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Dia 21 de Novembro
Armazém F
Lisboa
7€ (sócios AFP) - 10€
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Fonte: Blitz
“Partimpim Dois”, o segundo trabalho infantil de Adriana Calcanhoto, chega às lojas nacionais (portuguesas) na próxima segunda-feira.

O registo, que sucede ao aclamado “Adriana Partimpim”, inclui 11 canções, entre as quais, originais compostos propositadamente para o disco (Baile Partimcundum, Ringtone de Amor e Menina, Menino) e versões de temas como O Trenzinho do Caipira, Bim Bom, Gatinha Manhosa ou O Homem deu nome a todos os animais, de Bob Dylan.
Em palco, “Partimpim Dois” estreia-se em Fevereiro de 2010, no Rio de Janeiro.
Recorde-se que o primeiro álbum do alter-ego infantil da cantora conseguiu, em 2004, uma nomeação para o Grammy Latino de Melhor Álbum Infantil, sendo que a sua versão ao vivo, “Adriana Partimpim – O Show” venceu, um ano depois, a mesma categoria.
Fonte: Palco Principal
Marcelo D2 voltou a Portugal e espalhou a festa. O Pavilhão dos Lombos, em Carcavelos, recebeu a visita do carioca. E não só. O SEF (Serviço de Estrangeiros e Fronteiras), e uma operação policial muito forte, aguardava um público disposto a saudar um homem sempre em forma.
Leu-se quem escreveu que o «bagulho» no Sudoete já tinha «esquentado». Finalmente. Já era hora de D2 ser reconhecido por estas terras nem sempre simpáticas para o Mister Peixoto. D2 é um rapper pop no Brasil. Conquistou com «À Procura da Batida Perfeita» e ainda hoje retira dividendos da coroa. O gourmet do melhor: samba com hip-hop e outros toques de uma cozinha requintada como a brasileira.
Na Quinta dos Lombos esperou-se até altas horas para o homem aparecer em palco. O dispositivo policial ao redor o pavilhão atrasou, e muito, o começo do espectáculo. Vaias? Apupos? Nada. Todos sabiam ao que vinha e era dia de festa. E D2 sabe-a a fazer como poucos. Usa o «ontem» brasileiro e constrói um hoje. Manda vir arquitectos da música popular brasileira, de Jorge Ben Jor a Tim Maia, e outros contemporâneos, como Racionais MCs e Chico Science. E pavoneia-se livremente pelo passado com Planet Hemp.
O jogo é simples e D2 ganha sempre. Auto-referência à sua pessoa, transversalidade a discos editados, a histórias de vida. Conta com a ajuda de Fernandinho (human) beat box com uma ou outra novidade (o «Seven Nation Army» de sempre). Boa banda. Uma miudas chamadas a palco para o carnaval final e a vitória é dele. É a «Arte do Barulho» (último álbum) que apresenta «Desabafo», música que conquistou novos clientes (de betos a freaks endinheirados) e não machucou fãs do passado.
O aviso à população está feito. Quando souberem que o Marcelo D2 volta ao burgo, arrumem a trouxa, vistam a roupa mais confortável (e malandra) e deixem a anca guiar os olhos de quem está ao lado.
Fonte: Disco Digital
A propósito da apresentação em Lisboa na última terça-feira (10) do show “Concerto de Cordas”, que Gilberto Gil apresenta em turnê europeia, o musico falou com o UOL sobre a excursão, na qual divide o palco com Jaques Morelenbaum e de seu filho Bem Gil.
Na conversa, Gil também anunciou as próximas datas da turnê --que pode ser apresentada no Brasil-- e comentou sobre seu novo projeto, que será inspirado pela musica nordestina, e fez ligações entre a musica brasileira e a portuguesa.
Leia abaixo os melhores momentos da conversa com Gilberto Gil.
UOL - Como é o trabalhar com o Jaques Morelenbaun e com o Bem Gil no “Concerto de Cordas”?
