica e de entrega absoluta sugeriu no espectáculo de ontem uma atitude à Iggy Pop.
Muito cuidadoso com a indumentária e aspectos cénicos, o intérprete conjuga essa ostentação com valorosos trunfos ao nível da voz e sobretudo das canções. O autor de êxitos como «Homem com H», «Vereda Tropical» ou «Rosa de Hiroshima» (nenhum deles revisitado neste concerto), apresentou o seu novo trabalho quase na íntegra, interpretando temas alheios, compilados com mestria. Grande parte desse material é afecto ao rock n’roll, com solos de guitarra a rasgar os andamentos. «Inclassificáveis», o tema-título da autoria de Arnaldo Antunes, ou «O Tempo Não Pára», escrito pelo trio Cazuza, são competentes incursões na ala mais declaradamente rock. Mas há «Coisas na Vida», um tema que reclama um ambiente mais intimista, para o qual Ney Matogrosso convoca a guitarra acústica de Júnior Meirelles e, a seu lado, se presta a uma tranquila interpretação, interrompendo o seu acelerado repertório.
A passagem por «Cavaleiro de Aruanda», da autoria de Ronnie Von, marcaria o momento mais arrojado da noite, altura em que o cantor realiza o seu tradicional striptease. No final do mesmo, vemo-lo em roupa transparente com motivos indígenas tatuados. Ao longo dos anos, Ney Matogrosso nunca se furtou a oportunidades de dar um verdadeiro espectáculo, facto que o avançar da idade não parece atrapalhar. E sabe envelhecer. Quando o ouvimos interpretar «Lema», faixa do último trabalho, constatamos a dignidade com que canta e se apresenta ao longo dos anos. Diz «Ser novo para mim é algo velho/ Quero crescer/ Quero viver o que é novo, sim/ O que eu quero assim é ser velho». E facilmente concordamos.
 

Fonte: Disco Digital

Aos 16, Mallu Magalhães estréia disco como adulta

Em fevereiro deste ano, Mallu Magalhães esteve na capa do Folhateen, ao lado de outras três jovens cantoras.

Ela começava a fazer sucesso na internet com "Tchubaruba" e tinha tocado em apenas uma casa noturna até então. Na semana passada, a cantora lançou seu primeiro disco em uma ação de marketing com uma operadora de celular, que está vendendo cada faixa por R$ 1,99 em seu site.

 

Mallu Magalhães lança seu primeiro disco com esquema profissional de lançamento

 

Além disso, cinco modelos de telefone estão sendo lançados com o álbum completo armazenado na memória. Em novembro, o CD chega às lojas e, em dezembro, ela lança também um DVD.

Em apenas oito meses, Mallu passou de mero hype da internet a cantora profissional. Aos 16 anos, ela conta com uma estrutura que muitas bandas com muitos anos de estrada ainda estão longe de conquistar.

Ela tem um empresário (Rafael Rossatto, da banda Bidê ou Balde), um produtor --que a leva de um lugar para outro e providencia, entre outras coisas, o alvará do Juizado de Menores exigido em cada apresentação--, um produtor artístico e uma assessora de imprensa.

Graças a essa estrutura profissional, Mallu já vendeu uma música para um comercial de TV --que bancou a gravação do disco--, produziu dois clipes, foi indicada em três categorias no VMB --inclusive "artista do ano"--, se apresentou em quase todas as capitais do país, gravou um DVD e está escalada para tocar no festival Planeta Terra, em novembro, ao lado de bandas como Bloc Party e Jesus and Mary Chain. Tudo isso muito antes de o primeiro disco chegar às lojas.

"Acho que foi bem rápido em relação a outras bandas, mas é natural. Estava na hora de acontecer, foi um ótimo momento para eu crescer", diz a garota, que, com o dinheiro que está ganhando, quer comprar um apartamento para morar sozinha quando fizer 18 anos.

Rossatto, o empresário, não abre o valor do cachê, mas diz que está na faixa do de Marcelo Camelo, 30 anos, quatro discos lançados com o Los Hermanos e um CD solo no currículo.

Estudos

Em meio ao turbilhão de acontecimentos, a escola ficou em segundo plano. Só não foi totalmente limada da rotina por imposição do pai.