Gilberto Gil - A presença de Jaques Morelenbaum dá uma elegância e uma sofisticação típica do seu instrumento, ainda mais quando extraordinariamente bem tocado, como é o caso dele. E o Bem, meu filho, se adapta de forma muito simples e muito eficaz ao trabalho. Ele é um apreciador da minha técnica e do meu estilo, é atento ao meu modo de tocar violão e vive imerso na minha composição desde bebê. Ele viveu comigo até 4 ou 5 anos atrás, é uma pessoa muito inteligente. Então é um prazer muito grande eu fazer este trabalho com eles.
UOL - Este registro orgânico que um show acústico traz para o repertório aproxima você mais ainda do teu filho e do Jaques?
Gil- Sem dúvida. Nos relacionamos de forma mais direta. A interdependência no caso dos três é mais profunda e mais imediata, e tem algo de cumplicidade que é mais direta.
UOL - Qual a diferença entre o repertório do “Concerto de Cordas” e do “Banda Dois” [projeto de Gil e seu filho Bem, só com voz e violão]?
Gil - A diferença é pouca, praticamente nenhuma. Somente três canções que foram sugestões do Jaques, "Viramundo”, “Seu Olhar” e “Estrela”, que não estavam no repertório do “Banda Dois” e que vieram para este repertório do "Concerto de Cordas".
UOL - Vocês pretendem levar o “Concerto de Cordas” para o Brasil?
Gil - É possível. Na verdade, o que está planejado é Europa agora, Argentina e alguns outros países da América do Sul, em dezembro, e Estados Unidos e Canadá, em março.
UOL - Você também tem um projeto novo que será inspirado em festas juninas do Brasil?
Gil - Talvez eu não possa prosseguir com o “Concerto de Cordas” no Brasil em função deste trabalho. Eu tenho de fazer o disco entre janeiro e fevereiro [de 2010] e tenho de começar as apresentações nas cidades brasileiras em abril. Quero ir a algumas capitais, visitar pelo menos dez cidades do interior de Pernambuco, Paraíba, Bahia e Ceará, no habitat desta música, que é a minha primeira referência musical, a música do nordeste.
UOL - Você pretende revisitar o albúm “Eu, Tu, Eles”?
Gil - [Haverá] Muitas das canções desse álbum e algumas que eu vou fazer para gravar o próximo disco, porque quero ter também algumas inéditas.
UOL - Em Portugal você já tocou com músicos importantes, como Tereza Salgueiro, Maria João e Mariza. Você incorporou ou tem alguma referência da música portuguesa na sua forma de criar?
Gil - Primeiro a música brasileira, toda ela, os modos nordestinos remetem muito aos modos medievais, mediterrâneos, espanhóis e portugueses profundamente. A música carnavalesca brasileira tem muito a ver com a música portuguesa, o samba canção, a canção de amor, a dor de cotovelo brasileira. Tem muito a ver com elementos que são fortemente presentes no fado, por isso estão na matriz. E também nós temos esta música portuguesa mais recente que passa por todos estes novos intérpretes, como Madredeus, que são músicas com elementos mais internacionalizados e servem de elemento de aproximação com o toque brasileiro, com este modo universalizante que a música brasileira tem hoje.
Fonte: UOL Música
Grupo da atriz Emanuelle Araújo lança DVD e CD gravados ao vivo no Rio de Janeiro

O nome Moinho pode não ser familiar para você. Mas é muito provável que os três integrantes do grupo radicado no Rio de Janeiro sejam familiares aos seus ouvidos. O trio está lançando o CD/DVD Moinho Ao Vivo, pela gravadora EMI.
A vocalista Emanuelle Araújo, por exemplo, é uma linda baianinha de 33 anos que em 1999 substituiu Ivete Sangalo na Banda Eva. Em 2002, saiu para investir em uma carreira solo e atuou em outros grupos. Mas ela é mais famosa entre os noveleiros.
Afinal, desde 2007 ela vem participando com destaque de novelas globais como atriz e hoje está na novela Cama de Gato, da Globo. A gata esteve em Pé Na Jaca, A Favorita e Três Irmãs. Também foi a atriz principal do filme Ó, Paí, Ô, no qual atuou ao lado de Wagner Moura e Lázaro Ramos.
O guitarrista carioca Toni Costa, por sua vez, integrou durante oito anos a banda de Caetano Veloso, com quem compôs o sucesso Vamo Comê. Ele também trabalhou com Gal Costa, Adriana Calcanhoto e Zizi Possi, além de ter gravado três discos solo.
A percussionista e cantora baiana Lan Lan tornou-se conhecida por trabalhos ao lado de Cássia Eller, Elba Ramalho, Tim Maia, Marisa Monte e Nando Reis, além de ter lançado um disco com seu próprio grupo, o Lan Lan e os Elaines.
Radicado no Rio de Janeiro, o Moinho lançou seu primeiro CD de estúdio em 2008, Hoje de Noite. A repercussão foi boa. Mas como o trabalho do grupo em shows é extremamente elogiado, eles resolveram partir logo para uma gravação ao vivo.
Moinho Ao Vivo foi gravado no palco do Circo Voador, no Rio de Janeiro, no bairro da Lapa. Esse local tem sido um verdadeiro berço de uma nova geração de sambistas, e o som do grupo inclui generosos elementos do ritmo, mas de um jeito próprio.
Na verdade, o Moinho investe no jeito baiano de tocar samba, em uma fusão que engloba composições próprias e também de autoria de Caetano Veloso, Carlinhos Brown, Dorival Caymmi, Novos Baianos e Luiz Caldas. O resultado é bem agradável.
Emanuelle canta muito bem, e as intervenções vocais de Lan Lan e Toni Costa ajudam a dar um tempero próprio e originais ao trio nesse setor.
Em seus shows habituais, eles contam com o apoio de Pedro Mazzillo (baixo), Maurício Braga (bateria) e Nara Gil (vocais), sendo que na gravação deste DVD/CD ao vivo mais quatro músicos marcaram presença.
Das músicas da própria banda, a maioria integrante de Hoje de Noite, destacam-se as ótimas Ela Briga Comigo e Sai Mané. Ao vivo, as composições ganharam em calor e vitalidade, tornando-se ainda melhores.
Das releituras, Besta É Tu (dos Novos Baianos) e o pot-pourry que inclui O Que Que Essa Nega Quer? (Luis Caldas), Eu Não Tenho Onde Morar (Dorival Caymmi) e Marinheiro Só (Caetano Veloso) são as que mais entusiasmam.
Com produção a cargo dos badalados Berna Cepas e Kassin, Moinho Ao Vivo é um certeiro convite à dança, e que irá agradar tanto aos fãs do samba mais tradicional como quem curte axé music, samba rock e outras misturas efervescentes.
Fonte: R7

Com 55 anos de idade, seis casamentos e lançando o 24º disco de estúdio da carreira, Fabio Jr. está mais romântico do que nunca. Isso se reflete no título do álbum, Fábio Jr. Romântico, que traz 11 clássicos da música caipira, além de duas versões internacionais.
Em conversa por telefone com o Terra, o cantor afirma que conseguiu deixar o repertório do álbum com a sua cara. "O disco poderia ter outros nomes, mas consegui deixar esse repertório caipira do meu jeito, os tons das músicas mais baixos, cantando de uma forma mais serena."
Fabio Jr. conta que o disco foi feito em cerca de dois meses. "O mais difícil foi chegar no repertório. Quando surgiu o projeto, tínhamos 500 canções. Quando chegamos em 100 foi uma vitória. Se chegamos a 100, dava para chegar a 15. Mas foi puxado", afirma.
O álbum tem duas versões internacionais, de Norah Jones e Michael Bolton. Segundo Fábio, a canção de Norah foi a que deu a direção para o trabalho. "Muitas das músicas caipiras que estão ali são gravadas com duas vozes, viola marcada, acordeom. Quando mostrei para o Guto Graça Melo, diretor musical do disco, a música dela, vimos que era esse o caminho."
Fábio também afirma que só fará shows deste disco no ano que vem. "Talvez eu faça um bloco caipira no meu show, não sei ainda. Estamos vendo isso." O cantor, porém, pode participar do especial de Natal da apresentadora Hebe Camargo, apresentando o novo repertório.