"Foi a condição que ele colocou para eu exercer a minha profissão. A escola é importante se você quer fazer parte da sociedade, mas eu não faço a mínima questão. Isso não está me trazendo nada. Mas, como o meu pai manda, eu tenho que obedecer", diz a cantora, que está no primeiro ano do ensino médio e já mudou de colégio duas vezes só neste ano por não acompanhar o ritmo das aulas.

Mallu também já está experimentando o "gostinho da fama". Além de receber diariamente centenas de mensagens em sua página no MySpace, que raramente consegue responder, ela já recebeu cartas, presentes e até visitas de fãs em sua casa, no bairro nobre do Morumbi.

"Tive que aprender a lidar com o pessoal aparecendo na porta da minha casa. Acho legal, mas não posso ser muito carinhosa com a pessoa, porque, bem ou mal, não é só a minha privacidade que está em jogo, é a privacidade dos meus pais, da minha irmã. Por isso eu dou uma 'escondidinha' quando aparece alguém", diz.

Durante a gravação do DVD, há duas semanas, o público que lotou o Na Mata Café, em São Paulo, cantou as músicas com a garota e deu presentinhos para ela durante o show.

Mas a fama repentina também tem seu lado negativo.

"O tempo que eu passo em casa é bem menor. De vez em quando eu chego cansada, estressada e tenho que tomar cuidado para não descarregar nos meus pais. Tive dificuldade em não fazer isso no começo, mas hoje eu consigo lidar melhor. Guardo um pouco da minha energia e do meu sorriso pra eles", conta a garota, que também está se esforçando para não virar uma "pessoa esnobe, sem pé no chão".

"Eu me preocupo com isso, tem que ter cuidado porque não é parte de mim."

O disco

Gravado no Rio ao longo de 20 dias, durante as férias de julho, o disco "Mallu Magalhães" tem produção de Mario Caldato Jr., brasileiro que teve seu auge nos anos 1990 ao trabalhar com artistas como Beastie Boys. Mais recentemente, produziu os brasileiros Marcelo D2 e Nação Zumbi.

"Quem propôs (o Mario como produtor) foi o meu empresário. Eu não o conhecia direito e nem sabia o que faz um produtor. Só percebi a diferença que ele fazia quando a gente foi gravar mesmo. Não sei explicar direito, mas acho que ele capta a atmosfera", afirma.

Quem espera a ternura de "Tchubaruba" ou de "Vanguart" pode se surpreender com a densidade quase melancólica de faixas como "Noil" e "O Preço da Flor", uma das poucas em português.

"Tenho vários lados, alguns mais maduros, outros menos. Tenho dias tristes, outros felizes. Acho que isso ficou evidente no disco, naturalmente. Tem músicas pesadas. Tem músicas mais 'mulheres', como "Noil", que eu compus no piano. É tipo um rugido de liberdade", diz.

O folk que ela introduziu para o público adolescente está presente em faixas como "Angelina" e "Don't Look Back".

A capa traz um desenho da própria cantora. Um leãozinho, em homenagem à música de Caetano Veloso que o pai cantava para ela na infância.

Alternando a pose de menina e o jeito de mulher bem-sucedida, Mallu não confirma nem desmente o namoro com o vocalista do Vanguart, Helio Flandres. "Não quero comentar porque não está estável o suficiente. Tenho medo de chatear alguém."

Mas confessa que está "definitivamente" apaixonada. "Tenho um (amor) que é acima de tudo. Eu, infelizmente, não posso exercê-lo atualmente."

 

Fonte: Folha Online

Ney Matogrosso em Lisboa

 

Dia 21 (Esgotado) e 22 de Outubro

Coliseu de Lisboa

 

Cadeira de Orquestra * 60,00 Euros
1ª Plateia * 50,00 Euros
2ª Plateia * 40,00 Euros
Camarote 1ª (Frente) * 40,00 Euros
Camarote 1ª (Lado) * 35,00 Euros
Camarote 2ª (Frente) * 35,00 Euros
Camarote 2ª (Lado) * 25,00 Euros
Balcão Central * 35,00 Euros
Balcão Lateral * 30,00 Euros

Abertura de Portas * 21h00
Início do Espectáculo * 22h00

"Sou e morrerei sendo um transgressor"

 

A sua carreira começou tarde e promete acabar tardíssimo. Aos 67 anos, Ney Matogrosso lança o 31.º registo de estúdio mas continua a privilegiar o palco. Para ouvir e ver hoje no Casino de Espinho, amanhã no Coliseu do Porto, dias 21 e 22 no de Lisboa, dia 24 em Faro e 26 na Figueira da Foz

 

Como classifica estes Inclassificáveis?

Antes de mais, é pop/rock. Eu surgi numa banda rock [Secos e Molhados, em 1973]. Durante todo este tempo não me limitei a isso, porque antes de ser rock ou qualquer outra coisa sou um artista brasileiro, um intérprete, que por não compor tem a liberdade de usar tudo o que a música brasileira oferece. Mas o pop/rock me dá a possibilidade de ir até aos limites. Os limites sou eu próprio que estabeleço, dependendo do que estou a cantar. E quando estou a cantar música desta não tenho qualquer compromisso com a formalidade. O limite é o meu sentido estético.

E este é, uma vez mais, um espectáculo e um disco com grande apelo estético.

Isso é muito importante para mim.

Onde se inspirou para estes figurinos?

Num programa de televisão sobre as civilizações da América do Sul. Numa determinada altura do ano, o imperador Inca ia ao lago Titicaca, ficava nu com o corpo coberto de ouro em pó e mergulhava para oferecer o ouro de volta aos deuses. Achei um arquétipo muito poderoso da América Latina e foi baseado nisso que nasceu este figurino. A segunda roupa que uso é transparente e tatuada com motivos do Alto Xingu [região reservada de povos índios no sul da Amazónia].

Sente-se um actor?

Sou um actor antes de mais nada. Sempre foi o que busquei na minha vida.

Um transgressor?

Expressar o que se pensa e não seguir os ditames é sempre ser transgressor. Eu sou e morrerei sendo um transgressor. Sinto essa necessidade como ser humano.

Aos 67 anos contin ua a encontrar motivos para transgredir?

Olhe o mundo ao seu redor e me diga se não continua a haver motivos.

Reformulo a pergunta: olhando o mundo, o que é que ainda vale a pena transgredir?

Tudo. Quais são as regras? Está tudo equivocado! A regra do mundo continua a ser a do dinheiro. Não há evolução humana. Há evolução tecnológica, nada mais. Não há evolução no sentido da solidariedade, da união, da fraternidade. Dá para ter ilusões?

Pergunto-lhe eu: dá para ter ilusões?

Não, claro que não. Então, dentro das minhas possibilidades, vou expondo um pensamento que contraria a ordem estabelecida. É um direito um dever que sinto, o de me expressar com liberdade.

De que forma isso está no espectáculo?

O texto é muito claro. Falo em texto porque o espectáculo é muito teatral. Quem prestar atenção vai perceber que aquilo tem um princípio, um meio e um fim, um pensamento expresso no roteiro.

Há uma história contada?

Absolutamente. Mas tem de ser o público a perceber, não eu a explicar. Eu gravei o disco depois do espectáculo montado e o espectáculo não está todo no disco. Mas a espinha dorsal, o que conta a história, está lá.

Se não lhe posso pedir que conte a história, peço que descreva a espinha dorsal...

O Tempo Não Pára [Cazuza], Mal Necessário [Mouro Kwito], Ode Aos Ratos [Chico Buarque], Inclassificáveis [Arnaldo Antunes] e Divino Maravilhoso [Caetano Veloso]. Estas canções sustentam toda a história. No intervalo eu abro o leque a outros assuntos.

É portanto uma história política... Ode aos Ratos podia resumir a mensagem?

Claro. É mesmo... E tiro uma vez mais o meu chapéu ao grande Chico Buarque que é capaz de escrever e cantar um texto como este. Esta gente que está aqui vivendo nas favelas, nas ruas, são seres humanos e não são vistos como tal. São reprimidos constantemente dentro das favelas pela polícia e pelo tráfico. São marginais? Alguns serão. Mas a esmagadora maioria são seres humanos obrigados a viver uma vida horrorosa e sem alternativa.