Fonte: Terra Música

São significativas as ligações de Ed Motta com Rita Lee. Os dois maiores sucessos recentes dançantes do cantor foram "Fora da Lei" e "Colombina", ambas compostas em parceria com a ex-mutante e cantadas por ele num tributo a ela na semana passada. No novo álbum, Piquenique (Trama), que tem lançamento previsto para o dia 20, a dupla retoma a parceria na faixa "Nefertite". As demais são de Motta com sua mulher, Edna Lopes.
Curiosamente, o título do CD de Motta coincide com o da turnê comemorativa dos 40 anos de carreira de Rita, realizada em 2008: Picnic. Motta se surpreende com a coincidência: "Agora achei mais interessante ainda, porque quando eu e Edna começamos a fazer as canções, por pura brincadeira, o tempo inteiro quem era citado como nossa referência era Rita e Roberto (de Carvalho)".
Não só no quesito dançante, essas influências aparecem nas letras da faixa-título, de "A Turma da Pilantragem" (em que Motta divide os vocais com Maria Rita), como ele próprio reconhece, "no humor do texto, na maneira de brincar com as palavras". "Pé na Jaca", que tem participação do ex-mutante Liminha tocando baixo elétrico, é outra que tem essas características.
Rita, porém, não é a única referência dançante do álbum. Há muito de soul, funk, disco music setentista, que vem de uma escola de música negra americana. Desde 1999 – quando gravou As Segundas Intenções do Manual Prático – Motta não realizava um álbum tão pop, alegre e dançante.
Músico de talentos múltiplos, Motta usou nas gravações diversos tipos de teclados tradicionais e virtuais. Também tocou piano, baixo, guitarra, violão, percussão, fez programação de bateria, criou efeitos e até utilizou um mellotron virtual em "Compromisso". Tudo para alcançar "a perfeição em cima do mundo acústico, da sonoridade real dos instrumentos". Como atrasou o lançamento do CD – que deve ganhar edição em vinil, formato que ele cultua –, o show em São Paulo não tem data prevista.
Fonte: IG Música

Inovar, inovar e inovar... a palavra é lei e justifica a longa e massificada carreira do Natiruts no cenário reggae nacional. A onda agora foi explorar a rede social mais badalada do momento - o Twitter - para uma ação única e criativa: Usar o sistema do Twitter para compor uma música junto a seus milhares de fãs, onde os próprios mandarão sugestões de frases para serem escolhidas pela banda.
De frase a frase a música será composta e gradativamente o resultado será divulgado no site oficial do Natiruts e aqui no Surforeggae. A música será tocada em shows e já sairá no próximo dvd da banda, temporariamente intitulado como "Independência ou Sorte", e ainda ganhará um videoclipe.
FRASES DA PROMO
1º Frase (início por Natiruts):
"Troque o medo em seu peito por amor /
Descarregue o peso do que já passou "
(Alexandre Carlo - Natiruts)
2º Frase Escolhida:
"Esse vazio que ainda permanece /
É espaco pro que chega, preenche e aquece"
(Twitter: @re_lupi)
3ª Frase Escolhida:
"Sentimento nobre que vem do coração /
reascende a essência da alma /
e semeia sorrisos que afastam a solidão"
(Twitter: @annelacerda)
4º Frase Escolhida:
"A vida as vezes tem altos e baixos como uma maré /
Mas sempre nos ensina a nunca se entregar e seguir com fé"
(Twitter: @rodrigoformoso)
5º Frase Escolhida:
"Sem medo de errar, dou a volta nesse mundo /
Vou atrás do que acredito, sonho alto, canto junto"
(Twitter: @re_lupi)
6º Frase Escolhida:
"Preservando a natureza e praticando o bem /
Dou valor ao que se fez e não ao que se tem "
(Twitter: @leo_sampa88)
MAIS INFORMAÇÕES
Site oficial: www.natiruts.com/promo
Fonte: IG Música


Após ser apresentado no último domingo (8), na cidade do Porto, em Portugal, o show “Concerto de Cordas”, no qual Gilberto Gil é acompanhado pelo filho e violonista Bem Gil e pelo violoncelista Jaques Morelenbaum, estreou nesta terça-feira (11), em Lisboa, no Centro Cultural Belén (CCB). O músico fez uma apresentação única do formato no Brasil, no dia 23 de outubro, no Rio de Janeiro.