Está mais desiludido hoje do que estava quando começou, há quarenta anos?

Sim, mais.

É público que votou em Lula da Silva. Desiludiu-se?

Sim. Porque a gente acreditou que com a chegado do PT [Partidos dos Trabalhadores] ao poder o princípio seria invertido. Que os princípios alterariam o sistema. Mas não. Foi o contrário. O PT submeteu-se ao sistema, adoptou os princípios do sistema, tornou-se o sistema. Era um partido que pregava a ética e quando vemos que não tem nenhuma, não há ilusão possível.

O PT perdeu o seu voto?

Para sempre.

 

 

Fonte: Diário de Notícias Online

Marcus Menna reaparece cantando na TV

O cantor Marcus Menna, vocalista do grupo LS Jack que entrou em coma após uma parada cardiorrespiratória durante uma lipoaspiração há quatro anos, voltou a se apresentar na TV durante o programa da apresentadora Xuxa, neste domingo.

Acompanhado da mulher e da filha, Menna participou do quadro Histórias de Vida e, após ouvir depoimentos de amigos e familiares, cantou a música que fez sucesso em 2001, Carla.

Ainda com dificuldades para falar em função da coordenação motora que foi comprometida após dois meses de coma, Menna conversou com Xuxa e deixou um recado para aqueles que enfrentarem problemas como ele.

"Acreditar em Deus, isso é muito importante. Acreditar que existe um ser que obviamente fez isso tudo acontecer, nós estarmos aqui, nesse planeta, com toda essa gente bacana e querida do nosso lado, querendo o nosso bem", afirmou ele.

 

 

Fonte: Terra Música    Globo Videos

 

Com gravadora nova, Titãs trabalha em seu próximo lançamento

Titãs pretende lançar CD em 2009
Titãs pretende lançar CD em 2009

 

Os roqueiros do Titãs estão reunidos trabalhando em um novo disco.

Agora de gravadora nova, Arsenal Music, a banda conta com Rick Bonadio na produção (que já produziu material do Fresno e Nx Zero).

Bonadio já havia trabalhado com o Titãs antes, e por isso decidiram investir na parceria.  "Eu já tinha produzido uma música do Paulo Miklos, que era pra aquele tributo ao Odair José, Eu vou tirar você desse lugar. Depois disso o [Sérgio] Britto me mandou o disco solo, que nós lançamos pela Arsenal”, comentou ele, segundo o site Abril.

Não foram revelados detalhes do novo disco do Titãs, mas especula-se que o material seja lançado no início de 2009.

 

 

Fonte: Cifra Club

Ney Matogrosso inicia, em Espinho, digressão em Portugal

"Inclassificáveis", o mais recente espectáculo de Ney Matogrosso, é porventura a experiência mais transgressora que ele teve em palco. O brasileiro chega a Portugal para uma digressão que arranca este sábado, às 20 horas, no Casino de Espinho.

O concerto é visto por muitos como um retorno à ousadia do tempo em que Ney Matogrosso fazia parte dos Secos e Molhados, banda onde o cantor iniciou carreira, em 1971. Já o músico, na entrevista que deu ao JN aquando do lançamento do álbum "Inclassificáveis", preferiu chamar-lhe de "regresso ao universo mais exuberante".

A avaliar pelo sucesso alcançado em todo o Brasil, com duas semanas de casa lotada na célebre sala de espectáculos Canecão, no Rio de Janeiro, Portugal não deverá fugir à regra e a exemplo disso foi a necessidade de se arranjar uma segunda data para o músico se apresentar na capital, dada a primeira ter esgotado de uma forma célere.

Assim sendo, amanhã será a vez de Ney Matogrosso cantar, a partir das 22 horas, no Coliseu do Porto, seguindo-se o Coliseu dos Recreios, em Lisboa, na terça e quarta-feira. O artista actua ainda no Teatro das Figuras, em Faro, no dia 24, e por fim no dia seguinte, no Centro de Artes e Espectáculos da Figueira da Foz.

A avaliar pela mostra registada já em DVD, em Janeiro, no Canecão, "Inclassificáveis" será o espectáculo que ficará registado na memória de todos como "o mais brilhante e genial show da carreira de Ney Matogrosso", a exemplo do que já foi escrito pela crítica brasileira.

O concerto, com direcção musical de Emílio Carrera (ex-integrante do grupo Secos e Molhados) inclui figurinos arrojados (ler texto em baixo) e uma elaborada componente cénica, da responsabilidade de Milton Cunha, onde o artista não descurou nenhum pormenor de iluminação. "Gosto de estar atento a todos os detalhes. Por isso, o meu gosto passa pelo cenário, pelo figurino e também pela luz", confessou o músico ao JN.

Durante mais de uma hora e meia, Ney Matogrosso, vestindo uma segunda pele de imperador inca, propõe uma viagem por mais de duas dezenas de composições, onde predominam interpretações de "Inclassificáveis".

Ao JN, o cantor disse que no "palco tudo é permitido desde que com mínimos de bom senso". Ainda assim, ao vê-lo a assumir uma personalidade camaleónica no tablado, torna-se difícil traçar a sua fronteira.

Apenas com os olhos, contornados a preto, a descoberto, o brasileiro - com 65 anos e mais de 30 de carreira -, encena com o público um longo jogo de provocação. Há tempo para tudo. Até para encenar um streaptease, durante o tema "Cavaleiro de Aruanda", ficando apenas "com uma roupa transparente toda tatuada com motivos indígenas dos índios do Xingu", descreveu.

Mas "Inclassificáveis", dito como um espectáculo de música popular brasileira com uma roupagem pop, também oferece momentos intimistas, como em "Existem coisas na vida", onde Ney se vê rodeado em concha pelos seus músicos.

"O Tempo não pára" (Cazuza), "Divino e Maravilhoso" (Caetano Veloso), "Um Pouco de Calor" (Dan Nakanawa), "Ouça-me" (Itamar Assunção) e "Inclassificáveis" (Arnaldo Antunes) são outras das músicas escolhidas por Ney Matogrosso.

Já a banda que acompanha o brasileiro - composta por Carlinhos Noronha (baixo), Júnior Meirelles (guitarra/violão), Sérgio Machado (bateria), Emílio Carrera (piano, teclado e direcção musical), e DJ Tubarão e Felipe Roseno (percussões) - assenta na qualidade individual de cada músico. Ou "não tivessem sido escolhidos a dedo para este show", concluiu Ney Matogrosso.

 

 

Fonte: Jornal de Notícias

Ney Matogrosso no Porto

 

19 de Outubro

Coliseu do Porto

 

Cadeira de Orquestra * 50,00 Euros
1ª Plateia * 40,00 Euros
2ª Plateia * 33,00 Euros
Tribuna * 35,00 Euros
Camarote 1ª * 33,00 Euros
Camarote 2ª * 18,00 Euros
Balcão Popular * 30,00 Euros

Abertura de Portas * 21h00
Início do Espectáculo * 22h00

Bahia na Europa

Edu Casanova, Cortejo Afro e Malê Debalê foram contratados pela Secretaria de Turismo do Estado para divulgar a Bahia na Europa . Durante esta semana, eles se apresentam em Madri, na Espanha,  em Lisboa e Porto, Portugal e encerram a turnê, domingo, em Milão, na Itália.
 
A Bahia é rica em tradições culturais e, principalmente, em manifestações populares que se espalham por todo o seu território e é essencial a divulgação de nossa cultura em outros Paises.
 
 
Fonte: Axezeiro

Maria Rita lança DVD antes de curta temporada no Japão

A cantora Maria Rita acha graça quando dizem que ela anda numa fase ensolarada. É que junto com o novo CD, "Samba Meu", veio uma Maria Rita esbelta e desinibida, que não lembra nada a "diva intocável" que muitos enxergavam no início de sua carreira.

 

Daí, o "fase ensolarada". Em entrevista para divulgar o lançamento do DVD homônimo, a cantora disse que esta é apenas uma das facetas de sua persona camaleônica. "São momentos diferentes da minha vida, sou um ser que não consegue ficar parado numa fase só", concordou ela.