Gilberto Gil iniciou o show às 21h10, com a música “Máquina de Ritmo”. Sozinho no palco, o cantor vestia uma camisa rosa, calça e sapatos brancos, num misto de sambista e orixá, figuras que simbolizam duas das muitas facetas musicais apresentadas no “Concerto de Cordas”, que está em turnê pela Europa.
O público que encheu o Grande Auditório do CCB ouviu a primeira música em puro silêncio, com total atenção. Após aplausos, Gil tirou os primeiros sorrisos da plateia, quando informou que a música de abertura do show é portuguesa, não por ser uma composição de algum artista português, mas por ter sido feita por ele no Algarve (região portuguesa ao sul, no mediterrâneo). Deste momento até o fim do espetáculo acústico, uma estreita ligação entre o artista e o público se manteve.
No segundo tema, “Esotérico”, Gil já não estava sozinho em palco. O artista anunciou a entrada de seu filho Bem Gil, violonista, que o cumprimentou com um beijo, e em seguida entrou Jaques Morelenbaum para completar o trio acústico. Os assobios de Gil, presentes em quase todas as canções, aproximaram o público do músico, e contextualizado pelo caráter acústico do show, o som agudo reafirmou o caráter orgânico do “Concerto de Cordas”. Enquanto isso, Bem Gil dava apoio para as criações melódicas de seu pai, por meio da harmonia e do ritmo de seu violão.
Cello de Morelenbaum e Dominguinhos
A terceira música, “Banda Um”, progrediu de forma contagiante e envolveu a platéia. Os músicos homenagearam Dorival Caymmi com “Saudades da Bahia”, ao mesmo tempo em que criaram a impressão de estarem em um espaço íntimo, como a “sala de casa”. O som alegre e agudo do assobio de Gil criou um contraste na parte final do tema com o som circunspecto do cello de Morelembaum. No cenário minimalista, os músicos eram iluminados durante todo o tempo por luzes brancas, que eram suavizadas de acordo com a intimidade que cada canção sugeria. Em volta dos músicos luzes coloridas eram projetadas no chão do palco, que delimitavam o espaço onde atuavam.
O cello foi tocado com mestria por Morelenbaum no tema “Superhomem”. A música “Rouxinol” – "Joguei no céu o meu anzol/Pra pescar o sol/Mas tudo que eu pesquei/Foi um rouxinol" – foi cantada em português e em inglês por Gil. Uma das músicas mais aplaudidas de todo o show foi “Chiclete com Banana”, de Jackson do Pandeiro, cuja letra foi acompanhada pelo público. As músicas mais recentes de Gil --“Das duas uma” e “Quatro coisas”--, criadas para o casamento da filha e para sua mulher, respectivamente, foram executadas com emoção e introduzidas com bom humor pelo musico.
Em “Lamento nordestino”, de Dominguinhos, discípulo de Luiz Gonzaga, o cello de Morelenbaum foi o destaque. O trio fez outra música de Dominguinhos, “Tenho sede”, mas sem o peso dramático característico, pois foi executada de forma rápida e leve. “Panis et Circense” foi muito aplaudida em função de Gil mostrar suas possibilidades vocais, em um ensaio com cara de brincadeira, acompanhado de perto pela elegância do cello. Com o fim do show mais próximo, Bem Gil teve seu momento de destaque em “Seu olhar”.
Alem do sertão e do samba, a África também se fez presente nas músicas “La renaissance africaine”, cantada em francês, e “Alapala”. Gil afirmou ao público que a África é “a última fronteira do humanismo”. “Andar com fé” foi recebida com plausos do público logo nos primeiros acordes. Após “Expresso 2222” com Bem no pandeiro, às 22h50, os músicos retornam para o bis e apresentaram mais duas: “Raça humana” e “Viramundo”, música do disco "Louvação", de 1967.
Durante a extensa carreira do musico, e após a Revolução dos Cravos, em 1974, –momento que marcou o fim da ditadura em Portugal-- Gilberto Gil se apresentou no país inúmeras vezes. O músico já dividiu o palco com nomes de expressão da música portuguesa, como a cantora de jazz Maria João, a fadista Mariza e a pianista Maria João Pires. Dias antes da primeira apresentação do “Concerto de Cordas” em Portugal, Gilberto Gil fez uma apresentação inédita ao lado de Teresa Salgueiro, ex-integrante do Madredeus. O entusiasmo do público pelo “Concerto de Cordas”, reafirmou o lugar de prestígio que Gilberto Gil ocupa em Portugal.