Gravado no Rio, é o registro puro e simples do show que essa nova Maria Rita anda levando pelo Brasil e pelo mundo. Em breve, ela estará em curta temporada no Japão. Segundo ela, seu público a compreende e tem gostado do que vem vendo e ouvindo. "Se eu não tivesse gravado um disco de samba, teria sido um disco mais para cima de qualquer maneira." Mas a proximidade com os amigos sambistas a ajudou a definir o que viria a ser esse terceiro trabalho.

Além de seguir o protocolo de cantar músicas de seu projeto de samba, como "Samba Meu", "O Homem Falou", "Corpicho", "Tá Perdoado" e "Maltratar Não É Direito", reservou no show um bloco só para o repertório retrospectivo, incluindo "Pagu" e "Encontros e Despedidas".

Ela confessa que, na hora de montar o novo show, não se preocupou com uma coerência musical entre novas e antigas canções. "Dar unidade ou não? Fiquei com o não." Usou como parâmetro o que seu público – e ela própria – gostaria de vê-la cantando. O DVD traz alguns poucos extras, incluindo cenas de bastidores, e os clipes de "Não Deixe o Samba Morrer" e "Num Corpo Só".

 

Fonte: IG Pop

Paula Toller lança primeiro DVD solo em novembro

 

Paula Toller deve lançar ainda este ano seu primeiro DVD solo. O registro foi feito ao vivo em agosto no Rio de Janeiro e irá se chamar Nosso, uma brincadeira com o nome de seu álbum solo mais recente, SóNós.

O DVD deve chegar ao mercado em meados de novembro. Ele foi gravado com o Teatro Oi Casagrande lotado e traz participações de Kevin Johanssen, na faixa "Glass - I'm So Brazilian", e do ex-Legião Urbana Dado Vila-Lobos em "Pane de Maravilha".

Além de canções próprias, foram registradas no DVD versões para Beth Carvalho, Rita Lee, Claudinho e Buchecha e Frank Sinatra. Enquanto isso, a cantora segue em turnê com shows marcados até o final de novembro.

 

Fonte: IG Pop

Ney Matogrosso em Espinho

 

Outubro marca o regresso de Ney Matogrosso ao Casino Espinho, onde o cantor se apresenta com o seu último trabalho “Inclassificáveis”, um show que reacende a chama adormecida que o lançou para o estrelato no início da sua carreira e que tem merecido os mais rasgados elogios da crítica brasileira. Um espectáculo com um explosivo repertório, de Cazuza à Arnaldo Antunes, de Caetano Veloso à Chico Buarque, uma estética exuberante performances de fazer perder a respiração é a proposta do Casino Espinho para o serão de 18 de Outubro.
 

 

Jantar e Espectáculo: 100 € p.p

Fonte: Solverde

Doces Cariocas apresentam música brasileira de qualidade

Músicos independentes se unem para lançar um selo musical, Abacateiro, e com ele o álbum "Doces Cariocas". A boa idéia rendeu um bom resultado.

"Tem outros doces cariocas. Biscoito fino, quem quiser provar". Esse é o trecho da música que dá nome ao grupo, a terceira do álbum, que transmite o espírito do CD. Para fãs da música brasileira, uma ótima oportunidade de experimentar e se surpreender.

O disco é uma mistura de ritmos brasileiros, que incluem batuques nordestinos e bossa nova. O álbum abre com "Quanto Tempo", nas vozes dos músicos Alexia Bomtempo e Pierre Aderne, que são acompanhados por cavaquinho, cuíca e pandeiro.

Um dos destaques do álbum é a canção "Blackbird e Asa Branca", que mistura a música dos Beatles com a de Luiz Gonzaga. Novamente Pierre Aderne empresta sua voz, desta vez acompanhado de Marcelo Costa Santos. O músico Wilson Simoninha também participa da festa e com Pierre e Marcelo canta na música "Feito a Mão".

Além dos músicos citados, participam do projeto Alvinho Lancellotti, Dadi, Domenico, Felipe Pinaud, Ingrid Vieira, Lancaster, Luis Carlinhos, Mauro Refosco, Pretinho da Serrinha, Rafael Nunes, Rogê e Silvia Machete.

 

Fonte: UOL Música