Veja abaixo o repertório do show “Concerto de cordas”:
“Maquina de ritmo”
“Esotérico”
“Banda Um”
“Saudade de Bahia”
“Superhomem”
“Rouxinol”
“Metáfora”
“Chiclete com banana”
“Das duas uma”
“4 coisas”
“Não tenho medo da morte”
“Lamento sertanejo”
“Tenho sede”
“Panis et circenses”
“Estrela”
“Seu olhar”
“La renaissance africaine”
“Alapala”
“Andar com fé”
“Expresso 2222”
bis
“Raça humana”
“Viramundo”
Fonte: UOL Música
Na Base do Beijo tem três minutos e 13 segundos
O videoclipe da música Na Base do Beijo, da cantora Ivete Sangalo, foi lançado nesta quarta-feira (11) na Internet.
Na produção de três minutos e 13 segundos, Ivete aparece cantando em um estúdio com seus músicos. Além disso, o vídeo é entrecortado por imagens da vida pessoal da cantora baiana.
A faixa faz parte do CD e DVD Multishow Registro Ivete Sangalo Pode Entrar e, ao lado de Cadê Dalila, Agora Eu Já Sei e Quanto ao Tempo, é a quarta música de trabalho do projeto.
A canção Na Base do Beijo foi lançanda no site oficial da musa em 30 de outubro.
Cada vez mais em voga no cenário pop nacional, o cantor carioca Seu Jorge já finalizou seu novo álbum e agora acerta as pontas de um especial televisivo mostrando o novo repertório para o seu cada vez mais cativo público brasileiro.
Ainda sem título definido, o sucessor de América Brasil Ao Vivo foi produzido pelo já veterano Mário Caldatto Jr., que fez fama mundial comandando as gravações de Beastie Boys, Beck, One Day As A Lion, Mundo Livre S/A, Jack Johnson, Planet Hemp e muitos outros.
No repertório, versões de Michael Jackson (Rock With You), Jorge Ben (Errare Humanum Est...), Tim Maia (Cristina) e até mesmo de uma parceria de Baden Powell com Vinícius de Morais, a brilhante Samba do Veloso.
Gravado em parceria com a banda Almaz (que tem em sua formação os membros Pupilo e Lúcio Maia, da Nação Zumbi), o disco ainda não tem data para sair e virá com um impensável cover de The Model, clássico eterno do genial quarteto alemão Kraftwerk.
Fonte: Virgula Música
Um ano e meio após lançar "Agora", chega às lojas o terceiro disco de estúdio do NX Zero, intitulado "Sete Chaves". Produzido por Rick Bonadio, o álbum é definido como o "mais visceral e orgânico" pelo baterista da banda, Daniel Weksler, que nega existir pressão da gravadora ou dos fãs para que a banda lance discos com intervalos tão curtos.

Para Daniel Weksler, novo disco é o "mais visceral e orgânico" do grupo
"A gente sabe que daqui a 10, 15 anos, vai tá todo mundo com família e filhos. Então partimos do pressuposto de que, se está saindo música e a gente tem pique para fazer show, então não tem porque não fazer", explicou o baterista em entrevista à Folha Online.
Dividindo a cena musical brasileira com "veteranos" como Skank, Titãs e Capital Inicial, Weksler afirma não sofrer preconceito e ou críticas dos colegas de profissão. "A galera meio que apadrinha a gente. Os caras do Skank viraram tipo irmãos mais velhos, de conversar e dar conselho. Eles viram que a gente gosta tanto do que faz que, independentemente se gostam ou não, eles respeitam muito."
Sobre as críticas que a banda enfrentou no início da carreira por ter músicas e letras melosas, consideradas "emo", o baterista diz que as pessoas "deram uma desencanada". "A nossa paixão é a música e a gente quer que as pessoas simplesmente tenham olhos pra isso. Se você for procurar, não saem coisas sobre a nossa vida pessoal. Nós tentamos manter o máximo de foco na música", afirma.

Os integrantes do NX Zero; banda lançou recentemente seu terceiro álbum de estúdio, "Sete Chaves"
Referências
Para compor e gravar as músicas de "Sete Chaves", Weksler diz que banda ouviu bastante Audioslave, Green Day e Jamiroquai, entre outras coisas. "Ao mesmo tempo que a gente gosta de ouvir umas coisas mais porradas, também gostamos de ouvir coisas mais tranquilas, violão e voz. São coisas que a gente escuta na mesma proporção, não ficou nada forçado", diz.
Enquanto a banda não lança a turnê do novo disco, prevista para março, eles continuam excursionando com o show antigo, com duas músicas novas incorporadas à apresentação: "Só Rezo" e "Espero a Minha Vez".
O baterista explica que, neste ano, os shows da banda foram afetados primeiro pela crise econômica e, em seguida, pela gripe suína. "Os pais encanaram muito de os filhos ficarem saindo pra ver show e tudo mais, então a gente só tá voltando agora. Fazemos uma média de 12 apresentações por mês", afirma o músico, que no ano passado fez cerca de 200 shows com a banda.
Carreira
Lançando discos em ritmo acelerado hoje em dia, Weksler diz que os integrantes esperam viver de música ainda por um bom tempo. "Se a gente não continuar tendo fama nem sucesso, eu vejo a gente tocando junto no porão de uma casa", diz.
Mas o baterista diz que a banda também saberá qual o melhor momento para parar. "A gente tem uma cabeça super resolvida com essas coisas que, na hora que for pra dar uma parada, talvez a gente dê mesmo. Não adianta querer insistir, vira uma nostalgia perigosa", diz.
Além da turnê nova, o NX Zero ainda prepara para o ano que vem um material que reunirá fotos e vídeos da banda. Segundo o baterista, eles têm reunido material durante algum tempo, mas ainda não definiram o formato do novo produto.
Fonte: Folha Online

Gilberto Gil, Maria Rita e Bem Gil durante gravação do CD e DVD "BandaDois" do músico baiano
O novo trabalho de Gilberto Gil, "BandaDois", chegará às lojas no dia 9 de dezembro, mas o primeiro single já pode ser ouvido com exclusividade na Rádio UOL. A música "Amor Até o Fim", que foi lançada nos anos 60 com Elis Regina, ganhou agora a voz de Maria Rita e faz parte do combo de CD e DVD. Clique aqui para ouvir.
O registro em voz e violão foi gravado em setembro deste ano no Teatro Bradesco, em São Paulo. O DVD traz 23 músicas mais extras, que incluem aulas de violão para tocar cinco faixas e cenas do ensaio do show. O CD vem mais enxuto, com 16 músicas.
Acompanhado no palco apenas do filho Bem, que se reveza entre o violão e a guitarra, Gil repassa os grandes sucessos de sua carreira, como "Andar Com Fé", "Expresso 2222", "Refazenda" e clássicos que há anos não cantava, como "Rouxinol", "A Raça Humana", "Super Homem" e "Esotérico".
No show, Gil apresenta três músicas inéditas: "Quatro Coisas" (dedicada à mulher, Flora), a valsa "Das Duas, Uma" (escrita para o casamento da filha Maria) e "Pronto Pra Preto". De seu vasto repertório, o músico baiano ainda aproveitou para homenagear Dorival Caymmi ("Saudade da Bahia") e Jackson do Pandeiro ("Chiclete Com Banana").
O DVD tem direção de Andrucha Waddington, que também é responsável pelo "Longo Caminho" (2002) dos Paralamas do Sucesso e de "Pedrinha de Aruanda" (2007) de Maria Bethania.
Atualmente, Gil segue em turnê pela Europa com o show "Concerto de Cordas", em que divide com o palco mais uma vez com Bem Gil e com o maestro e arranjador Jacques Morelenbaum. No final de outubro, o músico apresentou este trabalho no Rio de Janeiro.
Veja as faixas que fazem parte do CD e DVD "BandaDois":
CD
"Esotérico"
"A Linha e o Linho"
"Super Homem - A Canção"
"Saudade da Bahia"
"Chiclete com Banana"
"Duas Duas, Uma"
"Quatro Coisas"
"Amor Até o Fim" (participação de Maria Rita)
"Lamento Sertanejo"
"O Rouxinol"
"Refazenda"
"Banda Um"
"La Renaissance Africaine"
"Refavela"
"Babá Alapalá"
"Expresso 2222"
DVD
"Máquina de Ritmo"
"Flora"
"Esotérico"
"A Linha e o Linho"
"Metáfora"
"Super Homem - A Canção"
"Saudade da Bahia"
"Chiclete com Banana"
"Duas Duas, Uma"
"Quatro Coisas"
"Amor Até o Fim" (participação de Maria Rita)
"Tempo Rei"
"Lamento Sertanejo"
"O Rouxinol"
"Refazenda"
"Banda Um"
"A Raça Humana"
"La Renaissance Africaine"
"Ponto Pra Preto"
"Andar Com Fé"
"Refavela"
"Babá Alapalá"
"Expresso 2222"
extras:
Aulas de violão: "Refazenda", "Expresso 2222", "Refavela", "Banda Um" e "Esotérico"
Cenas de ensaio
Fonte: UOL Música
Em declarações à Lusa, o músico brasileiro afirmou que deve entrar em estúdio "em Janeiro ou Fevereiro" para gravar um disco em que já está a trabalhar sobre as Festas Joaninas [Santos Populares].
No palco da Casa da Música e no Centro Cultural de Belém, Gilberto Gil não apresentará nenhuma destas canções até porque tem preferido “redescobrir” o seu repertório "com novas roupagens".
"Tenho um repertório de cerca de 500 canções e algumas ficaram esquecidas, outras foram-se perdendo, e agora me dá curiosidade em revisitá-las, tanto mais com estes arranjos de cordas que são mais sensíveis nas harmonias", explicou o músico.
O encontro entre os três músicos "era uma vontade muito grande do Jacques", explicou Gilberto Gil.
O músico não revelou o que vão tocar, preferindo que "seja uma surpresa para o público” como foi para si “redescobri-las com esta nova roupagem que permite passear por cada canção".
Referindo-se ao filho Bem, com quem partilhará o palco, afirmou que é "como se fosse filho duas vezes, pois é um apreciador" da sua música e também "cultiva o violão".
"O Bem é um prolongamento meu, é um apreciador da minha forma de tocar e compor, há um interesse directo, é meu filho por duas vezes", disse.
Bem não é o único filho do cantor e compositor que também anda pelas lides musicais.
"Houve o Pedro, baterista, que morreu de acidente, há a Preta, a Nara e o Bem. Com todos é interessante e tocante estar junto em palco, temos uma maior partilha até da vida por falarmos a linguagem musical. É reconfortante", referiu.
Gilberto Gil e Bem estiveram já juntos em palco em Portugal em 2001.
O músico brasileiro acompanha "conforme pode" o que se faz musicalmente em Portugal.
"Ainda agora actuei com a Tereza Salgueiro, e o seu guitarrista Pedro Jóia que é excelente e me convidou para fazer uma canção para ela, em que aliás comecei já a trabalhar", disse.
A canção de Gil deverá integrar o próximo álbum da ex-vocalista dos Madredeus.
"Trabalhei já com a Mariza e a Orquestra das Beiras, num espectáculo em Aveiro, com a Maria João com quem trabalho muito, e gosto. Gosto também da pianista Maria João Pires que tem feito um trabalho relevante", disse.
Relativamente ao seu próximo trabalho o músico afirmou que se inspirou nas Festas Joaninas que é “um ciclo muito rico de tradições musicais e culturais populares, principalmente no Nordeste”.
Começará a gravar no início do próximo ano, “para coincidir o lançamento do CD a tempo das festas e fazer uma série de concertos em locais especiais", adiantou.
Em declarações à Lusa, o músico afastou qualquer possibilidade de voltar a envolver-se na política, designadamente ser candidato à vice-presidência da República, ao lado de Marina Silva.
“Já falei para ela [Marina Silva] que estou fora, para já não estou interessado em voltar à política”, rematou.
Fonte: Hardmusica